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Fique por dentro das alterações da NFe 4.0

Neste texto serão discutidos alguns pontos que devem ser levados em consideração pelas empresas para facilitar sua adequação à NF-e 4.0

Ao revolucionar a maneira como uma nota fiscal poderia ser emitida, a NF-e quebrou paradigmas do mercado e expandiu a noção de fé pública para um documento digital.

Como a maioria das novidades, com o decorrer do tempo o seu uso mostrou que poderia ser continuamente melhorada. A partir daí foram surgindo novas atualizações e versões dos programas a elas relacionados e com o objetivo de proporcionar uma evolução contínua.
A versão atual usada para emitir os documentos é a 3.0. Porém, agora em 2017 a versão 4.0 já está sendo testada e prevista para ser implantada, e é sobre como se preparar para essa nova variante que trataremos nesse post.

Fique atento às mudanças trazidas pela NF-e 4.0

Saber o que será incluído ou retirado da nova versão é importante para que seus processos também sejam adequados a essa realidade.

É uma conduta necessária pois muitas empresas, visando a dar mais celeridade às suas atividades, não registram determinadas informações em seu sistema, que não são cobradas ou utilizadas no cotidiano, e com o advento de novas obrigações acessórias ou com as modificações de algumas já existentes, elas podem começar a ser exigidas.

Cuidado com os prazos

Embora o trânsito entre as versões seja gradual, deixar de prestar atenção aos prazos pode trazer problemas à empresa. Alguns deles são a impossibilidade de emissão de notas fiscais e impossibilidade de faturar para seus clientes.

Preste atenção na próxima data importante relacionada à NFe 4.0:

  •  Versão anterior (3.0) desativada: 06/11/2017

Seu software já está atualizado?

Verifique se seu programa de emissão está de acordo com o novo padrão de layout.
Informe-se o quanto antes sobre isso. Saber se ele já está totalmente em sintonia com a versão 4.0 da NF-e pode evitar surpresas desagradáveis.

Treinar sua equipe é fundamental

Incentive as pessoas que lidam direta e indiretamente com a NF-e a ler materiais sobre a nova versão, sobre as principais mudanças.
Estimule-as a conhecer cada vez mais sobre a NF-e, já que é um instrumento de seu trabalho. A internet possui muito material disponível sobre o assunto.
Invista em treinamentos. Profissionais bem capacitados são peças chaves para o bom fluxo da rotina de sua empresa.

Quando se conhece muito bem com o que se trabalha fica muito mais fácil lidar com problemas relacionados à emissão de NF-e.

Use a tecnologia em favor de seu negócio

Como a NF-e é emitida em meio virtual é necessário que a empresa disponha de programas específicos. No mercado existem excelentes ferramentas, que além de estarem de acordo com o layout exigido, ainda possuem interface e opções que facilitam o trabalho dos usuários, como por exemplo o NF-e Place., um sistema de emissão e gestão de NF-e completo. Contempla aspectos relacionados à segurança eletrônica, organização dos documentos emitidos, integração de dados, acessibilidade, validação e documentação.

Com ele, o trabalho cotidiano com a NF-e fica muito mais fácil e seguro. É continuamente modernizado com as mudanças legais, e sempre busca alternativas para melhorar a experiência do usuário.

Comece a mudança agora

Já estamos no meio da fase de transição entre as versões, postergar ações pode representar perda de tempo, lembre-se que algumas questões podem ser resolvidas de imediato, principalmente quando dependem da burocracia de órgãos públicos.

Faça um check list dos procedimentos que devem ser adotados para que seu empreendimento se adéque à versão 4.0 da NF-e. Leve em consideração essas sugestões mas não as tenha como limite.

Envolva toda a equipe que trabalha com emissão de documentos fiscais nesse processo. Isso ajudará a identificar com antecedência entraves eventuais, ela também poderá contribuir com a proposição de ideias que resultem em melhoria nas suas rotinas.

A NF-e revolucionou a maneira como empresas emitem documentos fiscais e, por estar intrinsecamente ligada à tecnologia, é importante que empresas busquem alternativas que acompanhe não apenas mudanças surgidas em decorrência de obrigações legais, mas também aquelas que impliquem em um maior controle e facilidade para os processos de sua empresa, como por exemplo o NF-e Place. É papel do gestor acompanhar essas mudanças e garantir que sejam implementadas no cotidiano de seu empreendimento. Não agir desta forma pode render sérios prejuízos.

