Destaque, Empreendedorismo

O que fazer para ter um controle de estoque eficiente

Conseguir um controle de estoque eficiente é crucial para o sucesso de qualquer empresa, independentemente da sua área de atuação. Essa é uma realidade tão inevitável que, atualmente, vemos gestores e empreendedores debatendo sobre como aprimorar os recursos logísticos e as políticas de gerenciamento da sua cadeia de suprimentos.

Definitivamente, essa não é uma discussão descabida. Você já parou para pensar na quantidade de clientes e parceiros que uma organização pode perder por não ter um bom controle do seu acervo e dos seus produtos? Fica claro que é fundamental investir nessa seara e melhorar esse setor.

Ficou interessado? Então confira o conteúdo que preparei a seguir e descubra algumas dicas que podem fazer com que o seu negócio dê um salto de qualidade:

Tenha mão de obra capacitada

O primeiro passo para ter um controle de estoque eficiente é contar com funcionários capacitados, que possam realizar as suas funções e tarefas do jeito adequado. Pouco adianta adotar excelentes práticas no seu acervo e otimizar os processos se o seu material humano não tem qualidade suficiente para deixar tudo em ordem.

Obviamente, isso já deve começar na seleção da equipe. Invista na contratação de pessoas que tenham experiência na área e que possam agregar valor ao empreendimento. Como bons talentos nem sempre estarão disponíveis no mercado de empregos, você também pode investir em capacitação com treinamentos adequados.

Existem cursos interessantes sobre logística e controle de estoque. Noções de informática também são indispensáveis, especialmente se você tem a pretensão de informatizar esse setor no seu negócio. Ainda que a maioria dos programas do gênero sejam simples e intuitivos, quem não está habituado com as interfaces da computação pode ter dificuldades.

Também é possível investir em treinamentos internos. Os próprios colaboradores mais capacitados podem dar palestras e minicursos para os demais, ensinando os detalhes e as nuances dos serviços de inventário. Lembre-se de sempre estimular e recompensar esses procedimentos.

Solicite inventários periódicos

Uma das melhores dicas para ter um controle de estoque eficiente é a produção de inventários periódicos. Essa atitude é fundamental para conhecer efetivamente o seu acervo, evitando perdas e retrabalho, ajustando os saldos, monitorando desvios e analisando se tudo está dentro dos critérios estabelecidos e esperados.

Outra maneira de implementar esse procedimento no seu empreendimento é com a adoção dos inventários rotativos, que têm se mostrado uma prática moderna e desejável em diversos segmentos. Ele consiste em fazer essa apreciação por amostragem dos artigos com mais rotatividade. A precisão é menor, mas ele é feito bem mais rapidamente.

Adote o uso de métricas

Outra prática indispensável é a adoção de métricas. Elas ajudam a controlar o estoque e também fornecem informações valiosas sobre o desempenho dos negócios e sobre a conquista ou não dos resultados esperados, embasando os gestores na tomada de decisões mais acertadas sobre o acervo.

Entre os indicadores mais utilizados nos dias de hoje, podemos citar o Tempo de Ciclo, que demonstra o período exato que o produto leva para chegar, desde o envio do pedido ao fornecedor até a entrada no seu local de armazenamento. Com essa métrica, o gestor sabe com quanta antecedência precisa fazer uma encomenda para que não fique descoberto.

Outra medida importante é o Consumo Médio, que demonstra a quantidade consumida de um item em um determinado intervalo de tempo. Sua principal função é determinar o número de mercadorias que você precisa ter na reserva para não correr o risco de deixar algum cliente insatisfeito.

Temos também a Cobertura do Estoque, que serve para indicar quão suficiente o seu inventário atual será para atender as demandas médias de compra. Ela é calculada por meio do cruzamento do número de mercadorias que você possui no momento com a sua previsão média de vendas.

