Empreendedorismo

Guia passo-a-passo para tirar o CNPJ da sua empresa

A maioria dos novos empreendedores já sabem que para ter seu negócio reconhecido e sua empresa formalizada, é necessário tirar o CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas). Assim como o CPF (Cadastro de Pessoas Físicas), o CNPJ é um número único, que identifica a sua empresa.

Há um tempo, quando eu abri o meu primeiro negócio, o processo de obtenção de um CNPJ era bem burocrático e caro. Por isso, muitos empreendedores preferiam atuar na ilegalidade até alcançar um faturamento maior para então fazer a abertura da empresa. Hoje, porém, a legislação já conta com muitas facilidades para quem está começando e precisa estar regularizado para fazer seu negócio crescer.

Está começando seu novo negócio agora? Então continue acompanhando minhas dicas para tirar o CNPJ da sua empresa!

A importância do CNPJ

Contar com um CNPJ permite que a sua empresa emita nota fiscal, faça compras e até contrate outros serviços. Exercer atividades sem o registro, mesmo que sua empresa não conte com um espaço físico, é ilegal e pode trazer problemas com a justiça, além de prejudicar o desenvolvimento do seu negócio. Ah! E só para lembrar, mesmo os negócios online, como um e-commerce, por exemplo, também precisam do CNPJ.

Basicamente, o CNPJ serve para identificar o seu negócio e permitir que a Receita Federal faça um acompanhamento adequado do pagamento de tributos e de obrigações em geral. A partir dele, você pode fazer as declarações devidas, enviar documentos fiscais importantes e garantir uma contabilidade adequada. Por outro lado, sem ele o seu negócio opera de maneira ilegal e a confiança dos seus clientes acaba sendo perdida — e você não deseja isso, não é?

O CNPJ também é necessário para obter financiamentos empresariais e participar de programas de incentivo ao desenvolvimento econômico como um todo. Quer participar de uma licitação? Também é preciso ter um CNPJ!

Os primeiros passos para tirar o CNPJ

Saiba em qual formato sua empresa se encaixa

Se a previsão de faturamento anual da sua empresa é menor que R$ 60 mil e você não faz parte de nenhuma outra empresa, muito provavelmente você será um Micro Empreendedor Individual (MEI) e deverá seguir um procedimento mais simples para se inscrever no Cadastro.

Se este não é o seu caso, no entanto, alguns outros passos serão necessários antes de você obter seu CNPJ.

Assim como as pessoas, que precisam de uma certidão de nascimento antes de ter um CPF, as empresas precisam de um NIRE (Número de Identificação do Registro da Empresa), um documento que depende de um Contrato Social, Ficha de Cadastro Nacional e Registro na Junta Comercial. Só com a elaboração e apresentação desses documentos e com o devido pagamento das taxas correspondentes é que o empreendedor poderá ter seu NIRE.

Procure ajuda profissional

A elaboração de Contrato Social e os demais atos dependem da ajuda de um profissional especializado, tanto em contabilidade quanto em direito. Por isso, para realizar essa etapa, a dica é contar com um profissional de confiança que possa não apenas executar tais tarefas, como também possa te orientar sobre os tipos de empresa e os tipos de impostos e taxas que cada empresa precisa recolher.

É fundamental regularizar e separar todos os documentos para tornar o processo mais simples. Isso porque se você enviar a documentação incompleta ou incorreta, o pedido de CNPJ não será atendido, exigindo que você regularize toda a documentação conforme o exigido.

O resultado disso? Você vai gastar mais dinheiro do que deveria e ainda vai perder muito tempo, deixando de atuar corretamente com a sua empresa e perdendo oportunidades de negócio.

Defina sua atividade

Nessa etapa preparatória, inclusive, é muito importante realizar uma definição correta da atividade a ser prestada pela empresa. A definição acontece baseada na CNAE, que conta com uma lista classificatória para que as empresas definam a sua área de atuação.

