Desenvolvimento Humano

Contratando e desenvolvendo pessoas em pequenas empresas

As práticas relacionadas ao capital humano passaram a fazer parte do planejamento estratégico de muitas empresas, que identificaram, no potencial de seus profissionais, um grande diferencial competitivo. E é preciso lembrar também que, no Brasil, ainda é possível perceber a falta de investimentos em diversos setores da economia que reforçam a precariedade da infraestrutura e o atraso no uso de novas tecnologias.

Diante desse cenário, a competência e o compromisso tornam-se ainda mais decisivos, já que existe uma forte dependência em relação ao conhecimento e habilidades dos funcionários. Na verdade, em qualquer organização, é fácil perceber a correlação entre a qualidade do capital humano e os resultados obtidos, pois know-how, criatividade e iniciativa são elementos essenciais ao êxito empresarial.

Essa realidade abrange também as pequenas empresas que, apesar das dificuldades, devem atuar diretamente na construção de equipes de alto desempenho. Assim, é fundamental apostar na atração e retenção de talentos, nos programas de desenvolvimento, na elaboração de políticas de remuneração e benefícios e de um plano de carreira. Além disso, ainda é preciso contar com uma liderança eficiente.

Desta forma, as pequenas empresas podem atingir altos índices de motivação, que impactam positivamente na produtividade individual e coletiva.

Nesse post, você vai 09 Continue acompanhando e tenha uma ótima leitura!

Qual a melhor forma de selecionar um funcionário?

Nos últimos anos, os processos de recrutamento e seleção ganharam uma grande importância. Cada vez mais, os gestores reconhecem que essas etapas são essenciais para a formação de equipes eficientes, versáteis e alinhadas a cultura organizacional.

A seleção de colaboradores capacitados e engajados é sempre um desafio, pois há uma série de fatores a serem avaliados que vão muito além do conhecimento técnico. Competências comportamentais e características pessoais completam o perfil do profissional ideal — maturidade, equilíbrio emocional, resiliência, automotivação, persuasão, potencial de liderança e identificação com a empresa, são apenas alguns aspectos importantes.

Desta maneira, a seleção se torna uma tarefa bastante complexa. E para assegurar a qualidade e a assertividade da contratação de funcionários, é adequado seguir algumas recomendações. Veja algumas delas:

Crie uma identidade corporativa

Toda empresa, independentemente do porte, deve criar uma identidade própria, que a diferencie das demais. Para que isso seja possível, é essencial definir claramente a cultura, a missão, os valores e, então, reforçar esses conceitos através das políticas de gestão de pessoas.

A identidade corporativa é responsável pela formação de uma imagem e, por isso, é capaz de atrair profissionais que compartilham os mesmos ideais, facilitando o processo de recrutamento. Assim, é interessante explorar todos os meios de comunicação interna e externa — em especial, as páginas, blogs e redes sociais.

Construa uma boa reputação

A reputação de boa empregadora é determinante para atrair candidatos potenciais. Por isso, é importante investir em uma gestão abrangente, que colabore para um clima organizacional produtivo e para a satisfação dos colaboradores. A humanização costuma ser importante na construção desta reputação, pois envolve o respeito, a transparência e a ética nas relações interpessoais.

Defina o perfil ideal

O primeiro passo para um processo de recrutamento assertivo é a definição do perfil ideal do profissional a ser selecionado. Nesta etapa, é preciso listar fatores básicos, como experiência, conhecimentos técnicos e especializações, bem como as competências comportamentais que serão mais exigidas no dia a dia deste funcionário. Poder de negociação, espírito de equipe, persistência, flexibilidade e liderança são habilidades bastante solicitadas pelo mercado.

Profissionalize o processo de recrutamento e seleção

A profissionalização é necessária para assegurar um processo padronizado. Para as pequenas empresas, é preciso destacar um colaborador para essa tarefa ou mesmo o próprio empresário deve assumir a responsabilidade. Neste caso, é fundamental a preparação, tanto para realizar uma análise curricular adequada quanto para conduzir entrevistas estruturadas.

