Destaque, Tecnologia

A importância da tecnologia para uma equipe de alta performance

Talvez você, assim como eu, já tenha lido uma infinidade de artigos, livros, textos e biscoitos da sorte falando sobre alta performance profissional e tecnologia. Espero que não esteja cansado do tema, pois ele é importante 100% do tempo! Ainda mais dentro de uma pequena equipe que funciona quase como uma família.

Recursos tecnológicos existem aos montes. E eu já sabia disso (mais ou menos) quando comecei minha carreira de empreendedor. E o primeiro choque que tive ao começar a contratar foi a forma como esses recursos afetavam a produtividade geral. Para mais e para menos. Hoje eu posso garantir, tecnologia bem utilizada traz alta performance em qualquer setor.

E como já é de costume, aqui está mais uma lista de dicas do CLICO pra vocês. Hoje, vou falar sobre como o uso da tecnologia pode ser importante para melhorar o desempenho da sua pequena equipe. Confira:

1. Coordenação eficiente de esforços

Em empresas menores, há uma crença geral de que o bom gestor é capaz de observar todo o negócio de uma só vez e disparar suas ordens facilmente. Isso não é uma total mentira, mas também não é uma total verdade.

Quando eu estava liderando minha primeira equipe como chefe, logo vi que perdia uns 5 a 10 minutos de trabalho para cada ordem que eu precisava transmitir. No fim do dia, eu era um garoto de recado em meio período com um salário superfaturado.

Quando comecei a usar um simples aplicativo de agenda, nada muito sofisticado, comecei a poupar em média 1 ou 2 horas por dia. Quando migrei para um sistema de gestão mais robusto, consegui gerenciar toda a minha equipe de uma só vez.

2. Redução de tarefas repetitivas

Repetição é chato, muito chato. Mesmo que uma pessoa apresente alta performance em uma tarefa mecânica, logo ela vai ficar entediada e cair de nível.

Felizmente, máquinas não se importam com isso. Elas podem continuar indefinidamente, trocando números em planilhas, fazendo contas e disparando e-mails automáticos.

O resultado disso? Mais espaço para o que o cérebro humano precisa: criatividade, pensamento estratégico e desafios.

Enquanto seu computador é muito bom em processar mais rapidamente tudo o que você já sabe, seu cérebro pode criar novas informações e ir além dos padrões já estabelecidos.

3. Menor tempo de adaptação e rotatividade

Outro problema sério com essas tarefas mais chatas é que um novo colaborador sempre demora a aprendê-las. Pense em quantos anos você levou para começar a fazer coisas simples com alta performance, como amarrar sapatos e digitar.

O princípio é o mesmo: quanto menos coisas for necessário aprender logo de cara, menos tempo um novo colega levará para se integrar ao trabalho da equipe.

E não vamos nos esquecer dos vários funcionários que acabam saindo logo depois que chegam apenas por não se adaptarem a certos serviços e ferramentas. Você pode ter demitido o próximo Bill Gates sem nem saber, só porque ele não consegue copiar sua agenda para uma planilha em menos de 10 minutos.

Essa maior rotatividade, além de “demitir o Bill Gates”, também gera maiores custos para a empresa, que precisa selecionar currículos, anunciar vagas, fazer ligações, realizar treinamentos e toda aquela dor de cabeça inicial de integração do novato na equipe. Resumindo: rotatividade é ruim, mas a tecnologia reduz a rotatividade!

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Destaque, Empreendedorismo

Conheça as 7 melhores dicas de gestão para empreendedores inciantes

Começar o próprio negócio é o sonho de muita gente. Hoje vemos tantas histórias de empreendedores que começaram do nada e tiveram muito sucesso, não é? Até parece que empreender é fácil! Mas para cada negócio que dá certo, inúmeros outros fecham as portas antes de completar o primeiro ano de atividade.

Ainda que não exista uma receita de bolo para o sucesso de novos negócios, uma coisa é certa: uma boa gestão faz toda a diferença. Neste post, selecionei para você algumas dicas de gestão de empresas e pessoas bem-sucedidas. Acompanhe!

1. Valide o modelo de negócio

Você está pensando em abrir um comércio ou virar um prestador de serviços? Antes de tudo, procure entender se existe um mercado para a sua oferta.

