Desenvolvimento Humano

Contratando e desenvolvendo pessoas em pequenas empresas

As práticas relacionadas ao capital humano passaram a fazer parte do planejamento estratégico de muitas empresas, que identificaram, no potencial de seus profissionais, um grande diferencial competitivo. E é preciso lembrar também que, no Brasil, ainda é possível perceber a falta de investimentos em diversos setores da economia que reforçam a precariedade da infraestrutura e o atraso no uso de novas tecnologias.

Diante desse cenário, a competência e o compromisso tornam-se ainda mais decisivos, já que existe uma forte dependência em relação ao conhecimento e habilidades dos funcionários. Na verdade, em qualquer organização, é fácil perceber a correlação entre a qualidade do capital humano e os resultados obtidos, pois know-how, criatividade e iniciativa são elementos essenciais ao êxito empresarial.

Essa realidade abrange também as pequenas empresas que, apesar das dificuldades, devem atuar diretamente na construção de equipes de alto desempenho. Assim, é fundamental apostar na atração e retenção de talentos, nos programas de desenvolvimento, na elaboração de políticas de remuneração e benefícios e de um plano de carreira. Além disso, ainda é preciso contar com uma liderança eficiente.

Desta forma, as pequenas empresas podem atingir altos índices de motivação, que impactam positivamente na produtividade individual e coletiva.

Nesse post, você vai 09 Continue acompanhando e tenha uma ótima leitura!

Qual a melhor forma de selecionar um funcionário?

Nos últimos anos, os processos de recrutamento e seleção ganharam uma grande importância. Cada vez mais, os gestores reconhecem que essas etapas são essenciais para a formação de equipes eficientes, versáteis e alinhadas a cultura organizacional.

A seleção de colaboradores capacitados e engajados é sempre um desafio, pois há uma série de fatores a serem avaliados que vão muito além do conhecimento técnico. Competências comportamentais e características pessoais completam o perfil do profissional ideal — maturidade, equilíbrio emocional, resiliência, automotivação, persuasão, potencial de liderança e identificação com a empresa, são apenas alguns aspectos importantes.

Desta maneira, a seleção se torna uma tarefa bastante complexa. E para assegurar a qualidade e a assertividade da contratação de funcionários, é adequado seguir algumas recomendações. Veja algumas delas:

Crie uma identidade corporativa

Toda empresa, independentemente do porte, deve criar uma identidade própria, que a diferencie das demais. Para que isso seja possível, é essencial definir claramente a cultura, a missão, os valores e, então, reforçar esses conceitos através das políticas de gestão de pessoas.

A identidade corporativa é responsável pela formação de uma imagem e, por isso, é capaz de atrair profissionais que compartilham os mesmos ideais, facilitando o processo de recrutamento. Assim, é interessante explorar todos os meios de comunicação interna e externa — em especial, as páginas, blogs e redes sociais.

Construa uma boa reputação

A reputação de boa empregadora é determinante para atrair candidatos potenciais. Por isso, é importante investir em uma gestão abrangente, que colabore para um clima organizacional produtivo e para a satisfação dos colaboradores. A humanização costuma ser importante na construção desta reputação, pois envolve o respeito, a transparência e a ética nas relações interpessoais.

Defina o perfil ideal

O primeiro passo para um processo de recrutamento assertivo é a definição do perfil ideal do profissional a ser selecionado. Nesta etapa, é preciso listar fatores básicos, como experiência, conhecimentos técnicos e especializações, bem como as competências comportamentais que serão mais exigidas no dia a dia deste funcionário. Poder de negociação, espírito de equipe, persistência, flexibilidade e liderança são habilidades bastante solicitadas pelo mercado.

Profissionalize o processo de recrutamento e seleção

A profissionalização é necessária para assegurar um processo padronizado. Para as pequenas empresas, é preciso destacar um colaborador para essa tarefa ou mesmo o próprio empresário deve assumir a responsabilidade. Neste caso, é fundamental a preparação, tanto para realizar uma análise curricular adequada quanto para conduzir entrevistas estruturadas.

Há alguns bons testes gratuitos disponíveis na internet para avaliação de perfil dos candidatos, e essa avaliação é muito importante para a comprovação das competências comportamentais. Assim, é possível estabelecer parâmetros reais e eliminar a subjetividade. A pequena empresa pode também contratar os serviços de uma consultoria especializada, garantindo a qualidade do processo. Mas, mesmo com a terceirização da seleção, é fundamental que o empresário participe ativamente da definição do perfil e das entrevistas finais.

Não se prenda a estereótipos

Alguns pré-conceitos podem atrapalhar a escolha de um bom profissional, portanto, é preciso desconsiderar os estereótipos e analisar o potencial do candidato. Vale a pena lembrar que é mais fácil treinar habilidades do que treinar o caráter. Por isso, é interessante apostar na heterogeneidade das equipes, através da contratação de colaboradores multidisciplinares, com interesses diversos e grande capacidade de adaptação.

Por que melhorar o ambiente de trabalho?

O clima organizacional tem reflexos nos níveis de satisfação e motivação dos funcionários, por isso, também tem grande influência na produtividade das empresas. Deste modo, é essencial adotar práticas que assegurem a construção e a manutenção de um ambiente de trabalho colaborativo e que agregue real valor.

Conheça agora algumas dicas para melhorar o clima e o desempenho das equipes:

Exerça uma liderança positiva

Uma boa gestão é extremamente importante para o sucesso dos negócios e também para o ambiente de trabalho. Para tanto, é preciso considerar a presença do líder, capaz de adotar uma atitude positiva, próxima aos colaboradores, transmitindo otimismo, entusiasmo e segurança.

Bom humor, gentileza, meritocracia e coerência também fazem parte desta gestão, bem como o incentivo a participação, a troca de ideias e sugestões, sempre com foco em soluções e alternativas inovadoras.

Invista na comunicação

A qualidade da comunicação é fundamental para a integração das equipes. Cabe às empresas compartilhar informações sobre o mercado, concorrentes, dificuldades, projetos e, principalmente, sobre os desafios futuros. Essa prática fortalece a relação de confiança entre o líder e seus colaboradores.

Respeite as diferenças e valorize as competências

O clima interno depende também do comportamento dos gestores e dos membros das equipes, principalmente em relação ao respeito às diferenças e à valorização das competências. Por isso, é preciso atentar para sinais de descriminação, assédio e bullying, que são condutas extremamente nocivas ao ambiente corporativo.

Defina políticas de remuneração e benefícios

As políticas de remuneração e benefícios são importantes para esclarecer quais são os critérios que norteiam as decisões sobre questões salarias ou promoções internas. Essa transparência evita injustiças, causadoras da desmotivação. Um bom plano de carreira e salários pode, inclusive, encorajar os profissionais a buscar mais qualificação e experiência, a fim de conquistarem novas oportunidades dentro da empresa.

Faça pesquisas de clima organizacional

A pesquisa de clima organizacional é um importante recurso para mensurar se os funcionários estão realmente motivados e engajados. Por meio das respostas, é possível identificar quais são os pontos fortes da gestão e as práticas que devem ser aprimoradas.

Treinamento de funcionários: é hora de investir!

Programas de treinamento devem estar entre as prioridades das pequenas empresas. Mas, para que sejam realmente eficientes, é preciso elaborar um plano de desenvolvimento individual, de acordo com as necessidades do negócio e com o perfil de cada funcionário.

É importante considerar as operações e processos críticos, a chegada de novas tecnologias, lacunas ou monopólios internos de conhecimento, os valores e a cultura da empresa e as competências comportamentais mais demandadas. Essa personalização garante melhores resultados e profissionais mais satisfeitos e preparados.

De modo complementar, o empresário deve adotar a prática do feedback, com foco no crescimento do time. As conversas francas servem para reconhecer o empenho e o talento, mas também para esclarecer expectativas, orientar e corrigir desvios.

Confira algumas razões para investir no treinamento dos colaboradores:

Vantagem competitiva

Equipes qualificadas são responsáveis pela maior vantagem competitiva que uma empresa pode ter. A capacitação do capital humano interfere diretamente nos resultados finais, através do conhecimento, do desempenho e da excelência.

Qualidade e produtividade

Um treinamento eficiente é aquele que tem poder transformador, capaz de levar os funcionários, equipes e gestores a um outro nível de atuação. Deste modo, há mudanças significativas em indicadores de qualidade e produtividade, como na incidência de falhas e retrabalhos, atrasos nas entregas, obediência aos prazos, redução de custos operacionais e faturamento.

Processos mais eficientes

A qualificação permite que as equipes sejam mais questionadoras, aptas a analisar as rotinas diárias, identificando problemas, gargalos e atividades que não agregam valor.

Assim, também é possível encontrar oportunidades de melhoria, racionalização de recursos e eliminação de desperdícios, criando processos ainda mais eficientes.

Índices de satisfação do cliente

Com a melhoria da qualidade dos principais processos internos, é possível conquistar altos índices de satisfação e fidelização dos clientes. Reputação e credibilidade são influenciadas pelo atendimento, disponibilidade de produtos e preço, mas também pela proatividade, agilidade e conhecimento técnico das equipes.

Inovação e criatividade

Os programas de treinamento devem incentivar a criatividade, a inovação e a busca por novas respostas e possibilidades para o negócio. Porém, esse comportamento deve ser suportado por um ambiente de trabalho que encoraje novas ideias.

Neste sentido, ações para manter a equipe atualizada, como a distribuição de artigos e textos interessantes, o brainstorming, o acesso a palestras online e e-learning são importantes para reforçar essas duas competências, essenciais para a competitividade das pequenas empresas.

