Empreendedorismo

Intraempreendedorismo: dicas para quem quer empreender em uma startup

Nunca se ouviu falar tanto sobre startups e empreendedorismo no Brasil como agora.  Pessoas de todas as faixas etárias estão empreendendo em busca de realização profissional e pessoal. A Endeavor em sua Pesquisa Empreendedorismo nas Universidades Brasileiras levantou que quase 6 em 10 universitários desejam empreender.

 

Em um mundo repleto de oportunidades, sobretudo com várias startups brasileiras lançadas nos últimos anos – como Netshoes, iFood, Hotel Urbano, VivaReal, EduK, Descomplica, Nubank, Love Mondays dentre outras– é importante ter foco para não se perder no meio de inúmeras possibilidades que o mercado oferece.

 

Listo abaixo algumas destas possibilidades no contexto empresarial:

  • Ter uma ideia de um produto/serviço e criar uma startup sozinho ou com outros fundadores, utilizando recursos financeiros próprios e/ou de outros investidores;
  • Ser um colaborador (gestor, especialista, estagiário etc) em uma startup;
  • Criar e gerenciar unidades de negócios ou produtos, serviços ou canais/regiões em empresas já estabelecidas. Este é o meu caso, ajudando a SurveyMonkey crescer no Brasil.

 

Todas estas alternativas exigem atitudes empreendedoras.  As duas últimas podemos chamar de intraempreendedorismo, no qual se empreende em empresas em construção junto com os fundadores ou em empresas já estabelecidas.

 

Em poucas palavras, o intraempreendedor é a figura que trabalha para o crescimento de uma organização já estabelecida. Esta é uma excelente oportunidade de aprendizado e realização profissional, principalmente para quem está começando.

 

Relacionei cinco atitudes essenciais para quem deseja se tornar um intraempreendedor em uma startup:

1- Faça uma lista de startups que você se identifique com os valores e visão de futuro e nas quais desejaria trabalhar.

2- Faça contato com os empreendedores destas empresas. Vale contato em mídias sociais, eventos, e-mails, telefone, etc. O importante é conseguir agendar uma conversa com os decisores.

3- Não se prenda a cargos e títulos. O mais importante será o que você pode fazer pela startup.

4- Não se limite ao seu escopo inicial. Em startups, as suas responsabilidades não têm bordas. Enxergue a oportunidade como uma excelente forma de aprender como funcionam todas as áreas da empresa, como o marketing digital, desenvolvimento de produto, vendas, finanças, etc. Estas competências lhe ajudarão a ir mais longe em qualquer startup e a empreender futuramente, caso tenha esta vontade.

5- Entregue o melhor de você e cresça junto com a empresa.

 

As startups têm um importante papel no desenvolvimento da economia de um país, e no Brasil não é diferente. Portanto, trabalhar para o crescimento de uma empresa pode ser tão gratificante e recompensador quanto fundar. Na busca por realização profissional e pessoal não existem regras e fórmulas mágicas de sucesso. Intraempreender é uma das possibilidades a serem analisadas na construção de uma carreira empreendedora.

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Comunicação

Descubra como fazer uma pesquisa de mercado eficiente

Não há dúvidas de que a realização de pesquisas ajuda pessoas e organizações a tomarem melhores decisões. Ainda assim, muitos acabam deixando este passo importante de lado por acreditarem ser uma ação lenta e trabalhosa. É aí que entram as ferramentas online, que otimizam todo o processo da coleta e tornam a tabulação de dados muito mais rápida e eficiente.

Porém, é importante tomar alguns cuidados para obter resultados que realmente contribuam para que você ou sua empresa enxergue o cenário e reúna as informações essenciais para nortear seus passos futuros.

Uma pesquisa bem feita fornece insights claros e confiáveis que ajudarão o estudante, profissional ou empreendedor a definir quais as melhores ações a serem tomadas. A finalidade pode ser diversa: as mais realizadas por nossos clientes SurveyMonkey são pesquisas de satisfação, avaliação de desempenho funcional, pesquisas de mercado, feedbacks de eventos, treinamentos e produtos.

Em nossos  mais de 15 anos de expertise no assunto, dados e dicas importantes foram coletados para garantir um bom resultado na aplicação de uma pesquisa. Isso nos permitiu reunir alguns pontos essenciais para a realização de uma pesquisa eficiente.

