Destaque, Empreendedorismo

O que fazer para ter um controle de estoque eficiente

Conseguir um controle de estoque eficiente é crucial para o sucesso de qualquer empresa, independentemente da sua área de atuação. Essa é uma realidade tão inevitável que, atualmente, vemos gestores e empreendedores debatendo sobre como aprimorar os recursos logísticos e as políticas de gerenciamento da sua cadeia de suprimentos.

Definitivamente, essa não é uma discussão descabida. Você já parou para pensar na quantidade de clientes e parceiros que uma organização pode perder por não ter um bom controle do seu acervo e dos seus produtos? Fica claro que é fundamental investir nessa seara e melhorar esse setor.

Ficou interessado? Então confira o conteúdo que preparei a seguir e descubra algumas dicas que podem fazer com que o seu negócio dê um salto de qualidade:

Tenha mão de obra capacitada

O primeiro passo para ter um controle de estoque eficiente é contar com funcionários capacitados, que possam realizar as suas funções e tarefas do jeito adequado. Pouco adianta adotar excelentes práticas no seu acervo e otimizar os processos se o seu material humano não tem qualidade suficiente para deixar tudo em ordem.

Obviamente, isso já deve começar na seleção da equipe. Invista na contratação de pessoas que tenham experiência na área e que possam agregar valor ao empreendimento. Como bons talentos nem sempre estarão disponíveis no mercado de empregos, você também pode investir em capacitação com treinamentos adequados.

Existem cursos interessantes sobre logística e controle de estoque. Noções de informática também são indispensáveis, especialmente se você tem a pretensão de informatizar esse setor no seu negócio. Ainda que a maioria dos programas do gênero sejam simples e intuitivos, quem não está habituado com as interfaces da computação pode ter dificuldades.

Também é possível investir em treinamentos internos. Os próprios colaboradores mais capacitados podem dar palestras e minicursos para os demais, ensinando os detalhes e as nuances dos serviços de inventário. Lembre-se de sempre estimular e recompensar esses procedimentos.

Solicite inventários periódicos

Uma das melhores dicas para ter um controle de estoque eficiente é a produção de inventários periódicos. Essa atitude é fundamental para conhecer efetivamente o seu acervo, evitando perdas e retrabalho, ajustando os saldos, monitorando desvios e analisando se tudo está dentro dos critérios estabelecidos e esperados.

Outra maneira de implementar esse procedimento no seu empreendimento é com a adoção dos inventários rotativos, que têm se mostrado uma prática moderna e desejável em diversos segmentos. Ele consiste em fazer essa apreciação por amostragem dos artigos com mais rotatividade. A precisão é menor, mas ele é feito bem mais rapidamente.

Adote o uso de métricas

Outra prática indispensável é a adoção de métricas. Elas ajudam a controlar o estoque e também fornecem informações valiosas sobre o desempenho dos negócios e sobre a conquista ou não dos resultados esperados, embasando os gestores na tomada de decisões mais acertadas sobre o acervo.

Entre os indicadores mais utilizados nos dias de hoje, podemos citar o Tempo de Ciclo, que demonstra o período exato que o produto leva para chegar, desde o envio do pedido ao fornecedor até a entrada no seu local de armazenamento. Com essa métrica, o gestor sabe com quanta antecedência precisa fazer uma encomenda para que não fique descoberto.

Outra medida importante é o Consumo Médio, que demonstra a quantidade consumida de um item em um determinado intervalo de tempo. Sua principal função é determinar o número de mercadorias que você precisa ter na reserva para não correr o risco de deixar algum cliente insatisfeito.

Temos também a Cobertura do Estoque, que serve para indicar quão suficiente o seu inventário atual será para atender as demandas médias de compra. Ela é calculada por meio do cruzamento do número de mercadorias que você possui no momento com a sua previsão média de vendas.

