Tecnologia

Defina seu modelo de negócio: motivos para oferecer um software como serviço

Existem 4 bons motivos para definir seu modelo de negócio como uma empresa que oferece um software como serviço. Já respondi uma pergunta sobre Software as a Service (SaaS), que segue o modelo de aluguel e pagamento mensal (e não o de venda de licenças) para o uso de softwares. Também dei algumas dicas sobre como ter um serviço de assinaturas. Agora quero unir esses dois temas e te mostrar as vantagens de oferecer um software como serviço:

Democratizar o acesso a tecnologias

Antigamente, só grandes organizações podiam utilizar algum tipo de tecnologia para facilitar o dia a dia corporativo, como softwares de gestão empresarial. Só elas tinham verba para investir altos valores em infraestrutura complexa de tecnologia (compra e manutenção de computadores potentes, servidores, backup de arquivos, equipes de TI, atualização de licenças, entre outros).

A oportunidade encontrada pelas empresas de aluguel de softwares foi o de criar soluções que ficassem hospedadas em nuvem e que pudessem ser acessadas por meio de um simples navegador de internet. Assim, elas poderiam diluir os custos de manutenção de seus softwares e da infraestrutura da hospedagem dele com diversos clientes, cobrando pequenas taxas mensais para dar maior eficiência aos seus consumidores.

Facilidade em vender

Se antes o cliente precisava investir altos valores para comprar um programa para sua empresa, e que nem sempre era utilizado, hoje o cenário é outro. O cliente tem a possibilidade de comprar o serviço, testá-lo e, caso não goste, pode descontinuar o contrato de “aluguel do software” no mês seguinte. Ou seja, fica muito mais fácil convencer o cliente de que o risco de investimento é baixo e de que seu produto vale a pena.

Venda e teste durante o desenvolvimento

Neste modelo, as empresas criam versões de aplicativos e softwares e vão aperfeiçoando suas funcionalidades, desempenho e layout conforme novos clientes aderem aos seus serviços. Esses clientes também vão indicando suas necessidades e falhas no software. Se antes era inimaginável lançar um produto que ainda não estava pronto, agora isso é uma prática do mercado!

Com isso, o risco com o investimento de altos valores na criação e desenvolvimento dos softwares acabam sendo minimizados ou até eliminados, e a aceitação de mercado estará garantida!

A verba é recorrente e as indicações também

Neste modelo de negócio, novos clientes significam novas receitas recorrentes e não substituição de receitas que foram geradas no mês anterior e agora precisam ser repostas para dar equilíbrio ao caixa da empresa, como era no modelo anterior. Ou seja, o foco passa a ser a fidelização e incentivo para que os clientes continuem utilizando o serviço que contrataram, ao invés de precisar encontrar cada vez mais clientes para que a empresa possa crescer e se desenvolver.

Além disso, clientes satisfeitos aumentam o uso mensal dos serviços e indicam sua empresa para outras potenciais clientes. Logo, há uma multiplicação de receitas, pois cada vez mais empresas utilizarão seus softwares, aumentarão seus planos de consumo e ainda indicarão novas empresas que farão a mesma coisa.

Se você já encontrou uma necessidade de pessoas ou de empresas por algum tipo de software, então o modelo de negócios baseado na oferta de um software como serviço deve ser considerada por você. Afinal, ele não é o ouro, mas é certamente a mina que contém o ouro!

Confira mais detalhes sobre a diferença entre um software as a service e cloud computing clicando aqui!

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Iniciar o próprio negócio é algo que cada vez mais permeia os sonhos de profissionais ligados a diversas áreas, de diferentes faixas etárias e independente do nível de poder aquisitivo.

Transformar sonhos e projetos pessoais em realidade, desafiar-se constantemente e tomar as próprias decisões em seu negócio são alguns dos fatores que levam os profissionais a empreender. Muitas vezes esse também é o caminho que os executivos de alto escalão galgam dentro das empresas em busca de gerenciar unidades de negócios, produtos e regiões.

Contudo, para que o profissional tenha sucesso nesta empreitada, algumas dicas são de extrema importância e ajudam a guiar suas ações para aumentar as possibilidades de êxito do negócio.

Listo abaixo cinco dicas que considero importantíssimas para qualquer empreendedor:

1.Escolha algo porque tenha paixão

Ao definir o mercado em que pretende atuar e seu papel dentro da startup que está nascendo, escolha em ambos os casos algo que lhe possa proporcionar muito prazer em seu cotidiano, pois provavelmente você passará uma grande parcela do seu dia trabalhando nisso e por muitos anos. Pelo menos é este o objetivo inicial quando se coloca na prática seu projeto. A paixão ajudará a gerar a energia necessária para trabalhar arduamente em seu sonho e persistir nos momentos de baixa, que infelizmente podem permear seu dia a dia.

