#ClicoResponde

Como fazer a gestão do primeiro ano da sua empresa

 

1. Introdução
2. O que fazer no primeiro ano de atuação

2.1 Finanças e contabilidade

2.2 Marketing

2.3 Vendas

2.4 TI

2.5 Fornecedores

2.6 Networking

3. Conclusão

Não é fácil abrir uma empresa, especialmente no Brasil. A princípio, precisamos pensar no conceito do negócio, no estudo de mercado, no teste das principais ideias, nos produtos e serviços etc.

Depois, vêm as questões burocráticas: guias, impostos, alvarás e por aí vai. E ainda tem a viabilização financeira! Resumo da ópera: não conseguimos abrir uma empresa da noite para o dia. É demorado, trabalhoso e bastante burocrático.

Então, depois que finalmente você testou as melhores ideias, escolheu o melhor modelo de negócio, levantou recursos e resolveu as questões burocráticas, é hora de descansar um pouco, certo? Errado! Dados do SEBRAE mostram que 30% das empresas têm que fechar as portas logo no primeiro ano de vida, então agora é hora de ter atenção!

Existem várias razões para que os negócios sejam tão frágeis no primeiro ano de vida. Passamos pela necessidade de criar uma clientela e nos estabelecermos no mercado, por uma situação financeira geralmente deficitária e pela nossa falta de experiência — e a dos funcionários.

Mas não é para desanimar! Esses dados não estão dizendo que sua empresa está fadada ao fracasso no primeiro ano. Muito pelo contrário: estão mostrando que para fazer sucesso, especialmente no começo, precisamos de muito trabalho e dedicação. Para ajudar você nessa empreitada, separei algumas dicas que vão auxiliar muito nos primeiros passos do seu negócio. As dicas estão separadas pelas principais áreas de um negócio e, se você segui-las, aumentará bastante as chances de sucesso da sua empresa no primeiro ano de atuação.

O que fazer no primeiro ano de atuaçãogestão

Finanças e contabilidade

A maioria das empresas ainda é deficitária no primeiro ano de vida, situação que geralmente vai se prolongar por mais algum tempo. Isso acontece porque necessitamos de um grande aporte de recursos iniciais para questões como compra de equipamentos, contratação de funcionários, treinamento, pagamento da luva, pagamento de uma eventual franquia e estoque. Não é necessariamente um problema, já que grande parte dos negócios de sucesso começam em uma situação de dívidas, mas isso exige cuidado redobrado com a saúde financeira da empresa.

O ideal, caso seja viável, é ter uma pessoa exclusivamente responsável pelo exame minucioso das contas da empresa. Essa pessoa deve fazer o fluxo de caixa, as projeções financeiras e elaborar relatórios cuidadosos sobre a atual situação financeira do negócio e como ela vai se encaminhar no curto, médio e longo prazo. Para as questões tributárias e demandas ligadas à tributação e cumprimento tributário legal, recomendo inclusive a contratação de um contador.

Uma dica fundamental, principalmente para as empresas familiares de pequeno porte, é não misturar as finanças pessoais com as do negócio. O ideal é definir um pró-labore para você e seus sócios e evitar a todo custo retiradas extras do caixa, que podem atrapalhar o fluxo de caixa e confundir as projeções.

Falei sobre a necessidade de um negócio precisar de financiamento em seus primeiros passos, mas as dívidas devem ser contraídas com muita parcimônia. Estude as melhores taxas de juros e só realize um empréstimo se o investimento justificar esse endividamento.

Uma empresa nova deve também ser enxuta. Corte os custos desnecessários e tente ser o mais produtivo possível. Estude os processos, evite o retrabalho e elimine gastos supérfluos.

Marketing

É comum entre os pequenos empreendedores a ideia de que o marketing é um assunto para as grandes empresas. Com tantas necessidades, especialmente nos primeiros anos de vida, o marketing acaba sendo deixado para segundo plano ou sendo feito sem planejamento, de maneira simplória. Pois saiba que ele é um dos pilares de qualquer negócio e não deve ser visto como um gasto supérfluo. Até porque existem soluções bastante eficientes com baixo custo.

O primeiro passo é entender quem são os seus clientes, por qual motivo compram da sua empresa, onde eles estão e qual é a melhor forma de atingi-los. Dessa maneira, você saberá onde encontrar novos leads (potenciais clientes) e direcionar uma estratégia de marketing para esse público.