Motivação e engajamento das equipes

Equipes bem treinadas também são mais motivadas e engajadas. Isso acontece pois, quando a empresa elabora um programa de treinamento, reforça a gestão que valoriza o indivíduo, suas competências e talentos. Assim, é possível construir uma relação “ganha-ganha”, saudável e produtiva.

O que tenho a ganhar com a motivação dos meus funcionários?

A motivação pode ser entendida como a dose de energia que nos coloca em movimento, que nos incentiva a superar obstáculos e a vencer desafios. Por outro lado, a falta desta energia, causa apatia, desânimo, desinteresse e faz do profissional um simples executor de tarefas, restringindo seu potencial e desempenho.

Por isso, é importante que as empresas elaborem estratégias que garantam a motivação de seus funcionários. Conheça agora alguns segredos para manter uma equipe motivada:

Ofereça condições favoráveis de trabalho

As condições de trabalho também têm influência na motivação da equipe e, por isso, é preciso oferecer ambientes sadios e seguros, de acordo com as regulamentações previstas na legislação trabalhista. É necessário também cuidar do layout, da iluminação e da climatização dos espaços, sempre com a intenção de propiciar conforto e bem-estar.

Além disso, as pequenas empresas devem investir em tecnologia e infraestrutura, para que os funcionários possam exercer suas funções com excelência.

Aprenda a delegar responsabilidades e autoridade

A motivação está atrelada à necessidade de reconhecimento e autonomia, por isso, a delegação é indispensável. Essa prática colabora para o crescimento profissional da equipe, oferecendo novas experiências, responsabilidades e autoridade, e, assim, deve estar baseada na meritocracia. Porém, o gestor precisa supervisionar e orientar os profissionais para que os resultados sejam realmente positivos.

Conceda benefícios diferenciados

Os benefícios são sempre importantes para a estratégia de atração e retenção de talentos. Neste caso, as pequenas empresas devem analisar o perfil de seus colaboradores e, então, definir uma carteira atraente. Parcerias com academias, assessorias esportivas e restaurantes, além de bolsas de estudo para idiomas e universidades são boas iniciativas, bem como ofertar a possibilidade de horário flexível e home office.

Uma dica interessante é permitir que o próprio funcionário escolha seus benefícios dentro de um portfólio predeterminado pela empresa. Assim, há mais chances de garantir a satisfação de todos.

Crie um sistema de recompensas

Os sistemas de recompensa são ótimas alternativas para incentivar o desempenho diferenciado das equipes. Normalmente, estão vinculados a metas atingidas ou superadas, e quando essas metas são coletivas, também é possível estimular o trabalho em equipe. Prêmios financeiros, presentes, viagens ou dias de folga são bons exemplos de recompensas para funcionários.

Celebre conquistas e datas importantes

Outra ação com foco na motivação dos funcionários é organizar eventos internos para celebrar conquistas da equipe e datas importantes para a empresa. Esses encontros favorecem a coletividade e os relacionamentos.

Conclusão

A qualidade do capital humano é essencial para o sucesso dos negócios, principalmente nas pequenas empresas. Na verdade, os profissionais devem ser encarados como o principal elemento da estratégia corporativa, pois todas os processos e rotinas dependem dos funcionários. Dessa forma, a preparação, a qualificação e a competência dos times são variáveis que influenciam fortemente no resultado final.

Dessa forma, a atração e retenção de talentos, a profissionalização dos processos seletivos, o desenvolvimento dos funcionários, as ações direcionadas à satisfação e à motivação internas são fundamentais para a construção de equipes de alta performance, capazes de solucionar problemas, encontrar possibilidades e garantir a longevidade dos negócios.

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#ClicoResponde

Guia de como transformar sua empresa em uma franquia

1. Introdução
2. Entendendo as franquias

2.1 Um modelo de negócio

2.2 Como funciona

2.3 Tipos de franquias

3. Sete vantagens das franquias

3.1 Maior visibilidade para a marca

3.2 Expansão do negócio

3.3 Motivação

3.4 Investimento menor

3.5 Aumento da capacidade de negociação com fornecedores

3.6 Diminuição da carga trabalhista

3.7 Rápido crescimento do faturamento e da lucratividade

4. Os requisitos necessários

4.1 Marca e imagem no mercado

4.2 Mix de produtos e exclusividade de marcas

4.3 Potencial de negócio

4.4 Modelo financeiro

4.5 Conhecimento

5. A análise da situação da empresa

5.1 Você soluciona um problema ou oferece um produto ou serviço diferenciado?

5.2 Sua empresa está preparada ou pode se preparar para ser franqueadora?

5.3 Qual é a sua situação no mercado?

6. O contrato
7. Selecionando os franqueados
8. Conclusão

Há bastante tempo, as franquias deixaram de ser uma novidade no Brasil para se tornarem uma alternativa de negócio que é importante para vários segmentos do mercado.

Como veremos a seguir, esta modalidade pode ser capaz de oferecer benefícios tanto para fraqueados quanto para franqueadores, desde que sejam seguidos os critérios que serão apresentados nesse guia.

Nesse post, você descobrirá tudo o que precisa saber para começar a se planejar para transformar a sua empresa em uma franquia de sucesso. Começando com uma explicação de alguns conceitos referentes a este modelo de negócio e as vantagens que ele oferece, depois sobre os requisitos necessários para que a sua empresa seja franqueável e uma análise da situação do mercado de franquias no Brasil.

Você poderá conferir uma análise do que deve conter um contrato de franquia e também os pré-requisitos que você deve observar na seleção dos candidatos a se tornarem franqueados da sua empresa.

Que minhas dicas lhe sirvam como uma ferramenta útil para a expansão do seu negócio! Continue acompanhando e tenha uma ótima leitura!

Entendendo as franquiasentendendo-franquias

Na acepção empresarial, o termo “franquia” chegou ao Brasil nos anos 1960 como uma tradução direta do inglês “franchising”. Afinal, foi nos Estados Unidos que a acepção moderna desse conceito surgiu, em 1850, quando Isaac M. Singer deu início a esse novo modelo de negócio, criado para a distribuição das máquinas de costura que fabricava. Ao longo do século 20 as franquias se multiplicaram entre os norte-americanos, alcançando também outros países mundo afora.

Por aqui, em 1966 a escola de idiomas Yázigi deu os primeiros passos para o desenvolvimento do sistema no país. Durante as décadas de 1970 e 1980 esse conceito seguiu conquistando número cada vez maior de empresas adeptas, até que, em 1987, foi consagrado pela criação da Associação Brasileira de Franchising (ABF).

Desde então inúmeras empresas têm adotado a franquia como sistema de expansão das atividades.

Um modelo de negócio

Segundo o Sebrae, a franquia é aquela modalidade de negócio comercial que se destina à distribuição de produtos ou de serviços mediante condições que são estabelecidas em um contrato firmado entre franqueador e franqueado e que prevê licença para uso de marca e de tecnologia, para comercialização de produtos ou fornecimento de serviços cujos direitos são de propriedade do franqueador.

No Brasil, esse tipo de acordo é regulamentado pela Lei Federal nº 8.955/1994 e também por uma autorregulamentação da ABF, válida para seus associados.

Como funciona

O sistema de franquia funciona como uma forma de parceria que é regulada por um contrato que estabelece os direitos e obrigações do franqueador e do franqueado. Da parte do franqueado, de acordo com o tipo de contrato estabelecido, ele pode assumir o compromisso de transferir informações sobre o projeto do negócio e, se for o caso, a tecnologia necessária para que o ele funcione. Também cede o direito de uso da marca e pode prestar assessoria para a estruturação do empreendimento e acompanhar o desempenho.

Como remuneração o franqueador pode receber taxas de franquia, royalties, comissões junto a fornecedores e pagamento pelo fornecimento direto de produtos.

O franqueado, por sua vez, deve cumprir os acordos firmados com o franqueado, inclusive aqueles que dizem respeito ao padrão de utilização de marcas, instalações etc.

Tipos de franquias

De modo geral, as franquias podem ser:

De Primeira Geração, aquela pelas quais o franqueador licencia sua marca e o franqueado distribui produtos e serviços sem exclusividade;
De Segunda Geração que, além a concessão da marca, oferece maior suporte ao franqueado, que é obrigado a comprar as mercadorias do franqueador, cujos preços já incluem os royalties e taxas (neste caso, os produtos ou serviços são exclusivos da rede franqueada);
De Terceira Geração, pela qual, além da licença de uso da marca, o franqueador repassa todas as informações operacionais do negócio e presta serviços de assessoria e de acompanhamento;
De Quarta Geração, quando o franqueado passa a fazer parte de um Conselho que participa das decisões da empresa;
De Quinta Geração, que são idênticas às de quarta geração, porém com a garantia de recompra por parte do franqueador.

Também existe outra forma de pensar os tipos de franquias, que podem ser:

As de distribuição, que comercializa os produtos fabricados pelo franqueador, beneficiando-se da assistência técnica e do lucro comercial;
De serviços, pela qual o franqueado atua de acordo com técnicas e diretrizes estabelecidas pelo franqueador, obtendo licença sobre marca;
De indústria, na qual o franqueado fabrica e comercializa os produtos sob uma marca de propriedade do franqueador e de acordo com os padrões estabelecidos por ele.

Sete vantagens das franquias

Veja sete vantagens que o sistema de franquias oferece para o empreendedor:

Maior visibilidade para a marcamaior-visibilidade

Pelo sistema de franquia, a marca da empresa passa a ser exibida pelas várias unidades franqueadas. Como visibilidade é aspecto importante para a maioria dos segmentos que atuam com comércio e serviços, esse é um valor que deve ser bastante considerado no planejamento de quem deseja abrir a própria empresa para franquias.

