Finanças e Tributos

Entenda como um ERP pode ajudar na gestão fiscal da sua empresa

Faz tudo sozinho? Está com dificuldades para lidar com as responsabilidades do negócio? Precisa melhorar a sua gestão fiscal e consequentemente otimizar os processos financeiros? Sabe o que é um ERP e como ele pode lhe ajudar? Não?!

Então saiba que você está no lugar certo, pois aqui falarei justamente sobre isso. Se você deseja fazer a sua empresa crescer, capacitar-se como gestor e alcançar uma melhor qualidade de vida, não perca este artigo em hipótese alguma. Confira!

O que é um ERP?

Para começar, nada mais justo do que explicar o que é um ERP, sigla para Enterprise Resource Planning, que em português significa “Planejamento dos Recursos Empresariais”.

De forma clara e objetiva, um ERP nada mais é do que um software de gestão integrada que tem como propósito principal facilitar e organizar o controle das informações. Simples assim.

Ao empregá-lo no seu negócio, você poderá centralizar todos os dados que se referem ao gerenciamento das atividades, proporcionando, desse modo, uma visão ampla e completa de tudo o que ocorre: a comunicação entre as diferentes áreas da empresa será beneficiada, reduzindo assim as divergências.

No geral, as vantagens em utilizar um ERP são:

  • Redução de custos;
  • Aumento da produtividade;
  • Melhora na tomada de decisões;
  • Maior facilidade para o cumprimento dos prazos.

Como um ERP ajuda na gestão fiscal?

Agora que você já sabe o que é um ERP, deve estar se perguntando como essa ferramenta pode ajudar na gestão fiscal, certo? Pois bem, por dar acesso às informações que permitem administrar os recursos e processos da sua empresa, posso destacar, nesse caso, os seguintes aspectos:

Maior controle das despesas

Um dos seus grandes benefícios, sem dúvida, é a possibilidade de enxergar mais claramente quais são os gastos do negócio. Devido às funcionalidades do ERP, você poderá controlar o estoque, as compras e o seu orçamento tudo em um único lugar, o que lhe ajudará a entender o que pode ser eliminado em relação aos custos e despesas, por exemplo.

Melhor controle do fluxo de caixa

Por estruturar as obrigações no que diz respeito às contas a pagar e receber, a utilização de um ERP também lhe auxiliará no controle do fluxo de caixa, um problema bastante comum principalmente nas pequenas e médias empresas.

Esse é um ponto que merece ser destacado, afinal de contas, um fluxo de caixa bem gerenciado é teoricamente uma garantia de resultados saudáveis, havendo crescimento ou não.

Monitoramento da emissão de notas fiscais

Não menos importante, está o monitoramento da emissão de notas fiscais, um trabalho que exige muito cuidado, até porque, erros cometidos aqui podem resultar em boas dores de cabeça.

Ao optar por um ERP, a execução dessa atividade se tornará mais simples, rápida e eficiente, diminuindo os erros e evitando os problemas com o fisco.

Enfim, os benefícios para a gestão fiscal são evidentes, por isso, se você ainda não tinha considerado a ideia de adotar esse tipo de software, repense sobre o assunto. Aderir a essa solução é certamente uma ótima escolha, fundamental para quem deseja crescer com saúde.

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Comunicação, Empreendedorismo, Empresário e Pessoa física

4 conceitos básicos de gestão que todo empreendedor precisa dominar

 

Vocês querem saber o meu segredo para escrever os posts dou VouClicar.com? Pesquisa, muita pesquisa. Acredito que o estudo deveria ser uma constante na vida de qualquer empreendedor. As vezes, com o sucesso, esquecemos de pequenas coisas que podem ser revisitadas ou, simplesmente, deixamos de aprender coisas novas.

Foi justamente inspirado nessa ideia que resolvi fazer o nosso post de hoje. Vou trazer para vocês alguns conceitos de gestão que todo empreendedor precisa dominar e guardar no bolso. Vou abordar desde o conceito de metas SMART até o Balanced Scorecard. Confira tudo isso logo a seguir.

  1. Metas SMART

O primeiro conceito de gestão que vou apresentar são as metas SMART. Basicamente, é um padrão de qualidade para as metas, pois, se elas tiverem todos os elementos necessários de acordo com esse padrão, então, significa que são plenamente realizáveis por você e seus colaboradores.