É fundamental entender a jornada do cliente, os passos que levam um potencial cliente a se tornar alguém que efetivamente compra da sua empresa. Do momento em que toma conhecimento do seu negócio até a hora em que compra, o cliente passa por diversas fases e você precisa elaborar estratégias para cada uma delas.

As redes sociais também são excelentes soluções para os negócios de menor porte, especialmente no começo de sua existência, quando a verba para marketing ainda é pequena. A grande vantagem das mídias sociais é que, caso não seja possível contratar uma empresa especializada num primeiro momento, você mesmo pode conseguir fazer um trabalho decente de comunicação.

Mas cuidado: usar as redes sociais não é simplesmente postar promoções no Facebook! É preciso se comunicar com os clientes, responder prontamente suas dúvidas e problemas, além de criar estratégias que atinjam efetivamente o seu público-alvo e criem uma presença on-line forte para sua empresa.

Vendas

gestão

Para uma empresa crescer saudável e sobreviver ao seu primeiro ano é essencial ter um setor de vendas bem estruturado e eficiente. Ele é a alma da empresa, porque é a ligação com os clientes e o canal por onde vão entrar os recursos financeiros para que o negócio cresça. Por isso, as vendas não podem ser um tiro no escuro. Elas devem vir acompanhadas de um planejamento cuidadoso e de acordo com a capacidade da empresa de atender as demandas dos clientes.

Primeiramente, é preciso compreender quais são as especificidades do seu negócio. É um e-commerce? Possui um ponto de venda em um shopping? Depende de visitas dos vendedores para os clientes? Entender quais são as características únicas do nosso negócio permite que consigamos desenvolver boas estratégias de vendas.

Falei ali em cima sobre planejamento cuidadoso e, para ele realmente ser eficiente, as métricas são muito importantes. Elas são dezenas, mas acho importante que você conheça as duas principais.

Taxa de conversão

É o número de potenciais clientes (também chamados de leads) que você precisa atrair para realizar uma venda. Você consegue obter este número dividindo o número de leads — pessoas que entraram em contato ou que sua empresa abordou de alguma forma — e dividir pelo número de clientes propriamente ditos. Com a taxa de conversão você vai saber com boa precisão quantas pessoas precisará abordar para fechar a sua meta de vendas.

Custo de aquisição por cliente

É o quanto a sua empresa gasta para atrair um novo comprador. Você obtém esse número dividindo todos os custos do setor de vendas e de marketing em um determinado período pelo número de pessoas que compraram. Quanto menor o custo de vendas, melhor, porque você pode investir em atingir um número maior de pessoas com os mesmos recursos.

Adquirir leads e transformá-los em clientes é fundamental, mas ainda mais importante (e difícil!) é torná-los fieis. Um cliente fiel é o ideal, porque, além de comprar novamente os seus produtos e serviços, ele ainda vai indicar para os amigos. Para fidelizar seus clientes você precisa fornecer o melhor atendimento possível e criar estratégias para encorajar novas compras, como programas de fidelidade e desconto para os clientes leais.

Outra coisa para você ficar atento: não se esqueça da concorrência! Conhecer o mercado e quem está competindo com a nossa empresa é essencial para estabelecer os nossos diferenciais. Você precisa criar um atrativo único, que faça com que as pessoas queiram comprar da sua empresa e não dos seus concorrentes.

TI

Para uma empresa ter sucesso não dá pra ficar atrás na tecnologia. Seu bom uso torna a empresa mais produtiva, permitindo cortar custos, centralizar processos e aumentar a eficiência. Por isso, a TI não pode ficar em segundo plano. Você vai precisar investir nessa área e, se possível, estruturar um setor responsável por questões tecnológicas.

Hoje, existem várias ferramentas que permitem centralizar todos os controles (fluxo de caixa, relatório de vendas, etc) em um único lugar. Esse software pode ainda integrar praticamente todos os processos da empresa em um único lugar, o que torna o trabalho menos propício a erros humanos e evita o chamado retrabalho, que é quando uma mesma tarefa é realizada várias vezes. Esses são os softwares de gestão, também chamados de sistemas ERP.