Expansão do negócio

Em curto espaço de tempo, uma franquia local pode alcançar um estado inteiro e até o nível nacional. Veja, por exemplo, a Los Paleteros, empresa que em 2012 inaugurou a primeira loja de paletas mexicanas em Balneário Camboriú (SC) e que hoje tem 100 lojas franqueadas espalhadas por quase todo o país.

Motivação

Geralmente a pessoa adquire uma franqueada entra para o negócio bastante motivada e disposta a trabalhar pelo melhor resultado. Como ela é dona de uma empresa própria sobre a qual realizou investimento ela se torna completamente envolvida com a atividade.

Investimento menor

Outra vantagem importante é a de obter a possibilidade de expansão a partir de um investimento menor do que seria aquele necessário para uma operação que utilizasse somente os recursos próprios.

Aumento da capacidade de negociação com fornecedores

Com a criação de uma rede de franquias surge a possibilidade de negociar com vantagens com os fornecedores, uma vez que o volume de compras aumenta de acordo com o aumento do número de franqueados.

Diminuição da carga trabalhista

Os contratos de trabalho realizados pelos franqueados não alcançam a franqueadora, o que diminui a carga trabalhista da empresa.

Rápido crescimento do faturamento e da lucratividade

Considerando que a ampliação de uma rede de franquias tem o investimento necessário pulverizado entre os franqueadores, é possível expandir o negócio em tempo mais curto, o que também torna rápido o aumento do faturamento e da lucratividade.

Os requisitos necessários

Marca e imagem no mercado

A força da marca é a base do modelo de franquia. É fundamental que ela seja capaz de ser reconhecida facilmente como um símbolo da qualidade dos produtos ou serviços que oferece.

Mix de produtos e exclusividade de marcas

Para obter sucesso na abertura de uma rede de franquias é fundamental que a empresa mantenha um mix de produtos ou de serviços consistente e que seja oferecido com exclusividade. Além disso, é preciso ofertar ao consumidor algum diferencial que seja capaz de alcançar bom posicionamento no mercado.

Potencial de negócio

O mix de produtos e de serviços deve oferecer à empresa real capacidade de expansão, sobretudo considerando que enfrentará forte concorrência. Ou seja: é preciso ter certeza de que o que a sua empresa tem a oferecer é capaz de conquistar o mercado.

Modelo financeiro

Também é essencial verificar se as margens de lucros do negócio permitem que tanto a empresa franqueadora quanto as unidades franqueadas tenham resultados compatíveis com os investimentos que deverão aportar na implantação e na operação do negócio, inclusive levando em conta os prazos de retorno e os riscos.

Conhecimento

A empresa franqueadora deve deter completo conhecimento sobre os processos e tecnologias necessários para o andamento do negócio. Todos devem ser suficientemente padronizados, bem definidos e estruturados. Além disso, é preciso que haja a capacidade para transferir esse conhecimento de maneira organizada e compatível com as necessidades das franquias que serão selecionadas.

A análise da situação da empresa

Nesse capítulo, abordarei algumas questões que você precisa responder para se certificar de que sua empresa está pronta para adotar esse modelo de negócio. Contudo, desde já, fica a recomendação para que esta análise seja feita com o suporte de especialistas em cada setor envolvido na análise — advogado, contador, profissional de marketing, publicitário, arquiteto, entre outros — que lhe ajudarão a responder com segurança o que segue apresentado.

Você soluciona um problema ou oferece um produto ou serviço diferenciado?

Poder oferecer produtos ou serviços que resolvam problemas ou que atendam necessidades ou desejos de maneira diferenciada e que agregam valor ao que o consumidor recebe aumenta bastante a capacidade competitiva da empresa.

Contudo, não basta o diferencial. É preciso analisar se ele é capaz de gerar uma demanda que justifique a criação de pelo menos 30 unidades franqueadas, número mínimo que os especialistas consideram necessários para que a adoção do modelo de franquia seja compensador. Menos do que isso é preferível investir em lojas próprias.

Sua empresa está preparada ou pode se preparar para ser franqueadora?empresa-preparada

A criação de uma rede de franquias exige que a empresa tenha uma estrutura interna específica para o modelo de negócio. Afinal, além dos fornecedores e dos clientes de lojas próprias também será necessário dar suporte aos franqueados e atender às demandas por novas concessões.

Ainda, é preciso analisar se a sua empresa é capaz de suportar o tempo de maturação do novo modelo, durante o qual é bastante possível que não haja lucro, considerando que a franquia é um tipo de negócio que traz retorno em médio ou em longo prazo.

Qual é a sua situação no mercado?

Uma franquia para valer a pena precisa ser duradoura. Portanto, você deve ser capaz de reconhecer qual a atual situação da sua empresa no mercado, buscando perceber se ela já está madura ou se pode alcançar essa maturidade em curto espaço de tempo.

Você também precisa entender o nível de saturação que o mercado que você explora apresenta e a capacidade que a sua empresa tem para permanecer no mercado por longo tempo. Afinal, criar uma rede de franquias em um segmento que esteja saturado ou que atenda uma situação de momento não é nada recomendável.

A sua empresa pode atender a uma região ampla?

Empresas que têm capacidade para atender apenas nichos de mercado muito localizados — seja pelo interesse do consumidor ou pela disponibilidade de matéria-prima — também não administram um tipo de negócio interessante para a formação de uma rede de franquias. Portanto, quanto mais ampla for a capacidade de abrangência geográfica do negócio, maior será o potencial de abertura de lojas e, consequentemente, de sucesso da rede.

O contratocontrato

A referência legal para a elaboração de um contrato de franquia deve tomar por base a já citada Lei nº8.955/1994 que regulamenta esse modelo de negócio no Brasil. Na elaboração de um bom contrato, que deve ser redigido sob a assistência de um advogado especializado no setor, é preciso ter muita atenção na especificação de direitos e de obrigações das partes envolvidas, a fim de não permitir que brechas permitam o surgimento de contratempos futuros, seja para o franqueador, seja para os franqueados.

Portanto, em linhas gerais, além da identificação das partes contratantes, o instrumento jurídico deve deixar claro que a empresa franqueadora é a detentora da marca, do nome comercial e do logotipo que identifica o negócio e que precisa estar registrado no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) e que servirá para ser aplicado na linha de serviços ou de produtos que serão fornecidos ou comercializados.

O contrato deve também ressaltar a capacidade técnica e a experiência que a empresa tem no segmento de mercado que explora e manifestar o interesse dela na expansão do negócio, utilizando como meio para tanto a permissão para que a franqueada faça uso da marca, do logotipo e das tecnologias licenciadas, da maneira como for ajustada no contrato.

Como obrigações da empresa franqueada, devem ser observadas as condições de cumprimento dos padrões de exposição, de divulgação e comercialização de produtos ou de prestação de serviços, de atendimento, de uso de marca, de decoração e arquitetura de lojas, entre outros que forem estabelecidos pelo franqueado. Também deve ser permitindo que este vistorie periodicamente o cumprimento desta parte do acordo.

Ainda, é preciso especificar a obrigatoriedade por parte da franqueada de manter no quadro de funcionários pessoal qualificado para atuar de acordo com os padrões estabelecidos e que sejam instruídos em cursos ministrados pela franqueadora.

O contrato também deve estabelecer os critérios de confidencialidade que devem ser respeitados pela franqueadora no que diz respeito a tecnologias, procedimentos e outras informações próprias do negócio, bem como a obrigatoriedade que esta terá de zelar pelo bom nome e pela reputação da franqueadora.

A franqueadora deve se obrigar a fornecer produtos, informações e tecnologias, além da forma como ela dará o suporte necessário para o bom desempenho da franqueada, conforme o que for estabelecido no contrato. Tudo deve estar de acordo com o manual da franquia, que deve ser mencionado no instrumento jurídico. Treinamento, precificação de produtos, formas de pagamento e outros critérios referentes à gestão do negócio também devem ser atribuídos à franqueadora.

O instrumento também fará a previsão dos valores e formas de pagamento referentes a cada item da franquia que for ajustado na negociação entre as partes — taxa de uso de marca, royalties, licença etc. — e estabelecer as multas e penalidades rescisórias.

Por fim, é fundamental que o contrato deixe claro a independência jurídica que deve existir entre a empresa franqueada e a franqueadora e os direitos sobre a propriedade de marcas, tecnologias etc.

Selecionando os franqueados

Para que uma rede de franquias tenha sucesso, além da qualidade dos produtos e dos serviços que a franqueadora tem a oferecer, é fundamental que os franqueados sejam capazes de cumprir os níveis de exigências que a padronização do negócio impõe. Daí a necessidade de selecionar os candidatos à franquia com bastante critério.

Entre esses critérios é preciso considerar:

Capacidade de absorção das várias informações pertinentes às tecnologias e aos processos inerentes ao negócio;

Disposição em atuar de acordo com os critérios de padronização na aplicação dessas tecnologias e processos;

Capacidade financeira para estruturar a franquia e para suportar o negócio ao longo do período de maturação;

Interesse e motivação para participar do empreendimento, inclusive para encarar desafios e contribuir para a expansão do negócio por meio uma participação ativa.

Conclusão

Como você pode perceber, adotar um sistema de rede de franquias pode ser uma alternativa bastante vantajosa para as empresas que pensam em expandir os negócios. Porém, para que uma decisão nesse sentido possa ser adotada é necessário fazer uma análise profunda do próprio empreendimento, a fim de detectar se é ou não conveniente partir para esse caminho.

Em casos positivos, é essencial que a empresa que deseja se tornar franqueadora se cerque de todos os cuidados jurídicos, técnicos e de seleção dos candidatos à franquia.

Por fim, vale mais uma vez ressaltar que, para cumprir todas as etapas com bastante segurança, é essencial se cercar de profissionais que sejam capacitados para lhe assessorar em cada uma das áreas que precisam ser consideradas.