Antes de alugar um imóvel, montar um escritório e contratar funcionários, por que não fazer um teste com o seu produto ou serviço? Ofereça a amigos, conhecidos, vizinhos e veja se faz sentido para eles.

Validar as hipóteses do seu modelo de negócio é uma excelente forma de minimizar riscos. Essa é uma das melhores dicas de gestão que eu poderia dar!

2. Conheça profundamente os clientes

Se você está pensando em abrir um negócio para se livrar do chefe, é melhor pensar duas vezes. Você terá inúmeros chefes quando começar a empreender: os seus clientes.

São eles que vão determinar o seu sucesso ou fracasso. Portanto você deve buscar empatizar com seu cliente, se colocar no lugar dele, pensar como ele, colher críticas e feedbacks. E o mais importante: aprender com tudo isso, para descobrir como você pode entregar mais valor e ser mais relevante para ele.

3. Analise a concorrência

Hoje em dia, você pode até ter uma ideia que considere genial, mas eu devo dizer: muito provavelmente alguém já pensou na mesma coisa.

Portanto, é preciso fazer uma análise de mercado. Pesquisando, você consegue entender o que os seus concorrentes — diretos ou indiretos — estão fazendo. Assim, é possível deixar claro para você e para seus clientes qual é o seu diferencial.

4. Priorize, priorize, priorize

Quando você abre um negócio, o que não falta são problemas. Mas existem os que podem ser resolvidos depois e os que precisam ser resolvidos agora.

Existem contratempos que terão impacto maior ou menor. Uma boa gestão passa necessariamente por saber priorizar. De acordo com o Princípio de Pareto, 80% dos seus resultados vêm de 20% dos seus esforços. Portanto foque onde haverá o maior resultado!

5. Aprenda a delegar

Dependendo do tamanho e da complexidade do seu negócio, pode ser possível tocá-lo sozinho. Mas à medida que ele cresce, você certamente vai precisar de ajuda.

Com colaboradores à sua disposição no negócio, você deve aprender a delegar. Para isso, tenha em mente o que você quer que seja feito, o modo como você quer que a tarefa seja executada, o prazo de entrega e o resultado que vai definir se a tarefa foi bem ou mal executada.

Mas não basta ter isso em mente, é preciso que o colaborador também compreenda cada um desses aspectos. Na gestão de pessoas, uma boa comunicação é imprescindível.

6. Monitore constantemente as finanças

Com toda a tecnologia existente hoje e programas cada vez mais fáceis de usar, você não tem desculpa para não fazer um acompanhamento minucioso do fluxo de caixa da empresa.

Assim, você terá total controle de entradas e saídas, bem como a demonstração de resultado e balanço. Esses números também podem ser úteis para ajudar você a tomar as melhores decisões.

7. Nunca pare de aprender

Talvez isso valha para todos os campos do conhecimento, mas um empreendedor não pode parar nunca de aprender. Seja conversando com outras pessoas, indo a eventos, voltando para a escola, ou simplesmente lendo. Aqui você pode conferir minhas recomendações de livros que podem te ajudar a ser um melhor gestor.

Se você gostou das minhas dicas de gestão, compartilhe este conteúdo com os amigos nas redes sociais. Eles também podem estar precisando de ajuda!

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Destaque, Tecnologia

4 passos para sua empresa implementar a gestão na nuvem

Já ficou para trás o tempo em que os arquivos com documentos das empresas ocupavam pastas e armários do escritório. Mas a tecnologia não resolveu apenas esse problema de espaço físico.

Já pensou na praticidade de poder acessar os arquivos do seu negócio a partir de qualquer computador e, além disso, otimizar os processos, com um acesso ainda melhor aos arquivos, mais segurança, menos custos?

Neste post, vou apresentar a gestão na nuvem. Continue a leitura, vou contar quais são as vantagens de adotar esse sistema. Além disso, elaborei um passo a passo de como implementá-lo no seu negócio!

Por que implementar a gestão na nuvem no seu negócio?

Uma das principais características desse tipo de armazenamento é que todos os sistemas e dados da sua empresa ficam armazenados na rede, ou melhor, na nuvem. E o que isso quer dizer?

