Destaque, Empreendedorismo

O que fazer para ter um controle de estoque eficiente

Conseguir um controle de estoque eficiente é crucial para o sucesso de qualquer empresa, independentemente da sua área de atuação. Essa é uma realidade tão inevitável que, atualmente, vemos gestores e empreendedores debatendo sobre como aprimorar os recursos logísticos e as políticas de gerenciamento da sua cadeia de suprimentos.

Definitivamente, essa não é uma discussão descabida. Você já parou para pensar na quantidade de clientes e parceiros que uma organização pode perder por não ter um bom controle do seu acervo e dos seus produtos? Fica claro que é fundamental investir nessa seara e melhorar esse setor.

Ficou interessado? Então confira o conteúdo que preparei a seguir e descubra algumas dicas que podem fazer com que o seu negócio dê um salto de qualidade:

Tenha mão de obra capacitada

O primeiro passo para ter um controle de estoque eficiente é contar com funcionários capacitados, que possam realizar as suas funções e tarefas do jeito adequado. Pouco adianta adotar excelentes práticas no seu acervo e otimizar os processos se o seu material humano não tem qualidade suficiente para deixar tudo em ordem.

Obviamente, isso já deve começar na seleção da equipe. Invista na contratação de pessoas que tenham experiência na área e que possam agregar valor ao empreendimento. Como bons talentos nem sempre estarão disponíveis no mercado de empregos, você também pode investir em capacitação com treinamentos adequados.

Existem cursos interessantes sobre logística e controle de estoque. Noções de informática também são indispensáveis, especialmente se você tem a pretensão de informatizar esse setor no seu negócio. Ainda que a maioria dos programas do gênero sejam simples e intuitivos, quem não está habituado com as interfaces da computação pode ter dificuldades.

Também é possível investir em treinamentos internos. Os próprios colaboradores mais capacitados podem dar palestras e minicursos para os demais, ensinando os detalhes e as nuances dos serviços de inventário. Lembre-se de sempre estimular e recompensar esses procedimentos.

Solicite inventários periódicos

Uma das melhores dicas para ter um controle de estoque eficiente é a produção de inventários periódicos. Essa atitude é fundamental para conhecer efetivamente o seu acervo, evitando perdas e retrabalho, ajustando os saldos, monitorando desvios e analisando se tudo está dentro dos critérios estabelecidos e esperados.

Outra maneira de implementar esse procedimento no seu empreendimento é com a adoção dos inventários rotativos, que têm se mostrado uma prática moderna e desejável em diversos segmentos. Ele consiste em fazer essa apreciação por amostragem dos artigos com mais rotatividade. A precisão é menor, mas ele é feito bem mais rapidamente.

Adote o uso de métricas

Outra prática indispensável é a adoção de métricas. Elas ajudam a controlar o estoque e também fornecem informações valiosas sobre o desempenho dos negócios e sobre a conquista ou não dos resultados esperados, embasando os gestores na tomada de decisões mais acertadas sobre o acervo.

Entre os indicadores mais utilizados nos dias de hoje, podemos citar o Tempo de Ciclo, que demonstra o período exato que o produto leva para chegar, desde o envio do pedido ao fornecedor até a entrada no seu local de armazenamento. Com essa métrica, o gestor sabe com quanta antecedência precisa fazer uma encomenda para que não fique descoberto.

Outra medida importante é o Consumo Médio, que demonstra a quantidade consumida de um item em um determinado intervalo de tempo. Sua principal função é determinar o número de mercadorias que você precisa ter na reserva para não correr o risco de deixar algum cliente insatisfeito.

Temos também a Cobertura do Estoque, que serve para indicar quão suficiente o seu inventário atual será para atender as demandas médias de compra. Ela é calculada por meio do cruzamento do número de mercadorias que você possui no momento com a sua previsão média de vendas.

Trabalhe com fornecedores de confiança

Outra prática importante, mas que muitas empresas acabam não adotando por questões econômicas, está em trabalhar apenas com fornecedores de confiança. É preciso ter em mente que o preço não é tudo e uma economia discreta com uma compra pode acabar se convertendo em um tremendo prejuízo no futuro.

Para ter um controle de estoque eficiente, você deve fechar parcerias que cumpram os prazos estabelecidos e jamais o deixem na mão. Leve em conta fatores como a credibilidade no mercado, a responsabilidade, a qualidade, a confiabilidade, o tempo de entrega e a disponibilidade. Invista nesse relacionamento e escolha com inteligência.

Faça uso adequado de promoções

Outra atitude estratégica para ter um controle de estoque eficiente é o uso adequado de promoções. Muitos gestores não encaram essa estratégia dessa maneira, mas o fato é que elas servem para que você regule o seu nível de mercadorias, se livrando de itens encalhados e renovando o seu acervo.

De quebra, você consegue atrair mais publicidade e pode conquistar ou até mesmo fidelizar clientes. Esse tipo de ação é indicada, sobretudo, para aqueles empreendimentos que têm uma necessidade mais elevada de liberar rapidamente espaço, especialmente as que trabalham com artigos perecíveis.