SMART, em inglês, significa inteligente, mas também funciona como uma sigla, de modo que cada letra se refere a um elemento indispensável para que uma meta seja ideal. De acordo com o padrão, os elementos são: especificidade (specific), mensurabilidade (measurable), atingibilidade (attainable), relevância (relevant) e temporalidade (time-based).

  1. Análise SWOT (FOFA)

Muito importante na área do empreendedorismo é a análise SWOT (Strenghts, Weaknesses, Opportunities and Threats). A tradução para o português é memorável — chamamos de análise FOFA (Forças, Oportunidade, Fraquezas e Ameaças). Um pouco mais suave, não?

Estamos falando da análise do ambiente interno e externo. Na sua empresa, você deve procurar por forças e fraquezas do negócio (ambiente interno). Acontece que isso não é o suficiente. Também é fundamental avaliar o as oportunidades e as ameaças do mercado (ambiente externo) para ter uma visão completa de onde a sua empresa está.

  1. Pirâmide de Maslow

Acredito que se preocupar com os colaboradores é mais do que um diferencial, mas um dever. Você concorda? Por sinal, normalmente, quanto mais a empresa trabalha para garantir a satisfação dos colaboradores, maior será o nível de motivação. A questão é: quais são as principais necessidades dos profissionais?

É justamente sobre isso que se trata a Pirâmide de Maslow. São várias camadas de necessidades que seguem uma ordem de hierarquia. Temos as carências fisiológicas, ligadas à saúde e ao bem-estar, a necessidade de segurança no ambiente de trabalho, de autoestima, de relacionamento interpessoal e, acima de todas essas, a realização pessoal.

  1. Balanced Scorecard

Para concluir o material de hoje, deixo com vocês o nosso último conceito de gestão: o Balanced Scorecard. Estamos falando de um modelo de gestão de negócios que é muito utilizado em muitas empresas — algumas delas, inclusive, utilizando-se da tecnologia para aplicá-lo com maior afinco.

De acordo com esse conceito, toda a empresa precisa trabalhar alguns pontos-chave para ter sucesso. Vamos conferir cada um deles?

  • Gestão estratégica;
  • Mensuração de progressos;
  • Estratégia;
  • Objetivos;
  • Indicadores;
  • Metas;
  • Iniciativas estratégicas.

Cada um desses pontos deve ser avaliado isoladamente, mas é importante sempre que você tenha em mente o todo, ou seja, o que a empresa é, representa para o mercado e, principalmente, onde ela quer chegar.

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Destaque, Finanças e Tributos, Últimas

Fique por dentro das alterações da NFe 4.0

Neste texto serão discutidos alguns pontos que devem ser levados em consideração pelas empresas para facilitar sua adequação à NF-e 4.0

Ao revolucionar a maneira como uma nota fiscal poderia ser emitida, a NF-e quebrou paradigmas do mercado e expandiu a noção de fé pública para um documento digital.

Como a maioria das novidades, com o decorrer do tempo o seu uso mostrou que poderia ser continuamente melhorada. A partir daí foram surgindo novas atualizações e versões dos programas a elas relacionados e com o objetivo de proporcionar uma evolução contínua.
A versão atual usada para emitir os documentos é a 3.0. Porém, agora em 2017 a versão 4.0 já está sendo testada e prevista para ser implantada, e é sobre como se preparar para essa nova variante que trataremos nesse post.

Fique atento às mudanças trazidas pela NF-e 4.0

Saber o que será incluído ou retirado da nova versão é importante para que seus processos também sejam adequados a essa realidade.

É uma conduta necessária pois muitas empresas, visando a dar mais celeridade às suas atividades, não registram determinadas informações em seu sistema, que não são cobradas ou utilizadas no cotidiano, e com o advento de novas obrigações acessórias ou com as modificações de algumas já existentes, elas podem começar a ser exigidas.

Cuidado com os prazos

Embora o trânsito entre as versões seja gradual, deixar de prestar atenção aos prazos pode trazer problemas à empresa. Alguns deles são a impossibilidade de emissão de notas fiscais e impossibilidade de faturar para seus clientes.

Preste atenção na próxima data importante relacionada à NFe 4.0:

  •  Versão anterior (3.0) desativada: 06/11/2017

Seu software já está atualizado?

