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4 conceitos básicos de gestão que todo empreendedor precisa dominar

 

Vocês querem saber o meu segredo para escrever os posts dou VouClicar.com? Pesquisa, muita pesquisa. Acredito que o estudo deveria ser uma constante na vida de qualquer empreendedor. As vezes, com o sucesso, esquecemos de pequenas coisas que podem ser revisitadas ou, simplesmente, deixamos de aprender coisas novas.

Foi justamente inspirado nessa ideia que resolvi fazer o nosso post de hoje. Vou trazer para vocês alguns conceitos de gestão que todo empreendedor precisa dominar e guardar no bolso. Vou abordar desde o conceito de metas SMART até o Balanced Scorecard. Confira tudo isso logo a seguir.

  1. Metas SMART

O primeiro conceito de gestão que vou apresentar são as metas SMART. Basicamente, é um padrão de qualidade para as metas, pois, se elas tiverem todos os elementos necessários de acordo com esse padrão, então, significa que são plenamente realizáveis por você e seus colaboradores.

SMART, em inglês, significa inteligente, mas também funciona como uma sigla, de modo que cada letra se refere a um elemento indispensável para que uma meta seja ideal. De acordo com o padrão, os elementos são: especificidade (specific), mensurabilidade (measurable), atingibilidade (attainable), relevância (relevant) e temporalidade (time-based).

  1. Análise SWOT (FOFA)

Muito importante na área do empreendedorismo é a análise SWOT (Strenghts, Weaknesses, Opportunities and Threats). A tradução para o português é memorável — chamamos de análise FOFA (Forças, Oportunidade, Fraquezas e Ameaças). Um pouco mais suave, não?

Estamos falando da análise do ambiente interno e externo. Na sua empresa, você deve procurar por forças e fraquezas do negócio (ambiente interno). Acontece que isso não é o suficiente. Também é fundamental avaliar o as oportunidades e as ameaças do mercado (ambiente externo) para ter uma visão completa de onde a sua empresa está.

  1. Pirâmide de Maslow

Acredito que se preocupar com os colaboradores é mais do que um diferencial, mas um dever. Você concorda? Por sinal, normalmente, quanto mais a empresa trabalha para garantir a satisfação dos colaboradores, maior será o nível de motivação. A questão é: quais são as principais necessidades dos profissionais?

É justamente sobre isso que se trata a Pirâmide de Maslow. São várias camadas de necessidades que seguem uma ordem de hierarquia. Temos as carências fisiológicas, ligadas à saúde e ao bem-estar, a necessidade de segurança no ambiente de trabalho, de autoestima, de relacionamento interpessoal e, acima de todas essas, a realização pessoal.

  1. Balanced Scorecard

Para concluir o material de hoje, deixo com vocês o nosso último conceito de gestão: o Balanced Scorecard. Estamos falando de um modelo de gestão de negócios que é muito utilizado em muitas empresas — algumas delas, inclusive, utilizando-se da tecnologia para aplicá-lo com maior afinco.

De acordo com esse conceito, toda a empresa precisa trabalhar alguns pontos-chave para ter sucesso. Vamos conferir cada um deles?

  • Gestão estratégica;
  • Mensuração de progressos;
  • Estratégia;
  • Objetivos;
  • Indicadores;
  • Metas;
  • Iniciativas estratégicas.

Cada um desses pontos deve ser avaliado isoladamente, mas é importante sempre que você tenha em mente o todo, ou seja, o que a empresa é, representa para o mercado e, principalmente, onde ela quer chegar.

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#ClicoResponde, Empreendedorismo, Empresário e Pessoa física

Você sabe o que é necessário para administrar uma pequena empresa?

Até já imagino sua resposta para a questão que nomeia o post de hoje: “Claro que sei como administrar uma empresa! Garra, força de vontade, honestidade…”

Sim, você está inteiramente certo! Só que, para uma boa administração de uma pequena empresa, é preciso adotar algumas condutas e atender a requisitos essenciais — como a elaboração de um plano de negócios, por exemplo.

E, lamento informar, nem toda a “garra, força de vontade e honestidade” do mundo, por mais importantes que sejam, eliminam a necessidade de um plano bem-feito.

Para esclarecer tudo o que você precisa saber sobre como administrar uma pequena empresa, preparei o post de hoje. Acompanhe as minhas dicas!