Adote um software de gestão

Por fim, adotar um software de gestão pode ser tudo o que faltava para sua empresa finalmente ter um controle de estoque eficiente. Com esse tipo de sistema, você consegue ter um excelente controle logístico e ganha um tremendo diferencial competitivo. Nos dias de hoje, temos uma infinidade de programas específicos do gênero.

Com uma precisão e uma praticidade de alto nível, você poderá abandonar de vez as planilhas de papel. Você terá um controle perfeito de suas compras e suas vendas, podendo cruzar essas informações em tempo real. Além disso, o software indicará prazos, alertará quando um artigo estiver com os níveis abaixo do desejado, integrará as equipes e muito mais.

Definitivamente, esse é um investimento com retorno garantido e excelente custo-benefício, que pode melhorar o desempenho e tornará o dia a dia do seu empreendimento imensamente mais tranquilo e eficaz.

E agora, já descobriu o que fazer para ter um controle de estoque eficiente? Ficou interessado e está pronto para adotar essas práticas? Então assine nossa newsletter e receba mais artigos como esse em primeira mão!

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#ClicoResponde

Como fazer a gestão do primeiro ano da sua empresa

 

1. Introdução
2. O que fazer no primeiro ano de atuação

2.1 Finanças e contabilidade

2.2 Marketing

2.3 Vendas

2.4 TI

2.5 Fornecedores

2.6 Networking

3. Conclusão

Não é fácil abrir uma empresa, especialmente no Brasil. A princípio, precisamos pensar no conceito do negócio, no estudo de mercado, no teste das principais ideias, nos produtos e serviços etc.

Depois, vêm as questões burocráticas: guias, impostos, alvarás e por aí vai. E ainda tem a viabilização financeira! Resumo da ópera: não conseguimos abrir uma empresa da noite para o dia. É demorado, trabalhoso e bastante burocrático.

Então, depois que finalmente você testou as melhores ideias, escolheu o melhor modelo de negócio, levantou recursos e resolveu as questões burocráticas, é hora de descansar um pouco, certo? Errado! Dados do SEBRAE mostram que 30% das empresas têm que fechar as portas logo no primeiro ano de vida, então agora é hora de ter atenção!

Existem várias razões para que os negócios sejam tão frágeis no primeiro ano de vida. Passamos pela necessidade de criar uma clientela e nos estabelecermos no mercado, por uma situação financeira geralmente deficitária e pela nossa falta de experiência — e a dos funcionários.

Mas não é para desanimar! Esses dados não estão dizendo que sua empresa está fadada ao fracasso no primeiro ano. Muito pelo contrário: estão mostrando que para fazer sucesso, especialmente no começo, precisamos de muito trabalho e dedicação. Para ajudar você nessa empreitada, separei algumas dicas que vão auxiliar muito nos primeiros passos do seu negócio. As dicas estão separadas pelas principais áreas de um negócio e, se você segui-las, aumentará bastante as chances de sucesso da sua empresa no primeiro ano de atuação.

O que fazer no primeiro ano de atuaçãogestão

Finanças e contabilidade

A maioria das empresas ainda é deficitária no primeiro ano de vida, situação que geralmente vai se prolongar por mais algum tempo. Isso acontece porque necessitamos de um grande aporte de recursos iniciais para questões como compra de equipamentos, contratação de funcionários, treinamento, pagamento da luva, pagamento de uma eventual franquia e estoque. Não é necessariamente um problema, já que grande parte dos negócios de sucesso começam em uma situação de dívidas, mas isso exige cuidado redobrado com a saúde financeira da empresa.

O ideal, caso seja viável, é ter uma pessoa exclusivamente responsável pelo exame minucioso das contas da empresa. Essa pessoa deve fazer o fluxo de caixa, as projeções financeiras e elaborar relatórios cuidadosos sobre a atual situação financeira do negócio e como ela vai se encaminhar no curto, médio e longo prazo. Para as questões tributárias e demandas ligadas à tributação e cumprimento tributário legal, recomendo inclusive a contratação de um contador.

Uma dica fundamental, principalmente para as empresas familiares de pequeno porte, é não misturar as finanças pessoais com as do negócio. O ideal é definir um pró-labore para você e seus sócios e evitar a todo custo retiradas extras do caixa, que podem atrapalhar o fluxo de caixa e confundir as projeções.

Falei sobre a necessidade de um negócio precisar de financiamento em seus primeiros passos, mas as dívidas devem ser contraídas com muita parcimônia. Estude as melhores taxas de juros e só realize um empréstimo se o investimento justificar esse endividamento.

Uma empresa nova deve também ser enxuta. Corte os custos desnecessários e tente ser o mais produtivo possível. Estude os processos, evite o retrabalho e elimine gastos supérfluos.

Marketing

É comum entre os pequenos empreendedores a ideia de que o marketing é um assunto para as grandes empresas. Com tantas necessidades, especialmente nos primeiros anos de vida, o marketing acaba sendo deixado para segundo plano ou sendo feito sem planejamento, de maneira simplória. Pois saiba que ele é um dos pilares de qualquer negócio e não deve ser visto como um gasto supérfluo. Até porque existem soluções bastante eficientes com baixo custo.

