#ClicoResponde, Desenvolvimento Humano, Empreendedorismo

Cultura de inovação: entenda o que é

Fico feliz em saber que você está interessado em entender o que é a cultura de inovação, pois essa é uma prática de empreendedores de sucesso que deve ser adotada por qualquer empresa preocupada em crescer, aprimorar os processos e lucrar.

 

Então, chega de enrolar e vamos logo ao que interessa! Descubra a seguir o que é cultura de inovação, quais são as vantagens e como implementar esse procedimento em sua empresa agora mesmo!

 

Por que pensar na inovação?

 

O que você faz com aquela máquina que você tem em casa ou no trabalho, que está velha e ultrapassada, e que começou a dar muitos problemas ou não é mais tão útil como costumava ser? Se você já passou por essa situação, provavelmente deve ter substituído essa máquina por uma mais nova, utiliza tecnologias inovadoras e tem resultados melhores.

 

As empresas também devem passar pelo mesmo processo: antes que fiquem ultrapassadas, elas devem buscar inovações constantes do mercado, para não ficarem para trás em relação à concorrência.

 

Onde entra a cultura de inovação?

 

Já vi muito empreendedor por aí que acaba confundindo inovação com novidade. Quer uma dica fácil para não cometer o mesmo erro? Enquanto a novidade tem a ver com a invenção, o foco da inovação é a geração de resultados que atendam às necessidades e expectativas do seu negócio, envolvendo retorno financeiro.

 

Outro erro comum é se preocupar com inovações que sejam apenas tecnológicas ou materiais. Existe uma importante inovação que precisa ser constantemente realizada, que é baseada nos conceitos, valores, princípios, normas internas e missão da empresa: a renovação da cultura organizacional — e é aqui que entra a cultura de inovação.

 

Assim como uma máquina que enferruja com o uso sucessivo e sem a manutenção adequada, a cultura de uma empresa também precisa passar por mudanças para que não se torne obsoleta e acabe “enferrujando” a organização como um todo.

 

A cultura de inovação deve ser uma filosofia permanente do seu negócio. Assim, tudo que envolve a empresa deve ter como pano de fundo a cultura de inovação, desde os processos, produtos e serviços, recursos humanos e financeiros, até o tratamento dado aos clientes e aos colaboradores, de modo que essa postura seja percebida por todos

 

Quais são os benefícios da cultura de inovação?

 

A cultura de inovação é uma prática importante para revitalizar e garantir o crescimento do seu negócio. E eu vou te contar o melhor: existe uma inovação para cada tipo de negócio, quer ver?

 

Se você já possui um produto ou serviço, você pode utilizar a inovação para trazer melhorias para oferecer aos seus clientes, garantindo também o lucro para seu negócio. Pode ser também que você precise inovar um processo interno, mudando assim a forma como seu produto ou serviço é criado ou oferecido, ou elaborando soluções para otimizar os processos do seu negócio.

 

Você pode ainda implementar a cultura de inovação para promover mudanças na missão e valores da sua empresa. Ou, quem sabe, implantar uma inovação de posição e começar a introduzir seu produto ou serviço em um novo mercado. As possibilidades são muitas, acredite.

 

Ainda não se convenceu? Vou mostrar então os números de um estudo que comprovam que uma empresa preocupada em inovar sua cultura constantemente é a que mais cresce! Ele foi feito pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) e realizado com mais de 72 mil empresas com mais de dez funcionários. O estudo mostrou que, apesar de as empresas que se preocupam com a cultura de inovação representarem apenas 1,7% da amostra, elas são responsáveis por 25,9% do faturamento da indústria no Brasil, e por 13,2% do número de empregos gerados.

 

Vale a pena sair da zona de conforto para inovar?

 

Eu sei, a cultura de inovação parece muito interessante, mas mudanças podem despertar a insegurança, afinal, é mais fácil se prender ao que é conhecido. No entanto, para crescer e se desenvolver, você precisa tirar seu negócio da zona de conforto e apostar nas novidades. Não me refiro apenas a mudanças no tipo de produto ou serviço oferecido, mas também às pequenas inovações do dia a dia.

