Finanças e Tributos

Entenda como um ERP pode ajudar na gestão fiscal da sua empresa

Faz tudo sozinho? Está com dificuldades para lidar com as responsabilidades do negócio? Precisa melhorar a sua gestão fiscal e consequentemente otimizar os processos financeiros? Sabe o que é um ERP e como ele pode lhe ajudar? Não?!

Então saiba que você está no lugar certo, pois aqui falarei justamente sobre isso. Se você deseja fazer a sua empresa crescer, capacitar-se como gestor e alcançar uma melhor qualidade de vida, não perca este artigo em hipótese alguma. Confira!

O que é um ERP?

Para começar, nada mais justo do que explicar o que é um ERP, sigla para Enterprise Resource Planning, que em português significa “Planejamento dos Recursos Empresariais”.

De forma clara e objetiva, um ERP nada mais é do que um software de gestão integrada que tem como propósito principal facilitar e organizar o controle das informações. Simples assim.

Ao empregá-lo no seu negócio, você poderá centralizar todos os dados que se referem ao gerenciamento das atividades, proporcionando, desse modo, uma visão ampla e completa de tudo o que ocorre: a comunicação entre as diferentes áreas da empresa será beneficiada, reduzindo assim as divergências.

No geral, as vantagens em utilizar um ERP são:

  • Redução de custos;
  • Aumento da produtividade;
  • Melhora na tomada de decisões;
  • Maior facilidade para o cumprimento dos prazos.

Como um ERP ajuda na gestão fiscal?

Agora que você já sabe o que é um ERP, deve estar se perguntando como essa ferramenta pode ajudar na gestão fiscal, certo? Pois bem, por dar acesso às informações que permitem administrar os recursos e processos da sua empresa, posso destacar, nesse caso, os seguintes aspectos:

Maior controle das despesas

Um dos seus grandes benefícios, sem dúvida, é a possibilidade de enxergar mais claramente quais são os gastos do negócio. Devido às funcionalidades do ERP, você poderá controlar o estoque, as compras e o seu orçamento tudo em um único lugar, o que lhe ajudará a entender o que pode ser eliminado em relação aos custos e despesas, por exemplo.

Melhor controle do fluxo de caixa

Por estruturar as obrigações no que diz respeito às contas a pagar e receber, a utilização de um ERP também lhe auxiliará no controle do fluxo de caixa, um problema bastante comum principalmente nas pequenas e médias empresas.

Esse é um ponto que merece ser destacado, afinal de contas, um fluxo de caixa bem gerenciado é teoricamente uma garantia de resultados saudáveis, havendo crescimento ou não.

Monitoramento da emissão de notas fiscais

Não menos importante, está o monitoramento da emissão de notas fiscais, um trabalho que exige muito cuidado, até porque, erros cometidos aqui podem resultar em boas dores de cabeça.

Ao optar por um ERP, a execução dessa atividade se tornará mais simples, rápida e eficiente, diminuindo os erros e evitando os problemas com o fisco.

Enfim, os benefícios para a gestão fiscal são evidentes, por isso, se você ainda não tinha considerado a ideia de adotar esse tipo de software, repense sobre o assunto. Aderir a essa solução é certamente uma ótima escolha, fundamental para quem deseja crescer com saúde.

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Fique por dentro das alterações da NFe 4.0

Neste texto serão discutidos alguns pontos que devem ser levados em consideração pelas empresas para facilitar sua adequação à NF-e 4.0

Ao revolucionar a maneira como uma nota fiscal poderia ser emitida, a NF-e quebrou paradigmas do mercado e expandiu a noção de fé pública para um documento digital.

Como a maioria das novidades, com o decorrer do tempo o seu uso mostrou que poderia ser continuamente melhorada. A partir daí foram surgindo novas atualizações e versões dos programas a elas relacionados e com o objetivo de proporcionar uma evolução contínua.
A versão atual usada para emitir os documentos é a 3.0. Porém, agora em 2017 a versão 4.0 já está sendo testada e prevista para ser implantada, e é sobre como se preparar para essa nova variante que trataremos nesse post.

Fique atento às mudanças trazidas pela NF-e 4.0

Saber o que será incluído ou retirado da nova versão é importante para que seus processos também sejam adequados a essa realidade.