O primeiro passo é entender quem são os seus clientes, por qual motivo compram da sua empresa, onde eles estão e qual é a melhor forma de atingi-los. Dessa maneira, você saberá onde encontrar novos leads (potenciais clientes) e direcionar uma estratégia de marketing para esse público.

É fundamental entender a jornada do cliente, os passos que levam um potencial cliente a se tornar alguém que efetivamente compra da sua empresa. Do momento em que toma conhecimento do seu negócio até a hora em que compra, o cliente passa por diversas fases e você precisa elaborar estratégias para cada uma delas.

As redes sociais também são excelentes soluções para os negócios de menor porte, especialmente no começo de sua existência, quando a verba para marketing ainda é pequena. A grande vantagem das mídias sociais é que, caso não seja possível contratar uma empresa especializada num primeiro momento, você mesmo pode conseguir fazer um trabalho decente de comunicação.

Mas cuidado: usar as redes sociais não é simplesmente postar promoções no Facebook! É preciso se comunicar com os clientes, responder prontamente suas dúvidas e problemas, além de criar estratégias que atinjam efetivamente o seu público-alvo e criem uma presença on-line forte para sua empresa.

Vendas

gestão

Para uma empresa crescer saudável e sobreviver ao seu primeiro ano é essencial ter um setor de vendas bem estruturado e eficiente. Ele é a alma da empresa, porque é a ligação com os clientes e o canal por onde vão entrar os recursos financeiros para que o negócio cresça. Por isso, as vendas não podem ser um tiro no escuro. Elas devem vir acompanhadas de um planejamento cuidadoso e de acordo com a capacidade da empresa de atender as demandas dos clientes.

Primeiramente, é preciso compreender quais são as especificidades do seu negócio. É um e-commerce? Possui um ponto de venda em um shopping? Depende de visitas dos vendedores para os clientes? Entender quais são as características únicas do nosso negócio permite que consigamos desenvolver boas estratégias de vendas.

Falei ali em cima sobre planejamento cuidadoso e, para ele realmente ser eficiente, as métricas são muito importantes. Elas são dezenas, mas acho importante que você conheça as duas principais.

Taxa de conversão

É o número de potenciais clientes (também chamados de leads) que você precisa atrair para realizar uma venda. Você consegue obter este número dividindo o número de leads — pessoas que entraram em contato ou que sua empresa abordou de alguma forma — e dividir pelo número de clientes propriamente ditos. Com a taxa de conversão você vai saber com boa precisão quantas pessoas precisará abordar para fechar a sua meta de vendas.

Custo de aquisição por cliente

É o quanto a sua empresa gasta para atrair um novo comprador. Você obtém esse número dividindo todos os custos do setor de vendas e de marketing em um determinado período pelo número de pessoas que compraram. Quanto menor o custo de vendas, melhor, porque você pode investir em atingir um número maior de pessoas com os mesmos recursos.

Adquirir leads e transformá-los em clientes é fundamental, mas ainda mais importante (e difícil!) é torná-los fieis. Um cliente fiel é o ideal, porque, além de comprar novamente os seus produtos e serviços, ele ainda vai indicar para os amigos. Para fidelizar seus clientes você precisa fornecer o melhor atendimento possível e criar estratégias para encorajar novas compras, como programas de fidelidade e desconto para os clientes leais.

Outra coisa para você ficar atento: não se esqueça da concorrência! Conhecer o mercado e quem está competindo com a nossa empresa é essencial para estabelecer os nossos diferenciais. Você precisa criar um atrativo único, que faça com que as pessoas queiram comprar da sua empresa e não dos seus concorrentes.

TI

Para uma empresa ter sucesso não dá pra ficar atrás na tecnologia. Seu bom uso torna a empresa mais produtiva, permitindo cortar custos, centralizar processos e aumentar a eficiência. Por isso, a TI não pode ficar em segundo plano. Você vai precisar investir nessa área e, se possível, estruturar um setor responsável por questões tecnológicas.

Hoje, existem várias ferramentas que permitem centralizar todos os controles (fluxo de caixa, relatório de vendas, etc) em um único lugar. Esse software pode ainda integrar praticamente todos os processos da empresa em um único lugar, o que torna o trabalho menos propício a erros humanos e evita o chamado retrabalho, que é quando uma mesma tarefa é realizada várias vezes. Esses são os softwares de gestão, também chamados de sistemas ERP.

Mas temos que saber exatamente qual é a melhor solução de sistema para nossa empresa! É preciso pesquisar e entender quais são as melhores opções, pois esse será um investimento muito importante no primeiro ano de vida do seu negócio. A compra de um software desse tipo geralmente é um investimento alto, por isso pode ser uma opção melhor a assinatura de um serviço mensal, por exemplo, que ainda possa oferecer mais opções quando o negócio começar a crescer.