Há alguns bons testes gratuitos disponíveis na internet para avaliação de perfil dos candidatos, e essa avaliação é muito importante para a comprovação das competências comportamentais. Assim, é possível estabelecer parâmetros reais e eliminar a subjetividade. A pequena empresa pode também contratar os serviços de uma consultoria especializada, garantindo a qualidade do processo. Mas, mesmo com a terceirização da seleção, é fundamental que o empresário participe ativamente da definição do perfil e das entrevistas finais.

Não se prenda a estereótipos

Alguns pré-conceitos podem atrapalhar a escolha de um bom profissional, portanto, é preciso desconsiderar os estereótipos e analisar o potencial do candidato. Vale a pena lembrar que é mais fácil treinar habilidades do que treinar o caráter. Por isso, é interessante apostar na heterogeneidade das equipes, através da contratação de colaboradores multidisciplinares, com interesses diversos e grande capacidade de adaptação.

Por que melhorar o ambiente de trabalho?

O clima organizacional tem reflexos nos níveis de satisfação e motivação dos funcionários, por isso, também tem grande influência na produtividade das empresas. Deste modo, é essencial adotar práticas que assegurem a construção e a manutenção de um ambiente de trabalho colaborativo e que agregue real valor.

Conheça agora algumas dicas para melhorar o clima e o desempenho das equipes:

Exerça uma liderança positiva

Uma boa gestão é extremamente importante para o sucesso dos negócios e também para o ambiente de trabalho. Para tanto, é preciso considerar a presença do líder, capaz de adotar uma atitude positiva, próxima aos colaboradores, transmitindo otimismo, entusiasmo e segurança.

Bom humor, gentileza, meritocracia e coerência também fazem parte desta gestão, bem como o incentivo a participação, a troca de ideias e sugestões, sempre com foco em soluções e alternativas inovadoras.

Invista na comunicação

A qualidade da comunicação é fundamental para a integração das equipes. Cabe às empresas compartilhar informações sobre o mercado, concorrentes, dificuldades, projetos e, principalmente, sobre os desafios futuros. Essa prática fortalece a relação de confiança entre o líder e seus colaboradores.

Respeite as diferenças e valorize as competências

O clima interno depende também do comportamento dos gestores e dos membros das equipes, principalmente em relação ao respeito às diferenças e à valorização das competências. Por isso, é preciso atentar para sinais de descriminação, assédio e bullying, que são condutas extremamente nocivas ao ambiente corporativo.

Defina políticas de remuneração e benefícios

As políticas de remuneração e benefícios são importantes para esclarecer quais são os critérios que norteiam as decisões sobre questões salarias ou promoções internas. Essa transparência evita injustiças, causadoras da desmotivação. Um bom plano de carreira e salários pode, inclusive, encorajar os profissionais a buscar mais qualificação e experiência, a fim de conquistarem novas oportunidades dentro da empresa.

Faça pesquisas de clima organizacional

A pesquisa de clima organizacional é um importante recurso para mensurar se os funcionários estão realmente motivados e engajados. Por meio das respostas, é possível identificar quais são os pontos fortes da gestão e as práticas que devem ser aprimoradas.

Treinamento de funcionários: é hora de investir!

Programas de treinamento devem estar entre as prioridades das pequenas empresas. Mas, para que sejam realmente eficientes, é preciso elaborar um plano de desenvolvimento individual, de acordo com as necessidades do negócio e com o perfil de cada funcionário.

É importante considerar as operações e processos críticos, a chegada de novas tecnologias, lacunas ou monopólios internos de conhecimento, os valores e a cultura da empresa e as competências comportamentais mais demandadas. Essa personalização garante melhores resultados e profissionais mais satisfeitos e preparados.

De modo complementar, o empresário deve adotar a prática do feedback, com foco no crescimento do time. As conversas francas servem para reconhecer o empenho e o talento, mas também para esclarecer expectativas, orientar e corrigir desvios.