Mas temos que saber exatamente qual é a melhor solução de sistema para nossa empresa! É preciso pesquisar e entender quais são as melhores opções, pois esse será um investimento muito importante no primeiro ano de vida do seu negócio. A compra de um software desse tipo geralmente é um investimento alto, por isso pode ser uma opção melhor a assinatura de um serviço mensal, por exemplo, que ainda possa oferecer mais opções quando o negócio começar a crescer.

Uma questão extremamente importante, mas que é muito negligenciada por empreendedores de primeira viagem, é a segurança. Você não precisa esperar algo dar problema para aprender essa lição! Invista em backup e segurança dos dados, de preferência por meio de uma empresa especializada em TI, que possa fornecer as melhores soluções para um negócio com as características do seu.

Outra tendência que cresceu muito nos últimos anos é o uso da nuvem. Cada vez mais empresas vêm oferecendo sistemas que rodam remotamente e isso é muito bom para nós, empreendedores. Primeiro porque traz agilidade e mobilidade, já que geralmente o aplicativo pode ser acessado de qualquer computador ou até mesmo de dispositivos móveis. Em segundo lugar, nós não precisamos investir em hardware pesado, já que os softwares passam a rodar nos servidores de alta tecnologia das empresas contratadas. Isso torna tudo mais barato e eficiente.

Fornecedoresgestão

Temos que tratar nossos fornecedores quase como se fossem sócios da empresa. A parceria com eles é muito importante, por isso você precisa ser muito criterioso na sua escolha, principalmente no primeiro ano do negócio. Ter bons fornecedores é a garantia de que o essencial para o funcionamento da empresa estará sempre em dia.

Pesquise muito! Faça uma análise criteriosa dos principais fornecedores do seu mercado e não foque apenas nos preços mais baratos. Conheça a história da empresa, seus números e o tipo de serviço que oferecem. Se possível, converse com empresas que trabalhem atualmente com os seus potenciais fornecedores e procure entender quais são as melhores opções para o seu negócio.

Uma vez escolhidos os fornecedores, também é muito importante saber como estabelecer uma relação de longo prazo, na base da confiança. Lembre-se sempre de que uma boa parceria é aquela que é benéfica para os dois lados, por isso tente sempre entender as necessidades do seu fornecedor, mesmo quando elas são referentes a aumento nos preços. Um fornecedor satisfeito em trabalhar com a sua empresa vai estar disposto a ajudar a resolver os seus problemas.

Networking

Por último, mas não menos importante, o networking! Especialmente no primeiro ano de vida, você precisa fazer com que a empresa seja vista e, para isso, não basta o marketing. Você, como empreendedor e representante do seu próprio negócio, precisa fazer com que as pessoas saibam em que ramo atua e para quais serviços podem contratá-lo.

A primeira porta são os amigos e conhecidos. Mesmo aqueles que não sejam potenciais clientes podem eventualmente conhecer pessoas que necessitarão da sua empresa, por isso converse muito com eles, apresente sua empresa e explique o que faz. Outra entrada muito importante é com antigos parceiros, principalmente se você trabalhou anteriormente em uma empresa no mesmo ramo de atuação da sua.

Sempre frequente círculos sociais em que possam existir potenciais clientes para sua empresa. Esses círculos podem ser eventos públicos, workshops, conferências e exposições de fornecedores. As pessoas que fazem parte da sua rede de contatos vão lhe fornecer novos clientes e podem oferecer as soluções para os problemas que a sua empresa vai enfrentar no primeiro ano de vida.

Conclusão

Ser um empreendedor dá muito trabalho e o primeiro ano de atuação da empresa pede ainda mais dedicação, esforço e cuidado. É como um filho, que exige muito mais dos pais nos primeiros anos de vida, quando ainda é um ser humano muito frágil. Porém, depois de algumas noites mal dormidas, ele aprende a andar com as próprias pernas e a se tornar mais independente. Assim também é uma empresa: com perseverança e disciplina, ela vai crescer e trazer muitas recompensas.

Para ter sucesso no primeiro ano é preciso constante análise e mudanças nos rumos. É muito mais fácil para uma empresa com vários anos de existência traçar comparações no longo prazo e saber como está caminhando. Para um negócio jovem, é preciso vigilância constante, para que nada passe desapercebido e estratégias possam ser corrigidas a tempo. Também por isso, nossas análises precisam ser muito mais criteriosas e precisas!