Uma questão extremamente importante, mas que é muito negligenciada por empreendedores de primeira viagem, é a segurança. Você não precisa esperar algo dar problema para aprender essa lição! Invista em backup e segurança dos dados, de preferência por meio de uma empresa especializada em TI, que possa fornecer as melhores soluções para um negócio com as características do seu.

Outra tendência que cresceu muito nos últimos anos é o uso da nuvem. Cada vez mais empresas vêm oferecendo sistemas que rodam remotamente e isso é muito bom para nós, empreendedores. Primeiro porque traz agilidade e mobilidade, já que geralmente o aplicativo pode ser acessado de qualquer computador ou até mesmo de dispositivos móveis. Em segundo lugar, nós não precisamos investir em hardware pesado, já que os softwares passam a rodar nos servidores de alta tecnologia das empresas contratadas. Isso torna tudo mais barato e eficiente.

Fornecedoresgestão

Temos que tratar nossos fornecedores quase como se fossem sócios da empresa. A parceria com eles é muito importante, por isso você precisa ser muito criterioso na sua escolha, principalmente no primeiro ano do negócio. Ter bons fornecedores é a garantia de que o essencial para o funcionamento da empresa estará sempre em dia.

Pesquise muito! Faça uma análise criteriosa dos principais fornecedores do seu mercado e não foque apenas nos preços mais baratos. Conheça a história da empresa, seus números e o tipo de serviço que oferecem. Se possível, converse com empresas que trabalhem atualmente com os seus potenciais fornecedores e procure entender quais são as melhores opções para o seu negócio.

Uma vez escolhidos os fornecedores, também é muito importante saber como estabelecer uma relação de longo prazo, na base da confiança. Lembre-se sempre de que uma boa parceria é aquela que é benéfica para os dois lados, por isso tente sempre entender as necessidades do seu fornecedor, mesmo quando elas são referentes a aumento nos preços. Um fornecedor satisfeito em trabalhar com a sua empresa vai estar disposto a ajudar a resolver os seus problemas.

Networking

Por último, mas não menos importante, o networking! Especialmente no primeiro ano de vida, você precisa fazer com que a empresa seja vista e, para isso, não basta o marketing. Você, como empreendedor e representante do seu próprio negócio, precisa fazer com que as pessoas saibam em que ramo atua e para quais serviços podem contratá-lo.

A primeira porta são os amigos e conhecidos. Mesmo aqueles que não sejam potenciais clientes podem eventualmente conhecer pessoas que necessitarão da sua empresa, por isso converse muito com eles, apresente sua empresa e explique o que faz. Outra entrada muito importante é com antigos parceiros, principalmente se você trabalhou anteriormente em uma empresa no mesmo ramo de atuação da sua.

Sempre frequente círculos sociais em que possam existir potenciais clientes para sua empresa. Esses círculos podem ser eventos públicos, workshops, conferências e exposições de fornecedores. As pessoas que fazem parte da sua rede de contatos vão lhe fornecer novos clientes e podem oferecer as soluções para os problemas que a sua empresa vai enfrentar no primeiro ano de vida.

Conclusão

Ser um empreendedor dá muito trabalho e o primeiro ano de atuação da empresa pede ainda mais dedicação, esforço e cuidado. É como um filho, que exige muito mais dos pais nos primeiros anos de vida, quando ainda é um ser humano muito frágil. Porém, depois de algumas noites mal dormidas, ele aprende a andar com as próprias pernas e a se tornar mais independente. Assim também é uma empresa: com perseverança e disciplina, ela vai crescer e trazer muitas recompensas.

Para ter sucesso no primeiro ano é preciso constante análise e mudanças nos rumos. É muito mais fácil para uma empresa com vários anos de existência traçar comparações no longo prazo e saber como está caminhando. Para um negócio jovem, é preciso vigilância constante, para que nada passe desapercebido e estratégias possam ser corrigidas a tempo. Também por isso, nossas análises precisam ser muito mais criteriosas e precisas!

No primeiro ano de existência da empresa serão estabelecidas as bases para o futuro; por isso, você deve investir em criar essa estrutura com muito cuidado e dedicação. Ser empreendedor realmente dá muito trabalho, mas também traz recompensas incríveis!

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Tecnologia

Clico Responde: O que é sistema de gestão?

Eu adoro quando as perguntas enviadas ao #ClicoResponde são básicas e, ao mesmo tempo, extremamente pertinentes: no dia a dia, nos acostumamos com alguns termos que nem sempre são dominados por todos e acabamos não dando a atenção à pequenas dúvidas que podem ajudar empreendedores a mudarem suas vidas. Quem mandou essa questão tão legal de se responder foi a Cléa. Sua pergunta foi a seguinte:

“O que é um sistema de gestão?”

Olá, Cléa! Obrigada pela confiança.

Um sistema de gestão é um programa de computador que lhe ajuda a cuidar das atividades de sua empresa. Ele é um software inteligente e que tem como objetivo facilitar as atividades do dia a dia, automatizando o máximo de processos quanto for possível.