Confira algumas razões para investir no treinamento dos colaboradores:

Vantagem competitiva

Equipes qualificadas são responsáveis pela maior vantagem competitiva que uma empresa pode ter. A capacitação do capital humano interfere diretamente nos resultados finais, através do conhecimento, do desempenho e da excelência.

Qualidade e produtividade

Um treinamento eficiente é aquele que tem poder transformador, capaz de levar os funcionários, equipes e gestores a um outro nível de atuação. Deste modo, há mudanças significativas em indicadores de qualidade e produtividade, como na incidência de falhas e retrabalhos, atrasos nas entregas, obediência aos prazos, redução de custos operacionais e faturamento.

Processos mais eficientes

A qualificação permite que as equipes sejam mais questionadoras, aptas a analisar as rotinas diárias, identificando problemas, gargalos e atividades que não agregam valor.

Assim, também é possível encontrar oportunidades de melhoria, racionalização de recursos e eliminação de desperdícios, criando processos ainda mais eficientes.

Índices de satisfação do cliente

Com a melhoria da qualidade dos principais processos internos, é possível conquistar altos índices de satisfação e fidelização dos clientes. Reputação e credibilidade são influenciadas pelo atendimento, disponibilidade de produtos e preço, mas também pela proatividade, agilidade e conhecimento técnico das equipes.

Inovação e criatividade

Os programas de treinamento devem incentivar a criatividade, a inovação e a busca por novas respostas e possibilidades para o negócio. Porém, esse comportamento deve ser suportado por um ambiente de trabalho que encoraje novas ideias.

Neste sentido, ações para manter a equipe atualizada, como a distribuição de artigos e textos interessantes, o brainstorming, o acesso a palestras online e e-learning são importantes para reforçar essas duas competências, essenciais para a competitividade das pequenas empresas.

Motivação e engajamento das equipes

Equipes bem treinadas também são mais motivadas e engajadas. Isso acontece pois, quando a empresa elabora um programa de treinamento, reforça a gestão que valoriza o indivíduo, suas competências e talentos. Assim, é possível construir uma relação “ganha-ganha”, saudável e produtiva.

O que tenho a ganhar com a motivação dos meus funcionários?

A motivação pode ser entendida como a dose de energia que nos coloca em movimento, que nos incentiva a superar obstáculos e a vencer desafios. Por outro lado, a falta desta energia, causa apatia, desânimo, desinteresse e faz do profissional um simples executor de tarefas, restringindo seu potencial e desempenho.

Por isso, é importante que as empresas elaborem estratégias que garantam a motivação de seus funcionários. Conheça agora alguns segredos para manter uma equipe motivada:

Ofereça condições favoráveis de trabalho

As condições de trabalho também têm influência na motivação da equipe e, por isso, é preciso oferecer ambientes sadios e seguros, de acordo com as regulamentações previstas na legislação trabalhista. É necessário também cuidar do layout, da iluminação e da climatização dos espaços, sempre com a intenção de propiciar conforto e bem-estar.

Além disso, as pequenas empresas devem investir em tecnologia e infraestrutura, para que os funcionários possam exercer suas funções com excelência.

Aprenda a delegar responsabilidades e autoridade

A motivação está atrelada à necessidade de reconhecimento e autonomia, por isso, a delegação é indispensável. Essa prática colabora para o crescimento profissional da equipe, oferecendo novas experiências, responsabilidades e autoridade, e, assim, deve estar baseada na meritocracia. Porém, o gestor precisa supervisionar e orientar os profissionais para que os resultados sejam realmente positivos.

Conceda benefícios diferenciados

Os benefícios são sempre importantes para a estratégia de atração e retenção de talentos. Neste caso, as pequenas empresas devem analisar o perfil de seus colaboradores e, então, definir uma carteira atraente. Parcerias com academias, assessorias esportivas e restaurantes, além de bolsas de estudo para idiomas e universidades são boas iniciativas, bem como ofertar a possibilidade de horário flexível e home office.