Trabalhe com fornecedores de confiança

Outra prática importante, mas que muitas empresas acabam não adotando por questões econômicas, está em trabalhar apenas com fornecedores de confiança. É preciso ter em mente que o preço não é tudo e uma economia discreta com uma compra pode acabar se convertendo em um tremendo prejuízo no futuro.

Para ter um controle de estoque eficiente, você deve fechar parcerias que cumpram os prazos estabelecidos e jamais o deixem na mão. Leve em conta fatores como a credibilidade no mercado, a responsabilidade, a qualidade, a confiabilidade, o tempo de entrega e a disponibilidade. Invista nesse relacionamento e escolha com inteligência.

Faça uso adequado de promoções

Outra atitude estratégica para ter um controle de estoque eficiente é o uso adequado de promoções. Muitos gestores não encaram essa estratégia dessa maneira, mas o fato é que elas servem para que você regule o seu nível de mercadorias, se livrando de itens encalhados e renovando o seu acervo.

De quebra, você consegue atrair mais publicidade e pode conquistar ou até mesmo fidelizar clientes. Esse tipo de ação é indicada, sobretudo, para aqueles empreendimentos que têm uma necessidade mais elevada de liberar rapidamente espaço, especialmente as que trabalham com artigos perecíveis.

Adote um software de gestão

Por fim, adotar um software de gestão pode ser tudo o que faltava para sua empresa finalmente ter um controle de estoque eficiente. Com esse tipo de sistema, você consegue ter um excelente controle logístico e ganha um tremendo diferencial competitivo. Nos dias de hoje, temos uma infinidade de programas específicos do gênero.

Com uma precisão e uma praticidade de alto nível, você poderá abandonar de vez as planilhas de papel. Você terá um controle perfeito de suas compras e suas vendas, podendo cruzar essas informações em tempo real. Além disso, o software indicará prazos, alertará quando um artigo estiver com os níveis abaixo do desejado, integrará as equipes e muito mais.

Definitivamente, esse é um investimento com retorno garantido e excelente custo-benefício, que pode melhorar o desempenho e tornará o dia a dia do seu empreendimento imensamente mais tranquilo e eficaz.

E agora, já descobriu o que fazer para ter um controle de estoque eficiente? Ficou interessado e está pronto para adotar essas práticas? Então assine nossa newsletter e receba mais artigos como esse em primeira mão!

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Empreendedorismo

Guia passo-a-passo para tirar o CNPJ da sua empresa

A maioria dos novos empreendedores já sabem que para ter seu negócio reconhecido e sua empresa formalizada, é necessário tirar o CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas). Assim como o CPF (Cadastro de Pessoas Físicas), o CNPJ é um número único, que identifica a sua empresa.

Há um tempo, quando eu abri o meu primeiro negócio, o processo de obtenção de um CNPJ era bem burocrático e caro. Por isso, muitos empreendedores preferiam atuar na ilegalidade até alcançar um faturamento maior para então fazer a abertura da empresa. Hoje, porém, a legislação já conta com muitas facilidades para quem está começando e precisa estar regularizado para fazer seu negócio crescer.

Está começando seu novo negócio agora? Então continue acompanhando minhas dicas para tirar o CNPJ da sua empresa!

A importância do CNPJ

Contar com um CNPJ permite que a sua empresa emita nota fiscal, faça compras e até contrate outros serviços. Exercer atividades sem o registro, mesmo que sua empresa não conte com um espaço físico, é ilegal e pode trazer problemas com a justiça, além de prejudicar o desenvolvimento do seu negócio. Ah! E só para lembrar, mesmo os negócios online, como um e-commerce, por exemplo, também precisam do CNPJ.

Basicamente, o CNPJ serve para identificar o seu negócio e permitir que a Receita Federal faça um acompanhamento adequado do pagamento de tributos e de obrigações em geral. A partir dele, você pode fazer as declarações devidas, enviar documentos fiscais importantes e garantir uma contabilidade adequada. Por outro lado, sem ele o seu negócio opera de maneira ilegal e a confiança dos seus clientes acaba sendo perdida — e você não deseja isso, não é?