Confira os pontos abaixo:

Defina claramente o propósito da sua pesquisa online
Objetivos confusos levam a resultados confusos. Um bom exemplo é o de uma empresa de software que desejava saber quais das novas funcionalidades eram mais importantes para seus clientes. A pesquisa perguntava “Como podemos melhorar nosso produto?”. As respostas variaram desde “Faça o mais simples” até “Adicione um botão de atualizar na página de recrutamento”. Resultado: embora as informações coletadas parecessem interessantes, estes dados não foram úteis para o gerente do produto.  O que ele esperava era uma lista de funcionalidades a serem desenvolvidas, utilizando o input dos clientes como uma variável na priorização.

Para não perder o rumo, invista tempo respondendo às seguintes perguntas:

  • Por que está criando esta pesquisa?
  • O que você espera alcançar com esta pesquisa?
  • Como você pretende utilizar os dados que serão coletados?
  • Quais decisões espera impactar com os resultados desta pesquisa?

Isso vai ajudar a estabelecer um objetivo claro e aumentar suas chances de sucesso. Boas pesquisas têm objetivos que são facilmente entendidos.

Mantenha a pesquisa curta e focada
O ideal é focar em apenas um objetivo. Pesquisas curtas e focadas ajudam na qualidade e quantidade das respostas coletadas, uma vez que a taxa de abandono é menor.

Calcule o tempo de resposta
Na SurveyMonkey temos estudado bastante o tempo ideal para completar uma pesquisa. Aprendemos que o respondente investe cinco minutos ou menos para completá-la. Seis a dez minutos são aceitáveis, mas vemos taxas significativas de abandono após 11 minutos.

Não inclua perguntas fora do escopo da pesquisa
Faça uma avaliação genuína de cada questão para saber se elas realmente agregam informações e ajudam a atingir seu objetivo. Abandone a ideia “Já que”.

Mantenha as questões simples
Faça perguntas diretas. Evite o uso de jargões ou siglas. Não presuma que seus respondentes conheçam os acrônimos utilizados na sua organização.

Dê preferência às questões fechadas e saiba quando utilizar questões abertas
Questões fechadas são aquelas que dão alternativas ao respondente. Além de facilitarem o processo de análise, facilitam a resposta. As questões abertas permitem que as pessoas respondam à pergunta com suas próprias palavras. São ótimas para fornecer informações qualitativas e insights que talvez não tenham sido abordados no questionário.

Mantenha as escalas de avaliação padronizadas em todo o questionário
Escalas de avaliação são uma ótima forma de analisar e comparar um conjunto de variáveis. Caso escolha utilizá-las em seu questionário, mantenha a padronização em todas as perguntas. Alterar sua escala de avaliação no questionário aumentará as chances de os respondentes ficarem confusos e fornecerem respostas não confiáveis.

Mantenha um ordenamento lógico
Certifique-se de que o fluxo do seu questionário está ordenado de maneira lógica. Comece com uma curta introdução que motive o respondente a completar a pesquisa (exemplo bem simples, mas funcional: “Ajude a melhorar nossos serviços para você”). Uma boa ideia é começar com questões mais amplas e depois afunilar o escopo das perguntas. É melhor coletar dados demográficos e sensitivos no final da pesquisa, a não ser que esta informação sirva para filtrar e desqualificar participantes.

Realize um pré-teste
Antes de divulgar sua pesquisa, peça para alguns conhecidos ou colegas de trabalho respondê-la. Desta forma, você pode encontrar falhas ou interpretações equivocadas das questões.

Saiba escolher bem o dia de enviar a pesquisa para sua audiência
Recentes estatísticas mostram que as maiores taxas de abertura e cliques acontecem segunda-feira, sexta-feira e domingo. No entanto, o mais importante para acertar e ter um bom índice de respostas é considerar o perfil da sua audiência. Em uma pesquisa com funcionários, por exemplo, o ideal seria enviá-la em um dia útil. Além disso, dependendo do perfil da equipe, o final do mês, que é época de fechamento de relatórios e balanços mensais, é uma boa aposta.