Os resultados apresentados por um sistema de gestão extrapolam o caráter financeiro. Os benefícios podem ser representados por meio de diversos indicadores de qualidade. Veja alguns exemplos:

  • Diminuição do impacto das atividades na natureza, ou, em outras palavras, maior sustentabilidade na utilização dos recursos na empresa;
  • Maior segurança para os funcionários;
  • Melhoria nos índices de satisfação interna;
  • Aumento da qualidade de vida na comunidade na qual a empresa atua.

Esses são apenas alguns dos benefícios decorrentes da implementação de um sistema de gestão. Na sequência, explicarei, ainda, o que é o ERP, o CRM e apresentarei os principais motivos pelos quais um sistema de gestão é tão importante para o sucesso de um empreendimento. Continue acompanhando!

O que é o Enterprise Resource Planning (ERP)?

O mais comum entre os sistemas de gestão é o Enterprise Resource Planning (ERP), a evolução da planilha de Excel. Ele serve para garantir o controle financeiro, fiscal e contábil da companhia, agregando informações sobre recebimento de receitas, pagamento de despesas e, ainda, levando em consideração o custo de tributo em cada uma das operações.

A maioria dos softwares de ERP são divididos em três camadas, sendo elas a aplicação, o banco de dados e o framework. Além disso, o Enterprise Resource Planning também é modular, o que significa que os módulos representam duas visões, que são:

Visão departamental

Esta visão permite a observação da manutenção dos processos de cada departamento em uma única tela, o que torna o manuseio mais simples e seguro para os usuários. Isso porque pessoas que não estão envolvidas com dados relacionados aos cadastros de funcionários, por exemplo, não poderão acessar tais informações.

Visão por segmento

A visão por segmento permite a adequação do software às particularidades departamentais e suas exigências. É, então, voltada para atender às necessidades específicas de ramos de atividade. Uma clínica de odontologia, por exemplo, precisa organizar atividades de uma forma totalmente diferente de uma indústria. Em tais casos, existe, ainda, a possibilidade de criação de módulos específicos para determinados segmentos de mercado, que são os chamados softwares de gestão vertical.

E o Costumer Relationship Managemen (CRM), o que é?

Já o Costumer Relationship Management (CRM)  cuida da base de clientes — informações que, em muitas empresas, estão espalhada entre planilhas, cartões e pedaços de papel. Mas existem muitos outros, para rotinas jurídicas, de contratos e documento. São inúmeras ofertas, destinadas a diferentes departamentos das empresas.

Qual é a estrutura de um sistema de gestão integrado?

Em qualquer sistema de gestão, a estrutura é organizada de acordo com as categorias a seguir:

  1. Política de administração;
  2. Planejamento estratégico;
  3. Implantação e operação;
  4. Avaliação do desempenho;
  5. Correções e melhorias;
  6. Exame crítico.

Os sistemas de gestão de cada segmento possuem suas próprias exigências específicas, no entanto, as seis categorias acima elencadas são comuns a todos eles e podem ser tomadas como eixo central para a integração de normas.

Uma dica importante: o site Vouclicar.com, que é primo do Guia Empreendedor, tem uma série de sistema de gestão setoriais e genéricos. Não deixe de conferir!

Quais são as vantagens de um sistema de gestão?

Com a delimitação de indicadores e o acompanhamento constante das métricas relacionadas à implantação de um sistema de gestão em um negócio, diversas vantagens podem ser observadas. Confira as principais:

  • Aumenta a transparência;
  • Diminui os riscos de acidentes de trabalho;
  • Reduz a burocracia no trâmite de processos;
  • Aprimora o clima organizacional da empresa;
  • Reduz os danos causados ao meio ambiente;
  • Torna o negócio mais competitivo e mais próximo da excelência;
  • Padroniza processos em consonância aos padrões internacionais;
  • Possibilita um ambiente de trabalho mais seguro, agradável e produtivo;
  • Fortalece a percepção de marca tanto entre o público interno, quanto entre o externo.

E quais são esses indicadores?

Para que os resultados mencionados no tópico anterior possam ser detectados e constantemente aprimorados, alguns indicadores devem ser acompanhados. Veja quais são os mais utilizados:

Indicadores de qualidade

Esse tipo de indicadores monitora o número de produtos ou equipamentos que apresentam defeitos, o quanto de matéria prima e recursos humanos são utilizados e o quanto é desperdiçado durante a produção, a quantidade de reclamações por parte dos consumidores em relação aos produtos finais e, ainda, a quantidade de tempo despendida.

Indicadores de saúde

As principais métricas avaliadas pelos indicadores de saúde são as envolvendo acidentes de trabalho, horas de treinamento oferecidas, despesas com planos de saúde, quantidade de atestados médicos entregues, números de faltas ao trabalho com e sem justificativas, tempo investido em campanhas de segurança do trabalho e saúde, dentre outras.

O sistema de gestão permite o atendimento a todas as exigências relacionadas  nesses tópicos de uma só vez, dispensando, assim, a necessidade de investimentos em melhorias contínuas.