No primeiro ano de existência da empresa serão estabelecidas as bases para o futuro; por isso, você deve investir em criar essa estrutura com muito cuidado e dedicação. Ser empreendedor realmente dá muito trabalho, mas também traz recompensas incríveis!

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Empreendedorismo

Pet shops: 5 dicas simples para otimizar a gestão de sua empresa!

Otimizar a gestão do pet shop é o próximo grande desafio que os empresários desse segmento terão que enfrentar. Penso isso, pois todas as áreas que passam por um crescimento acelerado, acabam atraindo muitos empreendedores e acirrando a disputa por clientes no mercado. E isso é o que está acontecendo com o segmento de pets.

Pesquisei alguns dados junto à Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet). Eles mostram que de 2010 a 2015, o mercado de pet na América Latina cresceu 40%, com uma média incrível de 8% ao ano. Já no Brasil, o mercado cresceu 7,6% em 2015, e em 2016 espera-se um crescimento de 6,7%.

Ou seja, em breve, o mercado entrará num momento em que a quantidade de empresários oferecendo produtos será mais que o suficiente para atender as necessidades e demandas dos consumidores.

A questão é: como preparar o pet shop para este momento e consolidar a sua atuação, antes que a disputa por clientes se torne mais acirrada? A minha resposta: “Otimizando a gestão, sem complicá-la ou torná-la complexa demais”.

Por isso, vou compartilhar com vocês as minhas 6 dicas para tirar essa otimização da gestão do pet shop do papel. Leia e depois me conte o que acha ou quais outras dicas poderiam ser dadas, ok?

Invista em estratégias de marketing local

Marketing local é aquele que estabelece um território de atuação onde sua empresa possui mais facilidade para vender e fidelizar clientes. Depois disso, ele elabora estratégias para impactar de diversas formas o público que está dentro daquele raio de atuação.

Existem dois tipos de ações que combinam muito bem com essa estratégia:

Marketing Digital

O Google Adwords e o Facebook Ads permitem que você crie anúncios segmentados para pessoas que estão dentro da área geográfica estabelecida em seu planejamento. Isso quer dizer que você poderá entregar os anúncios apenas para quem estiver pesquisando no Google, assistindo vídeos no Youtube ou navegando pelo Facebook e que estiverem num raio de 10 quilômetros de seu pet shop, por exemplo. Isso mas aumenta as chances de divulgar e ter sucesso com promoções e outras informações sobre seu pet shop.

Anúncios impressos

Quais são as chances de uma pessoa que mora a 30 km de seu pet shop comprar de você? E daquela que mora a 1 km? Ao panfletar as casas, é importante criar focos maiores de panfletagem. Por exemplo, todas as casas que estão a até 3 km receberão um cupom de desconto para banho e tosa ou uma promoção para a compra de saco de ração com desconto, ao menos 1 vez por mês. Dessa forma, você facilitará que as pessoas experimentem os seus serviços e passem a comprar de você com mais frequência.

Estabeleça parcerias

Essa dica nasceu quando eu estava comendo pizza. Na caixa de entrega, a pizzaria colocou várias propagandas e, sinceramente, eu nunca tinha reparado nelas. Até que o dia em que precisei telefonar para o pet shop onde sempre compramos ração e minha esposa comentou que o número do telefone estava na caixa da pizza que eu tinha acabado de colocar no lixo. Claro que ela é mais observadora que eu!

A dica, no entanto, é estabelecer parcerias que sejam mais eficientes. Por exemplo, a pizzaria tem a facilidade de “entrar na casa das pessoas” com seus produtos, logo, enviar um ímã de geladeira com os dados de seu pet shop seria uma forma mais interessante que colocar um anúncio na caixa de pizza. Por outro lado, a estratégia do cupom de desconto, poderia ser usada nos salões de cabeleireiro ou nas padarias de seu campo de atuação, para reforçar as estratégias de marketing local.

Ao estabelecer uma parceria o pet shop deve pensar na maneira como ela será vantajosa tanto para ele, quanto para os comércios que aceitaram a parceria.