Verifique se seu programa de emissão está de acordo com o novo padrão de layout.
Informe-se o quanto antes sobre isso. Saber se ele já está totalmente em sintonia com a versão 4.0 da NF-e pode evitar surpresas desagradáveis.

Treinar sua equipe é fundamental

Incentive as pessoas que lidam direta e indiretamente com a NF-e a ler materiais sobre a nova versão, sobre as principais mudanças.
Estimule-as a conhecer cada vez mais sobre a NF-e, já que é um instrumento de seu trabalho. A internet possui muito material disponível sobre o assunto.
Invista em treinamentos. Profissionais bem capacitados são peças chaves para o bom fluxo da rotina de sua empresa.

Quando se conhece muito bem com o que se trabalha fica muito mais fácil lidar com problemas relacionados à emissão de NF-e.

Use a tecnologia em favor de seu negócio

Como a NF-e é emitida em meio virtual é necessário que a empresa disponha de programas específicos. No mercado existem excelentes ferramentas, que além de estarem de acordo com o layout exigido, ainda possuem interface e opções que facilitam o trabalho dos usuários, como por exemplo o NF-e Place., um sistema de emissão e gestão de NF-e completo. Contempla aspectos relacionados à segurança eletrônica, organização dos documentos emitidos, integração de dados, acessibilidade, validação e documentação.

Com ele, o trabalho cotidiano com a NF-e fica muito mais fácil e seguro. É continuamente modernizado com as mudanças legais, e sempre busca alternativas para melhorar a experiência do usuário.

Comece a mudança agora

Já estamos no meio da fase de transição entre as versões, postergar ações pode representar perda de tempo, lembre-se que algumas questões podem ser resolvidas de imediato, principalmente quando dependem da burocracia de órgãos públicos.

Faça um check list dos procedimentos que devem ser adotados para que seu empreendimento se adéque à versão 4.0 da NF-e. Leve em consideração essas sugestões mas não as tenha como limite.

Envolva toda a equipe que trabalha com emissão de documentos fiscais nesse processo. Isso ajudará a identificar com antecedência entraves eventuais, ela também poderá contribuir com a proposição de ideias que resultem em melhoria nas suas rotinas.

A NF-e revolucionou a maneira como empresas emitem documentos fiscais e, por estar intrinsecamente ligada à tecnologia, é importante que empresas busquem alternativas que acompanhe não apenas mudanças surgidas em decorrência de obrigações legais, mas também aquelas que impliquem em um maior controle e facilidade para os processos de sua empresa, como por exemplo o NF-e Place. É papel do gestor acompanhar essas mudanças e garantir que sejam implementadas no cotidiano de seu empreendimento. Não agir desta forma pode render sérios prejuízos.

Se você quer entender mais sobre NFe 4.0, aproveite a oportunidade de participar do evento gratuito promovido pela NFE do Brasil. Será um café da manhã, onde você poderá tirar todas as suas dúvidas sobre o assunto com especialistas.

Data: 22/11/17
Horário: 9h às 12h
Local: Av Paulista, 807 17º andar  – Cerqueira César – São Paulo – SP
Participe e saiba tudo sobre a nova versão da Nota Fiscal Eletrônica 4.0
As vagas são limitadas. Faça sua inscrição gratuitamente pelo link https://goo.gl/HRNo9x

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#ClicoResponde, Empreendedorismo, Empresário e Pessoa física

Você sabe o que é necessário para administrar uma pequena empresa?

Até já imagino sua resposta para a questão que nomeia o post de hoje: “Claro que sei como administrar uma empresa! Garra, força de vontade, honestidade…”

Sim, você está inteiramente certo! Só que, para uma boa administração de uma pequena empresa, é preciso adotar algumas condutas e atender a requisitos essenciais — como a elaboração de um plano de negócios, por exemplo.

E, lamento informar, nem toda a “garra, força de vontade e honestidade” do mundo, por mais importantes que sejam, eliminam a necessidade de um plano bem-feito.

Para esclarecer tudo o que você precisa saber sobre como administrar uma pequena empresa, preparei o post de hoje. Acompanhe as minhas dicas!

Conheça a fundo o ramo no qual vai atuar

Muita gente pensa que basta identificar um ramo próspero, que esteja “bombando”, e se aventurar. Mas lançar-se em aventuras é coisa para o Indiana Jones, não para nós, verdadeiros empresários.