É uma conduta necessária pois muitas empresas, visando a dar mais celeridade às suas atividades, não registram determinadas informações em seu sistema, que não são cobradas ou utilizadas no cotidiano, e com o advento de novas obrigações acessórias ou com as modificações de algumas já existentes, elas podem começar a ser exigidas.

Cuidado com os prazos

Embora o trânsito entre as versões seja gradual, deixar de prestar atenção aos prazos pode trazer problemas à empresa. Alguns deles são a impossibilidade de emissão de notas fiscais e impossibilidade de faturar para seus clientes.

Preste atenção na próxima data importante relacionada à NFe 4.0:

  •  Versão anterior (3.0) desativada: 06/11/2017

Seu software já está atualizado?

Verifique se seu programa de emissão está de acordo com o novo padrão de layout.
Informe-se o quanto antes sobre isso. Saber se ele já está totalmente em sintonia com a versão 4.0 da NF-e pode evitar surpresas desagradáveis.

Treinar sua equipe é fundamental

Incentive as pessoas que lidam direta e indiretamente com a NF-e a ler materiais sobre a nova versão, sobre as principais mudanças.
Estimule-as a conhecer cada vez mais sobre a NF-e, já que é um instrumento de seu trabalho. A internet possui muito material disponível sobre o assunto.
Invista em treinamentos. Profissionais bem capacitados são peças chaves para o bom fluxo da rotina de sua empresa.

Quando se conhece muito bem com o que se trabalha fica muito mais fácil lidar com problemas relacionados à emissão de NF-e.

Use a tecnologia em favor de seu negócio

Como a NF-e é emitida em meio virtual é necessário que a empresa disponha de programas específicos. No mercado existem excelentes ferramentas, que além de estarem de acordo com o layout exigido, ainda possuem interface e opções que facilitam o trabalho dos usuários, como por exemplo o NF-e Place., um sistema de emissão e gestão de NF-e completo. Contempla aspectos relacionados à segurança eletrônica, organização dos documentos emitidos, integração de dados, acessibilidade, validação e documentação.

Com ele, o trabalho cotidiano com a NF-e fica muito mais fácil e seguro. É continuamente modernizado com as mudanças legais, e sempre busca alternativas para melhorar a experiência do usuário.

Comece a mudança agora

Já estamos no meio da fase de transição entre as versões, postergar ações pode representar perda de tempo, lembre-se que algumas questões podem ser resolvidas de imediato, principalmente quando dependem da burocracia de órgãos públicos.

Faça um check list dos procedimentos que devem ser adotados para que seu empreendimento se adéque à versão 4.0 da NF-e. Leve em consideração essas sugestões mas não as tenha como limite.

Envolva toda a equipe que trabalha com emissão de documentos fiscais nesse processo. Isso ajudará a identificar com antecedência entraves eventuais, ela também poderá contribuir com a proposição de ideias que resultem em melhoria nas suas rotinas.

A NF-e revolucionou a maneira como empresas emitem documentos fiscais e, por estar intrinsecamente ligada à tecnologia, é importante que empresas busquem alternativas que acompanhe não apenas mudanças surgidas em decorrência de obrigações legais, mas também aquelas que impliquem em um maior controle e facilidade para os processos de sua empresa, como por exemplo o NF-e Place. É papel do gestor acompanhar essas mudanças e garantir que sejam implementadas no cotidiano de seu empreendimento. Não agir desta forma pode render sérios prejuízos.

Se você quer entender mais sobre NFe 4.0, aproveite a oportunidade de participar do evento gratuito promovido pela NFE do Brasil. Será um café da manhã, onde você poderá tirar todas as suas dúvidas sobre o assunto com especialistas.

Data: 22/11/17
Horário: 9h às 12h
Local: Av Paulista, 807 17º andar  – Cerqueira César – São Paulo – SP
Participe e saiba tudo sobre a nova versão da Nota Fiscal Eletrônica 4.0
As vagas são limitadas. Faça sua inscrição gratuitamente pelo link https://goo.gl/HRNo9x

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Saiba como calcular e controlar o capital de giro da sua empresa

Calcular e controlar o capital de giro é uma das tarefas que mais exigem atenção na gestão de uma empresa, não é mesmo? Por isso, reuni algumas dicas que vão ajudá-lo muito nesse processo, tornando-o muito mais simples e funcional, garantindo menos riscos no seu dia a dia.