Uma dica interessante é permitir que o próprio funcionário escolha seus benefícios dentro de um portfólio predeterminado pela empresa. Assim, há mais chances de garantir a satisfação de todos.

Crie um sistema de recompensas

Os sistemas de recompensa são ótimas alternativas para incentivar o desempenho diferenciado das equipes. Normalmente, estão vinculados a metas atingidas ou superadas, e quando essas metas são coletivas, também é possível estimular o trabalho em equipe. Prêmios financeiros, presentes, viagens ou dias de folga são bons exemplos de recompensas para funcionários.

Celebre conquistas e datas importantes

Outra ação com foco na motivação dos funcionários é organizar eventos internos para celebrar conquistas da equipe e datas importantes para a empresa. Esses encontros favorecem a coletividade e os relacionamentos.

Conclusão

A qualidade do capital humano é essencial para o sucesso dos negócios, principalmente nas pequenas empresas. Na verdade, os profissionais devem ser encarados como o principal elemento da estratégia corporativa, pois todas os processos e rotinas dependem dos funcionários. Dessa forma, a preparação, a qualificação e a competência dos times são variáveis que influenciam fortemente no resultado final.

Dessa forma, a atração e retenção de talentos, a profissionalização dos processos seletivos, o desenvolvimento dos funcionários, as ações direcionadas à satisfação e à motivação internas são fundamentais para a construção de equipes de alta performance, capazes de solucionar problemas, encontrar possibilidades e garantir a longevidade dos negócios.

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Desenvolvimento Humano

Por que fazer da mentoria sua aliada no sucesso profissional?

Já falei anteriormente que eu acho muito importante estarmos por dentro das novidades e do que tem sido tendência no mercado, para não ficarmos para trás. Uma prática que tenho visto muitos empreendedores utilizando e colhendo bons frutos é a mentoria. Mas você sabe do que ela se trata? Hoje vou explicar sobre o assunto e mostrar como a mentoria pode melhorar o desempenho de uma pequena ou média empresa. Confira!

O que é mentoria?

A palavra vem do termo inglês mentoring e é uma ferramenta de desenvolvimento profissional que está em plena ascensão. Ela consiste em estabelecer como mentor um profissional com vasta experiência para orientar alguém menos experiente, por meio de um relacionamento, conversas e debates. A ideia é que o mentor compartilhe conhecimento, tire dúvidas e minimize as deficiências de seu mentorado.

Os encontros podem ser descontraídos, fora do ambiente de trabalho, como em happy hours, para que sejam mais proveitosos e estreitem o relacionamento e a integração entre quem participa.

Quais as vantagens da mentoria?

São inúmeras vantagens, tanto para o mentorado e sua empresa quanto para o mentor, já que há uma troca. Como principal benefício, destaco a promoção de desenvolvimento profissional a curto, médio e longo prazo, já que o profissional mentorado sairá não só mais capaz de enfrentar o mercado de trabalho, com sua performance maximizada, mas também aprenderá a ter mais qualidade de vida.

Como crescer profissionalmente usando a mentoria?

A mentoria serve para lapidar talentos e proporcionar à empresa colaboradores mais bem preparados, com mais autoconfiança e competência. Serve tanto para auxiliar no desenvolvimento de jovens profissionais em início de carreira, quanto para aperfeiçoar funcionários mais antigos, promovendo um salto de qualidade nas aptidões e facilitando que alcancem melhores cargos e posições.

Conhecimento estratégico

Por sua experiência e profissionalismo, o mentor poderá apontar uma nova perspectiva para o negócio, que o empreendedor sozinho não conseguiria perceber. Além disso, ele pode ensinar a focar em questões críticas antes negligenciadas, apontando áreas onde é preciso investir mais tempo e sugerir novos caminhos para o sucesso.

Como o mentor já percorreu o caminho que o menos experiente está trilhando, sabe dizer quais são os desafios e obstáculos que surgirão, além da solução para vencê-los.

Qual a relação entre mentoring e coaching?

De maneira resumida, posso dizer que o coaching é somente uma das atividades do mentoring. Mentoringcoaching se relacionam, mas têm suas diferenças.