Conheça a fundo o ramo no qual vai atuar

Muita gente pensa que basta identificar um ramo próspero, que esteja “bombando”, e se aventurar. Mas lançar-se em aventuras é coisa para o Indiana Jones, não para nós, verdadeiros empresários.

Ao pensar em consolidar uma marca, ou estar no “top 10” do seu ramo, você terá que conhecer todos os aspectos do negócio: desde a infraestrutura necessária, passando pelos suprimentos, quais os tipos de funcionários que vão se adequar melhor a ele, e mais uma série de “detalhes” que só alguém com profundo conhecimento do ramo é capaz de usar a seu favor.

Isso não significa que você não possa aprender: no caso do ramo que está em evidência, vale se interessar, buscar autoridade no assunto e arregaçar as mangas!

Basta ter em mente que você ainda está começando. Não dê um passo maior do que a perna. Construa uma base sólida e use-a como plataforma para futuros avanços. À medida que você aprender a lidar melhor com o seu ramo de trabalho, poderá se “aventurar” um pouco mais.

Faça uma gestão financeira séria

Quantas vezes eu já vi gente altamente qualificada, com capital de giro disponível e munida de boa vontade e força de trabalho perder-se na gestão financeira de uma pequena empresa! Triste, mas verdadeiro. De nada adianta investir alto em um negócio se você não fizer uma gestão financeira saudável e equilibrada.

Coisas bem básicas, como conferir o orçamento dos negócios regularmente ou separar o orçamento pessoal e empresarial, não podem ser negligenciadas. Não se prive de investir em métodos de controle financeiro quando sua empresa for crescendo. O custo que geram vale a pena porque eles podem evitar muitos problemas.

Delegue tarefas, mas assuma a responsabilidade

Administrar uma empresa pequena requer pulso e presença constantes. Delegar funções e responsabilidades faz parte de uma boa administração, mas deixar tudo na mão de outras pessoas é prejuízo na certa — por maior que seja sua confiança em um gerente, diretor ou outro colaborador.

Pode ser ótimo dividir as funções e os compromissos com os funcionários, desde que eles saibam com clareza que é você que está no comando e sabe tintim por tintim o que acontece na empresa. Se você joga todas as responsabilidades para o resto da equipe, dificilmente ela respeitará sua autoridade.

Lembre-se: sua empresa dificilmente anda bem quando você está ausente!

Mantenha absoluto controle sobre seu estoque

Seja lá qual for o tamanho do seu estoque — se são apenas alguns itens em uma prateleira, ou caixas e mais caixas no almoxarifado —, mantenha total controle sobre ele. É ali que estão seus recursos, seu material de trabalho.

Faça contagens, use planilhas que possibilitem uma clara visão de cada mercadoria e/ou produto. Uma dica que posso dar é que você escolha um bom sistema de gestão. Não permita perdas, cuide do que é seu!

Dependendo da escala, erros na contagem do estoque podem significar prejuízos consideráveis no seu faturamento.

Escolha bem sua equipe

Na gestão da pequena empresa, ao surgir uma vaga a ser ocupada, é comum que funcionários mais antigos indiquem amigos ou parentes — e aí vira aquela bagunça! Os parentes passam a receber vários cargos importantes, mesmo não estando devidamente qualificados.

Tenha uma visão profissional do processo de contratação de pessoal, sempre se baseando em análise de currículo, experiência na área e, acima de tudo, na honestidade comprovada de quem vai ajudar a transformar sua pequena empresa em um grande empreendimento.

Não é errado ter uma família inteira ou um grupo de amigos trabalhando juntos, desde que todos estejam lá pela qualificação e pela própria capacidade.

Defina metas concretas e plausíveis

Gestores sempre escutam que não devem dar um passo maior do que a perna, certo? Mas talvez você ainda não saiba exatamente qual é o tamanho da sua perna!

Muitos bons empreendedores acabam perdendo grandes oportunidades por não saberem como criar metas para seus negócios. E você não vai querer cair nessa armadilha.

A escolha de metas envolve alguns fatores-chave, como:

  • Recursos disponíveis;
  • Período disponível;
  • Capital humano.