Se você quer entender mais sobre NFe 4.0, aproveite a oportunidade de participar do evento gratuito promovido pela NFE do Brasil. Será um café da manhã, onde você poderá tirar todas as suas dúvidas sobre o assunto com especialistas.

Data: 22/11/17
Horário: 9h às 12h
Local: Av Paulista, 807 17º andar  – Cerqueira César – São Paulo – SP
Participe e saiba tudo sobre a nova versão da Nota Fiscal Eletrônica 4.0
As vagas são limitadas. Faça sua inscrição gratuitamente pelo link https://goo.gl/HRNo9x

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Destaque, Tecnologia

Tron leva ensino de Robótica para escolas

Empresa de educação tecnológica desenvolveu metodologia que impacta diretamente no rendimento escolar, conforme a faixa etária. Mais do que TI, os robôs ensinam empreendedorismo e liderança.

A empresa Tron Ensino de Robótica Educativa está inovando a forma de ensinar a crianças e adolescentes conceitos como matemática, física, lógica, empreendedorismo e liderança. Por meio da metodologia Tron Educação, que já é desenvolvida em Colégios particulares do estado do Piauí, a empresa introduz o mundo dos robôs dentro da sala de aula. O pacote pode ser comprado por meio do telefone 11 3304-3200 e ao ser implantado, oferece desde a metodologia de ensino até as peças para a montagem dos robôs e mesmo o projeto do laboratório que as escolar podem montar.

De acordo com um dos fundadores da empresa e idealizador da metodologia, professor Gildário Lima, a metodologia impacta diretamente no desenvolvimento do aluno, conforme a sua faixa etária. Por isso, foram desenvolvidas duas modalidades: a robótica passiva e a ativa. “No modo passivo, indicado para crianças de dois a sete anos, a tecnologia é utilizada como instrumento de mediação para o ensino. Isto quer dizer que o robô passa a ser um catalisador do aprendizado e se adere às disciplinas existentes, o que gera a maximização da concentração, torna lúdico o processo de ensino, promove a inserção tecnológica e a socialização do aluno”, explica.

Na Robótica Ativa, destinada a estudantes entre sete e vinte e um anos, Gildário explica que os alunos são desenvolvedores que resolvem problemas e desafios cotidianos, com foco em aplicações. “Eles aprendem a criar robôs e soluções tecnológicas”, explica. O fundador também ressalta que os impactos advindos, além daqueles alcançados na robótica passiva, são o auxílio ao ensino de outras áreas de conhecimento, potencialização das aptidões e reconhecimento das habilidades cognitivas superiores.

A metodologia

O método Tron é baseado em um sistema de ensino transversal que correlaciona a inserção tecnológica com outras áreas do conhecimento e prevê o uso da motivação, problematização, teoria e prática, todas no mesmo cenário temporal, o que gera uma relação que amplia os níveis de concentração, absorção, compreensão e materialização do ensino.

A metodologia se destaca e diferencia de qualquer outra solução no mercado por ter fundamentação psicopedagógica (fruto de pesquisas acadêmicas realizadas em Universidade), por utilizar tecnologia open source (arduino), por se alinhar ao movimento maker (que tem como base o compartilhamento de experiências) e, especialmente, por produzir uma robótica profissional, onde os jovens podem desenvolver soluções capazes de desaguar na criação de produtos e na formatação de startups.

 

Franquias

Além de vender os cursos, o professor Gildário Lima explica que a Tron também atuará com modelo de franquias, que podem gerar resultados positivos, uma vez que a Tron Educação oferece solução de Robótica para crianças e adultos com idade entre dois e vinte e um anos. “Trata-se de um amplo público que pode ser alcançado. Isso amplia as possibilidades de negócio para o franqueado”, explica. O executivo ressalta, ainda, que na implantação do projeto, a Tron Educação dá todo o suporte técnico, com treinamento dos professores e pedagogos e também na montagem dos laboratórios, o que proporciona maior garantia de sucesso do empreendimento.