 

E sabe onde começa a cultura da inovação? Por você mesmo! Sabe aquela frase “o olho do dono engorda o boi”? Ela vale para o mundo dos negócios também. Todo empreendedor precisa encarar a inovação como uma vantagem competitiva que vai fazer com que sua empresa se destaque no mercado.

 

Como implementar a cultura de inovação no seu negócio?

 

Acho que agora você conseguiu entender a importância de aderir à cultura de inovação, não é mesmo? Deixa eu te dar algumas dicas de como desenvolver essa prática no seu negócio.

 

Uma característica fundamental para quem vai aderir à cultura da inovação é não ter o medo de errar e assumir riscos. Você é um empreendedor! Recupere aquela ousadia que transformou você em dono do próprio negócio e busque novos caminhos para sua empresa!

 

Procure ouvir quem tem novas ideias, mesmo que elas pareçam estranhas, e troque o “não”, dito de prontidão pelo “por que não?”. Muitas vezes, é a partindo de um ponto de vista totalmente inusitado que surge uma mudança gigantesca, que trará benefícios enormes para a sua organização.

 

O segundo passo é usar seu exemplo como inspiração para toda a empresa. Crie em seu negócio um ambiente que permita a troca de ideias e a liberdade, para que todos possam propor soluções para os desafios da empresa.

 

Explore as individualidades! Lembre-se de que cada profissional tem uma habilidade e conhecimento diferenciado e que será bastante útil no momento de encontrar soluções de inovação. E claro, não se esqueça de incentivar aqueles talentos que se destacam. Assim, você acaba fazendo com que outras pessoas também se sintam estimuladas a pensar em novas formas de inovação.

 

Como aplicar os resultados da inovação?

 

Ambiente pronto para ideias inovadoras, as soluções aparecendo. Tudo perfeito? Quase lá! O sucesso da cultura de inovação não depende apenas de um empreendedor aberto a propor e ouvir as propostas de inovação, mesmo que ele tenha conquistado a adesão de toda a equipe. Nada disso adianta se não existir planejamento.

 

Por isso, você precisa criar um plano estratégico para colocar a proposta inovadora em prática. É nessa hora que você vai definir se os recursos financeiros serão suficientes, se existe uma equipe que vai conseguir colocar esse processo em prática e o tempo de ação.

 

Quer uma dica? Já ouviu falar do método 5W2H? Trata-se de uma ferramenta de gestão criada pelos japoneses e utilizada nos processos de inovação de muitas empresas. Não importa o tamanho ou o tipo do seu negócio, basta responder a estas 7 perguntas e você terá em mãos um plano prático para tirar as ideias do papel:

 

What: O que fazer?

Where: Onde a ação será feita e qual sua abrangência?

Why: Por que fazer? Quais serão os benefícios dessa inovação em curto e longo prazo para o seu negócio?

When: Quando a inovação será colocada em prática?

Who: Quem será o responsável pelo desenvolvimento de cada etapa?

How: Como esse processo será realizado e implementado?

How Much: Qual o recurso necessário para investir nessa ação?

E os resultados?

 

Por último, você precisa pensar também sobre quais são as métricas que podem avaliar como a inovação afeta o seu negócio. Se você não fizer uma análise direta do processo de inovação, não vai conseguir mensurar o grau de sucesso desse processo. Como a cultura da inovação está diretamente relacionada à realidade de cada negócio, a métrica ideal será aquela baseada nos indicadores da sua empresa.

 

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#ClicoResponde, Empreendedorismo

4 indicadores de produtividade importantes para o seu negócio

Vou começar o assunto com uma pergunta: você trabalha bem? Não sabe responder?

Sim, essa é de fato uma questão bem complicada, especialmente se você ainda não usa indicadores de produtividade em sua empresa. Eles são a chave para medir e, consequentemente, melhorar o seu desempenho nos negócios.