Trabalhe com fornecedores de confiança

Outra prática importante, mas que muitas empresas acabam não adotando por questões econômicas, está em trabalhar apenas com fornecedores de confiança. É preciso ter em mente que o preço não é tudo e uma economia discreta com uma compra pode acabar se convertendo em um tremendo prejuízo no futuro.

Para ter um controle de estoque eficiente, você deve fechar parcerias que cumpram os prazos estabelecidos e jamais o deixem na mão. Leve em conta fatores como a credibilidade no mercado, a responsabilidade, a qualidade, a confiabilidade, o tempo de entrega e a disponibilidade. Invista nesse relacionamento e escolha com inteligência.

Faça uso adequado de promoções

Outra atitude estratégica para ter um controle de estoque eficiente é o uso adequado de promoções. Muitos gestores não encaram essa estratégia dessa maneira, mas o fato é que elas servem para que você regule o seu nível de mercadorias, se livrando de itens encalhados e renovando o seu acervo.

De quebra, você consegue atrair mais publicidade e pode conquistar ou até mesmo fidelizar clientes. Esse tipo de ação é indicada, sobretudo, para aqueles empreendimentos que têm uma necessidade mais elevada de liberar rapidamente espaço, especialmente as que trabalham com artigos perecíveis.

Adote um software de gestão

Por fim, adotar um software de gestão pode ser tudo o que faltava para sua empresa finalmente ter um controle de estoque eficiente. Com esse tipo de sistema, você consegue ter um excelente controle logístico e ganha um tremendo diferencial competitivo. Nos dias de hoje, temos uma infinidade de programas específicos do gênero.

Com uma precisão e uma praticidade de alto nível, você poderá abandonar de vez as planilhas de papel. Você terá um controle perfeito de suas compras e suas vendas, podendo cruzar essas informações em tempo real. Além disso, o software indicará prazos, alertará quando um artigo estiver com os níveis abaixo do desejado, integrará as equipes e muito mais.

Definitivamente, esse é um investimento com retorno garantido e excelente custo-benefício, que pode melhorar o desempenho e tornará o dia a dia do seu empreendimento imensamente mais tranquilo e eficaz.

E agora, já descobriu o que fazer para ter um controle de estoque eficiente? Ficou interessado e está pronto para adotar essas práticas? Então assine nossa newsletter e receba mais artigos como esse em primeira mão!

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Empreendedorismo

Guia passo-a-passo para tirar o CNPJ da sua empresa

A maioria dos novos empreendedores já sabem que para ter seu negócio reconhecido e sua empresa formalizada, é necessário tirar o CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas). Assim como o CPF (Cadastro de Pessoas Físicas), o CNPJ é um número único, que identifica a sua empresa.

Há um tempo, quando eu abri o meu primeiro negócio, o processo de obtenção de um CNPJ era bem burocrático e caro. Por isso, muitos empreendedores preferiam atuar na ilegalidade até alcançar um faturamento maior para então fazer a abertura da empresa. Hoje, porém, a legislação já conta com muitas facilidades para quem está começando e precisa estar regularizado para fazer seu negócio crescer.

Está começando seu novo negócio agora? Então continue acompanhando minhas dicas para tirar o CNPJ da sua empresa!

A importância do CNPJ

Contar com um CNPJ permite que a sua empresa emita nota fiscal, faça compras e até contrate outros serviços. Exercer atividades sem o registro, mesmo que sua empresa não conte com um espaço físico, é ilegal e pode trazer problemas com a justiça, além de prejudicar o desenvolvimento do seu negócio. Ah! E só para lembrar, mesmo os negócios online, como um e-commerce, por exemplo, também precisam do CNPJ.

Basicamente, o CNPJ serve para identificar o seu negócio e permitir que a Receita Federal faça um acompanhamento adequado do pagamento de tributos e de obrigações em geral. A partir dele, você pode fazer as declarações devidas, enviar documentos fiscais importantes e garantir uma contabilidade adequada. Por outro lado, sem ele o seu negócio opera de maneira ilegal e a confiança dos seus clientes acaba sendo perdida — e você não deseja isso, não é?