A primeira delas é com relação ao tempo de duração do processo. O coaching tem princípio, meio e fim, geralmente dura alguns meses, já o mentoring não tem um tempo estabelecido para terminar. A outra diferença é que o coach não precisa necessariamente ter experiência na área de trabalho do seu cliente e em alguns casos não dará conselhos relacionados à sua carreira, ou contrário do mentor.

Espero que o artigo tenha ajudado a esclarecer sobre mentoria e que você possa utilizá-la para aumentar o sucesso do seu negócio. Sempre digo que é muito importante que os empreendedores cuidem da rotina de sua empresa com atenção, principalmente nos detalhes, que fazem toda a diferença! Para ficar por dentro de tudo que falo por aqui, siga o Vouclicar.com nas redes sociais (LinkedIn, YouTube, Twitter,Google+ e Facebook) e não perca novidades!

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Empresário e Pessoa física

5 dicas simples que fazem toda diferença na gestão de pessoas

Muito tem se falado a respeito dos benefícios e do potencial que um verdadeiro líder pode alcançar com sua equipe. Isso acontece quando se mantém uma gestão diferenciada, tendo o time como foco. Nesse sentido, conseguir aumentar a produtividade do setor sem precisar aumentar a folha de pagamento é um dos principais objetivos — e, ao mesmo tempo, um grande desafio.

A seguir, vou listar algumas dicas que podem fazer toda a diferença na gestão de pessoas em sua empresa. Continue a leitura e saiba quais são elas!

Saiba ouvir

De forma geral, esse é certamente um dos maiores desafios atuais das pessoas. Muitos querem ser ouvidos, mas poucos são verdadeiramente capazes de ouvir os outros. E não falo apenas de sentar e escutar o que as pessoas têm a dizer, mas no sentido pleno de prestar atenção e realmente compreender as necessidades dos outros.

Quando um líder consegue ouvir o que seus colaboradores têm a dizer, ele pode acabar percebendo situações que vão muito além das palavras — e, até mesmo, identificar problemas que não são expostos abertamente. Além de melhorar a gestão de pessoas, isso ajuda a lidar melhor com a equipe!

Ofereça maior autonomia

Uma estrutura engessada, que limita as funções dos colaboradores, costuma ser bem desmotivante. Além disso, ela interfere na produtividade — com o excesso de burocracia, há a necessidade, por exemplo, de aguardar permissão para determinadas ações.

Quando o gestor oferece um pouco mais de autonomia para sua equipe, delega tarefas importantes e permite que certos assuntos sejam resolvidos sem interferência, a relação de confiança aumenta. Isso faz com que os colaboradores se sintam mais importantes e mais motivados com o trabalho.

Seja transparente

Esclarecer as situações que a empresa atravessa de forma verdadeira também é outro ponto que influencia positivamente na gestão de pessoas. Ao ser transparente, o gestor transmite maior confiança e faz com que seu time se sinta parte da empresa. Dessa forma, cada um toma conhecimento sobre a importância do seu trabalho e a quais resultados ele pode levar.

Ofereça feedbacks positivos

Muitos gestores acabam chamando seus colaboradores para uma conversa apenas quando têm algum ponto negativo para tratar. Pontuar as falhas é importante para que elas possam ser corrigidas — porém, quando se fala somente do lado negativo, corre-se o risco de fazer com que as pessoas se sintam desmotivadas, como se nenhum trabalho fosse o suficiente para se destacar e trazer bons resultados.

Nesse ponto, para fazer a diferença, lembre-se: elogie seus colaboradores em público e corrija em particular. Nada de chamar a atenção na frente de outras pessoas!

Planeje as reuniões

Acredito que ninguém gosta de reuniões. Normalmente elas demoram mais do que o necessário, perdem o foco, comprometem a produtividade e, em alguns casos, acabam não resolvendo coisa alguma! Por isso, quando o gestor planeja as reuniões, é objetivo e segue a pauta, os funcionários se sentem mais confortáveis. Por mais simples que pareça, mesmo essas atitudes podem fazer diferença.