Ao pensar em consolidar uma marca, ou estar no “top 10” do seu ramo, você terá que conhecer todos os aspectos do negócio: desde a infraestrutura necessária, passando pelos suprimentos, quais os tipos de funcionários que vão se adequar melhor a ele, e mais uma série de “detalhes” que só alguém com profundo conhecimento do ramo é capaz de usar a seu favor.

Isso não significa que você não possa aprender: no caso do ramo que está em evidência, vale se interessar, buscar autoridade no assunto e arregaçar as mangas!

Basta ter em mente que você ainda está começando. Não dê um passo maior do que a perna. Construa uma base sólida e use-a como plataforma para futuros avanços. À medida que você aprender a lidar melhor com o seu ramo de trabalho, poderá se “aventurar” um pouco mais.

Faça uma gestão financeira séria

Quantas vezes eu já vi gente altamente qualificada, com capital de giro disponível e munida de boa vontade e força de trabalho perder-se na gestão financeira de uma pequena empresa! Triste, mas verdadeiro. De nada adianta investir alto em um negócio se você não fizer uma gestão financeira saudável e equilibrada.

Coisas bem básicas, como conferir o orçamento dos negócios regularmente ou separar o orçamento pessoal e empresarial, não podem ser negligenciadas. Não se prive de investir em métodos de controle financeiro quando sua empresa for crescendo. O custo que geram vale a pena porque eles podem evitar muitos problemas.

Delegue tarefas, mas assuma a responsabilidade

Administrar uma empresa pequena requer pulso e presença constantes. Delegar funções e responsabilidades faz parte de uma boa administração, mas deixar tudo na mão de outras pessoas é prejuízo na certa — por maior que seja sua confiança em um gerente, diretor ou outro colaborador.

Pode ser ótimo dividir as funções e os compromissos com os funcionários, desde que eles saibam com clareza que é você que está no comando e sabe tintim por tintim o que acontece na empresa. Se você joga todas as responsabilidades para o resto da equipe, dificilmente ela respeitará sua autoridade.

Lembre-se: sua empresa dificilmente anda bem quando você está ausente!

Mantenha absoluto controle sobre seu estoque

Seja lá qual for o tamanho do seu estoque — se são apenas alguns itens em uma prateleira, ou caixas e mais caixas no almoxarifado —, mantenha total controle sobre ele. É ali que estão seus recursos, seu material de trabalho.

Faça contagens, use planilhas que possibilitem uma clara visão de cada mercadoria e/ou produto. Uma dica que posso dar é que você escolha um bom sistema de gestão. Não permita perdas, cuide do que é seu!

Dependendo da escala, erros na contagem do estoque podem significar prejuízos consideráveis no seu faturamento.

Escolha bem sua equipe

Na gestão da pequena empresa, ao surgir uma vaga a ser ocupada, é comum que funcionários mais antigos indiquem amigos ou parentes — e aí vira aquela bagunça! Os parentes passam a receber vários cargos importantes, mesmo não estando devidamente qualificados.

Tenha uma visão profissional do processo de contratação de pessoal, sempre se baseando em análise de currículo, experiência na área e, acima de tudo, na honestidade comprovada de quem vai ajudar a transformar sua pequena empresa em um grande empreendimento.

Não é errado ter uma família inteira ou um grupo de amigos trabalhando juntos, desde que todos estejam lá pela qualificação e pela própria capacidade.

Defina metas concretas e plausíveis

Gestores sempre escutam que não devem dar um passo maior do que a perna, certo? Mas talvez você ainda não saiba exatamente qual é o tamanho da sua perna!

Muitos bons empreendedores acabam perdendo grandes oportunidades por não saberem como criar metas para seus negócios. E você não vai querer cair nessa armadilha.

A escolha de metas envolve alguns fatores-chave, como:

  • Recursos disponíveis;
  • Período disponível;
  • Capital humano.

Se você não levar esses pontos em conta, é bem provável que crie uma meta muito conservadora, sem grande crescimento, ou uma exagerada demais, sem chance de ser alcançada no tempo previsto.

Se você tiver dúvidas nesse momento, converse com sua equipe. Eles podem dar insights melhores sobre os pontos de maior dificuldade do processo, além de algumas dicas para alcançar metas maiores.

Planeje tudo de forma estratégica

Antes de mais nada, entenda por “planejamento estratégico” uma agenda ou conjunto de ações com um objetivo específico. Se você tem uma estratégia, então sempre saberá como proceder.