Indicadores de sustentabilidade

No que tange aos indicadores de meio ambiente, os principais focos são o nível de consumo de água e energia no processo de produção, a quantidade de resíduos e de lixo produzidos, o destino dado a esses dejetos, a utilização de matéria-prima biodegradável, o encaminhamento para locais de reciclagem ou reaproveitamento etc.

E então, Cléa e demais leitores, entenderam o que é um sistema de gestão? Espero ter ajudado e, se ficou alguma dúvida, comente este post que responderemos no próximo #ClicoResponde. Aproveite, ainda, para conferir nosso artigo sobre como montar um plano de negócios e melhorar ainda mais os resultados do seu empreendimento!

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Empreendedorismo

Pet shops: 5 dicas simples para otimizar a gestão de sua empresa!

Otimizar a gestão do pet shop é o próximo grande desafio que os empresários desse segmento terão que enfrentar. Penso isso, pois todas as áreas que passam por um crescimento acelerado, acabam atraindo muitos empreendedores e acirrando a disputa por clientes no mercado. E isso é o que está acontecendo com o segmento de pets.

Pesquisei alguns dados junto à Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet). Eles mostram que de 2010 a 2015, o mercado de pet na América Latina cresceu 40%, com uma média incrível de 8% ao ano. Já no Brasil, o mercado cresceu 7,6% em 2015, e em 2016 espera-se um crescimento de 6,7%.

Ou seja, em breve, o mercado entrará num momento em que a quantidade de empresários oferecendo produtos será mais que o suficiente para atender as necessidades e demandas dos consumidores.

A questão é: como preparar o pet shop para este momento e consolidar a sua atuação, antes que a disputa por clientes se torne mais acirrada? A minha resposta: “Otimizando a gestão, sem complicá-la ou torná-la complexa demais”.

Por isso, vou compartilhar com vocês as minhas 6 dicas para tirar essa otimização da gestão do pet shop do papel. Leia e depois me conte o que acha ou quais outras dicas poderiam ser dadas, ok?

Invista em estratégias de marketing local

Marketing local é aquele que estabelece um território de atuação onde sua empresa possui mais facilidade para vender e fidelizar clientes. Depois disso, ele elabora estratégias para impactar de diversas formas o público que está dentro daquele raio de atuação.

Existem dois tipos de ações que combinam muito bem com essa estratégia:

Marketing Digital

O Google Adwords e o Facebook Ads permitem que você crie anúncios segmentados para pessoas que estão dentro da área geográfica estabelecida em seu planejamento. Isso quer dizer que você poderá entregar os anúncios apenas para quem estiver pesquisando no Google, assistindo vídeos no Youtube ou navegando pelo Facebook e que estiverem num raio de 10 quilômetros de seu pet shop, por exemplo. Isso mas aumenta as chances de divulgar e ter sucesso com promoções e outras informações sobre seu pet shop.

Anúncios impressos

Quais são as chances de uma pessoa que mora a 30 km de seu pet shop comprar de você? E daquela que mora a 1 km? Ao panfletar as casas, é importante criar focos maiores de panfletagem. Por exemplo, todas as casas que estão a até 3 km receberão um cupom de desconto para banho e tosa ou uma promoção para a compra de saco de ração com desconto, ao menos 1 vez por mês. Dessa forma, você facilitará que as pessoas experimentem os seus serviços e passem a comprar de você com mais frequência.

Estabeleça parcerias

Essa dica nasceu quando eu estava comendo pizza. Na caixa de entrega, a pizzaria colocou várias propagandas e, sinceramente, eu nunca tinha reparado nelas. Até que o dia em que precisei telefonar para o pet shop onde sempre compramos ração e minha esposa comentou que o número do telefone estava na caixa da pizza que eu tinha acabado de colocar no lixo. Claro que ela é mais observadora que eu!

A dica, no entanto, é estabelecer parcerias que sejam mais eficientes. Por exemplo, a pizzaria tem a facilidade de “entrar na casa das pessoas” com seus produtos, logo, enviar um ímã de geladeira com os dados de seu pet shop seria uma forma mais interessante que colocar um anúncio na caixa de pizza. Por outro lado, a estratégia do cupom de desconto, poderia ser usada nos salões de cabeleireiro ou nas padarias de seu campo de atuação, para reforçar as estratégias de marketing local.

Ao estabelecer uma parceria o pet shop deve pensar na maneira como ela será vantajosa tanto para ele, quanto para os comércios que aceitaram a parceria.

Conte com o apoio de especialistas

Existem alguns institutos como a Endevor ou o SEBRAE que oferecem apoio gratuito para pequenos empresários. Eles podem ajudar a criar um plano de inovação, melhorar suas estratégias de marketing, aperfeiçoar a gestão de fluxo de caixa e controle de estoque, entre outras áreas.

Além deles, é possível contratar empresas que se especializaram em executar campanhas marketing, fazer a contabilidade de seu pet shop e apoiar a gestão financeira dele, além de outros serviços terceirizados.