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#ClicoResponde

Como fazer a gestão do primeiro ano da sua empresa

 

1. Introdução
2. O que fazer no primeiro ano de atuação

2.1 Finanças e contabilidade

2.2 Marketing

2.3 Vendas

2.4 TI

2.5 Fornecedores

2.6 Networking

3. Conclusão

Não é fácil abrir uma empresa, especialmente no Brasil. A princípio, precisamos pensar no conceito do negócio, no estudo de mercado, no teste das principais ideias, nos produtos e serviços etc.

Depois, vêm as questões burocráticas: guias, impostos, alvarás e por aí vai. E ainda tem a viabilização financeira! Resumo da ópera: não conseguimos abrir uma empresa da noite para o dia. É demorado, trabalhoso e bastante burocrático.

Então, depois que finalmente você testou as melhores ideias, escolheu o melhor modelo de negócio, levantou recursos e resolveu as questões burocráticas, é hora de descansar um pouco, certo? Errado! Dados do SEBRAE mostram que 30% das empresas têm que fechar as portas logo no primeiro ano de vida, então agora é hora de ter atenção!

Existem várias razões para que os negócios sejam tão frágeis no primeiro ano de vida. Passamos pela necessidade de criar uma clientela e nos estabelecermos no mercado, por uma situação financeira geralmente deficitária e pela nossa falta de experiência — e a dos funcionários.

Mas não é para desanimar! Esses dados não estão dizendo que sua empresa está fadada ao fracasso no primeiro ano. Muito pelo contrário: estão mostrando que para fazer sucesso, especialmente no começo, precisamos de muito trabalho e dedicação. Para ajudar você nessa empreitada, separei algumas dicas que vão auxiliar muito nos primeiros passos do seu negócio. As dicas estão separadas pelas principais áreas de um negócio e, se você segui-las, aumentará bastante as chances de sucesso da sua empresa no primeiro ano de atuação.

O que fazer no primeiro ano de atuaçãogestão

Finanças e contabilidade

A maioria das empresas ainda é deficitária no primeiro ano de vida, situação que geralmente vai se prolongar por mais algum tempo. Isso acontece porque necessitamos de um grande aporte de recursos iniciais para questões como compra de equipamentos, contratação de funcionários, treinamento, pagamento da luva, pagamento de uma eventual franquia e estoque. Não é necessariamente um problema, já que grande parte dos negócios de sucesso começam em uma situação de dívidas, mas isso exige cuidado redobrado com a saúde financeira da empresa.

O ideal, caso seja viável, é ter uma pessoa exclusivamente responsável pelo exame minucioso das contas da empresa. Essa pessoa deve fazer o fluxo de caixa, as projeções financeiras e elaborar relatórios cuidadosos sobre a atual situação financeira do negócio e como ela vai se encaminhar no curto, médio e longo prazo. Para as questões tributárias e demandas ligadas à tributação e cumprimento tributário legal, recomendo inclusive a contratação de um contador.

Uma dica fundamental, principalmente para as empresas familiares de pequeno porte, é não misturar as finanças pessoais com as do negócio. O ideal é definir um pró-labore para você e seus sócios e evitar a todo custo retiradas extras do caixa, que podem atrapalhar o fluxo de caixa e confundir as projeções.

Falei sobre a necessidade de um negócio precisar de financiamento em seus primeiros passos, mas as dívidas devem ser contraídas com muita parcimônia. Estude as melhores taxas de juros e só realize um empréstimo se o investimento justificar esse endividamento.

Uma empresa nova deve também ser enxuta. Corte os custos desnecessários e tente ser o mais produtivo possível. Estude os processos, evite o retrabalho e elimine gastos supérfluos.

Marketing

É comum entre os pequenos empreendedores a ideia de que o marketing é um assunto para as grandes empresas. Com tantas necessidades, especialmente nos primeiros anos de vida, o marketing acaba sendo deixado para segundo plano ou sendo feito sem planejamento, de maneira simplória. Pois saiba que ele é um dos pilares de qualquer negócio e não deve ser visto como um gasto supérfluo. Até porque existem soluções bastante eficientes com baixo custo.

O primeiro passo é entender quem são os seus clientes, por qual motivo compram da sua empresa, onde eles estão e qual é a melhor forma de atingi-los. Dessa maneira, você saberá onde encontrar novos leads (potenciais clientes) e direcionar uma estratégia de marketing para esse público.

É fundamental entender a jornada do cliente, os passos que levam um potencial cliente a se tornar alguém que efetivamente compra da sua empresa. Do momento em que toma conhecimento do seu negócio até a hora em que compra, o cliente passa por diversas fases e você precisa elaborar estratégias para cada uma delas.

As redes sociais também são excelentes soluções para os negócios de menor porte, especialmente no começo de sua existência, quando a verba para marketing ainda é pequena. A grande vantagem das mídias sociais é que, caso não seja possível contratar uma empresa especializada num primeiro momento, você mesmo pode conseguir fazer um trabalho decente de comunicação.

Mas cuidado: usar as redes sociais não é simplesmente postar promoções no Facebook! É preciso se comunicar com os clientes, responder prontamente suas dúvidas e problemas, além de criar estratégias que atinjam efetivamente o seu público-alvo e criem uma presença on-line forte para sua empresa.

Vendas

gestão

Para uma empresa crescer saudável e sobreviver ao seu primeiro ano é essencial ter um setor de vendas bem estruturado e eficiente. Ele é a alma da empresa, porque é a ligação com os clientes e o canal por onde vão entrar os recursos financeiros para que o negócio cresça. Por isso, as vendas não podem ser um tiro no escuro. Elas devem vir acompanhadas de um planejamento cuidadoso e de acordo com a capacidade da empresa de atender as demandas dos clientes.

Primeiramente, é preciso compreender quais são as especificidades do seu negócio. É um e-commerce? Possui um ponto de venda em um shopping? Depende de visitas dos vendedores para os clientes? Entender quais são as características únicas do nosso negócio permite que consigamos desenvolver boas estratégias de vendas.

Falei ali em cima sobre planejamento cuidadoso e, para ele realmente ser eficiente, as métricas são muito importantes. Elas são dezenas, mas acho importante que você conheça as duas principais.

Taxa de conversão

É o número de potenciais clientes (também chamados de leads) que você precisa atrair para realizar uma venda. Você consegue obter este número dividindo o número de leads — pessoas que entraram em contato ou que sua empresa abordou de alguma forma — e dividir pelo número de clientes propriamente ditos. Com a taxa de conversão você vai saber com boa precisão quantas pessoas precisará abordar para fechar a sua meta de vendas.

Custo de aquisição por cliente

É o quanto a sua empresa gasta para atrair um novo comprador. Você obtém esse número dividindo todos os custos do setor de vendas e de marketing em um determinado período pelo número de pessoas que compraram. Quanto menor o custo de vendas, melhor, porque você pode investir em atingir um número maior de pessoas com os mesmos recursos.

Adquirir leads e transformá-los em clientes é fundamental, mas ainda mais importante (e difícil!) é torná-los fieis. Um cliente fiel é o ideal, porque, além de comprar novamente os seus produtos e serviços, ele ainda vai indicar para os amigos. Para fidelizar seus clientes você precisa fornecer o melhor atendimento possível e criar estratégias para encorajar novas compras, como programas de fidelidade e desconto para os clientes leais.

Outra coisa para você ficar atento: não se esqueça da concorrência! Conhecer o mercado e quem está competindo com a nossa empresa é essencial para estabelecer os nossos diferenciais. Você precisa criar um atrativo único, que faça com que as pessoas queiram comprar da sua empresa e não dos seus concorrentes.

TI

Para uma empresa ter sucesso não dá pra ficar atrás na tecnologia. Seu bom uso torna a empresa mais produtiva, permitindo cortar custos, centralizar processos e aumentar a eficiência. Por isso, a TI não pode ficar em segundo plano. Você vai precisar investir nessa área e, se possível, estruturar um setor responsável por questões tecnológicas.

Hoje, existem várias ferramentas que permitem centralizar todos os controles (fluxo de caixa, relatório de vendas, etc) em um único lugar. Esse software pode ainda integrar praticamente todos os processos da empresa em um único lugar, o que torna o trabalho menos propício a erros humanos e evita o chamado retrabalho, que é quando uma mesma tarefa é realizada várias vezes. Esses são os softwares de gestão, também chamados de sistemas ERP.

Mas temos que saber exatamente qual é a melhor solução de sistema para nossa empresa! É preciso pesquisar e entender quais são as melhores opções, pois esse será um investimento muito importante no primeiro ano de vida do seu negócio. A compra de um software desse tipo geralmente é um investimento alto, por isso pode ser uma opção melhor a assinatura de um serviço mensal, por exemplo, que ainda possa oferecer mais opções quando o negócio começar a crescer.

Uma questão extremamente importante, mas que é muito negligenciada por empreendedores de primeira viagem, é a segurança. Você não precisa esperar algo dar problema para aprender essa lição! Invista em backup e segurança dos dados, de preferência por meio de uma empresa especializada em TI, que possa fornecer as melhores soluções para um negócio com as características do seu.

Outra tendência que cresceu muito nos últimos anos é o uso da nuvem. Cada vez mais empresas vêm oferecendo sistemas que rodam remotamente e isso é muito bom para nós, empreendedores. Primeiro porque traz agilidade e mobilidade, já que geralmente o aplicativo pode ser acessado de qualquer computador ou até mesmo de dispositivos móveis. Em segundo lugar, nós não precisamos investir em hardware pesado, já que os softwares passam a rodar nos servidores de alta tecnologia das empresas contratadas. Isso torna tudo mais barato e eficiente.