O CNPJ também é necessário para obter financiamentos empresariais e participar de programas de incentivo ao desenvolvimento econômico como um todo. Quer participar de uma licitação? Também é preciso ter um CNPJ!

Os primeiros passos para tirar o CNPJ

Saiba em qual formato sua empresa se encaixa

Se a previsão de faturamento anual da sua empresa é menor que R$ 60 mil e você não faz parte de nenhuma outra empresa, muito provavelmente você será um Micro Empreendedor Individual (MEI) e deverá seguir um procedimento mais simples para se inscrever no Cadastro.

Se este não é o seu caso, no entanto, alguns outros passos serão necessários antes de você obter seu CNPJ.

Assim como as pessoas, que precisam de uma certidão de nascimento antes de ter um CPF, as empresas precisam de um NIRE (Número de Identificação do Registro da Empresa), um documento que depende de um Contrato Social, Ficha de Cadastro Nacional e Registro na Junta Comercial. Só com a elaboração e apresentação desses documentos e com o devido pagamento das taxas correspondentes é que o empreendedor poderá ter seu NIRE.

Procure ajuda profissional

A elaboração de Contrato Social e os demais atos dependem da ajuda de um profissional especializado, tanto em contabilidade quanto em direito. Por isso, para realizar essa etapa, a dica é contar com um profissional de confiança que possa não apenas executar tais tarefas, como também possa te orientar sobre os tipos de empresa e os tipos de impostos e taxas que cada empresa precisa recolher.

É fundamental regularizar e separar todos os documentos para tornar o processo mais simples. Isso porque se você enviar a documentação incompleta ou incorreta, o pedido de CNPJ não será atendido, exigindo que você regularize toda a documentação conforme o exigido.

O resultado disso? Você vai gastar mais dinheiro do que deveria e ainda vai perder muito tempo, deixando de atuar corretamente com a sua empresa e perdendo oportunidades de negócio.

Defina sua atividade

Nessa etapa preparatória, inclusive, é muito importante realizar uma definição correta da atividade a ser prestada pela empresa. A definição acontece baseada na CNAE, que conta com uma lista classificatória para que as empresas definam a sua área de atuação.

Essa etapa é crucial para a obtenção do CNPJ porque, se você obtiver um CNPJ para uma atividade e desempenhar outra em sua empresa, pode sofrer com problemas de fiscalização de uma maneira geral.

Por isso, planeje muito bem como será a atuação do seu negócio e defina previamente todas as atividades que serão desempenhadas. Isso garante que você não erre na escolha!

A obtenção do CNPJ

O CNPJ é dado pela Receita Federal e seu pedido pode ser feito online, no próprio site da Receita. Nesse momento, também é possível contar com a ajuda de um profissional de sua confiança, no entanto, o procedimento é bastante simples e a própria Receita Federal oferece cursos gratuitos e à distância para quem quer se informar.

O primeiro passo é separar todos os documentos necessários para iniciar seu cadastro. Para cada tipo de empresa, a Receita Federal dá uma lista de documentos, que você pode verificar aqui. No caso de uma Sociedade Simples Ltda., que é o tipo de empresa mais comum, será necessário apenas o contrato social registrado, por exemplo.

Não é mais necessário baixar o Programa Gerador de Documentos do CNPJ. Desde 2014, é possível usar o aplicativo de Coleta Online do CNPJ para o preenchimento de solicitações cadastrais de inscrição, alteração ou baixa. Nesse aplicativo, você deve preencher e enviar sua Ficha Cadastral de Pessoa Jurídica (FCPJ) com dados como razão social, ramo de atividade e endereço. Você também deve apresentar o Quadro dos Sócios e Administradores (QSA) da empresa, descrevendo todos os responsáveis e a respectiva participação no capital social.