Se você não levar esses pontos em conta, é bem provável que crie uma meta muito conservadora, sem grande crescimento, ou uma exagerada demais, sem chance de ser alcançada no tempo previsto.

Se você tiver dúvidas nesse momento, converse com sua equipe. Eles podem dar insights melhores sobre os pontos de maior dificuldade do processo, além de algumas dicas para alcançar metas maiores.

Planeje tudo de forma estratégica

Antes de mais nada, entenda por “planejamento estratégico” uma agenda ou conjunto de ações com um objetivo específico. Se você tem uma estratégia, então sempre saberá como proceder.

Mas um planejamento é como se perguntar “como vou fazer essa estratégia dar certo? ”. Ela deve guiar o progresso geral da empresa, enquanto o planejamento leva os negócios nessa direção. Elaborando um plano, você não sabe só o que deve fazer de forma geral. Sabe exatamente o que deveria estar realizando agora!

Trabalhar com um plano poupa bastante tempo no longo prazo. Quanto menos vezes você tiver que interromper seu fluxo de trabalho para decidir o que fazer em determinada situação, melhor.

Acompanhe de perto o desempenho

Não é porque você está seguindo o plano que tudo vai magicamente dar certo. O mundo é bem mais complexo que isso e exige flexibilidade. Por isso é importante que você tenha alguns indicadores de performance e acompanhe todos eles ao longo do tempo. Esses serão os seus sinalizadores de que está tudo indo bem (ou não).

O tipo de indicador pode variar de empresa para empresa. Lucratividade e rentabilidade são, quase sempre, os mais comuns. Mas você pode e deve ter outros mais específicos, como o número de conversões por mês, índice de reclamações, entre outros.

Viu como nem tudo é tão simples como imaginamos e há mais coisas entre o primeiro e o mais alto degrau do sucesso empresarial do que supõe a nossa vã filosofia? Pois é, a maneira de administrar uma pequena empresa é decisiva para que ela cresça e se torne um caso de sucesso — ou desapareça entre tantas outras.

 

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Empreendedorismo, Empresário e Pessoa física, Produtos

O impacto da tecnologia na gestão de pet shops

Não importa qual é o seu segmento de mercado. Muito menos se você é proprietário de uma micro, pequena ou média empresa. O uso da tecnologia gera benefícios tangíveis e intangíveis tanto na gestão de pet shops quanto na de uma mercearia. E é exatamente por isso que as soluções tecnológicas que ajudam os empreendedores e gestores têm se popularizado tanto no meio empresarial.

E se você não consegue perceber os benefícios de adotar um software de gestão para pet shops, eu vou explicar direitinho quais são eles e por que você deve repensar seus conceitos!

Os benefícios da tecnologia na gestão de pet shops

Os benefícios das soluções tecnológicas voltadas para a gestão de empresas são comprovados, principalmente, nos aspectos econômicos e de qualidade do serviço para os clientes. Para entender melhor como a gestão de pet shops pode ser otimizada com elas, eu trouxe os principais benefícios:

Otimização do planejamento financeiro

Um pet shop é um negócio como outro qualquer. Ele demanda cuidado com as finanças e atenção na contabilidade. O gestor ou proprietário não pode dar passos maiores do que as pernas — ou seja, os investimentos devem ser bem calculados.

O simples fato de colocar um zero a mais em uma conta pode causar uma catástrofe financeira. Por isso, contar com sistemas que validam informações, ajudam a fazer projeções econômicas ou a conferir a contabilidade, além de evitar surpresas desagradáveis, gera economia de dinheiro e de tempo.

Melhorias na gestão do estoque

Não tem coisa pior para um negócio do que o cliente solicitar um produto e encontrar o estoque desfalcado. Por isso, eu sempre ressalto a importância de ficar de olho nos produtos disponíveis e fazer uma gestão de estoque cuidadosa.

Além de lembrar que é preciso reabastecer os produtos para o seu pet shop, a tecnologia que automatiza a gestão dessa parte do negócio evita que o empresário corra o risco de vender produtos vencidos, por exemplo.

Outro ponto importante é a criação de históricos que permitem analisar a demanda de venda de cada produto que você oferece em seu pet shop.

Redução de desperdício de insumos

Quando o sistema aponta que existem produtos prestes a vencer, você pode praticar promoções para eliminar aqueles produtos do estoque. Mas, além de evitar o descarte de produtos fora do prazo de validade, os sistemas de gestão permitem que o proprietário analise a quantidade de shampoo usada em determinado período, por exemplo.

