Ética

Ser ético ou não: eis a questão!

É de fato muito complicado sabermos se somos éticos ou não, já que cada atividade que nos envolve no dia a dia é capaz de influenciar o nosso caráter. Esta dificuldade torna-se ainda maior quando percebemos que essas ações não são isoladas em nossos cotidianos, mas sim interligadas ao longo de nossas vidas. Pois então como devemos proceder na sociedade para sermos considerados éticos?

Essa pergunta pode parecer simples, mas se pararmos para pensar muita coisa está por trás. Eu por exemplo considero um cidadão que paga seus impostos, não se vale da malandragem e segue as normas propostas pela sociedade, ético. Talvez para você esse conceito seja diferente, e aí devemos debater para que haja um consenso ao redor do tema. O Brasil que vivemos é o mesmo, por tanto o que achamos ou deixamos de achar não tem valor algum se não for compartilhado por demais pessoas.

A síntese ao redor da ética no Brasil está fundamentado na Constituição Federal, e envolve deveres e direitos que devemos nos comprometer ou ater, de acordo com seu respectivo valor. Assim, todo cidadão brasileiro pode se basear no mesmo regimento para ser ou não considerado ético. Mas novamente, cabe a cada um de nós o julgamento das próprias ações, já que somos seres pensantes.

Vou citar um exemplo para esclarecermos o tema juntos. Sou parado por um policial rodoviário por estar dirigindo acima do limite de velocidade. Minha pontuação na carteira de habilitação está alta, e se for multado corro o risco de perdê-la. Ofereço ou não algo ao agente para não ser multado? Pense na situação.

Caso ofereça, além de demostrar minha falta de ética, posso ter problemas mais sérios, como ser preso em flagrante por corrupção ativa. Cometi uma infração, logo mereço ser penalizado por isso. A função daquele policial é justamente me autuar por não respeitar as leis de trânsito. Se eu o corromper, estarei desestruturando toda uma cadeia legal montada em meu país para o estabelecimento da ordem. Imaginem só a bagunça de um “mato sem leis”.

 

Prefiro não correr o risco de viver nessas condições, e me comprometo com a ética. E você, o que faria?

 

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Ética

Ética: Seu real significado e como ela se aplica no seu dia-a-dia

É muito importante ter uma noção bem ampla do universo da Ética para que haja o melhor entendimento possível. Por isto, escreverei um pouco de suas bases, que envolvem tanto sua definição como a aplicação simples deste valor. Se você apresenta dúvidas a respeito deste valor, me esforçarei ao máximo para te ajudar!

A ética se caracteriza pela prática de ações condizentes com regras e convicções estabelecidas na e pela sociedade. Se formos aprofundar um pouco mais, o valor do qual estamos falando relaciona-se à princípios universais, que são aqueles que apresentam o mesmo valor independentemente de onde estivermos. O que acontece é que muitas vezes confundimos a ética com a moral, mas enquanto esta se baseia em costumes e tradições, aquela está fundamentada na razão.

Tendo definido a ética, abro um pouco mais o assunto: o que é agir eticamente? A meu ver, é tomar uma atitude correta após analisar criticamente toda e qualquer ação. Em geral, aquilo que tende a ser mais simples ou gerar um resultado positivo nos chama a atenção, e aí vem meu ponto. Ao pensarmos no que estamos fazendo, independentemente da natureza, e avaliarmos os riscos gerados a terceiros a partir de nossas decisões abrimos o caminho para a ética.

A partir da análise de nossas ações temos a opção de torná-las ou não éticas. Por exemplo, uma vaga para deficientes disponível em um shopping center num dia que temos pressa. Numa questão de milissegundos nos imaginamos estacionando no local até que nos perguntamos se aquilo é certo ou não. Supomos que pessoas talvez precisem daquela vaga e que cinco minutos a mais de espera não irão alterar nada em nossas vidas. É esse tipo de análise crítica que defendo ser capaz de tornar ou não nossas ações éticas.

Concluo o pensamento com a tomada de atitude. Se nesse caso estacionamos somos antiéticos e se aceitamos uma espera um pouco maior somos éticos, simples assim. Mas então quer dizer que basta não estacionar na vaga de deficiente para ser considerado ético? Creio que naquele momento sim, mas as demais atitudes semelhantes que estão em nossas vidas são capazes de determinar nosso caráter. Quais seriam essas ações? Deixamos para uma próxima.

 

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Ética

Ética: O começo da verdadeira mudança

Vivemos hoje um período muito conturbado no Brasil. As crises política e econômica caminham juntas e carregam consigo dilemas que muito nos assustam. Se por um lado a questão econômica põe à prova nossas capacidades comerciais e financeiras, por outro a política nos revela inúmeros pontos falhos de nossa sociedade. Um destes receberá o meu destaque.

No ano de 2015, segundo pesquisa do Instituto Datafolha, o principal problema do país para os brasileiros foi a corrupção. A priori, pensamos ser esta uma questão vinculada exclusivamente à política ou grandes empresas e que envolve valores exorbitantes. É aí que nos enganamos, pois a corrupção está propagada no dia a dia da sociedade. Assim como os bilhões de reais desviados na Petrobras, a compra de mídias pirateadas, por exemplo, também é uma atitude corrupta. Logo, cabe a nós o julgamento e alteração desse panorama.

Seguindo os passos indicados pela escritora inglesa Sara Parkin em sua obra O Divergente Positivo, devemos focar num bom diagnóstico para a solução de uma enfermidade. Assim o farei, analisando os precedentes e componentes da corrupção. De maneira geral, estes convergem para um valor que passa a ser nosso foco de discussão: a Ética.

Abordo então esta pela mais primordial definição, seu valor semântico, ou seja, significado. Diz-se no dicionário que Ética é “aquilo que pertence ao caráter”. Tal definição oriunda do grego diz muito, mas ao mesmo tempo nada diz. O que deve-se pertencer ao caráter? Descobriremos com o tempo na nova seção componente do Guia Empreendedor.

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