Fornecedoresgestão

Temos que tratar nossos fornecedores quase como se fossem sócios da empresa. A parceria com eles é muito importante, por isso você precisa ser muito criterioso na sua escolha, principalmente no primeiro ano do negócio. Ter bons fornecedores é a garantia de que o essencial para o funcionamento da empresa estará sempre em dia.

Pesquise muito! Faça uma análise criteriosa dos principais fornecedores do seu mercado e não foque apenas nos preços mais baratos. Conheça a história da empresa, seus números e o tipo de serviço que oferecem. Se possível, converse com empresas que trabalhem atualmente com os seus potenciais fornecedores e procure entender quais são as melhores opções para o seu negócio.

Uma vez escolhidos os fornecedores, também é muito importante saber como estabelecer uma relação de longo prazo, na base da confiança. Lembre-se sempre de que uma boa parceria é aquela que é benéfica para os dois lados, por isso tente sempre entender as necessidades do seu fornecedor, mesmo quando elas são referentes a aumento nos preços. Um fornecedor satisfeito em trabalhar com a sua empresa vai estar disposto a ajudar a resolver os seus problemas.

Networking

Por último, mas não menos importante, o networking! Especialmente no primeiro ano de vida, você precisa fazer com que a empresa seja vista e, para isso, não basta o marketing. Você, como empreendedor e representante do seu próprio negócio, precisa fazer com que as pessoas saibam em que ramo atua e para quais serviços podem contratá-lo.

A primeira porta são os amigos e conhecidos. Mesmo aqueles que não sejam potenciais clientes podem eventualmente conhecer pessoas que necessitarão da sua empresa, por isso converse muito com eles, apresente sua empresa e explique o que faz. Outra entrada muito importante é com antigos parceiros, principalmente se você trabalhou anteriormente em uma empresa no mesmo ramo de atuação da sua.

Sempre frequente círculos sociais em que possam existir potenciais clientes para sua empresa. Esses círculos podem ser eventos públicos, workshops, conferências e exposições de fornecedores. As pessoas que fazem parte da sua rede de contatos vão lhe fornecer novos clientes e podem oferecer as soluções para os problemas que a sua empresa vai enfrentar no primeiro ano de vida.

Conclusão

Ser um empreendedor dá muito trabalho e o primeiro ano de atuação da empresa pede ainda mais dedicação, esforço e cuidado. É como um filho, que exige muito mais dos pais nos primeiros anos de vida, quando ainda é um ser humano muito frágil. Porém, depois de algumas noites mal dormidas, ele aprende a andar com as próprias pernas e a se tornar mais independente. Assim também é uma empresa: com perseverança e disciplina, ela vai crescer e trazer muitas recompensas.

Para ter sucesso no primeiro ano é preciso constante análise e mudanças nos rumos. É muito mais fácil para uma empresa com vários anos de existência traçar comparações no longo prazo e saber como está caminhando. Para um negócio jovem, é preciso vigilância constante, para que nada passe desapercebido e estratégias possam ser corrigidas a tempo. Também por isso, nossas análises precisam ser muito mais criteriosas e precisas!

No primeiro ano de existência da empresa serão estabelecidas as bases para o futuro; por isso, você deve investir em criar essa estrutura com muito cuidado e dedicação. Ser empreendedor realmente dá muito trabalho, mas também traz recompensas incríveis!

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Tecnologia

Quando e como implantar um software de gestão na minha empresa?

 

1. Introdução
2. Como saber a hora de implantar?

2.1 Há velocidade na obtenção e informações de qualidade?

2.2 Quanto custam os erros?

2.3 É possível identificar gargalos nos processos?

2.4 Há agilidade nos processos?

2.5 Quais são os resultados das negociações?

2.6 Como é feito o controle de estoque?

2.7 Controle de caixa, de recebimentos e de contas a pagar

3. Como obter sucesso na adoção do software de gestão?

3.1 A escolha do software

3.2 Aplicativos

3.3 Computação em nuvem

3.4 Treinamento

3.5 Nova cultura

3.6 Monitoramento

4. Desafios que serão encontrados
5. Seis erros para não cometer

5.1 Não definir objetivos

5.2 Não conhecer bem o software

5.3 Não definir uma equipe qualificada

5.4 Abrir mão de aplicativos específicos

5.5 Falta de treinamento ou de suporte

5.6 Falta de monitoramento

6. Conclusão

Para manter a competitividade exigida pelo mercado, as empresas precisam simplificar os processos de gestão, a fim de torná-los mais ágeis e consistentes.

Ao mesmo tempo, o gestor precisa buscar garantias de que, com a máxima velocidade e a qualquer tempo, ele terá em mãos os dados que necessita para orientar suas decisões. Além disso, é essencial que todas estas funcionalidades estejam disponíveis de maneira colaborativa e integralmente conectadas.

Em linhas gerais, essas demandas descrevem exatamente o que um software de gestão empresarial é capaz de atender, ainda mais quando tratamos de uma solução em nuvem. Proporcionando um suporte às organizações, eles criam soluções administrativas, financeiras e comerciais, além daquelas destinadas a solucionar questões específicas de cada segmento.

O post de hoje abordará a oportunidade de implantação de um software de gestão em uma empresa. Darei algumas dicas para obter o melhor desempenho desta solução tecnológica, observando ainda os desafios e os erros que normalmente são cometidos na implantação.

Espero que esse material forneça todas as informações que você precisa para se decidir sobre o momento e sobre os procedimentos que deve adotar para na implantação de um software de gestão empresarial. Tenha uma ótima leitura!


Como saber a hora de implantar?software de gestão

Essa é uma pergunta que encontra parte da resposta em si mesma. Afinal, quando esse tipo de questão surge, ela significa que alguns episódios já estão mostrando ao gestor a necessidade de buscar soluções que certamente serão encontradas em um software de gestão.

Porém, para que haja a confirmação desta necessidade, basta fazer uma análise sucinta dos processos de gestão, dos procedimentos que eles implicam e dos resultados que oferecem. Com base nesta análise, é possível detectar eventuais falhas e fazer uma estimativa do quanto elas custam para serem corrigidas ou em termos de perda de faturamento.

Comparando os valores apurados ao longo de um ano com os custos de um software de gestão, o gestor poderá ter uma resposta bastante clara sobre a conveniência do momento para adotar a solução. Nesta análise, é necessário observar:


2.1 Há velocidade na obtenção e informações de qualidade?

Para tomar decisões com segurança e orientar as estratégias que deve seguir, o gestor precisa ser abastecido de informações administrativas sobre a empresa. A velocidade com que essas informações são entregues e a consistência dos dados obtidos, em grande parte, são determinantes do sucesso das ações.

Da mesma forma, as informações inerentes a negociações, preços, condições de pagamento, disponibilidade de estoques, atendimento ao cliente, entrega de produtos ou de serviços, entre outras que são fundamentais para o andamento do negócio e capazes de garantir as vendas e a manutenção dos clientes, precisam transitar com grande eficiência e confiabilidade.

Ora, se são necessárias reuniões desgastantes e cobranças insistentes para que estas informações possam ser transmitidas e se a transmissão é feita por meio de extensos relatórios, estes são fortes indício de que um software de gestão precisa ser adotado.


2.2 Quanto custam os erros?

Quando o gestor detecta que há perda de tempo, de material e de dinheiro em decorrência de erros operacionais que exigem retrabalho, surge outro indicativo de que um software de gestão é bem-vindo.


2.3 É possível identificar gargalos nos processos?

Um processo de gestão eficiente deve permitir ao gestor detectar com facilidade eventuais gargalos que possam surgir no ciclo do negócio – desde a fabricação de produtos ou aquisição de mercadorias ou de insumos, até a entrega, passando naturalmente pelos processos de comercialização. Se o ciclo não é visível de forma simplificada, surge mais um indício de que o software de gestão é necessário.


2.4 Há agilidade nos processos?

Um dos fatores que determinam o sucesso — ou o fracasso — de um empreendimento é a velocidade com a qual os processos são desenvolvidos. Sobretudo aqueles que interferem diretamente na entrega de pedidos.

Afinal, entre o envio de um pedido e o recebimento do que adquiriu, o cliente não pode ficar à mercê da ineficiência que os processos não automatizados é capaz de gerar.


2.5 Quais são os resultados das negociações?

O gestor deve ser capaz de identificar com facilidade quais são aqueles produtos, mercadorias ou serviços que oferecem os melhores resultados, distinguindo daqueles que dão prejuízo ou que simplesmente empatam o capital. Se não é possível fazer esta identificação de forma imediata, há mais um sinal de que o software de gestão é necessário.

 

2.6 Como é feito o controle de estoque?

Também é essencial que o gestor consiga identificar imediatamente a situação de estoque, com capacidade para quantificar as mercadorias de maior giro e aquelas que encalham. Há casos, inclusive, em que é preciso se certificar do prazo de validade de produtos, de mercadorias ou de insumos.

A eficiência no controle de estoque é fundamental para a política de relacionamento com fornecedores e para a garantia de atendimento a clientes. Em muitos casos, a fim de se livrar de mercadorias encalhadas, é a gestão do estoque que definirá a realização de promoções, por exemplo.

Se o controle de estoque não é feito com eficiência, há outro indicativo da falta de um software na gestão da empresa.


2.7 Controle de caixa, de recebimentos e de contas a pagar

Se o gestor não tem o conhecimento claro sobre o fluxo de caixa, sobre o que tem a receber e sobre o que tem a pagar, há mais um indício de que é chegado o momento de implantar um software de gestão na empresa.