Sozinho, esse dado pode até não dizer muito, mas quando relacionado com outras informações (como a quantidade de banhos e tosas oferecidas), pode apontar o uso desmedido de recursos. Ou seja, é uma excelente forma de identificar desperdícios.

Potencialização do relacionamento com o cliente

Ao contar com uma agenda digital bem abastecida de informações, o gestor de um pet shop pode calcular o tempo dos atendimentos, seja de uma tosa ou na fila do caixa. Isso permite inclusive planejar estratégias para fidelizar clientes.

Com o histórico de compras e visitas, a gestão de atendimento pode ficar mais estratégica. É possível programar disparo de e-mails com ofertas ou lembretes de quando o cliente deve vacinar seu pet ou comprar mais ração. Consegue imaginar as possibilidades?

As mudanças na cultura do negócio

Além de todos esses impactos tangíveis e facilmente mensuráveis, a implementação da tecnologia na gestão de pet shops provoca uma mudança cultural. Ao facilitar o seu trabalho de gestor, a tecnologia permite que você invista seu tempo em ações de marketing e na motivação dos seus colaboradores.

Esse conjunto de mudanças norteia a cultura do negócio para a eficiência das rotinas internas — permitindo até calcular o ROI do seu pet shop —, uma relação melhor com os clientes e o engajamento da equipe.

Por todas essas razões, o impacto da tecnologia na gestão de pet shops merece a sua atenção.

Gostou das minhas dicas? Então, que tal assinar nossa newsletter? Eu sempre disponibilizo novos conteúdos para ajudar você a otimizar a gestão do seu negócio!

 

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Empresário e Pessoa física

5 dicas para otimizar resultados em treinamentos nas organizações

Uma recente pesquisa realizada pela ABTD (Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento) mostra dois grandes problemas na educação corporativa brasileira. O primeiro que investe-se pouco em treinamento, e o segundo que o investimento tem baixo retorno devido à maneira como as empresas estão gerenciando hoje no país.

 

Em relação ao primeiro problema, apesar da melhora nos últimos anos, fica evidente a distância que estamos de países desenvolvidos como os Estados Unidos. Enquanto os EUA investem USD 1.229,00 por colaborador, o Brasil investe apenas BRL 624,00. Em todos os outros índices de investimento, seja Treinamento por Faturamento, ou por colaborador entre outros, os EUA investem de 2.8 a 3 vezes o que o Brasil investe.

 

Mas vamos focar neste artigo à respeito do segundo problema: o baixo retorno que os investimentos em treinamento geram. Como nós brasileiros envolvidos com educação corporativa podermos ter um melhor retorno sobre o investimento que fazemos em nossos negócios? Como podemos capacitar melhor nossos operadores, gestores, lideres e executivos?

A partir da minha experiência profissional noto que empresas multinacionais e brasileiras, principalmente no setor de varejo e consumo, vêem os treinamentos como uma das formas mais eficientes de se alcançar alto desempenho. Apesar de ter investimento menor se comparado à projetos de consultoria, os treinamentos se forem mal planejados e executados com pessoas pouco qualificadas podem ser uma completa perda de tempo e dinheiro.

Treinamentos mal planejados e/ou executados podem acarretar um custo altíssimo às organizações. Basta fazer um exercício de imaginar o custo de todas as pessoas paradas por horas em uma sala de aula mais o custo da logistica e de infra-estrutura para realização do evento. Além destes custos tangíveis, temos também os intangíveis, como custo do retrabalho, ou da baixa qualidade da execução de atividades devido à falta de capacitação das pessoas.

 

Ao longo de vários anos participei de diversos treinamentos em diferentes países e empresas, o que me proporcionou entender alguns pontos críticos para o sucesso ou falha destes momentos. Abaixo compartilho cinco dicas ponderosas para otimizar os resultados em treinamentos nas organizações:

 

1) Conhecer bem a audiência

Para os palestrantes é fundamental saber quem é o público presente. Entender seus interesses e seus conhecimentos prévios fará com que os exemplos e o direcionamento da palestra seja atraente aos olhos do público.