Essa etapa é crucial para a obtenção do CNPJ porque, se você obtiver um CNPJ para uma atividade e desempenhar outra em sua empresa, pode sofrer com problemas de fiscalização de uma maneira geral.

Por isso, planeje muito bem como será a atuação do seu negócio e defina previamente todas as atividades que serão desempenhadas. Isso garante que você não erre na escolha!

A obtenção do CNPJ

O CNPJ é dado pela Receita Federal e seu pedido pode ser feito online, no próprio site da Receita. Nesse momento, também é possível contar com a ajuda de um profissional de sua confiança, no entanto, o procedimento é bastante simples e a própria Receita Federal oferece cursos gratuitos e à distância para quem quer se informar.

O primeiro passo é separar todos os documentos necessários para iniciar seu cadastro. Para cada tipo de empresa, a Receita Federal dá uma lista de documentos, que você pode verificar aqui. No caso de uma Sociedade Simples Ltda., que é o tipo de empresa mais comum, será necessário apenas o contrato social registrado, por exemplo.

Não é mais necessário baixar o Programa Gerador de Documentos do CNPJ. Desde 2014, é possível usar o aplicativo de Coleta Online do CNPJ para o preenchimento de solicitações cadastrais de inscrição, alteração ou baixa. Nesse aplicativo, você deve preencher e enviar sua Ficha Cadastral de Pessoa Jurídica (FCPJ) com dados como razão social, ramo de atividade e endereço. Você também deve apresentar o Quadro dos Sócios e Administradores (QSA) da empresa, descrevendo todos os responsáveis e a respectiva participação no capital social.

Existem diferentes tipos de sociedades e regimes tributários. Por isso, antes mesmo de obter o CNPJ, na fase preliminar para tirar o NIRE, pesquise os tipos e peça ajuda para um profissional para que você possa avaliar qual o melhor tipo de empresa e de regime tributário para o seu negócio.

Após enviar a solicitação, você recebe um recibo de entrega que permite acompanhar o andamento do seu pedido no próprio site da Receita Federal. Caso exista alguma pendência ou erro, você será informado sobre qual o problema e como solucioná-lo. Do contrário, é só imprimir todos os documentos que foram preenchidos e que são considerados como o Documento de Entrada no CNPJ.

Com essa papelada em mãos, é só reconhecer firma e encaminhar tudo, via correios ou pessoalmente, para uma unidade cadastradora!

Não existe um prazo na legislação para a conclusão do processo e a obtenção do CNPJ. Na prática, o que acontece é que o procedimento demora, no mínimo, 5 dias. Por isso, é bom seguir acompanhando o pedido pelo site até conseguir o número do seu CNPJ.

A escolha do regime tributário

Por falar em regime tributário, recomendei ali em cima que você fique de olho nisso e há um motivo: dependendo do regime tributário, há um prazo entre a obtenção do CNPJ e a adoção do regime.

É o caso do Simples Nacional, por exemplo. Uma vez que você tenha o seu CNPJ, você tem até 180 dias para realizar a entrada nesse regime ou então terá que esperar até janeiro do próximo ano fiscal.

Para facilitar o processo, o ideal é que você faça uma pesquisa entre as opções disponíveis para já definir, de maneira prévia, qual deve ser a escolha para o seu negócio.

Atualmente, as três principais opções são o Simples Nacional, o lucro real e o lucro presumido. Cada um deles é indicado para tipos e tamanhos de empresa diferentes e apresentam níveis de complexidade diferentes.

A escolha correta não apenas é importante do ponto de vista do CNPJ, mas também para que você consiga pagar menos impostos de maneira legal.

Microempreendedor Individual

Como já expliquei, se você não é sócio, não tem participação em nenhuma outra empresa e a previsão do faturamento anual do seu negócio é menor do que R$ 60 mil, você deve se registrar como um microempreendedor individual (MEI). Tirar o CNPJ, nesse caso, é mais simples e rápido do que da forma tradicional.