Confira a seguir as dicas selecionadas por mim!

Organização adequada de todos os documentos financeiros

Quem não conhece aquelas empresas que possuem muitos setores e funcionários que lidam com diversos tipos de produtos e serviços, o que gera muitas vendas diárias, além de todo o custo de manutenção da estrutura? Ou, então, o inverso: as empresas menores que possuem poucas pessoas para lidar com muitos documentos relacionados às finanças do negócio?

Com base nesses exemplos e aplicando a mesma tese para todos os outros, quero dizer que uma boa organização é fundamental para que haja maior compreensão dos valores que entram e saem da empresa, além do que fica guardado, é claro. Por isso, sempre recomendo a utilização de ferramentas que facilitem esse processo, como softwares de controle financeiro, por exemplo.

Controle eficiente de inadimplência

Sempre digo que a inadimplência é uma visitante que frequenta a maior parte das empresas. Por isso, recomendo estar muito atento a isso, já que ela pode influenciar negativamente no lucro final.

Existem algumas ações simples para diminuir a inadimplência, das quais eu posso citar a implantação de um setor pós-venda, para procurar compreender os motivos pelos quais houve esse atraso no pagamento, e também a manutenção de um banco de dados dos clientes sempre atualizado e com a maior opção de contatos possível.

Criação de um calendário financeiro

Sabe aqueles meses em que o movimento diminui porque as pessoas vão viajar (verão, por exemplo) ou aqueles outros em que elas aumentam o consumo de produtos e serviços (Natal, ano-novo, por exemplo)? Pois então, isso acaba gerando um desequilíbrio positivo e negativo em relação ao capital de giro mensal.

Mas como resolver essa questão? Uma dica simples é guardar o dinheiro referente aos períodos de maior lucro para suprir as despesas dos períodos em que as vendas diminuem. Dessa forma, há um controle maior sobre o capital de giro, contribuindo para um planejamento financeiro mais eficiente.

Esteja atento aos custos de seus fornecedores

Sabe quando vamos a uma loja comprar determinado produto de que gostamos e vemos que o preço aumentou? Isso, normalmente, está ligado ao aumento de custo de produção ou de compra desse item, e o preço acaba sendo repassado para o público final, a fim de ser mantida a margem de lucro.

Por esse motivo, digo que é sempre necessário estar atento às oscilações de preço dos fornecedores, pois o aumento do valor para o consumidor final pode diminuir as vendas e influenciar negativamente na soma do capital de giro. Visando otimizar esse processo, sempre recomendo buscar ajuda na tecnologia para gerar uma gestão de custos mais eficiente.

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O que é Demonstrativo de Resultado (DRE) e como fazer em sua empresa?

Toda empresa, a cada término de ano, deve encerrar a escrituração contábil daquele período — por força de lei e também por boas práticas de gestão. E entre os itens obrigatórios e importantes da contabilidade está o Demonstrativo de Resultado do Exercício (DRE).

Como diz o nome, esse relatório atesta legalmente o resultado da empresa do ano de referência. Para isso, leva em conta apenas os elementos daquele período e revela somente lucros bruto e líquido, ou prejuízo, dos meses abrangidos.

Mas isso não é tudo sobre o DRE. Veja agora como ele é estruturado, a importância dele para você que é gestor, o principal indicador de saúde financeira e como fazer seu relatório.

Estruturação do DRE

Para chegar a lucros ou prejuízo, o demonstrativo contabiliza receitas e despesas — provenientes das contas contábeis do grupo de resultados.

Então, o cálculo é simples: os impostos pagos elencados são subtraídos do faturamento total e sobra o lucro bruto operacional. Após isso, é feita a subtração de folha de pagamentos, aquisições, possíveis tributos provisionados e demais custos, restando o lucro líquido.

A seguir, detalharei um modelo de DRE para você fazer o seu. Acompanhe.

Principal número do relatório

O faturamento tem sua importância, pois representa o quanto a empresa consegue gerar de renda. Porém, mais importante ainda é lucro líquido. Porque ele demonstra efetivamente a capacidade do negócio — seu potencial para manter boa saúde financeira e ter chances de crescer e seguir no mercado.