Conte com o apoio de especialistas

Existem alguns institutos como a Endevor ou o SEBRAE que oferecem apoio gratuito para pequenos empresários. Eles podem ajudar a criar um plano de inovação, melhorar suas estratégias de marketing, aperfeiçoar a gestão de fluxo de caixa e controle de estoque, entre outras áreas.

Além deles, é possível contratar empresas que se especializaram em executar campanhas marketing, fazer a contabilidade de seu pet shop e apoiar a gestão financeira dele, além de outros serviços terceirizados.

A dica é: utilize esses serviços de apoio ao empresário, como os do SEBRAE, para validar e aprimorar seus planos estratégicos. Depois, sempre que possível, contrate serviços terceirizados para executar tarefas que poderiam tomar grande parte de seu tempo.

A dica extra é: sempre pensar que a estratégia é sua e que ambos os tipos de serviços devem servir de apoio para melhorá-la, mas não de desculpa quando algo der errado.

Centralize os dados da empresa

Adotar um sistema que facilite o cadastro de clientes e seus animais de estimação, o agendamento de serviços, como o banho e tosa, e a administração de contas a pagar e a receber é a minha 4ª dica.

No pet shop, onde compro ração é notória a falta que este sistema faz. Sempre que o proprietário está, ele me chama pelo nome, pergunta pela saúde de meus cachorros, oferece desconto e, algumas vezes, dá até brinde. Já quando estão apenas os funcionários, minha relação se baseia em um processo básico de vendas: entrar, comprar e pagar. Isso porque eles nunca conseguiram guardar os meus dados em sua memória, afinal, vou apenas uma vez por mês no pet shop.

Com um bom sistema, essa dificuldade estaria superada, bastaria eles consultarem dados básicos, como meu nome ou o nome de meu pet e já teriam todas as informações disponíveis, podendo criar um atendimento diferenciado do que eu receberia se fosse em um outro pet shop.

Pense na sua mobilidade

A última dica é adotar um sistema de gestão que além de centralizar as informações, permita consultar os dados de sua empresa a partir de qualquer dispositivo com internet.

Isso porque quando se tem um pequeno pet shop, é fácil lembrar os preços cobrados pelos fornecedores no mês anterior ou a quantidade de produtos em estoque. Contudo, ao crescer a quantidade de seus clientes, você precisará usar mais sua cabeça para definir estratégias que para armazenar dados.

Logo, poder consultar os dados de estoque, fluxo de caixa e até de clientes, a qualquer hora e lugar, pode te dar uma vantagem e evitar que você faça compras erradas ou que se equivoque na hora de falar com o dono de algum pet.

A nova competição entre pet shops será travada pela atenção e fidelização de clientes, bem como pela administração interna mais eficiente. Ao usar as dicas que dei, certamente você estará mais preparado!

Se ficar na dúvida sobre se aplicar uma das dicas, contratar um novo sistema ou investir numa estratégia de marketing será vantajoso para seu pet shop, recomendo que use a técnica do Pay Back, para acabar com ela. Já falei sobre ela aqui no blog, basta conferir e usar! Até a próxima!

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Empreendedorismo

Tudo que você precisa para ter um crescimento empresarial saudável

Sustentabilidade. Essa palavra, que por muito tempo era moda nas conversas sobre meio ambiente, passou a ser usada com frequência no meio empresarial. “Empresas sustentáveis”, você já deve ter ouvido essa expressão, certo? Mas o que significa? A ideia é simples. Estamos falando de empresas saudáveis, que conseguem “sustentar” o seu crescimento no longo prazo, com estabilidade relativamente grande.

Muito não sabem, mas ter uma empresa sustentável, em grande parte dos casos, é ainda mais importante do que uma empresa em crescimento. Isso porque, se não sustentar a sua nova estrutura, é possível que toda a empresa venha a ruir.

Em outras palavras, é preciso garantir, a todo custo, que a sua empresa seja verdadeiramente saudável e não esteja simplesmente usando truques para conseguir o crescimento empresarial. Como fazer isso? Neste post, eu explico algumas dicas. Confira!

O controle dos fluxos de caixa é indispensável

Os fluxos de caixa, sem dúvida, merecem total atenção. Afinal, é impossível saber se a sua empresa está crescendo em um ritmo sustentável se você não consegue confrontar os rendimentos do negócio e as despesas, certo? Por isso, é fundamental estudar bastante tudo o que for possível sobre finanças e contabilidade, além de contar com profissionais experientes dessas áreas, é claro.