Para ser um MEI, o empreendedor paga uma taxa mensal que não supera R$ 50,00 e inclui todos os impostos e deveres legais da empresa. O MEI pode contar, ainda, com um empregado contratado que receba um salário-mínimo ou o piso da categoria.

Além da regularização, o enquadramento do MEI traz os benefícios da previdência, permitindo que você se aposente e conte com o auxílio-doença e auxílio-maternidade quando for preciso.

Todo o processo é feito online no Portal do Empreendedor. O site é bem explicativo. Entretanto, caso ache necessário, você também pode pedir a ajuda de um contador. Outra opção para quem tem dúvidas é ir até o SEBRAE, que disponibiliza diversos consultores e materiais explicativos como cartilhas e artigos nos seus postos de atendimento.

Para realizar o cadastro online é preciso ter em mãos o CPF, número da última declaração do imposto de renda e o número do título de eleitor. Com esses números, você completa os dados solicitados.

Finalizado o cadastro, é gerado imediatamente o CNPJ, a inscrição na Junta Comercial, no INSS e o Alvará Provisório de Funcionamento de sua empresa. Todos saem imediatamente em um único documento, o Certificado de Condição de Microempreendedor Individual (CCMEI).

Não é preciso enviar nenhum documento à Junta Comercial ou ao posto da Receita. Com o CCMEI, o empreendedor já tem todas as informações e licenças necessárias para a regularidade da sua empresa.

Mas e se a sua empresa começar a faturar mais do que R$ 60 mil no ano? O que fazer? Bom, nesse caso, é possível alterar o regime da sua empresa sem que haja a alteração do número do CNPJ.

Obter o CNPJ é uma tarefa indispensável para garantir segurança e total regularidade de sua empresa. Fique atento ao processo e aos documentos exigidos que, em pouco tempo, você receberá a tão sonhada sequência de 14 dígitos.

E então, você ainda tem alguma dúvida sobre como tirar o CNPJ da sua empresa? Compartilhe aqui nos comentários!

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Finanças e Tributos

Simples nacional: tudo que você precisa saber sobre impostos em PMEs

Ser empreendedor no Brasil não é uma tarefa fácil. Além da dedicação necessária para tocar o negócio, temos que lidar com inúmeras outras questões, muitas vezes difíceis de resolver e cheias de burocracia. Dentre todas essas dificuldades, uma se destaca: os impostos. Tentar entender a imensa diversidade da carga tributária brasileira causa dor de cabeça e assusta qualquer empresário.

Mas, para ajudar micro e pequenas empresas, existe uma alternativa que facilita bastante esse processo: o Simples Nacional. Como seu próprio nome já mostra, o objetivo dele é simplificar o sistema de impostos e descomplicar a vida dos pequenos empreendedores.

Para explicar melhor, resolvi fazer um post contando tudo sobre o funcionamento do Simples. Ficou interessado? Então confira abaixo!

O que é o Simples Nacional?

O Simples Nacional é um regime especial de arrecadação, cobrança e fiscalização de tributos e impostos. Criado para atender microempresas e empresas de pequeno porte, o Simples tem a missão de facilitar a contabilidade e o recolhimento tributário por meio de uma série de benefícios e vantagens, como:

  • Reunião dos 8 tributos federais, estaduais e municipais para empresas em uma única alíquota;
  • Redução significativa da carga tributária em relação aos outros regimes de recolhimento de impostos;
  • Criação de um registro único para a empresa, dispensando o cadastro do CNPJ para cada instância (federal, estadual, municipal);
  • Redução de custos trabalhistas ao eliminar a contribuição de 20% do INSS Patronal;
  • Simplificação do recolhimento dos impostos devidos, ao unificar todos os pagamentos em um só processo.

Quais empresas podem entrar no Simples Nacional?

Se enquadram no Simples os Microempreendedores Individuais – MEI, microempresas (faturamento de até R$ 360 mil/ano) e empresas de pequeno porte (faturamento entre R$ 360 mil e 3,6 milhões/ano).