O CNPJ também é necessário para obter financiamentos empresariais e participar de programas de incentivo ao desenvolvimento econômico como um todo. Quer participar de uma licitação? Também é preciso ter um CNPJ!

Os primeiros passos para tirar o CNPJ

Saiba em qual formato sua empresa se encaixa

Se a previsão de faturamento anual da sua empresa é menor que R$ 60 mil e você não faz parte de nenhuma outra empresa, muito provavelmente você será um Micro Empreendedor Individual (MEI) e deverá seguir um procedimento mais simples para se inscrever no Cadastro.

Se este não é o seu caso, no entanto, alguns outros passos serão necessários antes de você obter seu CNPJ.

Assim como as pessoas, que precisam de uma certidão de nascimento antes de ter um CPF, as empresas precisam de um NIRE (Número de Identificação do Registro da Empresa), um documento que depende de um Contrato Social, Ficha de Cadastro Nacional e Registro na Junta Comercial. Só com a elaboração e apresentação desses documentos e com o devido pagamento das taxas correspondentes é que o empreendedor poderá ter seu NIRE.

Procure ajuda profissional

A elaboração de Contrato Social e os demais atos dependem da ajuda de um profissional especializado, tanto em contabilidade quanto em direito. Por isso, para realizar essa etapa, a dica é contar com um profissional de confiança que possa não apenas executar tais tarefas, como também possa te orientar sobre os tipos de empresa e os tipos de impostos e taxas que cada empresa precisa recolher.

É fundamental regularizar e separar todos os documentos para tornar o processo mais simples. Isso porque se você enviar a documentação incompleta ou incorreta, o pedido de CNPJ não será atendido, exigindo que você regularize toda a documentação conforme o exigido.

O resultado disso? Você vai gastar mais dinheiro do que deveria e ainda vai perder muito tempo, deixando de atuar corretamente com a sua empresa e perdendo oportunidades de negócio.

Defina sua atividade

Nessa etapa preparatória, inclusive, é muito importante realizar uma definição correta da atividade a ser prestada pela empresa. A definição acontece baseada na CNAE, que conta com uma lista classificatória para que as empresas definam a sua área de atuação.

Essa etapa é crucial para a obtenção do CNPJ porque, se você obtiver um CNPJ para uma atividade e desempenhar outra em sua empresa, pode sofrer com problemas de fiscalização de uma maneira geral.

Por isso, planeje muito bem como será a atuação do seu negócio e defina previamente todas as atividades que serão desempenhadas. Isso garante que você não erre na escolha!

A obtenção do CNPJ

O CNPJ é dado pela Receita Federal e seu pedido pode ser feito online, no próprio site da Receita. Nesse momento, também é possível contar com a ajuda de um profissional de sua confiança, no entanto, o procedimento é bastante simples e a própria Receita Federal oferece cursos gratuitos e à distância para quem quer se informar.

O primeiro passo é separar todos os documentos necessários para iniciar seu cadastro. Para cada tipo de empresa, a Receita Federal dá uma lista de documentos, que você pode verificar aqui. No caso de uma Sociedade Simples Ltda., que é o tipo de empresa mais comum, será necessário apenas o contrato social registrado, por exemplo.

Não é mais necessário baixar o Programa Gerador de Documentos do CNPJ. Desde 2014, é possível usar o aplicativo de Coleta Online do CNPJ para o preenchimento de solicitações cadastrais de inscrição, alteração ou baixa. Nesse aplicativo, você deve preencher e enviar sua Ficha Cadastral de Pessoa Jurídica (FCPJ) com dados como razão social, ramo de atividade e endereço. Você também deve apresentar o Quadro dos Sócios e Administradores (QSA) da empresa, descrevendo todos os responsáveis e a respectiva participação no capital social.