No que se refere a equipamentos, a empresa entrega os seguintes materiais para a escola conveniada: roteiros e apostilas para alunos e professores, laboratório com mobília, computadores, ferramentas, impressora 3D, insumos eletrônicos e kits de robôs destinados às aulas práticas. Além disso, a Franquia fornece treinamento para docentes, plataforma de auxílio com vídeos, materiais de leitura e apoio para a preparação das aulas, além de um repositório de experimentos.

 

 

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A nova companhia da empresária que atraiu Bill Gates

A empresária que atraiu a atenção de Bill Gates e, mais tarde, trouxe ao país o braço de tecnologia do influente grupo Tata, da Índia, agora quer vender hambúrguer. Não, Cristina Boner não vai abrir uma rede de fast-food, mas o tradicional sanduíche é um símbolo adequado para o que ela quer vender com sua nova empresa, batizada de Globalweb Cloud.

A companhia, que é a mais nova unidade da Globalweb Corp, fundada por Cristina, segue o conceito identificado por uma sigla ainda pouco conhecida – CSB, de “cloud service brokerage” ou gestão multinuvem. Muitas empresas e governos estão migrando para o modelo da nuvem, pelo qual softwares e dados não precisam ficar nos computadores dos usuários. Em vez disso, são armazenados em centros de dados e acessados via internet. O cliente paga pelo que usa e pode consumir mais ou menos capacidade de processamento sem ter de gastar com equipamentos e softwares adicionais.

O problema, diz Cristina, é que o número de fornecedores na nuvem cresceu tanto que ficou difícil para os clientes saber de quem comprar ou prever quanto será gasto, tamanha a pulverização do mercado. “Os provedores, agora, vão ter de se encontrar ao redor do ‘broker’, que reúne todos eles em um ponto único”, afirma.

A Globalweb Cloud fechou acordos com quase uma dezena de fornecedores das diversas camadas da nuvem, desde infraestrutura até requisitos de segurança. A lista inclui marcas como Amazon, Jam Cracker, Huawei, Panda e IBM. Como quem vai à lanchonete, o cliente escolhe o que quer. Pode pedir um hambúrguer com todos os ingredientes disponíveis ou versões mais leves, escolhendo o que vai levar. “É como adicionar queijo ou tirar o pão”, compara Cristina. Para facilitar, a empresa adotou outra abordagem típica do fast-food – os “combos”. São três combinações prontas: a mais barata custa R$ 6,6 mil por mês; a mais cara, R$ 42,3 mil.

“O mercado adora comprar, mas odeia comprar de maneira errada”, diz a empresária. No portal da Globalweb Cloud, os clientes vão poder comparar preços dos fornecedores e obter orçamentos automáticos, acrescentando e retirando itens até chegar à proposta que considerarem ideal.

A expectativa é que, em dois anos, a Globalweb Cloud atinja um faturamento de R$ 200 milhões. É uma receita expressiva para a Globalweb Corp, que reúne mais cinco empresas de software, serviços e nuvem. Em abril, o grupo encerrou o ano fiscal com faturamento de R$ 280 milhões. No exercício anterior, a receita chegou a R$ 490 milhões. A diferença, segundo a empresa, se deve à venda da Compusoftware, subsidiária de software que foi comprada em janeiro de 2016 pela russa Softline.

A Globalweb Cloud vai contar com um centro de dados localizado em um condomínio erguido em Santana do Parnaíba (SP) pela Odata, controlada pelo grupo Pátria Investimentos. O complexo conta com 12 salas de tecnologia, uma das quais será usada pela Globalweb Cloud. Enquanto a Odata fornece a infraestrutura, como energia e ar-condicionado, cada “condômino” cuida dos serviços a seus próprios clientes. “É como se tivéssemos alugado apartamento em um prédio”, diz a empresária.

Cristina ficou conhecida em 1996, quando mandou um avião sobrevoar Brasília, onde morava à época, com a faixa “Welcome, Bill Gates”. A frase era assinada em nome da TBA, a revendedora de softwares que ela criara quatro anos antes. Foi o estratagema escolhido para chamar a atenção do cofundador da Microsoft, depois que os pedidos para um encontro foram negados. Deu certo. Do prédio do Banco do Brasil, onde participava de uma reunião, Gates viu a faixa e mandou chamar a empresária. Tempos depois, a TBA chegou a ser premiada como a maior revenda de produtos da Microsoft fora dos Estados Unidos.