Além disso, para poder optar pelo sistema, a empresa não pode ter débitos na Dívida Ativa da União ou no INSS, e nem apresentar irregularidades no seu CNPJ e nos cadastros fiscais federal, estadual ou municipal.

Determinados ramos de atuação também não são aceitos no sistema. A restrição existe para negócios ligados a atividades técnicas ou que demandam uma regulação especial.

Por isso, são impedidas de participar do Simples empresas do setor financeiro, imobiliário, de energia e combustíveis, de transporte, e que produzam cigarros, bebidas alcoólicas, armamentos ou explosivos.

Porém, é importante lembrar que o Simples não é obrigatório. Mesmo se a empresa cumprir todos os requisitos para participar do regime, a sua entrada é totalmente facultativa. A empresa só fará parte dele se optar por isso.

Quais os impostos abrangidos pelo Simples Nacional?

O Simples Nacional unifica diversos impostos federais, estaduais e municipais em apenas um tributo. Com isso, o recolhimento de todos eles é feito de uma vez só, por meio de um único pagamento.

Os impostos e contribuições que o Simples abrange são os seguintes:

  • IRPJ – Imposto de Renda Pessoa Jurídica;
  • ICMS – Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços;
  • COFINS – Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social;
  • IPI – Imposto sobre Produtos Industrializados;
  • Contribuição para o PIS/PASEP;
  • CSLL – Contribuição Social sobre o Lucro Líquido;
  • CPP – Contribuição Patronal Previdenciária;
  • ISS – Imposto Sobre Serviços

Como é feito o cálculo do imposto a ser pago no Simples?

O cálculo do imposto a ser pago pelo regime do Simples vai variar de acordo com a atividade e faturamento o da empresa. O valor a ser pago é calculado aplicando a alíquota correspondente ao ramo de atuação da empresa sobre a sua receita bruta mensal.

No caso do comércio e atividades de varejo, por exemplo, essa alíquota pode variar de 4% até 11,61%. No setor industrial, ela vai de 4,5% até 12,11%; e em atividades de prestação de serviços, de 6% a 17,42%. Para conhecer todos esses valores e saber em qual situação a sua empresa se encaixa, é necessário consultar a tabela específica de alíquotas do Simples, disponibilizada no site da Receita Federal.

Como a contribuição do Simples é recolhida?

No Simples, a empresa efetua o pagamento do imposto devido por meio de uma única guia de recolhimento, o DAS – Documento de Arrecadação do Simples, todo dia 20 de cada mês.

Para emiti-la, a empresa optante pelo Simples deve usar obrigatoriamente o sistema da Receita Federal, que automaticamente vai calcular o valor devido e gerar a guia de recolhimento para ser paga.

Antes do Simples, recolhia-se cada um desses impostos e tributos por meio de guias e procedimentos específicos, com formas de cálculo, prazos de vencimento e regras distintas entre si.

Por isso, o DAS representa um grande avanço para facilitar a vida das pequenas e médias empresas, já que unifica o recolhimento de impostos para os optantes pelo Simples em apenas um processo mais rápido, barato e prático de ser realizado.

Como se inscrever no Simples Nacional

Para empresas em início de atividade, que tenham menos de 180 dias de existência como pessoa jurídica – ou seja, que tiraram seu CNPJ há menos de 6 meses, a entrada no Simples deve ser pedida no máximo 30 dias após a inscrição estadual ou municipal.

Após esse prazo, a opção pelo Simples Nacional só pode ser realizada no mês de janeiro seguinte, do primeiro até o último dia útil. Essa condição também se aplica a todas as empresas que possuam CNPJ há mais de 6 meses.

Vale a pena optar pelo Simples Nacional?

Antes de optar pelo Simples, é preciso fazer os cálculos e saber todos os detalhes de sua empresa, para não sair perdendo.