Existem diferentes tipos de sociedades e regimes tributários. Por isso, antes mesmo de obter o CNPJ, na fase preliminar para tirar o NIRE, pesquise os tipos e peça ajuda para um profissional para que você possa avaliar qual o melhor tipo de empresa e de regime tributário para o seu negócio.

Após enviar a solicitação, você recebe um recibo de entrega que permite acompanhar o andamento do seu pedido no próprio site da Receita Federal. Caso exista alguma pendência ou erro, você será informado sobre qual o problema e como solucioná-lo. Do contrário, é só imprimir todos os documentos que foram preenchidos e que são considerados como o Documento de Entrada no CNPJ.

Com essa papelada em mãos, é só reconhecer firma e encaminhar tudo, via correios ou pessoalmente, para uma unidade cadastradora!

Não existe um prazo na legislação para a conclusão do processo e a obtenção do CNPJ. Na prática, o que acontece é que o procedimento demora, no mínimo, 5 dias. Por isso, é bom seguir acompanhando o pedido pelo site até conseguir o número do seu CNPJ.

A escolha do regime tributário

Por falar em regime tributário, recomendei ali em cima que você fique de olho nisso e há um motivo: dependendo do regime tributário, há um prazo entre a obtenção do CNPJ e a adoção do regime.

É o caso do Simples Nacional, por exemplo. Uma vez que você tenha o seu CNPJ, você tem até 180 dias para realizar a entrada nesse regime ou então terá que esperar até janeiro do próximo ano fiscal.

Para facilitar o processo, o ideal é que você faça uma pesquisa entre as opções disponíveis para já definir, de maneira prévia, qual deve ser a escolha para o seu negócio.

Atualmente, as três principais opções são o Simples Nacional, o lucro real e o lucro presumido. Cada um deles é indicado para tipos e tamanhos de empresa diferentes e apresentam níveis de complexidade diferentes.

A escolha correta não apenas é importante do ponto de vista do CNPJ, mas também para que você consiga pagar menos impostos de maneira legal.

Microempreendedor Individual

Como já expliquei, se você não é sócio, não tem participação em nenhuma outra empresa e a previsão do faturamento anual do seu negócio é menor do que R$ 60 mil, você deve se registrar como um microempreendedor individual (MEI). Tirar o CNPJ, nesse caso, é mais simples e rápido do que da forma tradicional.

Para ser um MEI, o empreendedor paga uma taxa mensal que não supera R$ 50,00 e inclui todos os impostos e deveres legais da empresa. O MEI pode contar, ainda, com um empregado contratado que receba um salário-mínimo ou o piso da categoria.

Além da regularização, o enquadramento do MEI traz os benefícios da previdência, permitindo que você se aposente e conte com o auxílio-doença e auxílio-maternidade quando for preciso.

Todo o processo é feito online no Portal do Empreendedor. O site é bem explicativo. Entretanto, caso ache necessário, você também pode pedir a ajuda de um contador. Outra opção para quem tem dúvidas é ir até o SEBRAE, que disponibiliza diversos consultores e materiais explicativos como cartilhas e artigos nos seus postos de atendimento.

Para realizar o cadastro online é preciso ter em mãos o CPF, número da última declaração do imposto de renda e o número do título de eleitor. Com esses números, você completa os dados solicitados.

Finalizado o cadastro, é gerado imediatamente o CNPJ, a inscrição na Junta Comercial, no INSS e o Alvará Provisório de Funcionamento de sua empresa. Todos saem imediatamente em um único documento, o Certificado de Condição de Microempreendedor Individual (CCMEI).

Não é preciso enviar nenhum documento à Junta Comercial ou ao posto da Receita. Com o CCMEI, o empreendedor já tem todas as informações e licenças necessárias para a regularidade da sua empresa.