No começo, eu mesmo não usava muito esses indicadores, pois estava muito ocupado tentando produzir mais. E, claro, todos têm medo de parar para analisar a situação. Mas acredite, vale a pena.

Quando comecei a dedicar uma pequena porção do meu tempo a analisar meus indicadores de produtividade, encontrei vários problemas ao longo do caminho, mas aos poucos consegui melhorar a rentabilidade de todas as equipes. Ou seja, eu não precisei mais queimar neurônios para fechar o mês no positivo.

Aqui estão 4 dos indicadores que mais usei ao longo do tempo e que acredito que estejam entre os mais importantes para qualquer negócio. Dê uma olhada:

1. Ticket médio

Esse aqui é bem simples. Um “ticket” é o quanto seu cliente gastou em uma compra ou contratação. Chamamos de “médio” o valor que costuma sair na maioria desses pedidos ou serviços prestados. Em resumo, é o quanto em média você ganha por cliente atendido.

Esse é um dos principais indicadores de produtividade, especialmente para ver se o seu serviço está dando lucro ou prejuízo. Digamos que, antes de considerar esses números, meu ticket médio era de R$ 100.

Parece bom, não é? Mas e se eu disser que esse era também o custo de todo o serviço prestado, sem contar o trabalho de publicidade e atendimento? Quando descobri que estava tomando esse prejuízo, corri para aumentar meu ticket médio.

2. Taxa de vendas bem-sucedidas

Enquanto o primeiro indicador diz respeito apenas aos clientes que você conseguiu atender, este aqui leva todos em conta, incluindo os que não fecharam negócio. Foi um dos primeiros indicadores de produtividade que comecei a usar, já que, como todo novo empreendedor, eu botava a culpa dos prejuízos no número de vendas.

Basicamente, aqui está a proporção entre pessoas atendidas e clientes adquiridos. Uma taxa de 10% quer dizer que, a cada 10 contatos, apenas 1 traz dinheiro. E, dependendo do custo de cada conversa sem sucesso, isso pode ser um grande problema. Então tive que buscar uma taxa de vendas melhor, procurando pelos clientes mais interessados de antemão.

3. Número de reclamações

Esse é o famoso indicador de insatisfação. Sempre temido, mas que nunca deve ser ignorado. Eu já fui novo e estava acostumado a abafar críticas, já que elas são comuns quando um negócio está engatinhando.

Mas, logo eu percebi que valia a pena ouvir esses clientes e aprender com eles. Com o tempo, comecei a fazer uma análise melhor dessas críticas e tive até bons resultados na minha reputação.

4. Rotatividade de funcionários

Este é um indicador de produtividade que nem sempre recebe a devida atenção, mas que reflete bem o funcionamento das equipes e do trabalho de RH.

Já parou pra olhar quantos colaboradores são contratados e demitidos a cada mês? Já pensou que cada profissional que sai também está levando o seu tempo de experiência na casa e suas habilidades específicas? Bem, já era hora de pensar!

Áreas com muita rotatividade tendem a gerar bastante custo, especialmente em pequenas empresas, com poucos membros. Menor rotatividade também significa que a equipe terá mais tempo para se conhecer e trabalhar melhor junta. Enfim, todos ganham se você não precisar demitir funcionários frequentemente.

E isso é o mais importante que eu poderia passar agora sobre indicadores de produtividade. Se gostou e quiser continuar recebendo minhas dicas, assine a nossa newsletter! Você receberá uma mensagem sempre que eu tiver algo interessante a dizer!

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Destaque, Empreendedorismo, Tecnologia, Últimas

A nova companhia da empresária que atraiu Bill Gates

A empresária que atraiu a atenção de Bill Gates e, mais tarde, trouxe ao país o braço de tecnologia do influente grupo Tata, da Índia, agora quer vender hambúrguer. Não, Cristina Boner não vai abrir uma rede de fast-food, mas o tradicional sanduíche é um símbolo adequado para o que ela quer vender com sua nova empresa, batizada de Globalweb Cloud.