Por exemplo, uma organização que fatura R$ 500 mil em um ano e alcança lucro de R$ 300 mil terá mais recursos para investir e capital de giro do que uma marca maior, com R$ 700 mil de receita anual, mas que no mesmo ramo apenas tem R$ 200 mil de lucro.

Em um caso extremo, isso pode definir a ruína do negócio. Quer ver? Listei cinco empresas grandes que fracassaram por esse e outros motivos. Leia e atente-se a erros que você precisa evitar.

Importância do Demonstrativo de Resultado do Exercício

Mesmo que a margem líquida seja o número decisivo para a avaliação de capacidade do negócio, os outros elementos do DRE também possuem grande importância para análise e gestão. Como um todo, o demonstrativo é uma ferramenta estratégica para gerenciamento e tomada de decisões.

Através do relatório, é possível identificar excesso de alguma despesa — possivelmente o que corrói parte do lucro quando esse é o caso. Também se pode avaliar dentro das receitas quais atividades geram mais e menos renda e relacioná-las com seus custos operacionais para tomar uma decisão de corte ou mudança.

Outra boa oportunidade é gerada pela relação de resultados bruto e líquido. Caso a porcentagem de lucro real seja baixa sem que haja problemas ou má gestão, como ocorre em algumas áreas, esse resultado pode indicar a necessidade de mudança do regime tributário. Ou seja, pagamento sobre base de cálculo menor e menos saída de dinheiro para impostos.

E por enquanto eu só falei sobre a avaliação individual do DRE. Mas, como escritura-se um a cada ano, sempre é possível e importante relacioná-los para calcular o progresso.

Desenvolvimento do DRE

Não é preciso esperar um encerramento de exercício para a emissão do relatório. Então, torne isso uma rotina mensal e otimize a gestão e a análise de desempenho.

O desenvolvimento do demonstrativo é simples e sua atualização também. Monte a sua como mostrarei agora, em ordem:

  • Receita bruta de vendas ou serviços prestados;
  • Impostos sobre o faturamento;
  • Lucro bruto operacional;
  • Despesa com a folha de pagamentos:
  • Despesas com compras, aluguel, transporte e outras relacionadas a operações e empresa;
  • Lucro líquido.

Você também pode baixar uma planilha pronta da internet e apenas preenchê-la a cada apuração de  números do negócio.

Independente de como fará ou manterá a ferramenta, o importante é você contar com ela e acompanhá-la estrategicamente e com frequência. E sempre que for preciso, solicite auxílio do seu contador.

Você já trabalha em conjunto com o Demonstrativo de Resultado do Exercício? Tem boas práticas de gerenciamento financeiro e empresarial? Participe nos comentários com sua opinião, suas percepções ou qualquer dúvida que tenha.

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Como funciona a participação nos lucros e resultados (PLR)?

Você já ouviu falar no programa de participação nos lucros e resultados? Se ainda não ouviu, é bom ler com bastante atenção as informações que vou lhe passar neste texto. A PLR é uma das formas mais eficazes de aumentar a produtividade nas empresas, já que é uma forma de recompensar o empregado diretamente, baseado no desempenho atingido por ele e pela instituição. Mas, vamos por partes:

O que é a Participação nos Lucros e Resultados?

A PLR foi regulamentada pela lei 10.101/2000, mas já havia sido citada na Consolidação das Leis Trabalhistas, de 1946 e na Constituição Federal de 1988. A lei diz que a empresa poderá implantar o programa de PLR, com o objetivo de recompensar o funcionário pelos resultados obtidos pela empresa.

Para a implementação, a empresa deverá ouvir representantes dos seus funcionários e também o sindicato da categoria.

Bom, essa é a parte burocrática da história. Agora, vamos ver como a PLR funciona na prática.

A PLR nas empresas

Existem duas maneiras de implantar um bom programa de Participação nos Lucros e Resultados nas empresas. O primeiro deles, é o mais simples: o empresário pode estabelecer uma meta de lucro a ser atingido ao final do ano. Se a meta for atingida, um percentual deste resultado é dividido entre os funcionários. Se a meta não for atingida, ninguém ganha. Apesar de ser mais simples, o funcionário acaba tendo pouca interferência no ganho que vai obter já que, principalmente em grandes empresas, o resultado financeiro depende de fatores que, nem sempre, estão ao alcance de todos.