Mas e se a sua empresa começar a faturar mais do que R$ 60 mil no ano? O que fazer? Bom, nesse caso, é possível alterar o regime da sua empresa sem que haja a alteração do número do CNPJ.

Obter o CNPJ é uma tarefa indispensável para garantir segurança e total regularidade de sua empresa. Fique atento ao processo e aos documentos exigidos que, em pouco tempo, você receberá a tão sonhada sequência de 14 dígitos.

E então, você ainda tem alguma dúvida sobre como tirar o CNPJ da sua empresa? Compartilhe aqui nos comentários!

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Empreendedorismo

Plano de carreira: posso ter um mesmo sendo empreendedor? Descubra!

Não é difícil que a vida pessoal do empreendedor se misture com a profissional, a ponto de ele não conseguir dividir o crescimento da sua empresa (campo profissional) das suas expectativas e realizações no trabalho (campo pessoal). Isso afeta diversas das suas providências pessoais e uma delas é plano de carreira.

Para que isso não aconteça com você, criei este texto provando que um empreendedor também pode ter um plano de carreira e explicando as principais vantagens de se ter um. Acompanhe:

Ter um plano de carreira é saber para onde está indo

O propósito de um empreendedor deve ir muito além de ganhar dinheiro. Existem expectativas quanto à realização de algumas etapas que, se forem cumpridas, vão gerar muita satisfação e renovar as energias para continuar no trabalho.

E, para saber que essas expectativas estão se cumprindo, a primeira coisa que você precisa é definir metas claras. Onde quer chegar como empreendedor? Em quanto tempo? É importante que o empreendedor saiba o que realmente o inspira, motiva e faz querer seguir com determinado projeto.

Equilibrar expectativas pessoais e profissionais

Uma empresa requisitada no mercado normalmente é administrada por alguém que tem suas metas, tanto pessoais quanto profissionais, definidas. Em algum momento, o empreendedor de sucesso percebeu que essa é a base para o início de uma vida de conquistas.

Desde jovens já pensamos no que queremos para a nossa vida quando adultos e a família e os amigos nos estimulam com a clássica pergunta “o que você quer ser quando crescer?”. Será que você está no caminho certo para atingir o seu objetivo da época do colégio? Não é porque o tempo passou que você deve perder isso de vista.

Ter um planejamento desenvolvido

Ter um plano bem elaborado, seja ele pessoal ou de negócios, é essencial para que o empreendedor possa ter um controle sobre sua empresa e carreira sem desperdiçar tempo, conhecimento e dinheiro com algo que não lhe trará os resultados desejados.

É importante que ele próprio identifique seus interesses, valores, metas pessoais e profissionais e faça uma análise de seus pontos fortes, pontos a serem desenvolvidos, oportunidades e ameaças. Além disso, deve-se definir onde é necessário investir tempo e recursos financeiros para que os pontos negativos sejam revertidos para positivos.

Saber como desenvolver a rede de contatos (networking)

A rede de contatos não será apenas para vender o seu produto ou serviço. Alianças serão necessárias para o seu crescimento profissional. É importante definir exatamente qual público você deseja alcançar com o seu empreendimento, mas também é necessário ter em mente possíveis parceiros de negócios e divulgadores dos seus serviços no futuro.

Com um plano de carreira você tem foco e sabe quando deu certo

O empreendedor de sucesso estará disposto a abrir mão temporariamente de algo para alcançar seus objetivos. Os obstáculos surgirão durante a jornada empreendedora e o administrador precisa ter equilíbrio para não desistir diante da primeira dificuldade. Assim como celebrar as vitórias, é essencial saber lidar com a concorrência, clientes insatisfeitos, o cansaço físico e mental e outros obstáculos que surgirão no caminho.

Muitas vezes, definimos de forma vaga e superficial os nossos objetivos e não percebemos que alcançar o sucesso vai depender de um planejamento detalhado e bem elaborado. Muitas questões devem ser analisadas ao elaborar um plano de carreira: estou preparado para as dificuldades, para as críticas de mercado e para um momento de crise? Tenho competência para lidar com situações inesperadas?