Existem diferentes tipos de sociedades e regimes tributários. Por isso, antes mesmo de obter o CNPJ, na fase preliminar para tirar o NIRE, pesquise os tipos e peça ajuda para um profissional para que você possa avaliar qual o melhor tipo de empresa e de regime tributário para o seu negócio.

Após enviar a solicitação, você recebe um recibo de entrega que permite acompanhar o andamento do seu pedido no próprio site da Receita Federal. Caso exista alguma pendência ou erro, você será informado sobre qual o problema e como solucioná-lo. Do contrário, é só imprimir todos os documentos que foram preenchidos e que são considerados como o Documento de Entrada no CNPJ.

Com essa papelada em mãos, é só reconhecer firma e encaminhar tudo, via correios ou pessoalmente, para uma unidade cadastradora!

Não existe um prazo na legislação para a conclusão do processo e a obtenção do CNPJ. Na prática, o que acontece é que o procedimento demora, no mínimo, 5 dias. Por isso, é bom seguir acompanhando o pedido pelo site até conseguir o número do seu CNPJ.

A escolha do regime tributário

Por falar em regime tributário, recomendei ali em cima que você fique de olho nisso e há um motivo: dependendo do regime tributário, há um prazo entre a obtenção do CNPJ e a adoção do regime.

É o caso do Simples Nacional, por exemplo. Uma vez que você tenha o seu CNPJ, você tem até 180 dias para realizar a entrada nesse regime ou então terá que esperar até janeiro do próximo ano fiscal.

Para facilitar o processo, o ideal é que você faça uma pesquisa entre as opções disponíveis para já definir, de maneira prévia, qual deve ser a escolha para o seu negócio.

Atualmente, as três principais opções são o Simples Nacional, o lucro real e o lucro presumido. Cada um deles é indicado para tipos e tamanhos de empresa diferentes e apresentam níveis de complexidade diferentes.

A escolha correta não apenas é importante do ponto de vista do CNPJ, mas também para que você consiga pagar menos impostos de maneira legal.

Microempreendedor Individual

Como já expliquei, se você não é sócio, não tem participação em nenhuma outra empresa e a previsão do faturamento anual do seu negócio é menor do que R$ 60 mil, você deve se registrar como um microempreendedor individual (MEI). Tirar o CNPJ, nesse caso, é mais simples e rápido do que da forma tradicional.

Para ser um MEI, o empreendedor paga uma taxa mensal que não supera R$ 50,00 e inclui todos os impostos e deveres legais da empresa. O MEI pode contar, ainda, com um empregado contratado que receba um salário-mínimo ou o piso da categoria.

Além da regularização, o enquadramento do MEI traz os benefícios da previdência, permitindo que você se aposente e conte com o auxílio-doença e auxílio-maternidade quando for preciso.

Todo o processo é feito online no Portal do Empreendedor. O site é bem explicativo. Entretanto, caso ache necessário, você também pode pedir a ajuda de um contador. Outra opção para quem tem dúvidas é ir até o SEBRAE, que disponibiliza diversos consultores e materiais explicativos como cartilhas e artigos nos seus postos de atendimento.

Para realizar o cadastro online é preciso ter em mãos o CPF, número da última declaração do imposto de renda e o número do título de eleitor. Com esses números, você completa os dados solicitados.

Finalizado o cadastro, é gerado imediatamente o CNPJ, a inscrição na Junta Comercial, no INSS e o Alvará Provisório de Funcionamento de sua empresa. Todos saem imediatamente em um único documento, o Certificado de Condição de Microempreendedor Individual (CCMEI).

Não é preciso enviar nenhum documento à Junta Comercial ou ao posto da Receita. Com o CCMEI, o empreendedor já tem todas as informações e licenças necessárias para a regularidade da sua empresa.