Envie lembretes
Enviar lembretes para quem ainda respondeu à pesquisa pode ajudar a aumentar significativamente a taxa de respostas. Mas lembre-se: isso não é necessariamente apropriado para todas as pesquisas.

 

Boas pesquisas e insights.

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Empreendedorismo

Você já cultivou a cultura da sua empresa hoje?

Ao iniciar um negócio, pensamos sobre o modelo a ser adotado, a proposta de valor dos serviços ou produtos oferecidos, o público-alvo, canais de venda e relacionamento, modelo de precificação, recursos humanos, tipos de parcerias, fornecedores, dentre tantos outros pontos indispensáveis para o planejamento inicial da empresa.

O que muita gente esquece de incluir nesse checklist é o planejamento da cultura organizacional, que é de fundamental importância para estabelecer a forma com que o negócio será conduzido e o perfil do profissional que deve ser contratado para que deem o melhor de si ao enfrentar os desafios do dia a dia.

A cultura é um ponto muito importante na formação de uma organização e as empresas mais inovadoras do mundo levam isso muito a sério. Em uma pesquisa realizada pela SurveyMonkey, com um grupo formado por gestores de RH de startups do Vale do Silício, na Califórnia, ficou evidente que as melhores práticas para retenção de talentos e satisfação dos funcionários estão ligadas a iniciativas que promovem uma cultura diferenciada, um ambiente de trabalho confortável, positivo, onde o funcionário tenha voz e se sinta parte do time.

A Cultura Organizacional deve ser pensada, nutrida, gerenciada e incentivada desde o primeiro dia de um empreendimento. Há líderes que negligenciam a importância da cultura por não perceberem o impacto que ela pode causar no negócio, inclusive financeiro. De acordo com o instituto de pesquisa americano Gallup, estima-se que trabalhadores desengajados estavam custando cerca de 500 milhões dólares por ano em atividade econômica nos Estados Unidos.

Atrair, desenvolver e reter talentos são fatores críticos de sucesso para empresas que querem prosperar, e o desenvolvimento de uma cultura adequada é um passo essencial para atingir este objetivo.

A grande lição é que a cultura impacta diretamente no engajamento dos funcionários e deve ser tratada como vantagem competitiva.

Aqui, seguem 4 dicas para criar e cultivar a cultura de sua empresa:

  1. Coloque a construção da cultura em suas prioridades: a hora certa de pensar na cultura da sua empresa é no começo de negócio, antes mesmo de contratar os primeiros profissionais. Dedique um tempo para pesquisar sobre o assunto e estudar os diferentes tipos de cultura existentes em empresas já estabelecidas para você conseguir construir a sua.
  2. Identifique e construa os principais elementos que favorecem a motivação: ouça seus funcionários para descobrir o que os deixam motivados e o que esperam da empresa em que trabalham. Assim, poderá identificar oportunidades de melhorias e analisar o impacto (positivo ou negativo) das suas iniciativas para criar e cultivar a cultura que deseja.
  3. Alimente e recompense comportamentos que fortaleçam a cultura: mais do que compensação financeira, os funcionários querem ser ouvidos e precisam sentir que fazem parte de um time. Reconhecimento por um bom trabalho feito, confiança e feedbacks constantes são ações que ajudam no fortalecimento da relação entre a empresa e seu funcionário.
  4. Não se distraia do foco principal: mesas de jogos no escritório, comida e bebidas à vontade, pufes coloridos e outros objetos que se tornaram comuns nas empresas mais inovadoras não são suficientes para eliminar a insatisfação por chefes que ignoram talentos e não incentivam o crescimento de seus funcionários. Mais importante do que tudo isso é treinar a liderança para que repassem aos seus colaboradores os valores da empresa e façam se sentir reconhecidos pelo trabalho que desenvolvem.

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Comunicação

Como fazer sua empresa acontecer nas redes sociais?

Sabemos que a competição por atenção e engajamento dos usuários nas redes sociais está cada vez mais acirrada. O alcance orgânico está em processo de declínio e esta trajetória de queda poderá ser acentuada nos próximos anos.

Um dos maiores desafios das empresas e marcas é criar conteúdos relevantes que atraiam e promovam o engajamento da audiência. O foco agora é cada vez mais conseguir ser assertivo em relação aos temas que podem interessar aos seus interlocutores – e, muitas vezes, nem isso é suficiente.