O empreendedor que souber lidar com situações atípicas e que vão além das questões financeiras e comerciais, com certeza se tornará um profissional de destaque no setor empresarial, reunindo o que é melhor para você e para a sua empresa. E se tudo isso faz parte do seu plano de carreira, você sabe que está caminhando na direção certa!

Gostou de saber das vantagens de planejar a sua carreira mesmo sendo um empreendedor? Já tinha parado para pensar sobre a importância do de tudo isso? Deixe um comentário aqui embaixo, contando pra mim a sua opinião!

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Empreendedorismo

Como investir em capacitação para empreendedores?

Um estudo divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), relativo a 2013, mostrou que mais de metade das empresas brasileiras não sobrevive após os quatro primeiros anos.

Em parte, isso se deve à falta de preparo dos empreendedores, que se veem obrigados a fechar as portas por não saberem lidar com os desafios. Para contornar essa situação, o caminho inclui a capacitação para empreendedores.

Quanto mais capacitado um empreendedor é, mais chances ele tem de analisar o mercado da forma adequada e de levar a empresa a um crescimento saudável.

Os próprios empreendedores reconhecem tal necessidade. Segundo o Índice de Confiança do Empresário de Pequenos e Médios Negócios no Brasil (IC-PMN), quase 37% dos empreendedores pesquisados afirmaram que consideram a capacitação uma iniciativa válida para melhorar os resultados.

Pensando em melhores resultados e em seu crescimento pessoal e profissional, veja, a seguir, como investir em capacitação para empreendedores.

Busque a melhor forma de capacitação

A capacitação para empreendedores pode acontecer de diferentes maneiras. É possível realizar um curso de graduação ou pós-graduação em um assunto de interesse para o mundo dos negócios, ou então focar em cursos de menor duração em escolas de capacitação. A tutoria é outra modalidade disponível.

Cada uma dessas opções apresenta um enfoque, uma duração e um atendimento específico de acordo com o que você busca. E o que é melhor: há ótimas ofertas de cursos online que possibilitam escolher e estudar nas melhores escolas, inclusive as internacionais, sem sair de casa ou da empresa.

Por isso, vale a pena observar quais são suas maiores necessidades quando o assunto é capacitação, para descobrir qual é a forma ideal e garantir que você se torne um empreendedor mais preparado.

Conheça qual a sua disponibilidade

Outro fator muito importante é reconhecer qual é a sua disponibilidade para capacitação. Por mais curto que um curso seja, ele só vai ser realmente efetivo se você dedicar a atenção necessária para a sua conclusão bem sucedida.

Se você tem horários mais estritos em seu empreendimento e pode se ausentar por pouco tempo ao longo da semana, o melhor é procurar uma forma de capacitação com estrutura mais flexível, como no caso da educação a distância (EAD).

Já se você precisa concluir os estudos em menos tempo e tem disponibilidade para se dedicar mais, um curso de duração mais curta, porém mais intensivo, funciona bem para a sua situação.

Encontre a instituição adequada

O sucesso da capacitação depende muito da instituição que oferece o curso, em qualquer que seja a modalidade. Uma escola renomada e reconhecida pela qualidade certamente oferecerá qualificação muito mais adequada para as suas necessidades.

Por isso, avalie algumas questões importantes na escolha da instituição. É necessário observar, por exemplo, a metodologia utilizada. Quanto mais aplicação prática o curso oferecer, melhores serão os resultados para o negócio.

Também é importante considerar o conteúdo curricular. É fundamental que a instituição ofereça uma abordagem atualizada, aprofundada e compreensiva, para que você consiga os melhores resultados em qualificação pessoal e corporativa.

Por último, mas não menos importante, a estrutura da instituição também conta muitos pontos a favor. Mesmo que não seja uma estrutura física, como nos casos de educação a distância, observe se as turmas são pequenas e se há atendimento individualizado, além de conferir a qualificação dos professores e os métodos pedagógicos.