Em 2002, Cristina formou uma joint venture com o grupo Tata, um dos maiores da Índia, para criar softwares sob medida para empresas no Brasil. A aliança durou cinco anos até a participação da empresária brasileira ser comprada pelos indianos.

A ideia de criar um “shopping” virtual de fornecedores de tecnologia não é nova na Globalweb. Em 2013, a companhia pôs no ar o site Vouclicar.com, com abordagem parecida e foco em empresas de pequeno porte. Em setembro do ano passado, no entanto, Cristina chegou à conclusão de que era hora de mudar. “A conta não fechava”, diz, sobre o descompasso entre investimento e receita. O diagnóstico foi que o valor médio das compras era pequeno demais para sustentar o negócio em longo prazo. “Erramos onde muito outros erraram, em acreditar que a maior parte dos recursos viria da base da pirâmide”, afirma a empresária.

Com a Globalweb Cloud, o plano é expandir a atuação para companhias maiores, com mais capacidade de investimento. A ideia é aproveitar as transformações que essas empresas estão tendo de fazer para reduzir custos, como automatizar processos e investir em robôs de atendimento aos clientes. O site Vouclicar.com continuará em funcionamento. “Sistemas muito novos estão surgindo e vão tomar a dianteira”, diz Cristina. “O mercado já está procurando antecipar qual será a demanda no futuro.”


Matéria Publicada originalmente no Valor Econômico 21 de Setembro de 2017 – Por João Luiz Rosa | De São Paulo – Silvia Zamboni/Valor

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Destaque, Tecnologia, Últimas

Globalweb e ServiceNow fecham parceria estratégica para serviços de Cloud

Acordo visa o gerenciamento de ambientes multicloud, formação e capacitação de técnicos para suporte nos processos de pré e pós-vendas para clientes públicos e privados

A Globalweb, grupo empresarial de Tecnologia da Informação, anuncia a parceria estratégica com a ServiceNow, empresa que oferece soluções em nuvem usando o modelo de software como serviço. O acordo, que acaba de ser firmado, faz parte da estratégia da Globalweb na criação de uma nova área: a Globalweb Cloud. Além de levar aos clientes soluções únicas para gerenciamento de ambientes multicloud, a parceria entre ServiceNow e Globalweb terá um importante papel na formação e capacitação de técnicos para força de pré e pós-vendas com clientes públicos e privados. A estratégia da Globalweb é oferecer todos os pilares necessários para garantir que as empresas possam adotar a nuvem com segurança e agilidade.

A ServiceNow será um dos nossos principais e mais importantes parceiros em Cloud. A parceria reforça a nossa estratégia de migração para nuvem e será providencial para o crescimento dos nossos negócios no Brasil. Atualmente, temos mais de 3 mil clientes no segmento de cloud e diversos do mercado corporate que já iniciaram a migração para a nuvem. A Globalweb quer se tornar referência seja em nuvens públicas, privadas e híbridas e, para isso, conta com toda a expertise de ITSM que a Service Now acumula em todo o mundo”, afirma Marco Zanini, Diretor Comercial da Globalweb Corp. Para viabilizar a parceria, a Globalweb investiu este ano cerca de R$ 2 milhões no acordo , incluindo marketing, treinamento de equipes, construção de laboratórios e certificações.

Para Marcus Santos, Diretor de Canais da ServiceNow no Brasil, essa parceria vai ao encontro da estratégia da empresa, fortalecendo seu ecossistema de canais e buscando expandir o alcance, sobretudo no setor público. “Ao nos aliarmos a empresas como a Globalweb, ficamos mais aptos a ampliar nossa base de clientes e levar nossas soluções para novos segmentos”, enfatiza.

 

Sobre a Globalweb Corp: grupo empresarial de Tecnologia da Informação, com expertise em fábrica de software, criptografia e segurança de dados, outsourcing, infraestrutura de TI e Cloud Computing. A Globalweb Corp tem parceria com os maiores fabricantes mundiais de tecnologia, além de uma equipe de P&D responsável pela criação de softwares e hardwares inovadores, como o HSM Dinamo. A companhia tem sede em São Paulo e possui escritórios no Rio de Janeiro (RJ), Brasília (DF) e Belo Horizonte (MG): www.globalweb.com.br/globalweb.