Mas e se a sua empresa começar a faturar mais do que R$ 60 mil no ano? O que fazer? Bom, nesse caso, é possível alterar o regime da sua empresa sem que haja a alteração do número do CNPJ.

Obter o CNPJ é uma tarefa indispensável para garantir segurança e total regularidade de sua empresa. Fique atento ao processo e aos documentos exigidos que, em pouco tempo, você receberá a tão sonhada sequência de 14 dígitos.

E então, você ainda tem alguma dúvida sobre como tirar o CNPJ da sua empresa? Compartilhe aqui nos comentários!

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Empreendedorismo

6 empreendedores que ficaram milionários com menos de 30 anos

Tem gente que já nasce com o empreendedorismo nas veias, não é mesmo? Pessoas que desde a infância estão sempre criando algo inovador, tendo ideias mirabolantes e tentando vendê-las. Há quem não leve muito a sério quando alguém com pouca idade se interessa pelo mundo dos negócios, mas muitas grandes empresas nasceram assim, em alguns casos, até mesmo de maneira despretensiosa.

Hoje quero falar para você sobre alguns empreendedores que ficaram milionários bem cedo, antes dos 30 anos. Acompanhe quem são eles e como obtiveram tamanho sucesso:

1. Andrew Mason

Nascido na Pensilvânia (EUA) em 1980, ele é o responsável por fundar, em 2008, o site de compras coletivas Groupon, que tem como objetivo promover mais visibilidade a estabelecimentos locais oferecendo cupons de desconto.

Com uma ideia inovadora, hoje em dia já bastante copiada, o site cresceu rapidamente e em menos de dois anos de existência a empresa já valia mais de 1 bilhão de dólares.

2. Catherine Cook

Uma das pioneiras das redes sociais, a jovem criou junto com seu irmão Dave Cook, em 2005, o Myyearbook.com, que trata-se de uma rede social que imita o livro do ano nas escolas, mas que permite interação entre os usuários, que atualmente são milhões. Aos 16 anos, Catherine já comandava uma equipe com 12 desenvolvedores.

3. Drew Houston

Atualmente com 33 anos e uma fortuna estimada em pelo menos US$ 1 bilhão, o empresário americano é o fundador e atual diretor executivo do Dropbox.

Formado em ciência da computação, lançou anteriormente algumas startups, mas em 2008 ele emplacou o serviço de backup e armazenamento online, empresa hoje avaliada em mais de 10 bilhões.

4. Eduardo Saverin

Nascido em São Paulo, em 1982, Eduardo é um dos cinco co-fundadores do Facebook – o que ele só conseguiu comprovar após longa batalha jurídica. O brasileiro foi criado em Miami (EUA) e graduou-se em economia pela Universidade de Harvard.

Na fundação da rede social mais famosa do mundo, Saverin atuou como gerente de negócios da empresa e diretor financeiro. Em 2012, aos 27 anos, ele era o dono de 5% das ações do Facebook, o que valia aproximadamente 2 bilhões de dólares. Estima-se que atualmente a fortuna de Eduardo Saverin esteja quase chegando a R$ 30 bilhões.

5. Mark Zuckerberg

Este é, sem dúvidas, um dos mais famosos da lista dos que ficaram milionários antes dos 30 (na verdade, hoje ele já é bilionário). O programador norte-americano é mundialmente conhecido por ser um dos fundadores da maior rede social atual, o Facebook, que já conta com mais de 1 bilhão de usuários.

Zuckerberg já integrou a lista de homens mais ricos do mundo da revista Forbes. Em 2010, além de figurar a lista das 100 pessoas mais ricas e influentes do mundo da revista Time e ser nomeado pela publicação como a Pessoa do ano, o empresário teve parte de sua história contada no filme A rede social, vencedor do Globo de Ouro.