Sabe aquele computador que estraga de uma hora para a outra, ou um momento em que você está em uma reunião fora da empresa e precisa checar um dado para um cliente? Basta uma conexão com a internet e você pode ter à disposição todos os dados necessários, sem danos e de onde você estiver.

Quer outra vantagem do uso da gestão na nuvem? Com todas as informações disponíveis, é possível acompanhar de perto os investimentos e melhorar a gestão do fluxo de caixa, do estoque e de outros processos da sua empresa.

Sem falar que é possível fazer as cópias de segurança, o famoso backup em nuvem, de um modo muito mais simples e rápido do que com os sistemas tradicionais.

Gestão na Nuvem: passo a passo

Acompanhe abaixo as dicas que eu separei para você implementar agora mesmo a gestão de nuvem na sua empresa!

1. Defina as necessidades do seu negócio

Antes de escolher o tipo de armazenamento para o seu negócio, avalie a estrutura que você  já possui e o que espera do serviço. Por exemplo, existem três tipos de tecnologia do sistema: público, privado e híbrido.

No tipo público, o provedor fornece toda a estrutura para você a um custo menor. Em contrapartida, ele te oferece pouco controle sobre o sistema.

No caso do tipo privado, a estrutura utilizada é terceirizada e há um maior controle. Já a tecnologia híbrida é, como o nome diz, uma combinação dos dois sistemas anteriores e oferece um serviço mais específico para otimizar os processos gerenciais de cada negócio.

2. Pesquise sobre os provedores dos serviços na nuvem

Já sabe o tipo de gestão na nuvem que você precisa? Então é hora de pesquisar sobre as empresas que oferecem esse serviço. Converse com colegas que já aderiram ao sistema e pergunte sobre a qualidade do serviço, o suporte e atendimento. Além disso, sempre que estou procurando um novo prestador de serviço, eu pesquiso as avaliações dos consumidores na internet!

Quando conseguir reunir informações de pelo menos 3 fornecedores, eu sugiro que você crie uma lista de prós e contras de acordo com as suas necessidades. Esse é o momento ideal também para você avaliar o orçamento disponível para a implementação do serviço.

3. Fique atento ao SLA

O famoso SLA (Service Level Agreement ou acordo de nível de serviço) é o acordo que vai definir em detalhes os direitos e deveres entre o contratante o contratado.

É importante que você conheça o nível de serviço porque ele vai trazer todos os pormenores da sua relação com o contratante, como: os critérios e o tempo para oferta de suporte técnico, os níveis de segurança e desempenhos garantidos. Assim, você vai conseguir negociar melhor e tornar sua gestão na nuvem ainda mais eficiente.

4. Não se esqueça de qualificar sua equipe

Quer fechar o passo a passo com chave de ouro? Não se esqueça de preparar sua equipe para o uso desse novo recurso. E isso não envolve apenas a equipe de TI!

Todos precisam saber como utilizar a ferramenta para otimizar as funcionalidades da gestão na nuvem e a produtividade. Reúna a equipe, apresente as informações sobre o serviço e deixe sempre opções de contatos para que eles recorram em caso de dúvida.

Curtiu minhas dicas para sua empresa aderir e implementar a gestão na nuvem? Assine nossa newsletter e fique por dentro de outras novidades para o seu negócio!

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Destaque, Tecnologia

3 pontos a considerar na hora de escolher um software para PME

Você já parou para se perguntar quais são os pontos que devem ser considerados na hora de escolher um software de gestão para PME? Será que você sabe o que é importante e o que vai fazer a diferença para a sua pequena ou média empresa?

Neste post eu vou ajudá-lo a responder essa pergunta, mostrando algumas características que você deve observar para escolher um bom software. Vamos lá?

1. Entenda a sua empresa

Antes de mais nada, é preciso que você entenda o seu negócio, ou seja, conheça a fundo o setor em que você atua, saiba qual é o tamanho exato da sua empresa e o volume de suas atividades.

Além disso, é necessário também que você compreenda o momento em que você está e aonde pretende chegar. Com base nesses dados, você poderá começar a definir qual é o melhor sistema para a sua organização.