Para transformar a gestão de pessoas e conseguir colaboradores mais engajados e com um melhor desempenho, é necessário investir na formação de bons líderes — e que esses gestores estejam cientes de que devem trabalhar junto com sua equipe, em vez de fazê-la trabalhar para ele.

E então, gostou das minhas dicas de gestão de pessoas? Para melhorar ainda mais nesse departamento, confira também o post que preparei sobre os 5 erros de gestão de pessoas que a sua empresa não pode cometer!

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Empreendedorismo

Os malefícios de ser um chefe centralizador e como evitá-los

Ele não deixa ninguém decidir nada. Tudo precisa de sua “bênção” e os processos não caminham porque ele está muito atribulado. Ele não quer ser só a alma do negócio, mas os pés e as mãos também. Se você já disse alguma das frases acima, certamente já trabalhou para um chefe centralizador. Mas e você? Considera-se centralizador?

Se você acha que está cercado por pessoas que não transmitem confiança e capacidade para tomar decisões e acredita naquela máxima que diz que é o olho do dono que faz o negócio crescer, é possível que seja um chefe centralizador. E, com isso, você está exposto a sofrer todos os malefícios que vou relatar a seguir.

Sobrecarga de responsabilidades

Que eu saiba, a primeira e mais notável característica de um chefe centralizador é não ter mais tempo para nada. A sobrecarga de responsabilidades o suga, por vezes, totalmente e não sobra tempo nem mesmo para os compromissos pessoais. Se você é uma pessoa que vive para o trabalho, tome cuidado! A vida pode passar pelo seu nariz sem você tê-la vivido.

Delegue responsabilidades e acredite no potencial de sua equipe. Para controlar sua insegurança, comece delegando pequenas responsabilidades como forma de testar cada um.

Desmotivação da equipe

Com a imobilidade em tomar decisões e resolver problemas de clientes, além de falta de reuniões de alinhamento e de um chefe que ouça e valorize suas ideias e reivindicações, a equipe passa a ficar desmotivada. Nessa perspectiva, não é assustador se os seus empregados adotarem a postura “pra que falar, se ele não nos ouve?”. Com isso, não é só você que tem a perder, mas a empresa como um todo.

Separe sempre um tempo para reunir-se com seus funcionários e escutá-los. Considere as ideias deles e teste, prestando o devido reconhecimento aos respectivos autores.

Falta de inovação

Devido à falta de tempo causada pela sobrecarga de responsabilidades e os constantes atrasos de demandas, somados com a desmotivação de sua equipe, há um gigantesco risco de sua empresa padecer com a falta de inovação. Afinal, você não terá tempo para se informar sobre as novidades do mercado nem para pensar em soluções inovadoras. As ideias criativas de seus empregados também não são colocadas em pauta pela falta de tempo e credibilidade neles.

Esteja sempre atento às falas de seus clientes e de sua equipe. Através dessa observação, você estará apto a ter bons insights. Além disso, teste pequenas inovações para sentir-se seguro em se arriscar em projetos inovadores maiores.

Problemas de saúde

Não tem como escapar! Grandes responsabilidades geram estresse excessivo e certamente causarão algum problema de saúde, desde uma gastrite nervosa a um AVC. E acredito que não vale a pena sofrer um derrame ou viver ingerindo remédios por causa de uma mania de controle excessivo das coisas, não é?

Então, trate de aprender a delegar responsabilidades para sua equipe e separar um tempinho para atividades em prol da sua saúde, como uma caminhada diária ou a prática da natação.

Gestão extremamente burocrática

Muitas regras e decisões que precisam passar por você podem gerar atrasos e insatisfação nos clientes. Portanto, se você tem uma insegurança muito grande em delegar tarefas, considere automatizar sistemas de gestão que, inclusive, permitem que você avalie sua equipe de forma coerente e correta.