 

2) Conectar com o público (conexão com a audiência através de uso de exemplos práticos e reais). Após o estudo da audiência, o palestrante deve saber utilizar esse conhecimento para fazer a conexão do tema que está sendo apresentando aos fatos corriqueiros e à realidade do público. Fazer essa conexão não somente atrairá a atenção como também facilitará a compreensão do que se deseja transmitir.

 

3) Dar continuidade prática ao treinamento (Aplicação pratica pós treinamento teórico, coaching). Todo aprendizado é melhor assimilado com a utilização prática do conhecimento. É imprescindível, após o treinamento teórico, aplicar dinâmicas ou até aplicação prática no dia a dia das pessoas para aquele conhecimento seja sedimentado.

 

4) Dar Dinamismo ao treinamento 

Nada mais chato que um treinamento monótono. Um treinamento sem interação é um fracasso total. A audiência fica sonolenta, o palestrante perde a atenção e interesse do público. O treinamento bem planejado é aquele que sabe mesclar teoria com dinâmicas, videos, cases, e intervalos.

 

5) Dominar o assunto

Durante os treinamentos assuntos correlatos e complementares surgem colocando em prova o conhecimento de quem está palestrando. Ter uma visão mais abrangente e conhecimento teórico e prático sobre o assunto e seus possíveis desdobramentos é fundamental para que a audiência tenha a garantia do que está sendo transferido.

 

Com essas dicas é possível alcançar um excelente retorno sobre o investimento em treinamentos como também garantir que os profissionais realmente sejam capacitados e convertam esse conhecimento em resultados mensuráveis e tangíveis para as organizações.

 

Por Ivan Cruz, Diretor de Inovação, Marketing e Desenvolvimento de Negócios da Mereo

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Empresário e Pessoa física

Como gerir a bonificação de seus funcionários?

A motivação de funcionários é um desafio constante para as empresas. Tanto a produtividade quanto o bem-estar coletivo dependem largamente desse fator. Nesse sentido, a bonificação é uma ferramenta que abrange essas duas dimensões, de forma que gera uma expectativa positiva para o colaborador e representa uma recompensa concreta.

Quando se trata de gerir essas bonificações de funcionários, existem aspectos importantes a serem levados em conta, os quais devem ser profundamente conhecidos pelos gestores, evitando, assim, erros que possam atrapalhar a estratégia e desperdiçar recursos.

Pensando nisso, separei alguns pontos essenciais que te ajudarão a compreender como gerir a bonificação de seus funcionários. Veja a seguir:

Analisando os aspectos legais da bonificação

As relações trabalhistas no Brasil são reguladas pela CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) cujas normas se estendem ao âmbito individual e coletivo das relações no trabalho.

A bonificação é prevista na CLT, pelo nome de gratificação, como sendo uma premiação além do salário do colaborador, utilizado para demonstrar reconhecimento pelo esforço do mesmo.

Ela pode ser concedida por vontade do empregador ou ajustada entre empregador e funcionário nos termos da lei. Alguns aspectos podem ser destacados:

  • A CLT não estipula um limite específico a ser pago;
  • O valor é integrado às demais verbas trabalhistas, desde que seja concedido com continuidade, sendo fortalecido pela frequência apenas;
  • Um acontecimento isolado não integra as verbas trabalhistas;
  • Pode ser classificada quanto à periodicidade, ao valor e à fonte de obrigação.

Potencializando seu valor motivacional na empresa

A forma pela qual uma ação será implementada na empresa poderá definir o seu efeito sobre os colaboradores. Muitas vezes, mudanças positivas, quando divulgadas de maneira errada (ou não divulgadas, apenas aplicadas), geram um efeito negativo na equipe, fazendo com que os gestores fiquem sem entender o porquê.

O que ocorre é que toda mudança com potencial de motivar necessita de um planejamento anterior à sua aplicação. Tudo que parece imposto de cima para baixo, falando em nível  hierárquico, traz desconfiança. Nesse sentido, estratégias de comunicação interna são essenciais para esclarecer os objetivos da ação, possibilitar feedback dos funcionários e potencializar seu valor.

Criando programas de bonificação eficientes

Um programa de bonificação eficiente deve ser planejado e estruturado a fim de atingir objetivos claramente definidos, seja o aumento da produtividade (definida por índices) ou a motivação de colaboradores para reverter um possível clima organizacional desfavorável (também mensurado por um diagnóstico organizacional).