Eu posso afirmar que, com essas informações em mãos, você já tem meio caminho andado, pois elas representam boa parte das características da sua organização.

Assim, será possível definir quais módulos serão necessários e escolher entre as diferentes formas de integração, relatórios e demonstrações que precisarão ser geradas e enviadas ao governo e outros órgãos.

2. Conheça as suas necessidades

Além de conhecer a sua empresa, recomendo que você entenda exatamente quais são as suas necessidades como gestor.

De nada adianta ter em mãos um excelente software com múltiplas funções se você não utilizar esses dados para nada. Portanto, é preciso compreender como funciona o seu cotidiano gerencial.

Comece analisando, por exemplo, se você precisa acompanhar de perto o fluxo de caixa (que é uma ótima ferramenta financeira e de gestão) e de que maneira quer observar os custos da empresa.

Com base nessas informações, fica mais fácil definir qual o tipo de sistema mais adequado e útil às necessidades do seu negócio e às suas demandas como gestor.

3. Saiba mais sobre o software para PME

Uma boa dica que posso dar é pesquisar diferentes softwares e tentar entender o que eles oferecem como diferencial.

Lembre-se de considerar o custo-benefício, mas também leve em conta a praticidade, o suporte e a usabilidade do sistema. É muito importante que ele tenha uma linguagem acessível a todos os seus colaboradores e que seja fácil de operar.

Outro ponto que eu recomendo verificar é o atendimento da empresa desenvolvedora. Essa questão é essencial no caso de alguma dúvida ou se você precisar de suporte.

A segurança dos dados também é uma questão a considerar na escolha do software para PME, já que você quer garantir que os dados de sua empresa estejam sempre seguros e acessíveis.

Neste post, eu mostrei que é preciso conhecer várias características da sua empresa e da sua gestão para optar por um software para PME. Essa é uma decisão muito importante para o futuro da sua organização, portanto siga minhas dicas e escolha com sabedoria!

Se ficou alguma dúvida ou se você quer conhecer soluções tecnológicas para a gestão do seu negócio, que tal entrar em contato conosco?

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Destaque, Tecnologia

Entenda a importância de um backup seguro para sua empresa

Para começar esse artigo, vou contar uma história que aconteceu com uma amiga minha: um dia, ela perdeu a bolsa em algum lugar no Centro da cidade e, junto, perdeu várias informações pessoais e profissionais: carteira de identidade, carteira de trabalho e agenda de contatos.

Se para ela já foi um enorme prejuízo, imagine para uma empresa que trabalha com milhares de dados diariamente? Por esse motivo, resolvi escrever sobre a importância de um backup seguro para a sua empresa. Veja alguns motivos abaixo:

Precaução em relação a problemas técnicos

Quem acompanha meus artigos sabe que sou um defensor incansável da implantação da tecnologia para otimizar os processos gerenciais. Mas, da mesma forma que a tecnologia é uma excelente ferramenta, também sabemos que nada é perfeito e podemos lidar com problemas técnicos que podem trazer alguns prejuízos.

Por isso, sempre oriento que seja feito um backup seguro dos dados da empresa (especialmente o backup automático), pois é fundamental para se precaver quanto a problemas técnicos e diminuir a possibilidade de ter danos irreparáveis.

Segurança contra possíveis acidentes

Assim como eu, tenho certeza de que você conhece alguma empresa que perdeu muita coisa do seu acervo por causa de acidentes como enchentes, incêndios e roubos.

Infelizmente, essas são situações que não podemos prever, mas podemos, sim, nos precaver. Visto que o backup é feito para lidar com situações emergenciais, esse são exemplos de casos em que ele é fundamental para evitar mais prejuízos e, assim, ser um mecanismo eficiente de segurança.

Ir além dos backups tradicionais

Backups de arquivos, documentos e de softwares (especialmente softwares relacionados à gestão da empresa) são costumeiros e extremamente importantes. Mas como sempre recomendo ir além do comum, oriento a realizar também backups de hardwares: especialmente computadores e peças fundamentais para o seu funcionamento (cabos, placas), ou seja, sempre ter esses equipamentos em estoque para situações de emergência.