Você se identificou com algum deses malefícios comuns a um chefe centralizador? Então, procure saná-los enquanto há tempo. E aproveite para me contar, aqui nos comentários, como você lida com esses desafios ou como foi conviver com um desses chefes centralizadores.

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Empresário e Pessoa física

Aprenda a calcular horas trabalhadas de uma vez por todas

Um dia desses, eu estava conversando com um amigo que acabou de abrir uma empresa e surgiu uma dúvida: como o empregador deve calcular as horas trabalhadas? Fiz uma pesquisa rápida pela internet e encontrei muitos sites que explicavam o cálculo de forma complexa e que indicavam programas para fazer as contas automaticamente. Mas para quem está começando, é difícil investir em softwares avançados ou contratar empresas especializadas.

Acredito que, assim como meu amigo, muitos empreendedores têm esta dúvida. Pensando nisso, vou falar um pouco sobre a jornada de trabalho, os diferentes tipos e como calcular horas trabalhadas para cada uma delas. Se você é um novo empresário ou tem curiosidade sobre o assunto, vem comigo!

O que é jornada de trabalho?

É o tempo que o empregado fica à disposição do empregador. De acordo com a Constituição, o limite máximo da jornada de trabalho é de 8 horas diárias e 44 horas semanais. Isso significa que o empregado poderá trabalhar, até o limite da lei, durante 6 ou 8 horas por dia, ou até menos, tudo de acordo com o combinado entre as duas partes na contratação.

Todas as horas trabalhadas além desse limite, antes e depois do expediente e nos finais de semana e feriados, são consideradas horas extras.

Como calcular horas trabalhadas?

Para fazer o cálculo da jornada de trabalho regular, você precisa saber qual é a sua carga horária de trabalho semanal e o valor da sua remuneração. Pelo que pesquisei, geralmente é considerado para o cálculo da hora de trabalho o mês composto por 5 semanas.

Então, se a jornada de trabalho na sua empresa é de 44 horas semanais, de segunda a sábado, até 8 horas diárias, temos um total de 220 horas por mês (44 horas por semana x 5 semanas por mês = 220 horas mensais). Vamos supor que o salário do seu empregado, nesse caso, é de R$ 2.000,00. Dividimos o salário mensal por 220 e temos o valor do salário-hora que, nesse exemplo, é de R$ 9,09.

Outro exemplo: se a jornada for de 36 horas, o divisor da remuneração será 180 (36 horas por semana x 5 semanas por mês = 180 horas mensais). Nesse caso, é só dividir o salário por 180 para obter o valor do salário-hora. Para um salário de R$ 1.500,00, por exemplo, o salário-hora será R$ 8,33.

Como calcular o valor da hora extra?

Já falamos um pouco sobre a hora extra aqui no blog. Para efetuar o cálculo, o seu valor deverá ser 50% superior ao valor da hora normal. Nos exemplos acima, teremos:

  • Para o salário de R$ 9,09 a hora, o valor da hora extra seria R$ 13,64.
  • Para o salário de R$ 8,33 a hora, o valor da hora extra seria R$ 12,50.

Estabelecido o valor do salário-hora para a hora extra, é só multiplicar pela quantidade de horas extras realizadas no mês.

Para as horas complementares realizadas nos finais de semana e feriados, o valor da hora extra deverá ser 100% superior ao valor da hora normal trabalhada. Assim, você precisará dobrar o valor do salário-hora para calcular o valor da hora extra realizada nesses dias.

E no caso da jornada de trabalho noturna?

A hora trabalhada no período noturno é calculada de forma diferente daquela trabalhada durante o dia — já explicamos todos os detalhes sobre o período de trabalho noturno.

Para calculá-la, você precisa ter em mente que a hora noturna não tem 60 minutos, mas 52 minutos e 30 segundos. É importante lembrar também que o valor da hora extra noturna deve ser 50% superior ao valor da hora de trabalho normal. Assim, o valor do salário deverá ser dividido pela quantidade de horas normais realizadas e o resultado somado de 50% do valor da hora de trabalho normal.