 

Sobre a ServiceNow:

As empresas atualmente precisam se mover cada vez mais rápido, mas a falta de processos e ferramentas legadas ainda são os grandes obstáculos. Diariamente, milhares de pedidos de clientes, incidentes de TI e solicitações de RH circulam entre pessoas, dispositivos e departamentos de maneira desestruturada. Com as soluções da ServiceNow, as empresas podem substituir esses padrões ultrapassados de trabalho por fluxos mais ágeis e inteligentes. Assim, solicitações podem ser feitas por meio de uma única plataforma na nuvem. Cada departamento que recebe essas requisições pode atribuir, priorizar, colaborar, encontrar a causa raiz dos problemas e obter insights em tempo real para determinar a solução. Os funcionários passam a trabalhar melhor e a empresa percebe os benefícios ao adotar essas mudanças.

Presente no Brasil desde 2012, a empresa tem mais de 4 mil clientes ao redor do mundo. Para saber mais, acesse: www.servicenow.com/br.

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Destaque, Tecnologia

A importância da tecnologia para uma equipe de alta performance

Talvez você, assim como eu, já tenha lido uma infinidade de artigos, livros, textos e biscoitos da sorte falando sobre alta performance profissional e tecnologia. Espero que não esteja cansado do tema, pois ele é importante 100% do tempo! Ainda mais dentro de uma pequena equipe que funciona quase como uma família.

Recursos tecnológicos existem aos montes. E eu já sabia disso (mais ou menos) quando comecei minha carreira de empreendedor. E o primeiro choque que tive ao começar a contratar foi a forma como esses recursos afetavam a produtividade geral. Para mais e para menos. Hoje eu posso garantir, tecnologia bem utilizada traz alta performance em qualquer setor.

E como já é de costume, aqui está mais uma lista de dicas do CLICO pra vocês. Hoje, vou falar sobre como o uso da tecnologia pode ser importante para melhorar o desempenho da sua pequena equipe. Confira:

1. Coordenação eficiente de esforços

Em empresas menores, há uma crença geral de que o bom gestor é capaz de observar todo o negócio de uma só vez e disparar suas ordens facilmente. Isso não é uma total mentira, mas também não é uma total verdade.

Quando eu estava liderando minha primeira equipe como chefe, logo vi que perdia uns 5 a 10 minutos de trabalho para cada ordem que eu precisava transmitir. No fim do dia, eu era um garoto de recado em meio período com um salário superfaturado.

Quando comecei a usar um simples aplicativo de agenda, nada muito sofisticado, comecei a poupar em média 1 ou 2 horas por dia. Quando migrei para um sistema de gestão mais robusto, consegui gerenciar toda a minha equipe de uma só vez.

2. Redução de tarefas repetitivas

Repetição é chato, muito chato. Mesmo que uma pessoa apresente alta performance em uma tarefa mecânica, logo ela vai ficar entediada e cair de nível.

Felizmente, máquinas não se importam com isso. Elas podem continuar indefinidamente, trocando números em planilhas, fazendo contas e disparando e-mails automáticos.

O resultado disso? Mais espaço para o que o cérebro humano precisa: criatividade, pensamento estratégico e desafios.

Enquanto seu computador é muito bom em processar mais rapidamente tudo o que você já sabe, seu cérebro pode criar novas informações e ir além dos padrões já estabelecidos.

3. Menor tempo de adaptação e rotatividade

Outro problema sério com essas tarefas mais chatas é que um novo colaborador sempre demora a aprendê-las. Pense em quantos anos você levou para começar a fazer coisas simples com alta performance, como amarrar sapatos e digitar.

O princípio é o mesmo: quanto menos coisas for necessário aprender logo de cara, menos tempo um novo colega levará para se integrar ao trabalho da equipe.

E não vamos nos esquecer dos vários funcionários que acabam saindo logo depois que chegam apenas por não se adaptarem a certos serviços e ferramentas. Você pode ter demitido o próximo Bill Gates sem nem saber, só porque ele não consegue copiar sua agenda para uma planilha em menos de 10 minutos.