Como obter sucesso na adoção do software de gestão?software de gestão

De fato, a implantação de um software gestão na empresa é capaz de oferecer uma série de soluções que serão determinantes para o melhor desempenho do negócio. Contudo, a medida não será suficiente se não for precedida de alguns cuidados e também se não for acompanhada de outros expedientes.

A começar pela plena compreensão dos processos que a empresa desenvolve. Afinal, o software virá como um facilitador, que reduzirá a complexidade dos trâmites da empresa, aumentando a velocidade de acesso às informações, que ficarão disponíveis em um banco de dados único. Este banco será acessado por cada departamento da empresa, de acordo com a necessidade.

Nesse sentido, o sistema estabelecerá novas rotinas, tanto para as pessoas, quanto para os processos e estas rotinas devem estar de acordo com a realidade do negócio.

Portanto, da mesma forma que é fundamental fazer a escolha do software adequado, também é essencial fazer o pleno envolvimento da equipe com as soluções oferecidas, treinando-a de maneira adequada para interagir com as novas rotinas.


3.1 A escolha do software

Em princípio, todo software de gestão segue as mesmas orientações básicas que, até certo ponto, são iguais para todos os casos. Porém, a partir da especificidade que cada tipo de negócio apresenta, as soluções também devem ser apresentadas de forma específica.

Por exemplo, uma loja de material de construção trabalha com controles diferentes daqueles que são feitos em uma cafeteria que, por sua vez, é distinta de um pet shop e assim por diante. Portanto, ainda que sejam comuns a todos alguns dos tipos de registros básicos que são feitos por um ou por outro tipo de negócio — por exemplo, identificação de clientes por CPF ou CNPJ, endereço etc. — grande parte das rotinas são diferentes entre um e outro.

O controle de estoque, por exemplo, é algo muito mais importante para a loja de material de construção do que seria para uma barbearia — que, por sua vez, exige um controle de agenda de atendimento a clientes bastante eficiente, o que seria dispensável para uma loja de material de construção.


3.2 Aplicativos

Além disso, o software deve estar aberto para a utilização de aplicativos ainda mais específicos, que podem significar um ganho imenso na agilidade de processos. Por exemplo, existem aplicativos elaborados para empresas que mantêm frotas próprias ou que têm a logística como um aspecto importante do negócio. Da mesma forma, há aplicativos úteis para a gestão financeira, para a contabilidade ou mesmo para as ações de comunicação e marketing da empresa, entre outros, que precisam ser considerados caso a caso.


3.3 Computação em nuvem

As soluções em nuvem vieram agregar um valor ainda maior aos softwares de gestão. Enquanto em tempos passados era preciso implantar o sistema localmente — o que exigia o custo adicional com um servidor dedicado e com redes complexas —, atualmente, é possível utilizar sistemas remotos, que interligam toda a empresa a partir da internet, dispensando os custeios excessivos e permitindo que várias soluções estejam disponíveis simultaneamente para todos os usuários.

Ao mesmo tempo, com o sistema em nuvem, a manutenção permanente é garantida, com atendimento imediato às solicitações e sem a necessidade das visitas técnicas. Esta possibilidade também diminui bastante o custo da solução.


3.4 Treinamento

Outra questão essencial para o sucesso de um software de gestão é oferecer à equipe um treinamento adequado, a fim de tornar o uso completo e compatível com a necessidade. Naturalmente, o comprometimento dos colaboradores com o novo sistema deve ser liderado por um ou mais membros da equipe, conforme a necessidade. Contudo, a informação técnica precisa vir do fornecedor do software de maneira clara, com a possibilidade permanente de eliminação de dúvidas e de auxílio na execução de tarefas — o que é fundamental, sobretudo na fase inicial da implantação.

Mais uma vez, cabe ressaltar a eficiência que a solução em nuvem oferece nesse sentido, considerando a facilidade de contato online e permanente com o instrutor. Esta possibilidade aumenta, e muito, a velocidade de assimilação das funcionalidades do software por parte dos colaboradores que vão utilizá-lo.

Da mesma forma, o uso de um software em nuvem elimina aquela dependência que pode surgir quando a documentação do sistema é dominada por apenas alguns funcionários da empresa, o que se torna um inconveniente quando há a necessidade de troca na equipe. Uma vez que o acesso ao treinamento online é amplo, o conhecimento sobre o sistema permanece acessível a todos, com grande facilidade.


3.5 Nova cultura

A implantação de um software de gestão significa também a implantação de uma nova cultura na empresa. Portanto, é também o momento de revisar os processos, com a oportunidade de eliminar aquilo que ocorre de errado.


3.6 Monitoramento

Como estamos falando de uma nova cultura, é possível que leve algum tempo para que ela seja plenamente assimilada ou mesmo que receba alguma resistência por parte de alguns colaboradores. Portanto, é essencial fazer o monitoramento constante do uso, inclusive em fases posteriores.

Afinal, é sempre possível que alguns membros da equipe deixem de usar algumas das funcionalidades do software e que retomem velhos hábitos, como o uso de planilhas e de controles paralelos.

Desafios que serão encontradossoftware de gestão

O primeiro grande desafio que um gestor enfrenta para adotar a solução de um software de gestão é superado logo que ele decide implementá-la. Afinal, a resistência às novidades, muitas vezes, impede que os passos seguintes sejam dados, inclusive para superar os demais desafios que virão.

O próximo desafio a ser enfrentado diz respeito ao perfil do software que atenderá às necessidades da empresa. Para solucioná-lo, é preciso que o gestor compreenda perfeitamente as particularidades do negócio. Nesse sentido, é bastante útil conversar detidamente com os colaboradores, em cada fase dos processos envolvidos, a fim de detectar quais são as dificuldades e também quais são as maneiras mais apropriadas para resolvê-las. Nessa conversa, também será possível avaliar as expectativas quanto à solução tecnológica, bem como identificar possíveis focos de resistência à implantação, o que permite antecipar as maneiras de enfrentá-las.

Ciente do tipo de solução que atende à necessidade da empresa, é chegada a hora de enfrentar o desafio de encontrar um fornecedor idôneo, que seja capaz de oferecer a solução mais apropriada. De fato, é essencial que o gestor compreenda tudo o que o fornecedor é capaz de oferecer, tanto no que diz respeito à qualidade do produto que entrega, quanto no que se refere ao treinamento e à manutenção. Nesse ponto, é essencial verificar o histórico da empresa fornecedora e as funcionalidades do software que está sendo ofertado.

A empresa contratada deve fornecer os requisitos de equipamentos necessários para que o software rode plenamente. Em uma solução em nuvem, por exemplo, esses requisitos devem ser bem mais acessíveis do que seriam aqueles exigidos para rodar uma solução local.

Nesse momento, é preciso também se certificar a respeito da existência de outras funcionalidades que poderão ser agregadas ao sistema —- como, por exemplo, a oferta de aplicações extras, ainda não previstas no momento da implantação inicial, mas que podem ser úteis no futuro.

Por fim, na fase de implantação do software, é bastante possível que o gestor tenha que enfrentar a resistência por parte da equipe em adotar a nova cultura. Como visto no capítulo anterior, este desafio deve ser enfrentado por um treinamento coerente e pelo constante monitoramento da utilização do software.

Seis erros para não cometersoftware de gestão

Antes de partir para a implantação de um software de gestão, é importante que o gestor tenha em mente seis erros bastante comuns.


5.1 Não definir objetivos

O primeiro deles é deixar de definir objetivos claros que devam ser alcançados a partir da implantação do software e que estejam alinhados com a realidade da empresa. Para tanto, é necessário que exista um conhecimento completo sobre os processos e uma projeção sobre como eles podem evoluir, a fim de alcançarem melhores resultados do que os que são apresentados no momento da análise.


5.2 Não conhecer bem o software

Adquirir uma tecnologia sem ter o pleno conhecimento das funcionalidades que ela pode oferecer cria a possibilidade da subutilização ou da utilização inadequada da solução. Portanto, é essencial obter todas as informações preliminares sobre o software a ser adquirido e, naturalmente, garantir que o treinamento seja bastante assimilado, tanto pela equipe quanto pela liderança.


5.3 Não definir uma equipe qualificada

É essencial que as tarefas sejam atribuídas a membros específicos da equipe, que sejam conhecedores dos processos e com capacidade para assimilar o treinamento. Só assim será possível obter o melhor desempenho do software e também atribuir responsabilidades e fazer o monitoramento apropriado do desempenho na utilização.


5.4 Abrir mão de aplicativos específicos

No mercado, existem softwares de gestão empresarial que oferecem soluções genéricas, o que é bastante inconveniente se eles não puderem ser acompanhados de aplicativos específicos, que sejam capazes de solucionar questões inerentes a cada setor que a ferramenta se propõe a atender.


5.5 Falta de treinamento ou de suporte

Abrir mão do treinamento e tentar aprender tudo sozinho seria uma atitude irresponsável, que poderia ser comparada à de alguém que, mesmo sem saber dirigir, adquire um automóvel. Da mesma forma, prescindir de um suporte permanente cria riscos muito altos, que podem comprometer o desempenho da empresa.

Portanto, é essencial que a escolha do fornecedor recaia sobre uma empresa que seja capaz de oferecer tanto um treinamento apropriado, quanto um suporte permanente.


5.6 Falta de monitoramento

Acreditar que a equipe assimilará todas as funcionalidades do software e as colocará em prática como o desejado também pode representar uma séria negligência. Afinal, como visto anteriormente, as resistências podem surgir e, junto com elas, podem ocorrer falhas na utilização da nova solução. Portanto, é essencial monitorar o uso da tecnologia adotada.

Conclusão

A implantação de um software de gestão é uma solução condizente com a realidade atual e se torna ainda mais eficiente quando adotada a partir dos critérios vistos nesse ebook.