Além disso, para controlar os fluxos de caixa de maneira produtiva, é indispensável apostar na automação, assunto do qual falarei no próximo tópico!

A automação é o segredo para o sucesso

Finanças, contabilidade, estoques. Enfim, processos em geral. Toda empresa precisa realizar uma série de atividades para funcionar, das mais simples às mais complexas. Quando o encadeamento dessas atividades flui de maneira natural, sem gargalos, é sinal de que a empresa está dando os primeiros passos para um crescimento saudável. Como fazer isso? Com a automação de todos os processos, é claro!

Hoje em dia, é indispensável contar com um software de gestão empresarial no seu negócio. Dessa forma, além de dinamizar todos os processos internos do negócio, você garante um monitoramento muito mais efetivo das atividades.

Software de gestão de clientes é o futuro

A disputa pela clientela é cada vez mais acirrada. As empresas fazem de tudo para conseguir um bom share de mercado. No entanto, são poucas as empresas que crescem de maneira saudável e, no longo prazo, acabam prejudicando o atendimento — o que pode levá-la à ruína.

Por isso, é fundamental realizar uma boa gestão de clientes. Assim como no caso da automação de processos, hoje em dia, muitas empresas já apostam nos softwares de gestão empresarial para monitorar todos os passos do cliente. Assim, é possível garantir um atendimento personalizado, independentemente do número de consumidores atendidos, pois as informações são retidas em um banco de dados.

O marketing nunca foi tão importante

Por fim, a última dica que passo é o foco no marketing. Se a sua empresa não investe nessa área, certamente vai perder uma série de oportunidades de crescimento. É claro que, para o micro ou pequeno gestor, nem sempre é possível elaborar estratégias elaboradas para promover a empresa, mas, com a popularização da internet — hoje, 50% dos lares já possuem acesso à rede —, uma série de portas se abriu.

Estratégias de marketing digital, como as mídias sociais, o marketing de conteúdo, o e-mail marketing, os links patrocinados, entre outras, são oportunidades de ouro para quem pretende investir, mas não tem um orçamento volumoso para a área!

Gostou das nossas dicas? Para você, qual é o maior diferencial para o crescimento empresarial? Deixe a sua opinião nos comentários! Aproveite para conhecer também algumas dicas de como montar um plano de metas para a sua empresa!

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Empreendedorismo

Como vender bem até em tempos de crise?

Crise, crise, crise. Essa é a palavra do momento, repetida diariamente nos jornais, nas mídias sociais e, até mesmo, em uma despretensiosa conversa entre familiares. Você, assim como eu, já deve estar até cansado de tanto pessimismo, não é verdade? Então é chegado o momento de respirar e encarar o problema de frente! Nunca o seu posicionamento foi tão importante.

Para começar, seu foco deve ser superar um dos maiores obstáculos atuais, que é a desaceleração do ritmo das vendas. A crise muda os ânimos do consumidor, que coloca o pé no freio e calcula cada gasto feito. Por isso, é importante que você crie os estímulos necessários para que ele mantenha firme os negócios com você. Confira, a seguir, as minhas dicas sobre como vender mais mesmo em tempos de crise!

O atendimento sempre foi um diferencial

Para começar, vamos ao básico. Mesmo antes da crise econômica, o cliente já estava passando por um claro processo de mudança de comportamento. Mais exigente e consciente dos seus direitos, ele busca por empresas mais preparadas, que realmente se preocupam com as suas necessidades.

Prova disso é uma pesquisa recente da revista Pequenas Empresas, Grandes Negócios, que chegou à conclusão de que, para o cliente, o atendimento é mais importante, inclusive, do que o preço – mais de 60% dos entrevistados manifestaram essa preferência.

O primeiro passo para resolver o problema, portanto, é a capacitação dos profissionais. Nunca foi tão importante oferecer treinamentos, ensinar técnicas de vendas e transmitir valores como a cortesia e o relacionamento de longo prazo.

O marketing nunca foi tão importante

Pode parecer contraditório, não é verdade? Gastar mais para vender mais? Bom, acontece que o marketing não é um custo, mas um investimento! Sempre digo isso, mas vou repetir: o marketing é fundamental para o crescimento de qualquer negócio!