6. Mike Krieger

Empresário brasileiro e engenheiro de software, Krieger é o co-fundador do Instagram, aplicativo que foi colocado na loja da Apple em 2010 e, dois anos depois, foi vendido para Mark Zuckerberg por US$ 1 bilhão. Nascido em 1986, em São Paulo, o programador mudou-se para a Califórnia em 2004 para estudar sistemas simbólicos na Universidade Stanford, onde conheceu Kevin Systrom, com quem criou o aplicativo, hoje uma das mais famosas redes sociais.

Ver esses empreendedores que ficaram milionários ainda tão jovens é inspirador, não é mesmo? Você sabia que por trás dessas grandes marcas e empreendimentos tinham mentes brilhantes assim com pouca idade? O que achou da lista? Compartilhe comigo a sua opinião no espaço para comentários.

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Empreendedorismo

Inspire-se: 4 franquias baratas de sucesso

Se você caiu nessa página, provavelmente é alguém interessado em negócios ou já é um empreendedor. Deixa eu me apresentar: eu sou o Clico, seu melhor amigo na hora de falar de negócios! O que você me diz, está interessado nessa conversa? Se sim, ótimo.

Hoje eu vou falar sobre o mercado de franquias, que basicamente é a aquisição de um conceito ou imagem de uma marca já existente por meio do pagamento de uma certa quantia de dinheiro.

O Habib’s, por exemplo, tem muitas lojas franqueadas. Já imaginou traçar esse caminho? Para começar, é preciso muita disciplina e dedicação, mas, tenha certeza, com um trabalho bem-feito, ótimos resultados podem ser atingidos. Vamos lá?

O mercado de franquias no Brasil

É importante que você tenha os pés no chão. Eu citei o Habib’s como exemplo justamente por motivar empreendedores de todos os níveis, já que, apesar do alto investimento inicial para se obter uma franquia, a rede é um das que mais fatura no Brasil. Já pensou chegar a esse nível?

Pois então, é necessário dar o primeiro passo. O bom disso é que no território brasileiro existem diversas franquias baratas (de no máximo R$20.000) que dão um ótimo retorno — obviamente se você seguir à risca a gestão da empresa e atentar-se à decisões tomadas. O melhor: dá pra entrar nesse mercado sem sair de casa.

Por fim, atente-se e pesquise sobre a importante lei de franquia.

Vantagens de se tornar um franqueado

Mais do que uma forma de entrar com força no mercado, se tronar um franqueado tem alguns benefícios. São eles:

Reputação já estabelecida

O que é mais fácil: abrir uma empresa do zero ou dar continuidade ao legado de um estabelecimento já existente? A segunda opção, não é? Então, as franquias oferecem essa vantagem, pelo fato de as pessoas já terem tido contato anteriormente com o seu estabelecimento.

Menor risco de investimento

Como franquias são basicamente marcas já consagradas no mercado, é menos arriscado investir nelas, uma vez que estas possuem uma aceitação prévia por parte do público. Lembre-se: é um grande feito começar a empreender com uma imagem sólida.

Custos de instalação previamente planejados

Como a empresa que cede franquias já atua há mais tempo, ela tem ciência de exatamente todos os custos e lucros relativos à sua atuação. Isso pode ser um grande alento para o empreendedor.

Veja a matéria completa aqui.

Franquias baratas de sucesso

Agora, vou apresentar a você algumas franquias que estão disponíveis hoje no mercado e que, na maioria dos casos, lucram o suficiente para serem bem-sucedidas e representativas no mercado. Confira!

AcquaZero

Aproveitando a valorização e disseminação de um comportamento mais sustentável e ecofriendly, essa franquia presta um serviço de lavagem ecológica e estética de veículos. São necessários R$10.000 iniciais e o prazo de retorno do capital investido é de 12 a 24 meses.