O Simples traz sim diversas vantagens para alguns tipos de empresa. Porém, para outras, ele pode não ser tão bom assim. Apesar de simplificar muito os trabalhos e reduzir o tempo gasto na administração tributária da empresa, na maioria das vezes, essa opção pode acabar até aumentando a carga tributária a ser paga pela empresa.

Um exemplo são as empresas que tem pouca ou nenhuma margem de lucro. Como o valor a ser pago no Simples é calculado em cima do faturamento, e não em cima daquilo que ela realmente lucrou, uma empresa pode ser obrigada a pagar uma carga tributária que não condiz com a situação de seu negócio. O que em vários momentos pode ser bastante prejudicial ao caixa da sua empresa.

Por isso, cada caso será um caso. O indicado é sempre fazer simulações considerando a condição do seu negócio, verificando se as outras opções de regime tributário existentes, como lucro real e lucro presumido, são mais vantajosas para a sua empresa que o Simples.

Por isso, conhecer bem sobre impostos e regimes tributários é mais do que essencial para qualquer empresário. Ser bem informado não só sobre seu negócio, mas sobre todos os detalhes que o envolvem; é o ponto de partida para qualquer empresa que quer ser bem-sucedida.

No final das contas, a informação e o conhecimento serão sempre as melhores ferramentas para evitar que você caia em armadilhas e para que tenha sucesso em seu empreendimento.

E aí, gostou do meu artigo? Espero que agora tenha entendido tudo sobre o Simples Nacional! Se ficou curioso para conhecer mais sobre o assunto, não pare por aqui: confira minhas dicas sobre como montar um Plano de Negócios!

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Empreendedorismo

Registro de marca: quando é necessário?

No texto de hoje, vou falar um pouco sobre um assunto que considero muito importante para qualquer empreendimento: o registro de marca. Ação muitas vezes deixada de lado e vista como dispensável, garantir exclusividade sobre a utilização de uma marca pode ser mais valioso do que você imagina. E, para defender esse meu ponto de vista, trago, no posts de hoje, informações sobre a relevância de micro e pequenas empresas registrarem as suas marcas. Acompanhe!

Marca registrada: identidade preservada

Todo negócio tem uma marca. Pode ser um símbolo ou um nome, que serve para distingui-lo entre os demais, do mesmo ramo ou de outros segmentos. Para proteger essa marca no mercado — ou seja, garantir que somente o seu negócio será associado a ela na percepção dos clientes e fornecedores —, é preciso registrá-la.

O órgão responsável por fazer esse registro de marcas é o INPI — Instituto Nacional da Propriedade Industrial.

Vantagens de providenciar o registro da sua marca

Vamos pensar: se a sua empresa e uma concorrente têm a mesma marca e a concorrente comete um erro grave, o que acabará acontecendo? Sua empresa ficará associada a algo ruim, que a desmerecerá aos olhos do consumidor.

Agora, vamos pensar outro aspecto: sua empresa vai muito bem, presta os melhores serviços e o concorrente escolhe um nome igualzinho ao dela. Bem, é fácil perceber que ele pegará “carona” no seu sucesso, não é mesmo?

Por esses pontos, sou partidário de garantir exclusividade à marca de uma empresa: só assim o negócio ficará livre dos problemas que podem resultar da coexistência de marcas iguais no mercado.

Ainda não se convenceu? Então veja mais algumas das principais vantagens de registrar sua marca:

  • Com o registro no INPI, só você terá o direito de uso;
  • Tomar essa providência evita que outra empresa registre uma marca igual antes de você, tornando necessário mudar de nome;
  • O registro tornará viável incorporar o valor da marca ao capital social da sua empresa;
  • Uma marca registrada aumenta sua credibilidade e status no mercado.

Publicidade X marca registrada

Seus esforços, batalhas, cada gota do seu suor estão resumidos em um só nome: a marca da sua empresa. E, ao divulgá-la, o nome é um elemento de destaque, certo? Ele possui um valor agregado, e que aumentará com o tempo e os investimentos feitos para afirmá-lo no mercado, ou seja, com a publicidade em torno dele.