A companhia, que é a mais nova unidade da Globalweb Corp, fundada por Cristina, segue o conceito identificado por uma sigla ainda pouco conhecida – CSB, de “cloud service brokerage” ou gestão multinuvem. Muitas empresas e governos estão migrando para o modelo da nuvem, pelo qual softwares e dados não precisam ficar nos computadores dos usuários. Em vez disso, são armazenados em centros de dados e acessados via internet. O cliente paga pelo que usa e pode consumir mais ou menos capacidade de processamento sem ter de gastar com equipamentos e softwares adicionais.

O problema, diz Cristina, é que o número de fornecedores na nuvem cresceu tanto que ficou difícil para os clientes saber de quem comprar ou prever quanto será gasto, tamanha a pulverização do mercado. “Os provedores, agora, vão ter de se encontrar ao redor do ‘broker’, que reúne todos eles em um ponto único”, afirma.

A Globalweb Cloud fechou acordos com quase uma dezena de fornecedores das diversas camadas da nuvem, desde infraestrutura até requisitos de segurança. A lista inclui marcas como Amazon, Jam Cracker, Huawei, Panda e IBM. Como quem vai à lanchonete, o cliente escolhe o que quer. Pode pedir um hambúrguer com todos os ingredientes disponíveis ou versões mais leves, escolhendo o que vai levar. “É como adicionar queijo ou tirar o pão”, compara Cristina. Para facilitar, a empresa adotou outra abordagem típica do fast-food – os “combos”. São três combinações prontas: a mais barata custa R$ 6,6 mil por mês; a mais cara, R$ 42,3 mil.

“O mercado adora comprar, mas odeia comprar de maneira errada”, diz a empresária. No portal da Globalweb Cloud, os clientes vão poder comparar preços dos fornecedores e obter orçamentos automáticos, acrescentando e retirando itens até chegar à proposta que considerarem ideal.

A expectativa é que, em dois anos, a Globalweb Cloud atinja um faturamento de R$ 200 milhões. É uma receita expressiva para a Globalweb Corp, que reúne mais cinco empresas de software, serviços e nuvem. Em abril, o grupo encerrou o ano fiscal com faturamento de R$ 280 milhões. No exercício anterior, a receita chegou a R$ 490 milhões. A diferença, segundo a empresa, se deve à venda da Compusoftware, subsidiária de software que foi comprada em janeiro de 2016 pela russa Softline.

A Globalweb Cloud vai contar com um centro de dados localizado em um condomínio erguido em Santana do Parnaíba (SP) pela Odata, controlada pelo grupo Pátria Investimentos. O complexo conta com 12 salas de tecnologia, uma das quais será usada pela Globalweb Cloud. Enquanto a Odata fornece a infraestrutura, como energia e ar-condicionado, cada “condômino” cuida dos serviços a seus próprios clientes. “É como se tivéssemos alugado apartamento em um prédio”, diz a empresária.

Cristina ficou conhecida em 1996, quando mandou um avião sobrevoar Brasília, onde morava à época, com a faixa “Welcome, Bill Gates”. A frase era assinada em nome da TBA, a revendedora de softwares que ela criara quatro anos antes. Foi o estratagema escolhido para chamar a atenção do cofundador da Microsoft, depois que os pedidos para um encontro foram negados. Deu certo. Do prédio do Banco do Brasil, onde participava de uma reunião, Gates viu a faixa e mandou chamar a empresária. Tempos depois, a TBA chegou a ser premiada como a maior revenda de produtos da Microsoft fora dos Estados Unidos.

Em 2002, Cristina formou uma joint venture com o grupo Tata, um dos maiores da Índia, para criar softwares sob medida para empresas no Brasil. A aliança durou cinco anos até a participação da empresária brasileira ser comprada pelos indianos.

A ideia de criar um “shopping” virtual de fornecedores de tecnologia não é nova na Globalweb. Em 2013, a companhia pôs no ar o site Vouclicar.com, com abordagem parecida e foco em empresas de pequeno porte. Em setembro do ano passado, no entanto, Cristina chegou à conclusão de que era hora de mudar. “A conta não fechava”, diz, sobre o descompasso entre investimento e receita. O diagnóstico foi que o valor médio das compras era pequeno demais para sustentar o negócio em longo prazo. “Erramos onde muito outros erraram, em acreditar que a maior parte dos recursos viria da base da pirâmide”, afirma a empresária.