Amigo computador

Área muito valorizada nos dias de hoje, a informática é o ramo de mercado com o qual essa empresa trabalha. A Amigo computador fornece a gestão de TI para empresas de pequeno a médio porte, fator consideravelmente importante para a organização de qualquer estabelecimento prestador de serviços. A taxa de franquia é de R$10.000 e os royalties de um salário mínimo por mês. O retorno do capital investido se dá entre seis e oito meses.

Auto Spa Express

Seguindo a mesma tendência da AcquaZero, a Auto Spa Express é especializada em lavagem ecológica de veículos. Não há taxa de franquia e o investimento inicial é de R$9.900. Uma boa opção que alia sustentabilidade ao mercado.

Carrinho Chopp Brahma

A marca dispõe aos empreendedores e investidores a opção de adquirir no mínimo cinco carrinhos ao preço de 15 mil reais, com a taxa de franquia sendo R$1 mil para cada carrinho. Para reaver o capital investido, são necessários dez meses.

Como eu te disse, o que não faltam são opções de investimento e empreendimento, além de várias marcas disponíveis e um mercado a ser explorado. Cabe a você, após muito refletir, tomar a decisão que julga correta. Mas não se esqueça, o Clico estará aqui sempre para te ajudar. Curta nossa página no Facebook e fique por dentro de mais dicas legais como essa!

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Empresário e Pessoa física

Como se tornar um empreendedor corporativo?

Uma pergunta que sempre gosto de responder é: o que é preciso para empreender? Em geral, costumo falar das características que o profissional deve ter para conseguir conduzir o seu negócio da melhor maneira possível e realizar o sonho de ser o seu próprio chefe.

Acontece que, certo dia, um amigo me disse que, para ser empreendedor, é preciso ter um empreendimento. Ora, mas isso não é verdade! Existem, pelo menos, quatro tipos de empreendedores: o empresarial (o clássico dono do próprio negócio), o social (quando alguém cria um empreendimento com fins de ajudar a sociedade como um todo), o público (que busca melhorar país através do serviço público) e, finalmente, o corporativo: um empreendedor em empresas de terceiros, seja como líder ou como colaborador.

É sobre esse perfil de empreendedor que eu gostaria de falar hoje, já que esse profissional está sendo cada vez mais procurado pelas organizações já fazem a diferença nos locais em que atuam. Nesse post, vou te contar como se tornar um empreendedor corporativo. Confira!

Conheça a empresa

Empreendedores devem sempre cultivar uma visão do todo, ou seja, ter uma visão completa e integrada do local onde atuam. Por isso, não ficam presos ao seu próprio departamento e convivem apenas com sua própria equipe.

Para sair desse mundinho, procure conhecer as demais áreas da empresa em que você atua, converse com profissionais de outras áreas e tente entender com a organização funciona de forma sistêmica. Assim, você será capaz de propor soluções que realmente farão diferença para todo o negócio.

Busque a inovação

Uma das características que diferencia o empreendedor corporativo do colaborador comum é a sua necessidade de sempre buscar o novo. Afinal, a inovação é o que move as organizações para frente e ela não pode ser conquistada se os profissionais se aterem às suas atividades de rotina ou não se abrirem para o risco.

Por isso, procure sempre estar atento aos movimentos do mercado, estude tendências e procure propor soluções inéditas, ainda que arriscadas. Mas, repito: não se trata de inovar por inovar: apresente propostas baseadas em dados, estudos de mercado e pesquisas, afinal, você precisa ter credibilidade.

Seja positivo

A quantidade de pessoas que me abordam reclamando e lamentando a grave crise pela qual passamos é enorme e o sentimento é bastante compreensível: a situação do país está realmente desafiadora.

No entanto, nunca deixo de me animar quando encontro um profissional que está otimista. Não porque ele é ingênuo, mas porque ele consegue entender que é preciso agir de maneira positiva para driblar desafios e que manter a cabeça erguida, mirando objetivos para além da tempestade, é o que vai fazer a diferença para o seu trabalho.