Resguardar esse valor — que não tem preço, mas faz parte do seu patrimônio — só é possível ao registrar a sua marca.

Como registrar uma marca

O primeiro passo para quem quer fazer o registro de uma marca é pesquisar se ela está em uso — ou seja, verificar se alguma outra empresa já possui seu registro. Caso o nome ainda não esteja registrado, você poderá solicitar o registro junto ao INPI, pessoalmente ou pela internet.

Após fazer isso, você precisará esperar mais ou menos 2 anos pela concessão do registro. Ao ser obtido, ele valerá por 10 anos.

Mas essas são apenas algumas considerações sobre esse amplo assunto, que trato mais a fundo no post Entenda como fazer o registro de marca da sua nova empresa. Não deixe de ler, pois nele preparei uma explicação detalhada sobre a importância de fazer o registro de marca e um passo a passo para fazê-la.

Como sei que vida de empresário é sempre corrida, vou te deixar com uma última observação: se após o registro de marca de sua empresa, alguém usá-la sem autorização, isso será considerado crime. Nesse caso, você terá direito a pedir indenizações por lucros cessantes e por perdas e danos, entre outras providências legais a serem tomadas.

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Tecnologia

Top 7 aplicativos para gestão de empresas

A gestão de empresas é uma missão que envolve esforço pessoal, inúmeras competências aprimoradas com o tempo, capacidade de foco e, principalmente, organização. Isso mesmo! A habilidade para manter a empresa em ordem é tão importante quanto o talento e a criatividade. Por isso, no post de hoje, darei ótimas dicas sobre aplicativos que vão tornar muito mais fácil a sua vida como gestor.

Já vi muitas empresas perderem excelentes oportunidades de negócio por conta de equipes que não tinham rotina estabelecida de trabalho ou as reuniões sempre improdutivas. As receitas e despesas nunca eram registradas da maneira correta e documentos importantes eram perdidos o tempo todo, por pura falta de método. Não tem sentido deixar isso acontecer com a sua empresa hoje em dia, quando há tantas ferramentas úteis e gratuitas à disposição! Vamos a elas!

Descomplicando a gestão de empresas

Hootsuite

Que tal gerenciar os posts em todas as redes sociais da empresa a partir de uma única plataforma? A “mágica” do Hootsuite é permitir que você escolha o momento certo de disparar cada publicação no Facebook, Twitter, Google + ou Linkedin, por exemplo. Além do agendamento, a ferramenta fornece uma série de estatísticas úteis para medir a audiência. Obrigatório para poupar tempo! Disponível para iOS e Android.

Expensify

Viajou e deixou as despesas e receitas do mês sem a devida organização? Fim do problema. O Expensify funciona offlline e possibilita lançamento de dados, digitalização de recibos, importação de registros bancários e outras funcionalidades, onde quer que você esteja. E tudo isso pode ser integrado ao Dropbox ou ao Evernote, entre outras opções. Disponível para iOS, Android e Windows Phone.

Pai

Com esse nome sugestivo, só pode ser uma ajuda e tanto! O “Pai” é uma criação do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário – IBPT – e a ideia é auxiliar o empreendedor a calcular custos, preços para produtos e serviços, despesas com a emissão de notas fiscais, controle de estoque e fluxo de caixa. Indicado para empresas nascentes e mesmo para aquelas que já possuem alguns quilômetros rodados!

Go to Meeting

Teleconferência integrada, reuniões planejadas a qualquer momento e onde quer que você esteja, videoconferências com até 25 usuários simultâneos, compartilhamento de documentos durante os encontros… Quer mais? Isso é que é economia de custos! O Go to Meeting não apenas facilita, ele é a verdadeira materialização da interação à distância. Disponível para iOS e Android.

Dropbox

Se você ainda não aderiu à tecnologia em nuvem, o que está esperando? Esta é uma das soluções mais revolucionárias dos últimos anos, em termos de armazenamento e compartilhamento de informações.