Para que as empresas tenham sucesso nesta empreitada, é necessário criar conteúdo verdadeiramente relevante. Para isso, precisam então conhecer o perfil e as motivações da sua audiência. Além de observar cotidianamente o que os internautas mais comentam na rede, as empresas podem ainda realizar pesquisas para conhecer melhor este público.

Muitas organizações já recorrem à SurveyMonkey para conhecer o perfil de seus interlocutores, o que as auxilia a ajustar a mensagem e o canal para cada informação a ser comunicada, alinhando assim o discurso de acordo com o objetivo. Fazer um levantamento minucioso de como se comporta a sua audiência no seu dia a dia e dos assuntos que mais podem chamar a sua atenção podem ser importantes pontos de partida para definir a melhor abordagem e o canal mais adequado para esta aproximação.

O Facebook, por exemplo, pode ser uma excelente ferramenta para disseminar determinada ideia e não ser adequada para alguma outra. O mesmo acontece em relação ao Twitter, Instagram, LinkedIn, Google Plus, Youtube, Pinterest, Tumblr, entre outras. Cada rede tem sua peculiaridade e forma de compartilhar conteúdo.

Recentemente, foi realizado um estudo pela SurveyMonkey, em parceria com Social@Ogilvy, com o objetivo de entender as motivações que levam as pessoas a compartilharem um post nas redes sociais. Esta pesquisa abarcou 16 países, incluindo o Brasil, e obteve respostas de mais de 6.500 usuários de redes sociais.

O Brasil tem um grande potencial para o desenvolvimento de conteúdos para redes sociais: 71% dos brasileiros compartilham informações que consideram interessantes, por meio de seus celulares, tablets ou desktops. Somos o terceiro país do mundo em compartilhamento nas mídias sociais. Os usuários de internet no Brasil gastam mais tempo online do que em outros países integrantes dos BRICs (Brasil, Rússia, Índia e China). Segundo estudo da comScore, o Brasil é responsável por 10% do tempo total consumido globalmente em redes sociais.

Esta mesma pesquisa mostrou que os conteúdos relacionados a emoção são os mais compartilhados pelos brasileiros. Outro ponto muito relevante identificado pelo levantamento foi o tipo de conteúdo compartilhado de acordo com a faixa etária. Jovens e adultos têm interesses e motivações diferentes para fazê-lo. Manter o contato com as pessoas é a razão para replicar algum conteúdo para 34% dos entrevistados acima dos 40 anos, enquanto apenas 15% das pessoas abaixo desta faixa etária fazem tal afirmação.

Algumas recomendações para criação de conteúdos:

1. Faça seu conteúdo ser verdadeiramente relevante. Conheça o perfil e motivações da sua audiência.
2. Não enfoque em torná-lo viral. O post poderá por si só ganhar tração e viralidade como consequência de um conteúdo relevante para seu público.
3. Mantenha-se leal ao DNA de sua empresa e marca (consistência e coerência são palavras nas quais você deve pensar com carinho e devem nortear suas ações).

A mensagem final para as empresas, marcas e profissionais de mídia social é que o brasileiro gasta muito tempo online, navega muito nas redes sociais e gosta de compartilhar. Mas por outro lado, o alcance orgânico está cada vez menor. Então cabe à empresa conhecer seu interlocutor e não apenas expor para ele suas ideias. Saber as potencialidades de cada rede social é taxativo para uma comunicação efetiva. O que as empresas têm que ter em mente é que estamos vivendo um momento em que é preciso dialogar com o internauta – ou seja, trocar experiências e informações de acordo com interesses mútuos.

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Tecnologia

Big Data e as decisões do seu negócio

A Internet tem se tornado o local onde uma massiva quantidade de dados é gerada a cada dia, isto é Big Data. Não é apenas um conceito abstrato criado pelo universo de Tecnologia da Informação, mas uma forte tendência de crescimento da pulsante atividade digital.

Em um minuto, mais de 2 milhões de buscas são feitas no Google, e mais de US$ 250 milhões são gastos por consumidores na Internet. Usuários do Twitter enviam mais de 300 mil tweets. Na SurveyMonkey recebemos mais de 80MB de dados novos de nossos clientes neste tempo.