Nesse sentido, é preciso estar atendo a pontos específicos que constituem as etapas de planejamento e estruturação do programa:

  1. O motivo da bonificação;
  2. Relação entre desempenho e bonificação;
  3. Definição de metas e parâmetros;
  4. Estratégias de comunicação.

Toda ação em gestão deve estar alinhada com a missão da empresa, os valores e as estratégias de negócios. Se a empresa obtém seu lucro a partir da força de vendas, o programa de bonificação deve estar relacionado a esse setor. Metas e investimento devem ser definidas segundo as possibilidades de retorno calculadas da força de vendas.

Uma empresa que sabe onde quer chegar tem maior capacidade de criar programas de sucesso. Agora entenda a importância de definir a visão da sua empresa, confira 5 motivos para fazer isso agora!

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Empresário e Pessoa física

O que é recuperação judicial? Ela pode garantir a vida de um negócio!

Já falei aqui sobre alguns erros de gestão cometidos por pequenos empreendedores e que podem ser fatais para seu negócio. No entanto, independentemente do tamanho, todas as empresas passam por momentos de dificuldade. Hoje em dia, existem instrumentos legais que podem te ajudar nesses períodos de crise e maior aperto. Em vez de simplesmente fechar sua empresa, que tal experimentar a recuperação judicial? Confira mais informações:

O que é a recuperação judicial? Quando solicitar?

Para evitar a falência de uma empresa, o direito permite que seus sócios requeiram a um juiz sua recuperação judicial. Em vez de fechar as portas de vez, essa é uma tentativa de reorganizar dívidas e pagamentos. As atividades continuam, assim como as relações de trabalho e também as dívidas dos credores. Afinal, tudo que você empreendedor quer é o sucesso do negócio, não é mesmo? E essa ferramenta pode ser usada por qualquer empresa, independentemente de tamanho e área de atuação. Encerrar as atividades por completo é mesmo a última opção!

Como ela funciona?

Mas então você deve estar se perguntando o que muda durante a recuperação judicial! Depois de realizado o pedido de recuperação ao juiz explicando a situação financeira da empresa e do despacho que a autoriza, é preciso apresentar um plano em até 60 dias. Os pagamentos de dívidas em aberto podem ser suspensos até que esse plano seja apresentado e aceito pelos credores. Calma, vou explicar melhor como esse plano funciona! O que você precisa saber neste momento é que os credores da empresa terão a possibilidade de contestá-lo, ou até mesmo chegar a um acordo sobre sua forma de pagamento.

Quais são as principais vantagens desse recurso para as empresas?

Existem diversas vantagens relacionadas à recuperação judicial. Primeiro, é importante lembrar que ela oferece uma chance para que você sobreviva a períodos de crise sem ter que fechar as portas. Para seus credores, isso também é uma vantagem, já que eles terão uma oportunidade de receber seu pagamento, ainda que não tenham uma garantia. Melhor ter a chance de receber, do que um calote, não é mesmo?

Antigamente, se a empresa não tinha como arcar com suas dívidas, os credores sem garantia ficavam completamente desamparados. Além disso, todo o processo de recuperação é supervisionado por um administrador judicial e pelo juiz, que analisam de forma transparente e minuciosa as finanças, a contabilidade, os planos de negócio e outros aspectos essenciais para a vida da empresa. Ou seja, as chances de recuperação são grandes!

O que deve constar em um plano de recuperação?

O plano de recuperação contém as condições de pagamento e funcionamento da empresa durante o período programado para a empresa sair dessa crise. É feito um plano de negócios, uma projeção de redução de custos (venda de bens, diminuição de certas áreas, redução de atividades, etc.), novos parcelamentos (ou até mesmo redução) de algumas dívidas, além de analisar a disponibilidade de fluxo de caixa para o pleno exercício das atividades empresariais.

Se o plano de recuperação não for cumprido à risca, aí sim é decretada a falência da empresa. Nesse caso, o empreendedor é afastado de suas atividades e os bens da empresa servem para quitar o restante das dívidas existentes.

O que achou dessas informações? Ainda tem alguma dúvida sobre a recuperação judicial? Deixe aqui seu comentário! Participe!

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