A versão paga é bem mais completa, mas mesmo a opção gratuita pode fazer maravilhas pelos arquivos da sua empresa, garantindo que nada venha a se perder ou ser vítima de vírus e afins. Disponível para iOS, Android e desktop.

Gestão Plus

Este software de gestão vai te ajudar a poupar tempo e dinheiro, facilitando a organização de informações fiscais e contábeis, além dos dados relativos aos clientes e às vendas, cadastro de produtos etc.

Seja qual for o seu negócio, o Gestão Plus é uma ótima solução para aprimorar o desempenho e gerar resultados melhores. Gratuito para testar. Disponível para iOS, Android e desktop.

Clique Pet Shop

A última dica de hoje é especial para profissionalizar a gestão de empresas no segmento pet. O Clique Pet Shop oferece armazenamento seguro de dados, backup automático, organização completa do banco de dados com direito a histórico de atendimento e até mesmo uma área dedicada ao cliente, com informações online atualizadas. Tudo isso acessível em tablets, smartphones e computadores. Gratuito para testar. Disponível para iOS, Android e desktop.

E então, gostou da lista de aplicativos para aumentar a produtividade e a organização do negócio?

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Tecnologia

Vale a pena investir numa solução de ERP online?

A rotina de um gestor de negócios não é fácil. Se ele tivesse apenas que lidar com as suas rotinas internas, certamente teria um alívio um pouco maior, é claro — embora essas tarefas demandem tempo e requeiram profissionalismo e seriedade. Acontece que, infelizmente, existem também uma série de processos externos, principalmente ligados aos órgãos governamentais, como o Fisco. No Brasil, o empresariado enfrenta a loucura de ter que destinar aproximadamente 110 dias só para organizar a gestão tributária.

Para organizar todos esses processos internos e externos e se manter no pário com a concorrência, não tem mais como fugir: a automação é a única saída! Até mesmo pequenos negócios, como quiosques de rua, contam com esse tipo de solução. Hoje, resolvi falar sobre uma dos mais importantes sistemas que podem ser adquiridos para organizar esses processos: O ERP online — uma ferramenta simples e que pode ajudar muito o seu negócio!

Afinal, o que é o ERP?

O ERP é um sistema que permite a automação de todos os processo internos e externos da organização. Com ele, você pode integrar as informações difundidas pela empresa, criando uma coesão entre todos os departamentos.

Quer um exemplo prático? É o caso dos estoques, das finanças, das vendas e do marketing, setores em que as informações precisam ser integradas para garantir o dinamismo do negócio. A equipe de vendas, por exemplo, precisa comunicar as baixas para os estoques e os resultados para o marketing, que deve planejar as suas ações de acordo com os resultados da empresa. As finanças, por outro lado, precisam de todos esses dados imediatamente, já que é nesse setor que fazemos o planejamento dos gastos.

Hoje, o ERP possui integração direta com a internet, fornecendo uma série de benefícios para o gestor. Vamos conferir logo abaixo!

Os principais benefícios do ERP Online

Integração direta com o fisco

Hoje, o Fisco já é integrado à internet e usa uma série de sistemas avançados, como o SPED Contábil, por exemplo. Acontece que, para que a empresa realmente aproveite desse tipo de comodidade e agilidade, ela precisa de um sistema interno integrado ao Fisco — e um ERP online pode garantir esse tipo de integração.

Controle full time

Muitas vezes, o gestor enfrenta problemas para conseguir as informações quando mais precisa. Ele pode estar em uma reunião de negócios, por exemplo, ou até precisar de dados de equipes que estejam em campo. Outro grande benefício de contar com um ERP Online é o fato de que o empreendedor garante que todas essas informações sejam atualizadas e coletadas de qualquer lugar e a qualquer hora.

Mobilidade para todos

Por fim, como você já deve ter percebido no nosso último tópico, a mobilidade conquistada por conta desse tipo de ferramenta é inigualável. É a melhor alternativa para as empresas que necessitam atuar com equipe em campo, onde as informações são geradas externamente e precisam ser coletadas em tempo real, para uma tomada de decisão mais ágil.