E o que fazer com tudo isso de informação? Hoje, com a análise de dados Implícitos e Explícitos, é possível entender muito do seu negócio, do mercado, do hábito de consumo dos seus clientes, tendências e sim, sair na frente com isso.

Os Dados Implícitos e suas funcionalidades

Big Data é composto por dois diferentes tipos de dados: os Implícitos e os Explícitos. Dados implícitos são aqueles coletados sem que necessariamente se tenha a anuência das pessoas durante um processo de análise. Por este fato, pode carregar consigo uma conotação sombria – muitas vezes apelidada de “Big Brother” por exemplo.

Com estes dados, as empresas passam a conhecer os hábitos de seus clientes e, desta forma, muitas vezes, conseguem prever suas próximas ações. Cada bloco de dado disponível está sendo destrinchado e esmiuçado para posterior análise. Os maiores varejistas, das cadeias de supermercados aos bancos de investimentos, têm uma área de “análise preditiva”, focada não apenas em entender os hábitos de compras dos consumidores, mas também seus hábitos pessoais, buscando assim uma forma mais eficiente de comunicar e vender para eles.

Apesar da coleta de Dados Implícitos ser a mais utilizada, pelo fato de que as informações podem ser obtidas em grande escala, você nunca saberá se suas predições estão corretas. Isto porque eles são baseados na coleta passiva dos hábitos e comportamentos das pessoas. E é exatamente por isso que não são 100% à prova de falhas.

Com esse tipo de dados, não é possível para qualquer varejista saber se uma avó está comprando um presente de aniversário para seu neto ou para si própria. Da mesma forma, este varejista não consegue saber se você está comprando um livro para você ou como presente para um amigo. E, independentemente do quão genial seja o analista, ele nunca conseguirá sugerir uma música certa sem PERGUNTAR para a pessoa se determinado ritmo lhe agrada. Sendo assim, a dica é: apenas pergunte. O simples ato de formular uma pergunta específica nos leva para os Dados Explícitos.

E os Dados Explícitos? Como eles podem ajudar nos seus negócios?

Historicamente, Dados Explícitos custam caro e demandam muito tempo para serem apurados. Estes são os motivos por que tradicionalmente os Dados Implícitos acabam recebendo uma grande relevância nas análises de Big Data. Entretanto, a tecnologia tem mudado isto. A internet permite que as empresas obtenham Dados Explícitos em grande escala, por meio de uma variedade de plataformas. Isto está dando poder aos consumidores e esclarecimento às companhias. Quando você responde uma pesquisa, avalia um negócio, dá um “curtir” em uma marca, escreve uma resenha sobre um restaurante, um livro ou um serviço, você está contribuindo para gerar Dados Explícitos.

Um exemplo disto é o que ocorreu com a Ford antes da crise financeira, quando os dados sobre vendas de carros do tipo SUV demonstraram que a grande demanda por esta categoria continuaria nos Estados Unidos. Entretanto, a Ford teve a “clarividência” em apostar no investimento em carros menores e econômicos. Como? A empresa coletou feedback dos consumidores e usou estes dados em adição às informações de vendas para desenvolver seus novos carros e planejamentos. Esta decisão foi provavelmente o motivo da Ford não precisar de ajuda governamental, o que aconteceu com a maioria das montadoras durante o período.

A grande verdade é que Dados Implícitos e Explícitos devem trabalhar juntos, complementando-se. Na SurveyMonkey, usamos ambos para executar e otimizar nosso negócio. Os Dados Implícitos que analisamos incluem, por exemplo, número de perguntas realizadas, número de pesquisas diárias, pacotes de preços, conversão de planos gratuitos em pagos, entre outros. Estas informações são cruzadas com dados conseguidos por meio de pesquisas, referentes à satisfação do cliente, cancelamento de plano ou feedback sobre o produto.

Para se ter uma ideia do tipo de escala de que estamos falando, na SurveyMonkey, recebemos diariamente de todo o mundo 3 milhões de respostas e 29 milhões de questões respondidas. Isto é Big Data. Dados Explícitos em grande escala. Isto tem nos ajudado a prever de forma mais assertiva o que acontecerá em nossos negócios.