Por isso, tente sempre cultivar o otimismo, compartilhe ele com seus colegas de trabalho e você verá que o ambiente corporativo irá melhorar em 100%.

Viu como se tornar um empreendedor corporativo pode ser fácil? Esse é o profissional que faz a diferença em pequenas e médias empresas e, há pouco tempo, vem sendo procurado também pelas grandes corporações. Por isso, mesmo que você ainda não pense em abrir o seu negócio, nunca deixe de empreender!

Você conhece ou já trabalhou com um empreendedor corporativo? Compartilhe comigo sua experiência aqui nos comentários!

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Tecnologia

Vale a pena investir numa solução de ERP online?

A rotina de um gestor de negócios não é fácil. Se ele tivesse apenas que lidar com as suas rotinas internas, certamente teria um alívio um pouco maior, é claro — embora essas tarefas demandem tempo e requeiram profissionalismo e seriedade. Acontece que, infelizmente, existem também uma série de processos externos, principalmente ligados aos órgãos governamentais, como o Fisco. No Brasil, o empresariado enfrenta a loucura de ter que destinar aproximadamente 110 dias só para organizar a gestão tributária.

Para organizar todos esses processos internos e externos e se manter no pário com a concorrência, não tem mais como fugir: a automação é a única saída! Até mesmo pequenos negócios, como quiosques de rua, contam com esse tipo de solução. Hoje, resolvi falar sobre uma dos mais importantes sistemas que podem ser adquiridos para organizar esses processos: O ERP online — uma ferramenta simples e que pode ajudar muito o seu negócio!

Afinal, o que é o ERP?

O ERP é um sistema que permite a automação de todos os processo internos e externos da organização. Com ele, você pode integrar as informações difundidas pela empresa, criando uma coesão entre todos os departamentos.

Quer um exemplo prático? É o caso dos estoques, das finanças, das vendas e do marketing, setores em que as informações precisam ser integradas para garantir o dinamismo do negócio. A equipe de vendas, por exemplo, precisa comunicar as baixas para os estoques e os resultados para o marketing, que deve planejar as suas ações de acordo com os resultados da empresa. As finanças, por outro lado, precisam de todos esses dados imediatamente, já que é nesse setor que fazemos o planejamento dos gastos.

Hoje, o ERP possui integração direta com a internet, fornecendo uma série de benefícios para o gestor. Vamos conferir logo abaixo!

Os principais benefícios do ERP Online

Integração direta com o fisco

Hoje, o Fisco já é integrado à internet e usa uma série de sistemas avançados, como o SPED Contábil, por exemplo. Acontece que, para que a empresa realmente aproveite desse tipo de comodidade e agilidade, ela precisa de um sistema interno integrado ao Fisco — e um ERP online pode garantir esse tipo de integração.

Controle full time

Muitas vezes, o gestor enfrenta problemas para conseguir as informações quando mais precisa. Ele pode estar em uma reunião de negócios, por exemplo, ou até precisar de dados de equipes que estejam em campo. Outro grande benefício de contar com um ERP Online é o fato de que o empreendedor garante que todas essas informações sejam atualizadas e coletadas de qualquer lugar e a qualquer hora.

Mobilidade para todos

Por fim, como você já deve ter percebido no nosso último tópico, a mobilidade conquistada por conta desse tipo de ferramenta é inigualável. É a melhor alternativa para as empresas que necessitam atuar com equipe em campo, onde as informações são geradas externamente e precisam ser coletadas em tempo real, para uma tomada de decisão mais ágil.

Integração dos setores

Por fim, o grande diferencial de um ERP online é a integração de todos os departamentos da empresa. As informações transitam e são atualizadas com muito mais facilidade, o que é excelente para o negócio. Com isso, você evita os erros humanos, o uso de planilhas fixas e uma série de outras tarefas que tomam mais tempo do que resolvem os problemas de gestão. Essa pode ser, portanto, a ferramenta que está faltando no seu negócio!

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