Com a Globalweb Cloud, o plano é expandir a atuação para companhias maiores, com mais capacidade de investimento. A ideia é aproveitar as transformações que essas empresas estão tendo de fazer para reduzir custos, como automatizar processos e investir em robôs de atendimento aos clientes. O site Vouclicar.com continuará em funcionamento. “Sistemas muito novos estão surgindo e vão tomar a dianteira”, diz Cristina. “O mercado já está procurando antecipar qual será a demanda no futuro.”


Matéria Publicada originalmente no Valor Econômico 21 de Setembro de 2017 – Por João Luiz Rosa | De São Paulo – Silvia Zamboni/Valor

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Empreendedorismo

4 indicadores de produtividade importantes para o seu negócio

Vou começar o assunto com uma pergunta: você trabalha bem? Não sabe responder?

Sim, essa é de fato uma questão bem complicada, especialmente se você ainda não usa indicadores de produtividade em sua empresa. Eles são a chave para medir e, consequentemente, melhorar o seu desempenho nos negócios.

No começo, eu mesmo não usava muito esses indicadores, pois estava muito ocupado tentando produzir mais. E, claro, todos têm medo de parar pra analisar a situação e deixar a peteca cair. Mas acredite, vale a pena.

Quando comecei a dedicar uma pequena porção do meu tempo a analisar meus indicadores de produtividade, encontrei vários problemas ao longo do caminho, mas aos poucos consegui melhorar a rentabilidade de todas as equipes. Ou seja, eu não precisei mais queimar neurônios pra fechar o mês no positivo.

Aqui estão 4 dos indicadores que mais usei ao longo do tempo e que acredito que estejam entre os mais importantes para qualquer negócio. Dê uma olhada:

1. Ticket médio

Esse aqui é bem simples. Um “ticket” é o quanto seu cliente gastou em uma compra ou contratação. Chamamos de “médio” o valor que costuma sair na maioria desses pedidos ou serviços prestados. Em resumo, é o quanto em média você ganha por cliente atendido.

Esse é um dos principais indicadores de produtividade, especialmente para ver se o seu serviço está dando lucro ou prejuízo. Digamos que, antes de considerar esses números, meu ticket médio era de R$ 100.

Parece bom, não é? Mas e se eu disser que esse era também o custo de todo o serviço prestado, sem contar o trabalho de publicidade e atendimento? Quando descobri que estava tomando esse prejuízo, corri para aumentar meu ticket médio.

2. Taxa de vendas bem-sucedidas

Enquanto o primeiro indicador diz respeito apenas aos clientes que você conseguiu atender, este aqui leva todos em conta, incluindo os que não fecharam negócio. Foi um dos primeiros indicadores de produtividade que comecei a usar, já que, como todo novo empreendedor, eu botava a culpa dos prejuízos no número de vendas.

Basicamente, aqui está a proporção entre pessoas atendidas e clientes adquiridos. Uma taxa de 10% quer dizer que, a cada 10 contatos, apenas 1 traz dinheiro. E, dependendo do custo de cada conversa sem sucesso, isso pode ser um grande problema. Então tive que buscar uma taxa de vendas melhor, procurando pelos clientes mais interessados de antemão.

3. Número de reclamações

Esse é o famoso indicador de insatisfação. Sempre temido, mas que nunca deve ser ignorado. Eu já fui novo e estava acostumado a abafar críticas, já que elas são comuns quando um negócio está engatinhando.

Mas, logo eu percebi que valia a pena ouvir esses clientes e aprender com eles. Com o tempo, comecei a fazer uma análise melhor dessas críticas e tive até bons resultados na minha reputação.

4. Rotatividade de funcionários

Este é um indicador de produtividade que nem sempre recebe a devida atenção, mas que reflete bem o funcionamento das equipes e do trabalho de RH.