Mas um planejamento é como se perguntar “como vou fazer essa estratégia dar certo? ”. Ela deve guiar o progresso geral da empresa, enquanto o planejamento leva os negócios nessa direção. Elaborando um plano, você não sabe só o que deve fazer de forma geral. Sabe exatamente o que deveria estar realizando agora!

Trabalhar com um plano poupa bastante tempo no longo prazo. Quanto menos vezes você tiver que interromper seu fluxo de trabalho para decidir o que fazer em determinada situação, melhor.

Acompanhe de perto o desempenho

Não é porque você está seguindo o plano que tudo vai magicamente dar certo. O mundo é bem mais complexo que isso e exige flexibilidade. Por isso é importante que você tenha alguns indicadores de performance e acompanhe todos eles ao longo do tempo. Esses serão os seus sinalizadores de que está tudo indo bem (ou não).

O tipo de indicador pode variar de empresa para empresa. Lucratividade e rentabilidade são, quase sempre, os mais comuns. Mas você pode e deve ter outros mais específicos, como o número de conversões por mês, índice de reclamações, entre outros.

Viu como nem tudo é tão simples como imaginamos e há mais coisas entre o primeiro e o mais alto degrau do sucesso empresarial do que supõe a nossa vã filosofia? Pois é, a maneira de administrar uma pequena empresa é decisiva para que ela cresça e se torne um caso de sucesso — ou desapareça entre tantas outras.

 

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Empreendedorismo, Empresário e Pessoa física, Produtos

O impacto da tecnologia na gestão de pet shops

Não importa qual é o seu segmento de mercado. Muito menos se você é proprietário de uma micro, pequena ou média empresa. O uso da tecnologia gera benefícios tangíveis e intangíveis tanto na gestão de pet shops quanto na de uma mercearia. E é exatamente por isso que as soluções tecnológicas que ajudam os empreendedores e gestores têm se popularizado tanto no meio empresarial.

E se você não consegue perceber os benefícios de adotar um software de gestão para pet shops, eu vou explicar direitinho quais são eles e por que você deve repensar seus conceitos!

Os benefícios da tecnologia na gestão de pet shops

Os benefícios das soluções tecnológicas voltadas para a gestão de empresas são comprovados, principalmente, nos aspectos econômicos e de qualidade do serviço para os clientes. Para entender melhor como a gestão de pet shops pode ser otimizada com elas, eu trouxe os principais benefícios:

Otimização do planejamento financeiro

Um pet shop é um negócio como outro qualquer. Ele demanda cuidado com as finanças e atenção na contabilidade. O gestor ou proprietário não pode dar passos maiores do que as pernas — ou seja, os investimentos devem ser bem calculados.

O simples fato de colocar um zero a mais em uma conta pode causar uma catástrofe financeira. Por isso, contar com sistemas que validam informações, ajudam a fazer projeções econômicas ou a conferir a contabilidade, além de evitar surpresas desagradáveis, gera economia de dinheiro e de tempo.

Melhorias na gestão do estoque

Não tem coisa pior para um negócio do que o cliente solicitar um produto e encontrar o estoque desfalcado. Por isso, eu sempre ressalto a importância de ficar de olho nos produtos disponíveis e fazer uma gestão de estoque cuidadosa.

Além de lembrar que é preciso reabastecer os produtos para o seu pet shop, a tecnologia que automatiza a gestão dessa parte do negócio evita que o empresário corra o risco de vender produtos vencidos, por exemplo.

Outro ponto importante é a criação de históricos que permitem analisar a demanda de venda de cada produto que você oferece em seu pet shop.

Redução de desperdício de insumos

Quando o sistema aponta que existem produtos prestes a vencer, você pode praticar promoções para eliminar aqueles produtos do estoque. Mas, além de evitar o descarte de produtos fora do prazo de validade, os sistemas de gestão permitem que o proprietário analise a quantidade de shampoo usada em determinado período, por exemplo.

Sozinho, esse dado pode até não dizer muito, mas quando relacionado com outras informações (como a quantidade de banhos e tosas oferecidas), pode apontar o uso desmedido de recursos. Ou seja, é uma excelente forma de identificar desperdícios.

Potencialização do relacionamento com o cliente

Ao contar com uma agenda digital bem abastecida de informações, o gestor de um pet shop pode calcular o tempo dos atendimentos, seja de uma tosa ou na fila do caixa. Isso permite inclusive planejar estratégias para fidelizar clientes.