Usar apenas um tipo de dado é perigoso. Verifique os Dados Implícitos e os Dados Explícitos. Analise seus dados, mas não se esqueça de perguntar “Por quê?”. Dados Implícitos são o “O quê”. Dados Explícitos são o “Por quê”. Um sempre será importante para sustentar o que se extrai do outro.

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Iniciar o próprio negócio é algo que cada vez mais permeia os sonhos de profissionais ligados a diversas áreas, de diferentes faixas etárias e independente do nível de poder aquisitivo.

Transformar sonhos e projetos pessoais em realidade, desafiar-se constantemente e tomar as próprias decisões em seu negócio são alguns dos fatores que levam os profissionais a empreender. Muitas vezes esse também é o caminho que os executivos de alto escalão galgam dentro das empresas em busca de gerenciar unidades de negócios, produtos e regiões.

Contudo, para que o profissional tenha sucesso nesta empreitada, algumas dicas são de extrema importância e ajudam a guiar suas ações para aumentar as possibilidades de êxito do negócio.

Listo abaixo cinco dicas que considero importantíssimas para qualquer empreendedor:

1.Escolha algo porque tenha paixão

Ao definir o mercado em que pretende atuar e seu papel dentro da startup que está nascendo, escolha em ambos os casos algo que lhe possa proporcionar muito prazer em seu cotidiano, pois provavelmente você passará uma grande parcela do seu dia trabalhando nisso e por muitos anos. Pelo menos é este o objetivo inicial quando se coloca na prática seu projeto. A paixão ajudará a gerar a energia necessária para trabalhar arduamente em seu sonho e persistir nos momentos de baixa, que infelizmente podem permear seu dia a dia.

2.Escolha um mercado que tenha uma grande oportunidade de negócio

Encontre um segmento de atuação em que você realmente possa entregar algo de valor e onde as atividades de sua nova empresa possam ser relevantes. Uma dica com a qual Dave Goldberg, CEO da SurveyMonkey, sempre orienta empreendedores é buscar oportunidades com potencial para massificação, pois os investidores estão procurando startups que estão “tentando resolver grandes problemas em um grande mercado”.

3.Escolha o produto certo

A startup precisa encontrar/ desenvolver um produto que atenda as necessidades do mercado. Isto é conhecido como product/ market fit. Algumas vezes, os empreendedores podem identificar um ótimo segmento de atuação, mas não terem de fato a solução certa para endereçar os problemas e necessidades de determinado nicho. Antes de sair produzindo o melhor produto da noite para o dia, investindo milhões e muito tempo, procure e escute os potenciais clientes, valide suas hipóteses de negócios, teste conceitos e protótipos, colete as percepções. Acima de tudo: aprenda, aprenda e aprenda! Tenha humildade para receber ensinamentos de todos com quem conversar.

4.Escolha profissionais capacitados para estarem ao seu lado

Busque trabalhar com os melhores (fundadores, profissionais, investidores, fornecedores, parceiros, etc) que conseguir. Ter uma equipe forte é o elemento mais importante. Acredito que se a startup tem um ótimo time, uma verdadeira e grande oportunidade de mercado, mesmo que o produto ainda não esteja adequado, esta equação poderá ser mais facilmente resolvida por um time de excelência.

5.Escolha o tom certo

Sonhe alto, construa uma visão compartilhada com sua equipe, observe quais são as necessidades e satisfação de seus clientes e dê um passo de cada vez.

Dica de ouro :: Tome decisões embasadas

Com o advento da Internet, um número massivo de informações é gerado e acessado todos os dias. Mas você sabe fazer com que os dados trabalhem a seu favor? Escolhendo-os e analisando-os corretamente, é possível entender muito do seu negócio, do mercado, do hábito de consumo dos seus clientes, tendências e, sim, sair na frente com isso. Hoje existem ferramentas que te auxiliam a fazer isto com maestria. A SurveyMonkey ajuda milhares de profissionais a coletar feedback de seus públicos e tomar decisões baseada em dados de forma simples e intuitiva.

Empreender é muito mais do que uma ideia e a ânsia de ser bem sucedido. Esse é o pontapé inicial, mas que exigirá muitas apostas, estudos, conhecimento, além de um longo caminho de dedicação.

 

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