Já parou pra olhar quantos colaboradores são contratados e demitidos a cada mês? Já pensou que cada profissional que sai também está levando o seu tempo de experiência na casa e suas habilidades específicas? Bem, já era hora de pensar!

Áreas com muita rotatividade tendem a gerar bastante custo, especialmente em pequenas empresas, com poucos membros. Menor rotatividade também significa que a equipe terá mais tempo para se conhecer e trabalhar melhor junta. Enfim, todos ganham se você não precisar demitir funcionários frequentemente.

E isso é o mais importante que eu poderia passar agora sobre indicadores de produtividade. Se gostou e quiser continuar recebendo minhas dicas, assine a nossa newsletter! Você receberá uma mensagem sempre que eu tiver algo interessante a dizer!

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Destaque, Empreendedorismo

Conheça as 7 melhores dicas de gestão para empreendedores inciantes

Começar o próprio negócio é o sonho de muita gente. Hoje vemos tantas histórias de empreendedores que começaram do nada e tiveram muito sucesso, não é? Até parece que empreender é fácil! Mas para cada negócio que dá certo, inúmeros outros fecham as portas antes de completar o primeiro ano de atividade.

Ainda que não exista uma receita de bolo para o sucesso de novos negócios, uma coisa é certa: uma boa gestão faz toda a diferença. Neste post, selecionei para você algumas dicas de gestão de empresas e pessoas bem-sucedidas. Acompanhe!

1. Valide o modelo de negócio

Você está pensando em abrir um comércio ou virar um prestador de serviços? Antes de tudo, procure entender se existe um mercado para a sua oferta.

Antes de alugar um imóvel, montar um escritório e contratar funcionários, por que não fazer um teste com o seu produto ou serviço? Ofereça a amigos, conhecidos, vizinhos e veja se faz sentido para eles.

Validar as hipóteses do seu modelo de negócio é uma excelente forma de minimizar riscos. Essa é uma das melhores dicas de gestão que eu poderia dar!

2. Conheça profundamente os clientes

Se você está pensando em abrir um negócio para se livrar do chefe, é melhor pensar duas vezes. Você terá inúmeros chefes quando começar a empreender: os seus clientes.

São eles que vão determinar o seu sucesso ou fracasso. Portanto você deve buscar empatizar com seu cliente, se colocar no lugar dele, pensar como ele, colher críticas e feedbacks. E o mais importante: aprender com tudo isso, para descobrir como você pode entregar mais valor e ser mais relevante para ele.

3. Analise a concorrência

Hoje em dia, você pode até ter uma ideia que considere genial, mas eu devo dizer: muito provavelmente alguém já pensou na mesma coisa.

Portanto, é preciso fazer uma análise de mercado. Pesquisando, você consegue entender o que os seus concorrentes — diretos ou indiretos — estão fazendo. Assim, é possível deixar claro para você e para seus clientes qual é o seu diferencial.

4. Priorize, priorize, priorize

Quando você abre um negócio, o que não falta são problemas. Mas existem os que podem ser resolvidos depois e os que precisam ser resolvidos agora.

Existem contratempos que terão impacto maior ou menor. Uma boa gestão passa necessariamente por saber priorizar. De acordo com o Princípio de Pareto, 80% dos seus resultados vêm de 20% dos seus esforços. Portanto foque onde haverá o maior resultado!

5. Aprenda a delegar

Dependendo do tamanho e da complexidade do seu negócio, pode ser possível tocá-lo sozinho. Mas à medida que ele cresce, você certamente vai precisar de ajuda.

Com colaboradores à sua disposição no negócio, você deve aprender a delegar. Para isso, tenha em mente o que você quer que seja feito, o modo como você quer que a tarefa seja executada, o prazo de entrega e o resultado que vai definir se a tarefa foi bem ou mal executada.

Mas não basta ter isso em mente, é preciso que o colaborador também compreenda cada um desses aspectos. Na gestão de pessoas, uma boa comunicação é imprescindível.