Com o histórico de compras e visitas, a gestão de atendimento pode ficar mais estratégica. É possível programar disparo de e-mails com ofertas ou lembretes de quando o cliente deve vacinar seu pet ou comprar mais ração. Consegue imaginar as possibilidades?

As mudanças na cultura do negócio

Além de todos esses impactos tangíveis e facilmente mensuráveis, a implementação da tecnologia na gestão de pet shops provoca uma mudança cultural. Ao facilitar o seu trabalho de gestor, a tecnologia permite que você invista seu tempo em ações de marketing e na motivação dos seus colaboradores.

Esse conjunto de mudanças norteia a cultura do negócio para a eficiência das rotinas internas — permitindo até calcular o ROI do seu pet shop —, uma relação melhor com os clientes e o engajamento da equipe.

Por todas essas razões, o impacto da tecnologia na gestão de pet shops merece a sua atenção.

Gostou das minhas dicas? Então, que tal assinar nossa newsletter? Eu sempre disponibilizo novos conteúdos para ajudar você a otimizar a gestão do seu negócio!

 

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#ClicoResponde, Desenvolvimento Humano, Empreendedorismo

Cultura de inovação: entenda o que é

Fico feliz em saber que você está interessado em entender o que é a cultura de inovação, pois essa é uma prática de empreendedores de sucesso que deve ser adotada por qualquer empresa preocupada em crescer, aprimorar os processos e lucrar.

 

Então, chega de enrolar e vamos logo ao que interessa! Descubra a seguir o que é cultura de inovação, quais são as vantagens e como implementar esse procedimento em sua empresa agora mesmo!

 

Por que pensar na inovação?

 

O que você faz com aquela máquina que você tem em casa ou no trabalho, que está velha e ultrapassada, e que começou a dar muitos problemas ou não é mais tão útil como costumava ser? Se você já passou por essa situação, provavelmente deve ter substituído essa máquina por uma mais nova, utiliza tecnologias inovadoras e tem resultados melhores.

 

As empresas também devem passar pelo mesmo processo: antes que fiquem ultrapassadas, elas devem buscar inovações constantes do mercado, para não ficarem para trás em relação à concorrência.

 

Onde entra a cultura de inovação?

 

Já vi muito empreendedor por aí que acaba confundindo inovação com novidade. Quer uma dica fácil para não cometer o mesmo erro? Enquanto a novidade tem a ver com a invenção, o foco da inovação é a geração de resultados que atendam às necessidades e expectativas do seu negócio, envolvendo retorno financeiro.

 

Outro erro comum é se preocupar com inovações que sejam apenas tecnológicas ou materiais. Existe uma importante inovação que precisa ser constantemente realizada, que é baseada nos conceitos, valores, princípios, normas internas e missão da empresa: a renovação da cultura organizacional — e é aqui que entra a cultura de inovação.

 

Assim como uma máquina que enferruja com o uso sucessivo e sem a manutenção adequada, a cultura de uma empresa também precisa passar por mudanças para que não se torne obsoleta e acabe “enferrujando” a organização como um todo.

 

A cultura de inovação deve ser uma filosofia permanente do seu negócio. Assim, tudo que envolve a empresa deve ter como pano de fundo a cultura de inovação, desde os processos, produtos e serviços, recursos humanos e financeiros, até o tratamento dado aos clientes e aos colaboradores, de modo que essa postura seja percebida por todos

 

Quais são os benefícios da cultura de inovação?

 

A cultura de inovação é uma prática importante para revitalizar e garantir o crescimento do seu negócio. E eu vou te contar o melhor: existe uma inovação para cada tipo de negócio, quer ver?

 

Se você já possui um produto ou serviço, você pode utilizar a inovação para trazer melhorias para oferecer aos seus clientes, garantindo também o lucro para seu negócio. Pode ser também que você precise inovar um processo interno, mudando assim a forma como seu produto ou serviço é criado ou oferecido, ou elaborando soluções para otimizar os processos do seu negócio.

 

Você pode ainda implementar a cultura de inovação para promover mudanças na missão e valores da sua empresa. Ou, quem sabe, implantar uma inovação de posição e começar a introduzir seu produto ou serviço em um novo mercado. As possibilidades são muitas, acredite.