Dessa forma, é possível garantir o funcionamento da empresa sempre a pleno vapor, evitando perdas e paradas por não ter como repor equipamentos que estão apresentando problemas e facilitando para que todas as ações norteadas no planejamento estratégico possam ser executadas corretamente.

Obter um melhor custo-benefício no gerenciamento de processos

Costumo bater muito na tecla de sempre valorizar a relação custo-benefício para evitar a típica situação do barato sair caro.

É evidente que quantos mais ferramentas necessitarem de um backup seguro, maior tende a ser o custo dessa ação, visto que pode ser necessário ter recursos avançados para que isso seja possível.

Mesmo assim, custear essa ação é muito mais barato do que arcar com possíveis prejuízos que podem comprometer não só a empresa, mas também os clientes, como perda de dados referentes a pedidos, informações pessoais e outras demandas, o que acredito ser um dos piores problemas que podem ocorrer dentro de qualquer organização.

Realizando um planejamento financeiro adequado é possível avaliar os melhores indicadores e as melhores formas de investir em um backup seguro para a sua empresa.

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Destaque, Empreendedorismo

Dicas de leitura: conheça 7 livros que todo bom gestor deve ler

A gestão é uma profissão que exige o hábito da leitura. Os constantes avanços e mudanças pelos quais passam a teoria e o mercado fazem com que os profissionais tenham que se atualizar para construir uma carreira e uma empresa bem-sucedidas. Neste post, listamos 7 dicas de leitura que são obrigatórias de todo bom gestor. Confira a nossa seleção:

O Gestor Eficaz, de Peter Drucker

Peter Drucker é considerado por muitos teóricos como um dos pais das teorias da administração empresarial. Em O Gestor Eficaz, ele foca na prática, deixando de lado as densas explicações teóricas. O livro possui área para anotações e serve como uma ferramenta de desenvolvimento para os leitores.

The Essencial Drucker, de Peter Drucker

Para completar a leitura acima, vale dar uma conferida nesse livro, que é uma coletânea das melhores teorias feitas pelo autor em seus mais de 30 livros. A escolha de cada página foi feita pelo próprio Drucker.

O Dilema da Inovação, de Clayton M. Christensen

Inovar é preciso? Segundo Christensen, empresas fracassam por não assumirem riscos e fazerem tudo exatamente como o previsto. O livro fala sobre as dificuldades vividas por empresas líderes de mercado que não souberam acompanhar as mudanças disruptivas.

Durante a leitura, os executivos refletem sobre quando é preciso ouvir o consumidor e investir no desenvolvimento de novas ideias e como esse procedimento deve ser efetuado sem colocar a empresa em risco.

Meus Anos com a General Motors, de Alfred Sloan

Um dos mais autênticos CEOs do século passado, Alfred Sloan compartilha as suas memórias dos seus anos a frente da GM, entre 1923 e 1937. Durante esse período, Sloan enfrentou mudanças profundas na economia americana e reorganizou a empresa, fazendo dela um modelo de gestão.

Paixão por Vencer, de Jack Whelch

Ex-presidente da GE, Jack Whelch já foi até assunto de um estudo de caso promovido pela Harvard Business School. Nessa obra, ele traz ensinamentos para leitores de todas as posições hierárquicas. Com uma linguagem simples, o livro reúne as experiências de Whelch em um guia para todo executivo de sucesso.

Aventuras Empresariais, de John Brooks

O que dizer de um livro que se tornou o favorito de Bill Gates após ser indicado por Warren Buffet? Só o fato de ser querido por 2 dos maiores businessmen da história já demonstra que o conteúdo é certeiro. John Brooks reúne 12 histórias que abordam diferentes temas que tangenciam o universo corporativo.

The Checklist Manifesto — How to Do the Things Right, de Atul Gawande

Citado diversas vezes pelo fundador do Twitter, Jack Dorsey, o livro é considerado leitura obrigatória, e o seu tema é simples: as checklists. A obra fala sobre a importância e a eficácia do hábito de listagem. Sua rotina nunca mais será a mesma após a leitura desse livro.

Essas são algumas das nossas dicas de leitura. Lembre-se de que todo bom gestor deve procurar atualização constante dos seus conhecimentos por causa da volatilidade do mercado.

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