6. Monitore constantemente as finanças

Com toda a tecnologia existente hoje e programas cada vez mais fáceis de usar, você não tem desculpa para não fazer um acompanhamento minucioso do fluxo de caixa da empresa.

Assim, você terá total controle de entradas e saídas, bem como a demonstração de resultado e balanço. Esses números também podem ser úteis para ajudar você a tomar as melhores decisões.

7. Nunca pare de aprender

Talvez isso valha para todos os campos do conhecimento, mas um empreendedor não pode parar nunca de aprender. Seja conversando com outras pessoas, indo a eventos, voltando para a escola, ou simplesmente lendo. Aqui você pode conferir minhas recomendações de livros que podem te ajudar a ser um melhor gestor.

Se você gostou das minhas dicas de gestão, compartilhe este conteúdo com os amigos nas redes sociais. Eles também podem estar precisando de ajuda!

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Destaque, Empreendedorismo

Dicas de leitura: conheça 7 livros que todo bom gestor deve ler

A gestão é uma profissão que exige o hábito da leitura. Os constantes avanços e mudanças pelos quais passam a teoria e o mercado fazem com que os profissionais tenham que se atualizar para construir uma carreira e uma empresa bem-sucedidas. Neste post, listamos 7 dicas de leitura que são obrigatórias de todo bom gestor. Confira a nossa seleção:

O Gestor Eficaz, de Peter Drucker

Peter Drucker é considerado por muitos teóricos como um dos pais das teorias da administração empresarial. Em O Gestor Eficaz, ele foca na prática, deixando de lado as densas explicações teóricas. O livro possui área para anotações e serve como uma ferramenta de desenvolvimento para os leitores.

The Essencial Drucker, de Peter Drucker

Para completar a leitura acima, vale dar uma conferida nesse livro, que é uma coletânea das melhores teorias feitas pelo autor em seus mais de 30 livros. A escolha de cada página foi feita pelo próprio Drucker.

O Dilema da Inovação, de Clayton M. Christensen

Inovar é preciso? Segundo Christensen, empresas fracassam por não assumirem riscos e fazerem tudo exatamente como o previsto. O livro fala sobre as dificuldades vividas por empresas líderes de mercado que não souberam acompanhar as mudanças disruptivas.

Durante a leitura, os executivos refletem sobre quando é preciso ouvir o consumidor e investir no desenvolvimento de novas ideias e como esse procedimento deve ser efetuado sem colocar a empresa em risco.

Meus Anos com a General Motors, de Alfred Sloan

Um dos mais autênticos CEOs do século passado, Alfred Sloan compartilha as suas memórias dos seus anos a frente da GM, entre 1923 e 1937. Durante esse período, Sloan enfrentou mudanças profundas na economia americana e reorganizou a empresa, fazendo dela um modelo de gestão.

Paixão por Vencer, de Jack Whelch

Ex-presidente da GE, Jack Whelch já foi até assunto de um estudo de caso promovido pela Harvard Business School. Nessa obra, ele traz ensinamentos para leitores de todas as posições hierárquicas. Com uma linguagem simples, o livro reúne as experiências de Whelch em um guia para todo executivo de sucesso.

Aventuras Empresariais, de John Brooks

O que dizer de um livro que se tornou o favorito de Bill Gates após ser indicado por Warren Buffet? Só o fato de ser querido por 2 dos maiores businessmen da história já demonstra que o conteúdo é certeiro. John Brooks reúne 12 histórias que abordam diferentes temas que tangenciam o universo corporativo.

The Checklist Manifesto — How to Do the Things Right, de Atul Gawande

Citado diversas vezes pelo fundador do Twitter, Jack Dorsey, o livro é considerado leitura obrigatória, e o seu tema é simples: as checklists. A obra fala sobre a importância e a eficácia do hábito de listagem. Sua rotina nunca mais será a mesma após a leitura desse livro.

Essas são algumas das nossas dicas de leitura. Lembre-se de que todo bom gestor deve procurar atualização constante dos seus conhecimentos por causa da volatilidade do mercado.

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