A dica é: utilize esses serviços de apoio ao empresário, como os do SEBRAE, para validar e aprimorar seus planos estratégicos. Depois, sempre que possível, contrate serviços terceirizados para executar tarefas que poderiam tomar grande parte de seu tempo.

A dica extra é: sempre pensar que a estratégia é sua e que ambos os tipos de serviços devem servir de apoio para melhorá-la, mas não de desculpa quando algo der errado.

Centralize os dados da empresa

Adotar um sistema que facilite o cadastro de clientes e seus animais de estimação, o agendamento de serviços, como o banho e tosa, e a administração de contas a pagar e a receber é a minha 4ª dica.

No pet shop, onde compro ração é notória a falta que este sistema faz. Sempre que o proprietário está, ele me chama pelo nome, pergunta pela saúde de meus cachorros, oferece desconto e, algumas vezes, dá até brinde. Já quando estão apenas os funcionários, minha relação se baseia em um processo básico de vendas: entrar, comprar e pagar. Isso porque eles nunca conseguiram guardar os meus dados em sua memória, afinal, vou apenas uma vez por mês no pet shop.

Com um bom sistema, essa dificuldade estaria superada, bastaria eles consultarem dados básicos, como meu nome ou o nome de meu pet e já teriam todas as informações disponíveis, podendo criar um atendimento diferenciado do que eu receberia se fosse em um outro pet shop.

Pense na sua mobilidade

A última dica é adotar um sistema de gestão que além de centralizar as informações, permita consultar os dados de sua empresa a partir de qualquer dispositivo com internet.

Isso porque quando se tem um pequeno pet shop, é fácil lembrar os preços cobrados pelos fornecedores no mês anterior ou a quantidade de produtos em estoque. Contudo, ao crescer a quantidade de seus clientes, você precisará usar mais sua cabeça para definir estratégias que para armazenar dados.

Logo, poder consultar os dados de estoque, fluxo de caixa e até de clientes, a qualquer hora e lugar, pode te dar uma vantagem e evitar que você faça compras erradas ou que se equivoque na hora de falar com o dono de algum pet.

A nova competição entre pet shops será travada pela atenção e fidelização de clientes, bem como pela administração interna mais eficiente. Ao usar as dicas que dei, certamente você estará mais preparado!

Se ficar na dúvida sobre se aplicar uma das dicas, contratar um novo sistema ou investir numa estratégia de marketing será vantajoso para seu pet shop, recomendo que use a técnica do Pay Back, para acabar com ela. Já falei sobre ela aqui no blog, basta conferir e usar! Até a próxima!

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Desenvolvimento Humano

Por que fazer da mentoria sua aliada no sucesso profissional?

Já falei anteriormente que eu acho muito importante estarmos por dentro das novidades e do que tem sido tendência no mercado, para não ficarmos para trás. Uma prática que tenho visto muitos empreendedores utilizando e colhendo bons frutos é a mentoria. Mas você sabe do que ela se trata? Hoje vou explicar sobre o assunto e mostrar como a mentoria pode melhorar o desempenho de uma pequena ou média empresa. Confira!

O que é mentoria?

A palavra vem do termo inglês mentoring e é uma ferramenta de desenvolvimento profissional que está em plena ascensão. Ela consiste em estabelecer como mentor um profissional com vasta experiência para orientar alguém menos experiente, por meio de um relacionamento, conversas e debates. A ideia é que o mentor compartilhe conhecimento, tire dúvidas e minimize as deficiências de seu mentorado.

Os encontros podem ser descontraídos, fora do ambiente de trabalho, como em happy hours, para que sejam mais proveitosos e estreitem o relacionamento e a integração entre quem participa.

Quais as vantagens da mentoria?

São inúmeras vantagens, tanto para o mentorado e sua empresa quanto para o mentor, já que há uma troca. Como principal benefício, destaco a promoção de desenvolvimento profissional a curto, médio e longo prazo, já que o profissional mentorado sairá não só mais capaz de enfrentar o mercado de trabalho, com sua performance maximizada, mas também aprenderá a ter mais qualidade de vida.

Como crescer profissionalmente usando a mentoria?

A mentoria serve para lapidar talentos e proporcionar à empresa colaboradores mais bem preparados, com mais autoconfiança e competência. Serve tanto para auxiliar no desenvolvimento de jovens profissionais em início de carreira, quanto para aperfeiçoar funcionários mais antigos, promovendo um salto de qualidade nas aptidões e facilitando que alcancem melhores cargos e posições.

Conhecimento estratégico

Por sua experiência e profissionalismo, o mentor poderá apontar uma nova perspectiva para o negócio, que o empreendedor sozinho não conseguiria perceber. Além disso, ele pode ensinar a focar em questões críticas antes negligenciadas, apontando áreas onde é preciso investir mais tempo e sugerir novos caminhos para o sucesso.

Como o mentor já percorreu o caminho que o menos experiente está trilhando, sabe dizer quais são os desafios e obstáculos que surgirão, além da solução para vencê-los.

Qual a relação entre mentoring e coaching?