Invista em capacitação contínua

O processo de aprendizagem de um 08 não termina assim que o primeiro curso é finalizado. Muito pelo contrário: é necessário investir em uma busca contínua e consistente de novos conhecimentos, de modo a se manter sempre atualizado no mercado.

Por isso, mesmo que você já tenha algum nível de capacitação, é fundamental continuar buscando novas formas de aprender mais sobre o mercado e sobre o ato de empreender em si, o que trará mais segurança para a empresa. O investimento em capacitação para empreendedores aumenta, e muito, as chances de sucesso de seus negócios!

Quer saber mais sobre o que é importante para um crescimento empresarial saudável? Você vai gostar de ler esse post aqui.

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Empresário e Pessoa física

As 8 melhores raças de cachorro para quem trabalha muito

Você trabalha muito, fica fora de casa a maior parte do dia, mas ama cachorros e gostaria muito de ter um de estimação? Eu sei que os cães são animais bastante sociáveis e gostam de atenção e companhia, mas andei pesquisando e descobri que algumas raças de cachorro têm um temperamento que permite que eles fiquem tranquilos mesmo estando sozinhos por um bom tempo. Fiz uma lista das melhores raças de cachorros e divido agora com você. Confira!

#1 Akita

Um cão de grande porte, o Akita é bastante corajoso e independente, por isso, não tem tantos problemas em ficar sozinho. Sendo bem treinado, é um cão doméstico educado e tranquilo, muito devoto a proteger os membros da casa. Porém, ele precisa de exercícios mentais e físicos diariamente, além de uma área segura para correr.

#2 Basset Hound

O Basset tem porte médio e é muito calmo, até mesmo preguiçoso. É independente e não gosta muito de colo, por isso, não sente tanto a ausência do dono por um período. Mas isso não significa que ele não precise de atenção quando o dono está em casa. Caminhadas diárias também são importantes para essa raça, tanto pela companhia quanto por sua tendência à obesidade.

#3 Chow Chow

Extremamente fofo, o Chow Chow é discreto e pouco expressivo, além de independente, podendo ficar sozinho por algumas horas. Quando estiver com ele, é importante fazer atividades ao ar livre, pela manhã ou no fim da tarde.

#4 Lhasa apso

Essa raça é muito tranquila e independente, ou seja, pode passar várias horas do dia descansando. O Lhasa apso se adaptam a pequenos espaços, como em apartamentos. Mesmo podendo ficar bastante tempo sozinhos, eles são apegados aos donos e precisam de atenção.

#5 Schnauzer

O cão dessa raça é muito inteligente e possui certa independência, o que facilita para que ele fique bem enquanto sozinho. Apesar disso, o Schnauzer é bastante carinhoso e brincalhão, então quando tem o dono por perto, quer brincadeira e dedicação.

#6 Shar Pei

Muito autoconfiante, reservado e pouco expressivo, o Shar Pei é bem independente e não terá problemas em se ver sozinho durante um tempo. Embora não goste de estar sempre ao ar livre, é importante estimulá-lo por meio de exercícios físicos diariamente, como por um passeio ou com brincadeiras.

#7 Shih Tzu

De pequeno porte, o Shih Tzu é um cãozinho muito bonito e dócil. É bastante tranquilo e lida bem com a solidão, passando boa parte do dia aguardando seu dono sem muita ansiedade. Porém, esse cachorro é muito apegado, carinhoso e adora colo, por isso, ao chegar em casa, certamente ele te cobrará atenção e chamego.

#8 West Highlander Terrier

O cachorro dessa raça é calmo e independente, podendo ficar sozinho por um tempo sem problemas. Contudo, como tem muita energia para gastar e é bem brincalhão, é importante passear com ele diariamente.