 

Ainda não se convenceu? Vou mostrar então os números de um estudo que comprovam que uma empresa preocupada em inovar sua cultura constantemente é a que mais cresce! Ele foi feito pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) e realizado com mais de 72 mil empresas com mais de dez funcionários. O estudo mostrou que, apesar de as empresas que se preocupam com a cultura de inovação representarem apenas 1,7% da amostra, elas são responsáveis por 25,9% do faturamento da indústria no Brasil, e por 13,2% do número de empregos gerados.

 

Vale a pena sair da zona de conforto para inovar?

 

Eu sei, a cultura de inovação parece muito interessante, mas mudanças podem despertar a insegurança, afinal, é mais fácil se prender ao que é conhecido. No entanto, para crescer e se desenvolver, você precisa tirar seu negócio da zona de conforto e apostar nas novidades. Não me refiro apenas a mudanças no tipo de produto ou serviço oferecido, mas também às pequenas inovações do dia a dia.

 

E sabe onde começa a cultura da inovação? Por você mesmo! Sabe aquela frase “o olho do dono engorda o boi”? Ela vale para o mundo dos negócios também. Todo empreendedor precisa encarar a inovação como uma vantagem competitiva que vai fazer com que sua empresa se destaque no mercado.

 

Como implementar a cultura de inovação no seu negócio?

 

Acho que agora você conseguiu entender a importância de aderir à cultura de inovação, não é mesmo? Deixa eu te dar algumas dicas de como desenvolver essa prática no seu negócio.

 

Uma característica fundamental para quem vai aderir à cultura da inovação é não ter o medo de errar e assumir riscos. Você é um empreendedor! Recupere aquela ousadia que transformou você em dono do próprio negócio e busque novos caminhos para sua empresa!

 

Procure ouvir quem tem novas ideias, mesmo que elas pareçam estranhas, e troque o “não”, dito de prontidão pelo “por que não?”. Muitas vezes, é a partindo de um ponto de vista totalmente inusitado que surge uma mudança gigantesca, que trará benefícios enormes para a sua organização.

 

O segundo passo é usar seu exemplo como inspiração para toda a empresa. Crie em seu negócio um ambiente que permita a troca de ideias e a liberdade, para que todos possam propor soluções para os desafios da empresa.

 

Explore as individualidades! Lembre-se de que cada profissional tem uma habilidade e conhecimento diferenciado e que será bastante útil no momento de encontrar soluções de inovação. E claro, não se esqueça de incentivar aqueles talentos que se destacam. Assim, você acaba fazendo com que outras pessoas também se sintam estimuladas a pensar em novas formas de inovação.

 

Como aplicar os resultados da inovação?

 

Ambiente pronto para ideias inovadoras, as soluções aparecendo. Tudo perfeito? Quase lá! O sucesso da cultura de inovação não depende apenas de um empreendedor aberto a propor e ouvir as propostas de inovação, mesmo que ele tenha conquistado a adesão de toda a equipe. Nada disso adianta se não existir planejamento.

 

Por isso, você precisa criar um plano estratégico para colocar a proposta inovadora em prática. É nessa hora que você vai definir se os recursos financeiros serão suficientes, se existe uma equipe que vai conseguir colocar esse processo em prática e o tempo de ação.

 

Quer uma dica? Já ouviu falar do método 5W2H? Trata-se de uma ferramenta de gestão criada pelos japoneses e utilizada nos processos de inovação de muitas empresas. Não importa o tamanho ou o tipo do seu negócio, basta responder a estas 7 perguntas e você terá em mãos um plano prático para tirar as ideias do papel:

 

What: O que fazer?

Where: Onde a ação será feita e qual sua abrangência?

Why: Por que fazer? Quais serão os benefícios dessa inovação em curto e longo prazo para o seu negócio?

When: Quando a inovação será colocada em prática?

Who: Quem será o responsável pelo desenvolvimento de cada etapa?

How: Como esse processo será realizado e implementado?

How Much: Qual o recurso necessário para investir nessa ação?

E os resultados?

 

Por último, você precisa pensar também sobre quais são as métricas que podem avaliar como a inovação afeta o seu negócio. Se você não fizer uma análise direta do processo de inovação, não vai conseguir mensurar o grau de sucesso desse processo. Como a cultura da inovação está diretamente relacionada à realidade de cada negócio, a métrica ideal será aquela baseada nos indicadores da sua empresa.

 

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