Considerando que atualmente a solução em nuvem permite não só as vantagens que a automatização oferece — agregando também os valores que a proximidade constante com o fornecedor que a internet permite —, percebe-se que esta é a melhor alternativa a ser adotada no momento.

Adquirindo os produtos de uma empresa confiável, que seja capaz de ajudar no dimensionamento da solução ideal, certamente o gestor obterá os melhores resultados, quando optar pela implantação de um software de gestão.

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Comunicação

Pecados do atendimento ao cliente: 5 erros que você comete sem saber

1. Introdução
2. Identificando os erros e solucionando

2.1. Não ouvir os clientes

2.2. Não conhecer o seu cliente

2.3. Não educar e orientar o cliente

2.4. Não solucionar o problema do cliente

2.5. Não fazer o pós-venda

3. Conclusão

Um cliente bem atendido é um cliente satisfeito, que volta a comprar e indica a sua empresa para os amigos, e investir em um bom atendimento pode sair bem mais em conta se você evitar alguns erros simples.

É importante ressaltar que errar é algo comum e que, especialmente no empreendedorismo, os erros serão frequentes. Mas, nesse caso, o problema não é o erro em si, mas o fato de não aprender com eles.

O primeiro passo para solucionar um problema é identificá-lo, e uma das melhores formas de entender bem o que ocorre é saber ouvir o seu cliente. Além de tudo, a conversa é sempre uma boa ferramenta para você conhecer melhor o seu público, o que pode ajudar nas suas ações de marketing e direcionar melhor as suas estratégias.

Outra situação que pode gerar problemas é um cliente que não sabe usar bem o seu produto, e que, por isso, acredita que você não resolveu o problema dele, que é algo que deve sempre ser feito rapidamente. Tudo isso faz parte do processo de pós-venda, que deve ser percebido como elemento fundamental da sua estratégia de vendas e que, inclusive, pode auxiliar no trabalho de gerar e promover futuras negociações para sua empresa.
No post de hoje, você vai aprender como identificar cada um desses erros e como proceder para evitá-los e melhorar o seu atendimento ao cliente e seu serviço. Vamos lá? Tenha uma ótima leitura!

Identificando os erros e solucionando

“O problema do problema está no problema”. Já ouviu falar nessa frase? Ela parece estranha, mas ela diz muito a respeito de várias dificuldades que sua empresa pode enfrentar.

Muitas vezes, na ânsia de resolvermos logo alguma situação complicada, já partimos direto para um plano de ação, mas não nos preocupamos em analisar o que realmente causou aquela adversidade. Apensas quando descobrimos qual é o verdadeiro problema podemos pensar em soluções estratégicas para solucioná-lo, e, então, desenvolver e melhorar nossos serviços.

Por isso, é importante reconhecer qual é o principal problema no seu atendimento, e, então, partir para a solução proposta. A seguir, temos 5 dos principais problemas de atendimento que uma empresa costuma apresentar e como resolvê-los de forma prática, rápida e simples! Confira:

Não ouvir os clientes

atendimento ao cliente
Quem sabe ouvir sabe bem o que falar. Em toda comunicação, seja pessoal ou empresarial, ouvir é uma parte importante do processo. Saber ouvir seu cliente é fundamental para conhecer bem o seu público e perceber dicas valiosas que podem te ajudar nas negociações futuras, seja para obter novos clientes ou para perceber coisas que precisam ser melhoradas e podem estar afetando a sua taxa retenção. Além disso, seu cliente sabe se está sendo ouvido ou não, e isso melhora o seu relacionamento com ele.

Nem sempre é fácil adotar a cultura de ouvir o cliente, pois isso não se trata apenas de escutar o que ele está falando. Veja algumas boas dicas para ouvir melhor, mostrar que está sendo ouvido e colocar em prática aquilo que você ouviu:

– Realmente tenha interesse no assunto: tente sentir empatia pelo problema do seu cliente. Dedique aquele momento a ouvi-lo e entender o que ele está sentindo e evite interromper e se justificar, mesmo que você ache que ele esteja errado.

– Não tenha medo de perguntar: surgiu alguma dúvida? Pergunte! Além de você ter a oportunidade de não sair entendendo tudo errado, você mostra interesse e isso conta pontos a seu favor!

– Preste atenção na linguagem corporal: de acordo com pesquisas de James Kouzes e Barry Posner, em “O Desafio do Líder”, as expressões não verbais correspondem a 55% da mensagem transmitida. Observe como ele está se comportando e tente compreender o sentimento dele e suas intenções.

– Ao terminar a conversa, documente o que foi dito e trabalhe para encontrar formas de utilizar o que foi passado a você para melhorar os seus serviços! Tente tirar proveito de cada feedback que você receber. Pode ter a certeza de que todos eles poderão te ensinar uma lição valiosa.


Não conhecer o seu cliente

Uma das grandes vantagens de ouvir os seus clientes é ter a chance de conhecê-los melhor. Uma empresa que sabe com quem está lidando tem muito mais chances de ser bem sucedida, pois uma estratégia só consegue ser eficiente se ela tem um público bem definido e consegue utilizar isso a seu favor. Conhecer seu cliente não é saber o nome dele, o telefone e o último item que ele comprou na sua loja. Vai muito além disso!

O que ele faz quando sai da sua loja? Que outros itens ele consome? Ele compra itens da sua concorrência? Ele tem o costume de conversar com os amigos sobre os produtos que compra? Ele interage com as marcas nas redes sociais? O que é prioridade na vida dele? Ele tem família? O que a família dele consome?

Existem diversas informações sobre ele que podem te ajudar muito a melhorar o serviço que você oferece e você pode estar ignorando a oportunidade de acessá-las! Sabendo como se comportam os seus clientes, você pode entender melhor suas necessidades e também tentar encontrar certos padrões que podem te ajudar a buscar novos consumidores dentro de determinados nichos que, de acordo com a sua percepção de conhecimento em clientes já adquiridos, possuem grandes chances de virem a se interessar pelo seu produto!

Fazer pesquisas é uma excelente forma de conhecer melhor o seu público. Existem diversos tipos de pesquisas que podem ser realizadas com os clientes que você já tem! As quantitativas classificam em números e, geralmente, são mais fáceis de ser aplicadas. São, geralmente, questionários com respostas de “sim” ou “não”, ou múltiplas escolhas, e são uma boa forma de obter dados estatísticos.

As pesquisas qualitativas são mais abrangentes e identificam percepções e sentimentos. Geralmente, são perguntas do tipo: “o que você acha do nosso atendimento?” ou “como você acha que poderíamos melhorar o nosso produto?”. As duas são valiosas e podem trazer uma base de informações importantíssimas para a evolução do seu negócio.

Uma outra forma interessante de conhecer melhor o seu cliente é estar presente nas redes sociais e observar como eles se comportam, além de ter a possibilidade de interagir com eles. Além disso, você também pode fazer perguntas sobre algo que queira saber por lá! Os custos são menores do que solicitar uma pesquisa oficial e você pode ter respostas tão eficientes quanto.

Não educar e orientar o cliente

atendimento ao cliente
Por que um cliente adquire um produto ou um serviço? Certamente ele tem algum motivo sólido em sua mente: ele precisa resolver um problema. Ninguém compra uma furadeira porque precisa de uma furadeira pela simples vontade de ter o objeto, normalmente, a pessoa precisa de um furo na parede. Se a furadeira não fizer o furo na parede ou se a pessoa não souber como utilizar a furadeira para fazer o furo na parede, podemos dizer que o produto não cumpriu a sua função, correto?

Você tem que se lembrar que, nem sempre, o seu cliente sabe como utilizar o seu produto ou aproveitar da melhor forma o seu serviço para obter os resultados esperados. Ajude seu cliente a obter resultados com o seu produto! Do contrário, ele pensará (com razão!) que ele desperdiçou dinheiro com algo inútil. Outra coisa que é muito importante relacionada a este tópico é o alinhamento de expectativas.

É muito importante que você seja sempre sincero em relação ao que o seu produto é capaz de oferecer, para que as expectativas correspondam ao resultado final que ele pode obter. Um cliente frustrado é um cliente que não volta e, dependendo do nível dessa frustração, é um cliente que pode, inclusive, denegrir a sua imagem para os amigos, e, definitivamente, não é isso que você quer.

Não solucionar o problema do cliente

Problemas, todos nós temos. Errar, todos erramos. Nunca é legal quando algo acontece e a expectativa do cliente é quebrada em relação ao nosso produto, mas, quando isso ocorre, o mais importante é a forma como vamos lidar com aquela situação. Confira abaixo o que você deve fazer para resolver um problema na hora que ele surgir (e acredite, ele sempre vai surgir!):

– Mais uma vez, saiba ouvir: na hora de resolver um problema, a dica anterior relacionada a ouvir o cliente é muito importante, afinal, você não consegue resolver alguma situação se não tiver entendido bem o que aconteceu, correto? Portanto, tenha a certeza de entender bem qual é a insatisfação do cliente antes de propor alguma solução. É importante ser empático e mostrá-lo que você compreende o seu aborrecimento.

– Engula o orgulho: outro ponto importante é saber passar por cima do próprio orgulho e reconhecer que existe o problema a ser solucionado ao invés de ficar tentando se justificar.

– Mostre conhecimento e confiança: é muito importante você se portar com segurança ao conversar com seus clientes, mas nos momentos de problema, isso se torna um diferencial decisivo! Mostre que você conhece o produto e que você sabe exatamente como resolver o problema.

– Seja rápido e prático: você deve apresentar uma solução o mais rápido possível. Além disso, não é legal burocratizar o processo. O seu cliente já está insatisfeito e já teve que ter o trabalho de te procurar para lidar com a situação, não coloque um milhão de empecilhos para ele resolver um problema do qual ele nem tem culpa!