É claro que muitas empresas não possuem o capital necessário para apostar nas estratégias tradicionais de marketing, mas, hoje, o marketing digital abriu as portas para novas possibilidades.

Links patrocinados, mídias sociais, marketing de conteúdo. Enfim, qualquer empresa pode investir nesse tipo de ação, basta haver um planejamento e monitorar sempre os resultados.

A tecnologia é a sua aliada

Você sabe o que é um software de gestão de clientes? Pois bem. Hoje, esse tipo de ferramenta pode ajudar muito os seus vendedores a acompanhar cada passo dado pelos consumidores. É possível controlar contatos, negociações e o relacionamento de uma forma geral, o que amplia muito a produtividade e a assertividade durante a abordagem de vendas.

Sei que muitos gestores enfrentam problemas para implementar novas tecnologias. Alguns, após anos de mercado, possuem a sua própria maneira para lidar com o cliente. Acontece que a crise, infelizmente, vai diferenciar os empreendedores profissionais dos amadores!

As promoções são um grande estímulo

Promoções sempre foram uma estratégia, principalmente para o varejo, mas a atenção especial deve ser nas datas comemorativas. Eu, por exemplo, adoro andar pelo shopping procurando as melhores condições durante essas ocasiões – embora, é claro, jamais frequente empresas com péssima reputação, principalmente no atendimento.

Muitas empresas renomadas, inclusive, já estão trabalhando as suas promoções para não deixar a peteca cair. Algumas oferecem condições especiais para seguidores das redes sociais, outras preferem o bom e velho cartão de fidelidade, ótimas estratégias de como vender mais. O mais importante é conhecer o seu público e sempre estimular as vendas!

Gostou do meu post? Quer acompanhar mais dicas como essa? Então curta nossa página no Facebook!

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Comunicação

Marketing promocional: 5 ações excelentes para pequenas empresas

Hoje em dia, todo mundo sabe o valor de um bom planejamento de marketing para o sucesso de uma empresa durar. No entanto, muitos empreendedores ainda me trazem a mesma dúvida: “Clico, o que eu posso fazer para ter um bom efeito a curto prazo?” A resposta é simples: faça marketing promocional!

Acompanhe minhas dicas de hoje e saiba mais sobre o assunto:

O que envolve o marketing promocional

Antes de mais nada, um breve contexto nessa forma de divulgação faz bem, já que são tantos termos usados atualmente (marketing de conteúdo, de defensores etc.) que é muito fácil se confundir.

O marketing promocional é um meio mais direto de transmitir os valores de uma marca e tornar produtos conhecidos ao consumidor.

Basicamente, envolve expor a pessoa a certo produto ou serviço para que ela veja suas vantagens e se interesse mais por ele.

Estamos em contato com esse tipo de marketing o tempo todo, e veremos agora 5 ações promocionais que ajudam a vender mais e fidelizar clientes:

Realize ofertas

Algo que aprendi ao longo do tempo é que poucas coisas têm um efeito tão grande sobre um comprador quanto uma boa oferta feita na hora certa. E há muitas formas de fazer isso com eficácia.

Pense em quantas vezes você já comprou no famoso estilo “Pague 1, leve 2” ou escolheu certo restaurante só por causa de uma promoção especial. A lição é clara: ofertas funcionam!

Crie incentivos

Outra maneira de aumentar as vendas e ainda fidelizar os clientes é por meio de incentivos. Mas, como assim?

Programas de fidelidade, onde a pessoa ganha recompensas por comprar sempre no mesmo lugar, são uma espécie de incentivo que funciona para empresas de todos os tipos e tamanhos.

Ofereça brindes

Quem não gosta de brindes? Só quem não os ganha, não é mesmo? O efeito desses pequenos agrados muitas vezes é mais psicológico do que prático, é verdade.

Um brinde faz o cliente se sentir apreciado e cria nele uma vontade de retribuir, normalmente comprando algo.

Apresente produtos diretamente

Sabe quando você chega ao supermercado e vê uma banca de degustação daquele chocolate que acabou de lançar no mercado? Ou quando chega numa feira profissional com estandes espalhados, exibindo produtos novos em funcionamento?