A outra maneira, que vem sendo mais usada, é a criação de metas individuais. Por meio de indicadores estabelecidos em cada área, o funcionário precisará atingir metas que serão estabelecidas de acordo com a atividade exercida por ele. Se atingir 100% da meta, receberá 100% na sua PLR. Se atingir 80%, receberá também este valor e assim por diante. Mais justo, não é?

Mas a PLR é considerada salário?

Não, PLR é uma coisa, salário é outra. A Participação nos Lucros e Resultados não está sujeita a tributação pelo Imposto de Renda, a não ser em casos de valores acima de 6 mil reais. Outra característica exclusiva da PLR é que ela somente poderá ser paga em até duas parcelas, ao longo do ano. A forma de pagamento será negociada via acordo coletivo, com o sindicato.

PLR e a motivação

Mas Clico, eu não entendi: como posso obter vantagem se vou pegar uma parte do meu lucro e devolver ao funcionário em forma de PLR? Bem, vamos lá.

Em várias empresas pelas quais já passei pude vivenciar a questão da motivação. O trabalho é uma troca, a pessoa entrega sua dedicação e seu talento e recebe o seu salário. Ora, mas se a dedicação e o talento da pessoa está levando a empresa a resultados extraordinários, por que não recompensar os funcionários por isso?

O maior desejo de um funcionário é o de crescer juntamente com a instituição na qual trabalha. Dez entre dez profissionais de Gestão de Pessoas podem confirmar isso. Portanto, a PLR acaba se tornando um ciclo positivo: o funcionário ajuda a empresa a crescer e a empresa retribui distribuindo uma parte do seu lucro, permitindo que a pessoa realize sonhos, como comprar um carro, um apartamento ou fazer uma viagem. Não tem como dar errado!

Para bons funcionários, metas desafiadoras

Um bom programa de PLR deve começar com uma reflexão sobre a forma como as metas serão traçadas. Não adianta nada estabelecer metas impossíveis de serem alcançadas, pois neste caso você vai obter o efeito contrário: sem atingir resultados, mesmo trabalhando muito, o funcionário pode desanimar e perder a motivação e o foco. E aí, o programa de PLR não vai dar certo.

Por outro lado, estabelecer metas fáceis demais também vai desvirtuar o programa, pois o funcionário vai perceber que precisa se esforçar pouco para garantir aquele pagamento ao final do ano. Assim, o crescimento da empresa correrá o risco de ficar estagnado.

As metas devem ser desafiadoras, mas factíveis. O funcionário deverá se sentir motivado a cumprir suas metas, sabendo que precisará trabalhar muito para alcançá-las mas, ao mesmo tempo, tendo a consciência de que, com muito trabalho, conseguirá colher os frutos ao final do ano.

Como estabelecer as metas?

A melhor forma de se estabelecer as metas é reunir-se com os gestores responsáveis por cada área, e ouvir deles sobre a sua atividade e sobre a atividade pela qual são responsáveis. Setores financeiros, contábeis e de vendas trabalham com números e, portanto, será mais fácil estabelecer metas a serem cumpridas.

Já áreas como Recursos Humanos, Comunicação e Jurídico possuem um campo de atuação mais subjetivo. Mas para todas as áreas, é possível o estabelecimento de metas, de acordo com cada atividade.

Outra dica importante é tentar individualizar ao máximo a meta para cada funcionário ou, pelo menos, para cada equipe. Trabalhar muito para cumprir um objetivo, mas perceber que por causa do descaso de outra pessoa ele não foi atingido pode jogar por terra todo um planejamento de PLR.

Metas estabelecidas, é hora de fazer o acompanhamento

As metas não podem ser traçadas ao final do ano e esquecidas para serem verificadas somente no momento do resultado. Os objetivos precisam ser definidos de modo que possam ser acompanhados ao longo do ano.

Mas tome cuidado! Acompanhar as metas não significa mudá-las ao longo do tempo, para garantir que sejam cumpridas no final. O cumprimento de metas deve ser real, tal qual elas foram pensadas no início do ano.