Essa maior rotatividade, além de “demitir o Bill Gates”, também gera maiores custos para a empresa, que precisa selecionar currículos, anunciar vagas, fazer ligações, realizar treinamentos e toda aquela dor de cabeça inicial de integração do novato na equipe. Resumindo: rotatividade é ruim, mas a tecnologia reduz a rotatividade!

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Destaque, Empreendedorismo

Conheça as 7 melhores dicas de gestão para empreendedores inciantes

Começar o próprio negócio é o sonho de muita gente. Hoje vemos tantas histórias de empreendedores que começaram do nada e tiveram muito sucesso, não é? Até parece que empreender é fácil! Mas para cada negócio que dá certo, inúmeros outros fecham as portas antes de completar o primeiro ano de atividade.

Ainda que não exista uma receita de bolo para o sucesso de novos negócios, uma coisa é certa: uma boa gestão faz toda a diferença. Neste post, selecionei para você algumas dicas de gestão de empresas e pessoas bem-sucedidas. Acompanhe!

1. Valide o modelo de negócio

Você está pensando em abrir um comércio ou virar um prestador de serviços? Antes de tudo, procure entender se existe um mercado para a sua oferta.

Antes de alugar um imóvel, montar um escritório e contratar funcionários, por que não fazer um teste com o seu produto ou serviço? Ofereça a amigos, conhecidos, vizinhos e veja se faz sentido para eles.

Validar as hipóteses do seu modelo de negócio é uma excelente forma de minimizar riscos. Essa é uma das melhores dicas de gestão que eu poderia dar!

2. Conheça profundamente os clientes

Se você está pensando em abrir um negócio para se livrar do chefe, é melhor pensar duas vezes. Você terá inúmeros chefes quando começar a empreender: os seus clientes.

São eles que vão determinar o seu sucesso ou fracasso. Portanto você deve buscar empatizar com seu cliente, se colocar no lugar dele, pensar como ele, colher críticas e feedbacks. E o mais importante: aprender com tudo isso, para descobrir como você pode entregar mais valor e ser mais relevante para ele.

3. Analise a concorrência

Hoje em dia, você pode até ter uma ideia que considere genial, mas eu devo dizer: muito provavelmente alguém já pensou na mesma coisa.

Portanto, é preciso fazer uma análise de mercado. Pesquisando, você consegue entender o que os seus concorrentes — diretos ou indiretos — estão fazendo. Assim, é possível deixar claro para você e para seus clientes qual é o seu diferencial.

4. Priorize, priorize, priorize

Quando você abre um negócio, o que não falta são problemas. Mas existem os que podem ser resolvidos depois e os que precisam ser resolvidos agora.

Existem contratempos que terão impacto maior ou menor. Uma boa gestão passa necessariamente por saber priorizar. De acordo com o Princípio de Pareto, 80% dos seus resultados vêm de 20% dos seus esforços. Portanto foque onde haverá o maior resultado!

5. Aprenda a delegar

Dependendo do tamanho e da complexidade do seu negócio, pode ser possível tocá-lo sozinho. Mas à medida que ele cresce, você certamente vai precisar de ajuda.

Com colaboradores à sua disposição no negócio, você deve aprender a delegar. Para isso, tenha em mente o que você quer que seja feito, o modo como você quer que a tarefa seja executada, o prazo de entrega e o resultado que vai definir se a tarefa foi bem ou mal executada.

Mas não basta ter isso em mente, é preciso que o colaborador também compreenda cada um desses aspectos. Na gestão de pessoas, uma boa comunicação é imprescindível.

6. Monitore constantemente as finanças

Com toda a tecnologia existente hoje e programas cada vez mais fáceis de usar, você não tem desculpa para não fazer um acompanhamento minucioso do fluxo de caixa da empresa.

Assim, você terá total controle de entradas e saídas, bem como a demonstração de resultado e balanço. Esses números também podem ser úteis para ajudar você a tomar as melhores decisões.

7. Nunca pare de aprender

Talvez isso valha para todos os campos do conhecimento, mas um empreendedor não pode parar nunca de aprender. Seja conversando com outras pessoas, indo a eventos, voltando para a escola, ou simplesmente lendo. Aqui você pode conferir minhas recomendações de livros que podem te ajudar a ser um melhor gestor.

Se você gostou das minhas dicas de gestão, compartilhe este conteúdo com os amigos nas redes sociais. Eles também podem estar precisando de ajuda!

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