2.Escolha um mercado que tenha uma grande oportunidade de negócio

Encontre um segmento de atuação em que você realmente possa entregar algo de valor e onde as atividades de sua nova empresa possam ser relevantes. Uma dica com a qual Dave Goldberg, CEO da SurveyMonkey, sempre orienta empreendedores é buscar oportunidades com potencial para massificação, pois os investidores estão procurando startups que estão “tentando resolver grandes problemas em um grande mercado”.

3.Escolha o produto certo

A startup precisa encontrar/ desenvolver um produto que atenda as necessidades do mercado. Isto é conhecido como product/ market fit. Algumas vezes, os empreendedores podem identificar um ótimo segmento de atuação, mas não terem de fato a solução certa para endereçar os problemas e necessidades de determinado nicho. Antes de sair produzindo o melhor produto da noite para o dia, investindo milhões e muito tempo, procure e escute os potenciais clientes, valide suas hipóteses de negócios, teste conceitos e protótipos, colete as percepções. Acima de tudo: aprenda, aprenda e aprenda! Tenha humildade para receber ensinamentos de todos com quem conversar.

4.Escolha profissionais capacitados para estarem ao seu lado

Busque trabalhar com os melhores (fundadores, profissionais, investidores, fornecedores, parceiros, etc) que conseguir. Ter uma equipe forte é o elemento mais importante. Acredito que se a startup tem um ótimo time, uma verdadeira e grande oportunidade de mercado, mesmo que o produto ainda não esteja adequado, esta equação poderá ser mais facilmente resolvida por um time de excelência.

5.Escolha o tom certo

Sonhe alto, construa uma visão compartilhada com sua equipe, observe quais são as necessidades e satisfação de seus clientes e dê um passo de cada vez.

Dica de ouro :: Tome decisões embasadas

Com o advento da Internet, um número massivo de informações é gerado e acessado todos os dias. Mas você sabe fazer com que os dados trabalhem a seu favor? Escolhendo-os e analisando-os corretamente, é possível entender muito do seu negócio, do mercado, do hábito de consumo dos seus clientes, tendências e, sim, sair na frente com isso. Hoje existem ferramentas que te auxiliam a fazer isto com maestria. A SurveyMonkey ajuda milhares de profissionais a coletar feedback de seus públicos e tomar decisões baseada em dados de forma simples e intuitiva.

Empreender é muito mais do que uma ideia e a ânsia de ser bem sucedido. Esse é o pontapé inicial, mas que exigirá muitas apostas, estudos, conhecimento, além de um longo caminho de dedicação.

 

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#ClicoResponde, Últimas

Clico Responde: o MEI pode ajudar empreendedores sem CNPJ?

Hoje é sexta-feira, dia de #ClicoResponde!
Recebemos a seguinte questão no Lee Williams:

“Criei um website de anúncios onde o maior foco das divulgações seria em minha própria cidade. Não possuo CNPJ e não pude colocar meus contatos no site. O portal do Microempreendedor Individual [MEI] seria uma boa opção de formalização neste caso?”

Olá, Lee Williams!
Demoramos mais tempo do que gostaríamos para responder sua dúvida porque veio uma enxurrada de questões para o #ClicoResponde nos últimos meses. Isso gerou uma fila que tivemos de administrar (o que é um bom sinal, não acha?).
Vamos lá. Em primeiro lugar, o Guia Empreendedor recomenda sempre a formalização da empresa, em qualquer cenário ou situação. Quanto mais rápido isso ocorrer, menos problemas você terá que administrar no futuro.

Como funciona

O programa do Microempreendedor Individual é uma ótima (e fácil) alternativa para colocar a situação corporativa em dia. Quem escolhe se formalizar pelo MEI tem o limite de faturamento de R$ 60 mil ao ano e fica dentro do Simples Nacional (regime de tributação que deixa isento de tributos federais, como Imposto de Renda, PIS, Cofins, IPI e CSLL). O custo mensal com o governo é de R$ 36,20, acrescido de R$ 5,00 (Prestadores de Serviço) ou R$ 1,00 (Comércio e Indústria). Existem custos adicionais, como impostos municipais e estaduais, que variam conforme a localidade do Brasil.

O site do MEI explica que este valor que você paga é destinado à Previdência Social e ao ICMS (no caso de venda de produto) ou ao ISS (no caso de serviço). Desta forma, você recebe benefícios como auxílio maternidade, auxílio doença, aposentadoria, etc. A tributação é baixa e a burocracia é bem reduzida – um amigo meu criou a empresa dele pela internet, rapidinho, e saiu, em meia hora, com o CNPJ na mão.

Atividades

Para se enquadrar no MEI, é preciso atuar em algumas atividades econômicas específicas. Fiz uma busca em todas elas e não consegui identificar nada parecido com “site de publicidade”. Entrei em contato com o pessoal de atendimento do governo, mas até o momento não recebemos retorno. Você já chegou a falar com algum contador para entender qual poderia ser uma classificação para a atividade? Esse é um detalhe essencial para validar, ou não, sua inscrição no sistema.

Esperamos ter ajudado. Mais informações você encontra no site do MEI: Portal do Empreendedor. 🙂

 

Tem uma pergunta? o #ClicoResponde

 

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