Esses são exemplos de apresentação direta e funcionam muito bem, pois certos clientes não trocam por nada a chance de provar ou ver o produto em ação.

Invista em propaganda

A boa e velha propaganda, seja usando os métodos tradicionais ou digitais, é responsável por movimentar boa parte da economia. Investir em anúncios, apoiar eventos e realizar parcerias são formas de expor a marca de forma favorável para o seu público-alvo.

Dica bônus: não se limite

Não tem porquê escolher entre apenas uma dessas ações. O ideal é misturá-las entre si e acompanhar os resultados. O principal a lembrar é que com o planejamento certo, todas elas trarão ótimo retorno sobre seu investimento.

Percebe como o marketing promocional é algo extremamente comum, com o qual eu e você temos contato todos os dias? Você também sabe que esse método é muito eficiente e pode dar aquela guinada nas vendas que tanto deseja. Então não tem segredo, siga essas dicas e os resultados virão!

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Comunicação

Quais ferramentas de marketing adotar em uma pequena empresa?

Quem disse que empresas pequenas não podem aproveitar boas estratégias de marketing? Para isso, basta usar boas ferramentas de marketing. Graças à evolução dos recursos tecnológicos que temos disponíveis hoje em dia, você consegue obter resultados equivalentes aos de uma empresa grande sem contar com tanto investimento assim.

Ao usar estes recursos no seu dia a dia, você vai garantir um marketing de qualidade para o seu negócio sem precisar sacrificar muito tempo e dinheiro. Isso é particularmente valioso para empresas pequenas, que querem crescer, mas não contam com um orçamento alto.

Nesse post, vou te mostrar quais ferramentas de marketing adotar em uma pequena empresa:

1. Scup

Toda empresa precisa saber o que está sendo falado sobre ela. Graças às facilidades do meio digital, é possível monitorar estas menções nas redes sociais e em demais sites da web com facilidade. A partir daí, você consegue obter um diagnóstico da imagem do seu negócio perante o público e fazer os ajustes necessários. O Scup é uma ferramenta completa que faz essa análise a partir dos termos desejados e gera relatórios aprofundados.

2. Buffer

Manter as redes sociais da sua empresa frequentemente atualizadas é algo que pode tomar mais do seu tempo do que você gostaria. É para resolver este problema que surgiu o Buffer: nele, você consegue criar uma fila de posts para serem distribuídos no Facebook, Twitter e outras plataformas e a ferramenta se encarrega de agendar tudo nos horários que você preferir. O Buffer também possui aplicativos para smartphone e tablet, o que permite um monitoramento do seu conteúdo até quando você está longe do computador.

3. Google Drive

Este serviço do Google, oferecido a empresas através de um pacote chamado Google Apps, proporciona facilidades a diversas áreas de atuação, mas é particularmente valioso para o marketing. Ele poupa você de ter que gastar com programas de escritório caros, tendo dentro de si a capacidade de criar documentos de textos, planilhas e apresentações de slides. Durante a elaboração de estratégias e constante comunicação com outros departamentos, estas possibilidades são bem recebidas.

4. MailChimp

Uma boa ferramenta de envio de e-mails é essencial para qualquer negócio. Ao usar o MailChimp, você pode montar listas de contatos e gerar newsletters de vários tipos para o seu público. Com o recurso de segmentação do MailChimp, é possível criar conteúdo especializado para grupos específicos, potencializando ainda mais a satisfação dos seus clientes. A página de resultados do MailChimp é atualizada em tempo real conforme a sua audiência interage com os seus e-mails e você consegue acompanhar tudo isso pelo aplicativo móvel.

5. Google Keyword Planner

O Keyword Planner faz parte do pacote Google AdWords, que permite a criação de anúncios do Google. No entanto, mesmo que você não vá anunciar no buscador, é possível realizar pesquisas por palavras-chave relacionadas ao seu negócio e encontrar variações que representem oportunidades valiosas. Ao investir em conteúdo associado a estas palavras estratégicas, você ganha mais visibilidade por aparecer nos resultados de buscas de diversos públicos.

O marketing é uma parte essencial de qualquer empresa, independentemente do tamanho dela. Com o uso inteligente destas ferramentas de marketing, mesmo as menores podem aproveitar chances até então só vistas no contexto das grandes.

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