Integração dos setores

Por fim, o grande diferencial de um ERP online é a integração de todos os departamentos da empresa. As informações transitam e são atualizadas com muito mais facilidade, o que é excelente para o negócio. Com isso, você evita os erros humanos, o uso de planilhas fixas e uma série de outras tarefas que tomam mais tempo do que resolvem os problemas de gestão. Essa pode ser, portanto, a ferramenta que está faltando no seu negócio!

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Empreendedorismo

Por que a sua empresa precisa ter uma boa gestão da qualidade?

Hoje eu vim falar sobre como a gestão da qualidade tem sido um assunto tratado com muita importância pela maioria das empresas, inclusive aquelas pequenas e médias, que estão dando seus primeiros passos no universo do empreendedorismo.

É verdade que a exigência do mercado vem aumentando. Os clientes estão buscando não só uma maior qualidade, mas também características que satisfaçam suas expectativas e necessidades. Por isso, quem não se adéqua pode estar perdendo oportunidades não de venda, divulgação e crescimento.

Portanto, no post de hoje eu vou explicar um pouco mais sobre gestão da qualidade para que você entenda como ela pode ajudar o seu negócio.

O que é gestão da qualidade?

A gestão da qualidade compreende qualquer atividade que tenha o objetivo de dirigir e controlar uma organização. O sentido é trazer melhorias para produtos ou serviços, sempre buscando garantir a completa satisfação das necessidades dos clientes — seja em relação ao que está sendo oferecido ou à superação de suas expectativas.

Essa gestão é feita através de processos contidos no sistema de gestão da qualidade (SGQ), que abrangem e suportam toda a estratégia da organização, contribuindo para a melhoria contínua.

Estágios da gestão da qualidade

A gestão da qualidade é composta por alguns estágios, tanto para empresas que oferecem produtos quanto para as de serviço. São eles: análises e melhorias de processos, organização, eliminação de improvisos, planejamento, controle, implementações e educação continuada.

Certificação ISO 9001

A Certificação ISO 9001 é uma grande referência de implementação dessas estratégias e normas. As organizações certificadas pela ISO (International Organization for Standardization) se tornam reconhecidas pela competência no que oferecem, atendendo requisitos de qualidade internacionais.

Essa norma guia a empresa a realizar um trabalho focado no gerenciamento por processos. Isso é feito através de aprimoramento por meio de monitoramentos dos objetivos e indicadores, possibilitando aos gestores as melhores tomadas de decisões, além de facilitar possíveis ações de correção e prevenção. O ISO 9001 foca também na melhoria e aperfeiçoamento constantes e na satisfação dos clientes.

Quais são os benefícios?

Os ganhos com a implantação de uma boa gestão da qualidade afetam os mais diversos setores do negócio, desde a redução dos custos operacionais — uma vez que se eleva a eficiência, diminuindo os gastos — até o aumento da satisfação e fidelização de clientes — por garantir (ou até superar) as expectativas.

Os colaboradores passam a trabalhar com mais eficiência e entendimento das suas atividades, mais motivados e com melhor desempenho. Aumenta também a transferência de conhecimento entre os membros da organização, pelo fato de todos os funcionários e gestores priorizarem a excelência.

Para que o nível de comprometimento da organização seja alto e os objetivos sejam atingidos, é preciso que todos estejam engajados na causa e que haja um forte apoio dos líderes e da alta direção.

Investir na implementação da gestão da qualidade na sua empresa possibilita o aumento da produtividade, eleva a economia de recursos, diminui as chances de retrabalho e, principalmente, ajuda a empresa a oferecer o melhor produto para o seu cliente. Sem contar com o aumento da sua competitividade e visibilidade no mercado!

Espero que esse conteúdo tenha te ajudado! Quer ficar sempre por dentro das novidades aqui do blog? Curta nossa página do Facebook para receber as informações que eu compartilho por lá!

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