Viu como é possível fazer o cálculo das horas trabalhadas? Seguindo as dicas acima, você mesmo poderá calcular o salário final de seus funcionários, sem maiores complicações. E para mais informações como essas, assine a newsletter e fique por dentro de tudo o que rola no mundo do empreendedorismo!

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#ClicoResponde

Gestão de pequenas empresas: 5 erros comuns e como evitá-los

Eu sempre fico muito feliz com histórias de empreendedores de sucesso. Ao mesmo tempo, fico triste quando vejo um pequeno empreendedor cometendo erros que podem levar ao fracasso, quando são perfeitamente evitáveis.

Então, meu amigo empresário, para que a sua seja mais uma história de sucesso, resolvi escrever esse post para falar sobre erros comuns na gestão de pequenas empresas que você pode e deve evitar. Vem comigo, precisamos conversar sobre erros.

1 – Negligenciar a gestão financeira

Muitos pequenos empresários são bons nos processos de produção, mas não entendem conceitos básicos importantes para a saúde financeira da empresa, como fluxo de caixa e capital de giro, por exemplo. Assumir gastos sem saber exatamente quais serão as futuras consequências para o orçamento da empresa pode ser fatal para sua saúde financeira. Então, por mais que essa não seja sua tarefa favorita, você precisa aprender a ‘mexer’ com esses assuntos que envolvem números.

Outro erro comum, também ligado à falta de gestão financeira,  é misturar o seu dinheiro com o da empresa. Mantenha contas separadas: os recursos de sua conta como PF (pessoa física) não devem ser misturados com os recursos da PJ (pessoa jurídica) e vice-versa.

2 – Esquecer da assistência ao cliente

Sim, eu sei que tem época que você está enterrado no trabalho até o pescoço, mas nada justifica a negligência no trato com o cliente. Afinal, ele é determinante para o seu sucesso ou fracasso. Seu cliente quer contar com sua assistência e atenção, principalmente nos casos de uma eventual reclamação. Então, além da qualidade do produto oferecido, capriche no atendimento e assistência ao cliente: se você falhar nesse quesito, seu concorrente vai ficar feliz pela chance de ocupar seu espaço.

3 – Não delegar tarefas

Sabe por que você anda enterrado no trabalho e não tem tempo nem de respirar? Provavelmente, porque não delega tarefas. Tenho um amigo que acordava às cinco da manhã para abrir a padaria, receber o caminhão de leite, controlar o trabalho do padeiro, preparar tudo para abrir as portas às seis da manhã e só encerrava o expediente às 10 da noite. Nem preciso dizer que ele perdia todos os aniversários dos filhos e encontros de família e acabou no hospital com um princípio de enfarte.

Evite esse erro comum na gestão de pequenas empresas que pode ter sérias consequências para você e para os seus negócios. Não tente abraçar o mundo sozinho: invista na qualificação de sua equipe edelegue tarefas!

4 – Não mensurar produtividade

Para não cometer esse erro, comece sabendo o que é produtividade. De modo simples, é a relação entre os resultados alcançados e os recursos investidos nesses resultados durante um certo período de tempo. Ou seja, a produtividade é a relação entre lucro obtido e os recursos que você teve de investir para chegar a esse resultado. Então, mais lucro com menos recursos significa produtividade mais alta, não é?

Ao medir a produtividade de sua pequena empresa, você vai identificar modos de aprimorar processos e otimizar custos. E não se preocupe se o processo parece complicado: há aplicativos e programas de computador com sistemas de gestão para facilitar sua vida.

5 – Não investir em tecnologia

Meu amigo pequeno empresário, vá por mim: não seja um dinossauro em meio a tantos recursos tecnológicos disponíveis atualmente. Há tecnologia para tudo hoje em dia, desde as máquinas cada vez mais sofisticadas que otimizam processos de produção e aumentam a produtividade até os softwares para a gestão de sua pequena empresa. Não importa se você atua em serviços, comércio, saúde, educação ou outro ramo, no Vouclicar.com você encontrará um software sob medida para sua empresa.

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