De maneira resumida, posso dizer que o coaching é somente uma das atividades do mentoring. Mentoringcoaching se relacionam, mas têm suas diferenças.

A primeira delas é com relação ao tempo de duração do processo. O coaching tem princípio, meio e fim, geralmente dura alguns meses, já o mentoring não tem um tempo estabelecido para terminar. A outra diferença é que o coach não precisa necessariamente ter experiência na área de trabalho do seu cliente e em alguns casos não dará conselhos relacionados à sua carreira, ou contrário do mentor.

Espero que o artigo tenha ajudado a esclarecer sobre mentoria e que você possa utilizá-la para aumentar o sucesso do seu negócio. Sempre digo que é muito importante que os empreendedores cuidem da rotina de sua empresa com atenção, principalmente nos detalhes, que fazem toda a diferença! Para ficar por dentro de tudo que falo por aqui, siga o Vouclicar.com nas redes sociais (LinkedIn, YouTube, Twitter,Google+ e Facebook) e não perca novidades!

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Empreendedorismo

5 características de um empreendedor social de sucesso

O empreendedorismo social é assim: você presta um serviço relevante para a comunidade, que efetivamente fará a diferença na vida de quem precisa, e ainda consegue gerar receita, como em todo empreendimento. Ou seja, a pessoa tem a oportunidade de desenvolver características de um empreendedor social através de ações variadas.

Eu já tive o prazer de fazer dois #clicoresponde sobre o assunto, o primeiro, que você confere aqui, foi explicando um pouco sobre o conceito e, no segundo, me aprofundei mais no tema e conversei com o pessoal da Ashoka, uma entidade voltada para auxiliar empreendedores sociais.

Tenho recebido muitas perguntas e questionamentos sobre o empreendedorismo social então resolvi voltar ao tema. Dessa vez, quero falar sobre as características de um empreendedor social e te contar alguns exemplos de cases de sucesso. Confira!

Características de um empreendedor social

Gestão profissional

Todo empreendedor precisa ter ciência da importância de uma gestão eficiente para ter um negócio de sucesso. Quando fundou a Graacc, o médico pediatra Antonio Sérgio Petrilli tinha isso em mente.

Graças a um sistema sério de atendimento e parcerias estratégicas com universidades e iniciativa privada ele já conseguiu fazer com que sua entidade atendesse mais de 5 mil crianças com câncer a manteve uma taxa de cura em torno de 70%, um nível de excelência.

Atuação local

Existe um velho ditado no empreendedorismo social, que diz muito sobre o assunto: atue localmente para agir globalmente. Isso significa que o seu empreendimento deve fazer a diferença nas comunidades próximas a você, melhorando a comunidade em que você está inserido e inspirando novas ações ao redor do globo.

Um exemplo é a Planeta Oceano, uma iniciativa peruana que procura inserir métodos sustentáveis de pesca naquele país. O projeto recebeu uma enorme visibilidade por ter nascido em um recanto ambiental e ter um forte apelo turístico, onde são encontradas mais de 500 espécies marinhas.

Ganhos financeiros

Não é porque sua iniciativa é social que ela não deva ser sustentável financeiramente. Afinal, a perenidade do seu projeto depende da saúde econômica do empreendimento e dos beneficiados por este. A re:char é uma instituição que atua na África e tem como o objetivo combater o aquecimento global.

Para isso, ela incentiva agricultores locais a criar carvão vegetal em detrimento do mineral. Mas não é apenas o meio ambiente que ganha com isso. Após a iniciativa, os agricultores aumentaram sua própria criatividade em 20%, ao mesmo tempo conquistaram uma rentabilidade anual 30% maior e uma economia de 80% em fertilizantes químicos.

Inspiração

Os grandes diferenciais dos empreendedores sociais são a sua motivação e capacidade de inspirar mudanças. Em geral, esse tipo de iniciativa surge de experiências pessoais de gente que, após se deparar ou vivenciar determinado desafio se motiva para ajudar o próximo a superar problemas semelhantes.

Um exemplo é Eduardo Lyra, um empresário de sucesso que passou uma série de dificuldades durante a infância na periferia de São Paulo. Para ajudar a transformar histórias parecidas com a sua, Lyra criou o Jovens Falcões, projeto que busca dar protagonismo social a jovens de periferia, oferecendo a eles instrumentos e conhecimento para modificarem a própria comunidade em que vivem.

Inclusão

Promover a inclusão das pessoas com algum tipo de limitação a sociedade é uma característica essencial de empreendedores sociais. Foi justamente com base nesta afirmação que surgiu o projeto ADAPTSURF. A entidade sem fins lucrativos busca promover a inclusão social de pessoas com mobilidade reduzida e deficiência através do lazer e contato com a natureza, neste caso com a ajuda do surf adaptado. Isso mostra uma tendência crescente dos últimos anos: a preocupação social das empresas, não apenas visando financeiro.

Você quer começar a investir nesta área mas ainda está com alguma dúvida sobre as características de um empreendedor social de sucesso? Deixe a sua pergunta que o #clicoresponde!

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