É essencial lembrar que essas características podem variar de uma raça para outra e que o mais importante é trabalhar o comportamento e equilíbrio do seu animal de estimação.

E então, sabendo sobre essas raças de cachorro ficou mais fácil escolher um companheiro? Já tem experiência com algum desses animais e quer compartilhar comigo? Deixe o seu comentário!

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Empreendedorismo

Os malefícios de ser um chefe centralizador e como evitá-los

Ele não deixa ninguém decidir nada. Tudo precisa de sua “bênção” e os processos não caminham porque ele está muito atribulado. Ele não quer ser só a alma do negócio, mas os pés e as mãos também. Se você já disse alguma das frases acima, certamente já trabalhou para um chefe centralizador. Mas e você? Considera-se centralizador?

Se você acha que está cercado por pessoas que não transmitem confiança e capacidade para tomar decisões e acredita naquela máxima que diz que é o olho do dono que faz o negócio crescer, é possível que seja um chefe centralizador. E, com isso, você está exposto a sofrer todos os malefícios que vou relatar a seguir.

Sobrecarga de responsabilidades

Que eu saiba, a primeira e mais notável característica de um chefe centralizador é não ter mais tempo para nada. A sobrecarga de responsabilidades o suga, por vezes, totalmente e não sobra tempo nem mesmo para os compromissos pessoais. Se você é uma pessoa que vive para o trabalho, tome cuidado! A vida pode passar pelo seu nariz sem você tê-la vivido.

Delegue responsabilidades e acredite no potencial de sua equipe. Para controlar sua insegurança, comece delegando pequenas responsabilidades como forma de testar cada um.

Desmotivação da equipe

Com a imobilidade em tomar decisões e resolver problemas de clientes, além de falta de reuniões de alinhamento e de um chefe que ouça e valorize suas ideias e reivindicações, a equipe passa a ficar desmotivada. Nessa perspectiva, não é assustador se os seus empregados adotarem a postura “pra que falar, se ele não nos ouve?”. Com isso, não é só você que tem a perder, mas a empresa como um todo.

Separe sempre um tempo para reunir-se com seus funcionários e escutá-los. Considere as ideias deles e teste, prestando o devido reconhecimento aos respectivos autores.

Falta de inovação

Devido à falta de tempo causada pela sobrecarga de responsabilidades e os constantes atrasos de demandas, somados com a desmotivação de sua equipe, há um gigantesco risco de sua empresa padecer com a falta de inovação. Afinal, você não terá tempo para se informar sobre as novidades do mercado nem para pensar em soluções inovadoras. As ideias criativas de seus empregados também não são colocadas em pauta pela falta de tempo e credibilidade neles.

Esteja sempre atento às falas de seus clientes e de sua equipe. Através dessa observação, você estará apto a ter bons insights. Além disso, teste pequenas inovações para sentir-se seguro em se arriscar em projetos inovadores maiores.

Problemas de saúde

Não tem como escapar! Grandes responsabilidades geram estresse excessivo e certamente causarão algum problema de saúde, desde uma gastrite nervosa a um AVC. E acredito que não vale a pena sofrer um derrame ou viver ingerindo remédios por causa de uma mania de controle excessivo das coisas, não é?

Então, trate de aprender a delegar responsabilidades para sua equipe e separar um tempinho para atividades em prol da sua saúde, como uma caminhada diária ou a prática da natação.

Gestão extremamente burocrática

Muitas regras e decisões que precisam passar por você podem gerar atrasos e insatisfação nos clientes. Portanto, se você tem uma insegurança muito grande em delegar tarefas, considere automatizar sistemas de gestão que, inclusive, permitem que você avalie sua equipe de forma coerente e correta.

Você se identificou com algum deses malefícios comuns a um chefe centralizador? Então, procure saná-los enquanto há tempo. E aproveite para me contar, aqui nos comentários, como você lida com esses desafios ou como foi conviver com um desses chefes centralizadores.

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