Uma boa forma de se acompanhar os resultados é por meio de um sistema chamado Balanced Scorecard (BSC). Já ouviu falar? Esse sistema permite que o funcionário acompanhe o seu desempenho em tempo real. Assim, ele pode observar como seus indicadores vêm se desenvolvendo ao longo do ano e estabelecer planos de correção para garantir o cumprimento das metas ao final do período. O BSC utiliza como base o mapa estratégico da empresa, permitindo realizar o acompanhamento de acordo com os objetivos globais, individualizando cada indicador.

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7 linhas de crédito para investir em sua pequena empresa

As pequenas empresas enfrentam grandes desafios diariamente. A necessidade de antecipar as mudanças diante de previsões econômicas e políticas é imprescindível para que os pequenos empresários se mantenham ativos no mercado. Pensando em todas as dificuldades e desafios, eu resolvi pesquisar alternativas de linhas de crédito para você investir em sua pequena empresa.

Minhas dicas para você têm um objetivo bem simples: fazer com que sua empresa tenha um bom planejamento financeiro. Então, se você está querendo investir e está sem dinheiro em caixa, tenho uma boa notícia, há uma luz no final do túnel, confira:

Linha Proger Urbano – Capital de Giro

A Linha de crédito Proger Urbano é um financiamente no limite de até R$ 200 mil por empresa, com prazo máximo de pagamento de até 48 meses, sendo 12 meses de carência e limite financiável de 100%. As taxas de juros de longo prazo (TJLP) são de até 12% ao ano.

BDMG

O Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG) oferece linhas de crédito especiais para pequenas empresas (com faturamento de até R$ 30 milhões/ano). As vantagens dessa linha de crédito do BDMG é que não são exigidos tempo de relacionamento ou adesão a outros produtos oferecidos pela instituição bancária.

Algumas das modalidades de financiamento são: capital de giro e expansão dos negócios e projetos de inovação. Se você ficou interessado, vale a pena acessar o site e conhecer um pouco mais sobre as linhas de crédito oferecidas pelo banco.

BNDES Automático

Financiamento realizado por meio de instituições financeiras credenciadas ao BNDES, com valores até o limite de R$ 20 milhões. O BNDES possui várias linhas de financiamento com condições que podem ser adequadas às mais diversas necessidades, vale a pena conhecer.

FINEM

É um financiamento do grupo BNDES para empreendimentos que valor igual ou SUPERIOR a R$ 20 milhões. Este financiamento é direcionado para ampliação, recuperação e modernização de ativos fixos nos setores de indústria, comércio, prestação de serviços e agropecuária.

Pode ser realizado diretamente com o BNDES ou por meio de instituições financeiras credenciadas.

FINAME

Financiamento do BNDES direcionado especificamente para máquinas e equipamentos. Só pode ser direcionado para produção e aquisição destes produtos e os eles devem ser credenciados no BNDES. Esse tipo de financiamento só pode ser realizado por meio de instituições financeiras credenciadas à instituição. Para saber mais, acesse o site.

Cartão BNDES

O cartão BNDES é voltado para aqueles empresários que necessitam de valores até R$ 1 milhão, exclusivamente para aquisição de produtos credenciados no Portal de Operações do cartão BNDES. A taxa de juros dessa linha de crédito é definida mensalmente e os prazos de amortização variam de acordo com a instituição credenciada que você escolher.

Microcrédito Produtivo Orientado Caixa

A linha de crédito da Caixa Econômica Federal é outra opção para você que busca investir no seu negócio. O valor liberado depende da análise do crédito e da capacidade de pagamento da empresa. O valor pode chegar a R$ 15 mil. É uma das formas mais facilitadas de se conseguir um crédito.

Todo empresário quer ver o negócio crescer e prosperar e, para isso, muitas vezes, é essencial buscar linhas de crédito para investir na empresa e dar a ela oportunidade de crescer e se destacar no mercado.

Se você quer crescer, não deixe de acessar o artigo que auxiliará você na gestão da sua empresa por meio de ferramentas de fácil utilização. Não se esqueça de compartilhar comigo a sua opinião sobre este post! Se conhecer outras linhas de crédito, me conta que eu também quero conhecer!

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