– Cumpra o que prometeu: se você falou que iria ligar para ele em dois dias, ligue em dois dias. Se você disse que um novo produto chegaria em uma semana, garanta que o novo produto chegará em uma semana. Quebrar uma nova expectativa é fracassar em dobro e, provavelmente, você não terá uma nova chance de reverter essa situação da segunda vez que decepcionar seu cliente.


Não fazer o pós-venda

atendimento ao cliente
O cliente saiu da sua loja, comprou o seu produto. Ele está satisfeito, com um sorriso no rosto. Parabéns! A sua estratégia de marketing foi eficiente e você efetuou a venda. Seu trabalho terminou aí.

Opa! Percebeu algum problema aí em cima? Está tudo errado! É um erro gravíssimo pensar que o seu trabalho termina quando o seu cliente sai da sua loja. Sabemos que foi um grande esforço trazê-lo até aí, e que também foi um esforço fazê-lo comprar o seu produto, mas agora o trabalho continua, e é com o pós-venda que você vai garantir que o seu cliente voltará e, mais do que isso, indicará a sua loja para outras pessoas.

Um pós-venda impecável acaba se transformando em uma boa pré-venda em futuras oportunidades. Percebe a importância? Fazer um cliente satisfeito voltar à sua loja é muito mais barato do que investir em publicidade para arrastar até lá quem ainda nem te conhece.

Além disso, o poder da indicação de um consumidor satisfeito é tão alto que, por exemplo, sete em cada 10 mulheres preferem comprar roupas com base na indicação de amigas, de acordo com uma pesquisa feita pelo Data Popular. E esse nível de influência se estende, em diferentes patamares, a diversos outros setores e pessoas, especialmente agora que temos a internet e as mídias sociais para espalhar a informação tão facilmente!

Entende a importância de realizar um pós-venda impecável? E não existe muito segredo! Pense sempre em antecipar a satisfação do seu cliente, ou seja, procure ele após um período de tempo (uma semana, um mês ou três meses, dependendo do tipo de produto que você vende) para saber se ele está satisfeito com o resultado, se está tudo funcionando bem e se existe algo a mais que você possa fazer por ele.

Ofereça vantagens para as pessoas que já compraram produtos uma ou várias vezes em sua empresa, como benefícios exclusivos, descontos ou mesmo informações simples que podem ser recebidas com muita surpresa. Você pode até alinhar o trabalho de pós-venda com a promoção de novos produtos.

As oportunidades são muitas, basta você entender o seu cliente e o seu produto e saber como manter o contato sempre aceso. Você precisa estar sempre na mente do seu consumidor, e de forma positiva, para ele poder sempre voltar a você quando precisar e atuar como “vendedor indireto”, indicando você para os amigos!

Conclusão

Saber ouvir seu cliente, saber o que ele quer, ajudá-lo a ter o que ele precisa, fazer um bom pós-venda, ter empatia com suas insatisfações, solucionar rápido os problemas e cumprir suas promessas. Se você cumprir essas etapas, você terá clientes satisfeitos que voltarão à sua loja e ainda falarão bem de seus serviços para outras pessoas!

O importante é não se esquecer de nenhuma dessas etapas e se esforçar para que o seu cliente sempre se lembre de você de forma positiva!

Espero que esse material te ajude a melhorar sua relação com os clientes e garantir bons negócios para o seu empreendimento. Sucesso e até a próxima!

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Empreendedorismo

Planejamento estratégico: 4 formas de empreender em 2017

Toda empresa se esforça para fazer algo único, como resolver um problema ou atender uma nova demanda que está à frente do seu tempo, no entanto, os casos de sucesso são para poucos que conseguem aliar a criatividade ao planejamento estratégico.

Nesse sentido, espera-se que o ano de 2017 promova um clima favorável para novas oportunidades em muitos setores ao redor do mundo, o que não será diferente no Brasil. Com o grande aumento da população, há uma demanda cada vez maior por tecnologia, alimentação saudável, moda e várias outras tendências para explorar.

É justamente por essa razão que eu trouxe para vocês 5 dicas para empreender de forma inovadora e faturar bastante no próximo ano. Ah, e não importa se você já tem uma empresa e ou se a intenção é começar com um novo projeto. Venha se inspirar e aprender um pouco mais!

1. Negócios digitais

Esse é o mercado do momento, e basicamente qualquer tipo de profissional pode encontrar uma oportunidade para estabelecer um negócio digital com base no que faz de melhor. Lembrando que nem sempre é preciso investir uma fortuna para começar, já que o que mais importa aqui é a visão empreendedora.

Confira as duas principais tendências para o próximo ano:

E-commerce

Segundo uma pesquisa elaborada pelo portal Ebit, que estuda os índices das vendas online no Brasil, só o primeiro semestre de 2016 movimentou cerca de R$ 20 bilhões, um aumento de 5,2% em relação ao ano anterior. E os números são ainda maiores para 2017.

O e-commerce é também uma ideia interessante para quem quer expandir as vendas e oferecer os produtos e serviços da loja física nessa plataforma digital. A legislação é simplificada e não há barreiras para alcançar novos públicos nesse mercado promissor.

Consultoria online

Um dos principais benefícios que a tecnologia trouxe para profissionais especializados. A consultoria virtual pode funcionar como modelo home office ou com pequenas equipes, onde o importante é garantir a qualidade e transparência dos serviços. É uma ótima oportunidade para quem tem qualificação, mas não quer investir muito dinheiro.

2. Franquias

Vocês já leram meu artigo sobre as fases para aprender a lidar se escolher abrir uma franquia? Se a sua ideia é seguir esse caminho, não deixe de conferir, eu tenho muitas dicas interessantes para compartilhar lá!

Mas não pare por aqui, você sabe o que o ano de 2017 vai trazer para agregar valor no segmento de franchising? Veja o que encontrei em minhas pesquisas:

Quiosques

Com possibilidade de trabalhar em grandes marcas, mas em um modelo de negócios mais enxuto e barato, os quiosques são uma ótima oportunidade para quem quer se tornar um franqueado de sucesso. São diversas opções: beleza, artigos esportivos, alimentação ou bebidas.

Tudo depende onde você prefere atuar, mas em geral, essa estrutura costuma ser um ótimo investimento para empreendedores que querem diversificar a atividade. Além de tudo, são bem lucrativos e é possível contar com o suporte da franqueadora.

Serviços

Não se engane: abrir uma franquia não é algo exclusivo para quem quer vender produtos. Se você é especialista em alguma área, mas não tem prática em elaborar um plano de negócios, essa pode ser a oportunidade que faltava. Medicina, TI e gestão financeira contam com boas projeções para 2017.

3. Alimentação

Esse setor apresenta resultados excelentes para quem pretende abrir um novo negócio. Veja o que os especialistas recomendam para o empreendedorismo no setor:

Comida saudável

Não só no Brasil, mas em todo mundo, a alimentação saudável é responsável por movimentar bilhões, além de ser um mercado cheio de possibilidades. Onde temos cada vez menos tempo, achar uma solução para atender um público específico é o que pode trazer mais rentabilidade.

Um grande exemplo foi o da empresa Uuulalá, projeto de um grupo de empreendedoras em São Paulo para entregar sucos saudáveis de forma sustentável. A ideia foi criativa e ainda pouco explorada na cidade, onde um planejamento estratégico se fez presente para alcançar a estimativa de lucros na casa dos R$4 milhões no ano passado. Não é um bom negócio?

Food Trucks

Estrutura simples e inovadora, capaz de entregar produtos frescos e com qualidade artesanal. A versatilidade é um ponto forte, impulsionando esse novo modelo como uma grande tendência para quem deseja investir em alimentação nos próximos anos.

São diversos layouts de apresentação, onde o que importa é a criatividade e comida boa, já que recebem uma excelente aprovação do público. A crescente demanda já fez com que várias cidades criassem encontros gastronômicos de restaurantes móveis.

4. Investir em aplicativos e softwares

Mesmo com as dicas anteriores, se você já possui uma empresa e quer melhorar o desempenho da atividade, a dica que deixo é aplicar os recursos em capacitação e tecnologia para padronizar a produção e automatizar os processos de gestão.

Confira onde investir para trazer benefícios em seu planejamento estratégico durante o ano de 2017:

  • Aplicativos de gestão: praticidade e melhora no desempenho do negócio.
  • Cursos de administração: personalizar sua empresa e acompanhar o mercado.
  • Antivírus: proteção extra para dados e e-mail.
  • Computação na nuvem: redução de custos e mobilidade para seu gerenciamento.

É importante conhecer bem o que você pretende investir, portanto, buscar aplicativos que podem ser testados antes da compra, já que isso é um grande diferencial. Para entender melhor esse tema, recomendo que você leia meu artigo sobre o que é um sistema de gestão para entender melhor como ele vai facilitar o trabalho na sua empresa.

5. Atenção às tendências e novos negócios

A melhor forma de escolher o investimento certo é acompanhar como o mercado movimenta e buscar soluções inteligentes para os setores que ainda carecem de um serviço de qualidade. Lembre-se: o conhecimento e a vontade de crescer são seus principais aliados em uma jornada empreendedora, sendo assim, fique por dentro das novidades e técnicas para seguir na direção correta.

Bom, se você chegou até o fim desse post, isso significa que você tem determinação e gosta de pesquisar bastante antes de colocar em prática seu planejamento estratégico para 2017. Não perca nunca o foco e lembre-se de que pode sempre voltar aqui para aprender um pouco mais.

E então, gostou dessas dicas? Não esqueça de compartilhar nas redes sociais, quem sabe alguém da sua rede quer embarcar no empreendedorismo e virar seu sócio? Espero você aqui nos próximos artigos!

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