#ClicoResponde, Desenvolvimento Humano, Empreendedorismo

Cultura de inovação: entenda o que é

Fico feliz em saber que você está interessado em entender o que é a cultura de inovação, pois essa é uma prática de empreendedores de sucesso que deve ser adotada por qualquer empresa preocupada em crescer, aprimorar os processos e lucrar.

 

Então, chega de enrolar e vamos logo ao que interessa! Descubra a seguir o que é cultura de inovação, quais são as vantagens e como implementar esse procedimento em sua empresa agora mesmo!

 

Por que pensar na inovação?

 

O que você faz com aquela máquina que você tem em casa ou no trabalho, que está velha e ultrapassada, e que começou a dar muitos problemas ou não é mais tão útil como costumava ser? Se você já passou por essa situação, provavelmente deve ter substituído essa máquina por uma mais nova, utiliza tecnologias inovadoras e tem resultados melhores.

 

As empresas também devem passar pelo mesmo processo: antes que fiquem ultrapassadas, elas devem buscar inovações constantes do mercado, para não ficarem para trás em relação à concorrência.

 

Onde entra a cultura de inovação?

 

Já vi muito empreendedor por aí que acaba confundindo inovação com novidade. Quer uma dica fácil para não cometer o mesmo erro? Enquanto a novidade tem a ver com a invenção, o foco da inovação é a geração de resultados que atendam às necessidades e expectativas do seu negócio, envolvendo retorno financeiro.

 

Outro erro comum é se preocupar com inovações que sejam apenas tecnológicas ou materiais. Existe uma importante inovação que precisa ser constantemente realizada, que é baseada nos conceitos, valores, princípios, normas internas e missão da empresa: a renovação da cultura organizacional — e é aqui que entra a cultura de inovação.

 

Assim como uma máquina que enferruja com o uso sucessivo e sem a manutenção adequada, a cultura de uma empresa também precisa passar por mudanças para que não se torne obsoleta e acabe “enferrujando” a organização como um todo.

 

A cultura de inovação deve ser uma filosofia permanente do seu negócio. Assim, tudo que envolve a empresa deve ter como pano de fundo a cultura de inovação, desde os processos, produtos e serviços, recursos humanos e financeiros, até o tratamento dado aos clientes e aos colaboradores, de modo que essa postura seja percebida por todos

 

Quais são os benefícios da cultura de inovação?

 

A cultura de inovação é uma prática importante para revitalizar e garantir o crescimento do seu negócio. E eu vou te contar o melhor: existe uma inovação para cada tipo de negócio, quer ver?

 

Se você já possui um produto ou serviço, você pode utilizar a inovação para trazer melhorias para oferecer aos seus clientes, garantindo também o lucro para seu negócio. Pode ser também que você precise inovar um processo interno, mudando assim a forma como seu produto ou serviço é criado ou oferecido, ou elaborando soluções para otimizar os processos do seu negócio.

 

Você pode ainda implementar a cultura de inovação para promover mudanças na missão e valores da sua empresa. Ou, quem sabe, implantar uma inovação de posição e começar a introduzir seu produto ou serviço em um novo mercado. As possibilidades são muitas, acredite.

 

Ainda não se convenceu? Vou mostrar então os números de um estudo que comprovam que uma empresa preocupada em inovar sua cultura constantemente é a que mais cresce! Ele foi feito pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) e realizado com mais de 72 mil empresas com mais de dez funcionários. O estudo mostrou que, apesar de as empresas que se preocupam com a cultura de inovação representarem apenas 1,7% da amostra, elas são responsáveis por 25,9% do faturamento da indústria no Brasil, e por 13,2% do número de empregos gerados.

 

Vale a pena sair da zona de conforto para inovar?

 

Eu sei, a cultura de inovação parece muito interessante, mas mudanças podem despertar a insegurança, afinal, é mais fácil se prender ao que é conhecido. No entanto, para crescer e se desenvolver, você precisa tirar seu negócio da zona de conforto e apostar nas novidades. Não me refiro apenas a mudanças no tipo de produto ou serviço oferecido, mas também às pequenas inovações do dia a dia.

 

E sabe onde começa a cultura da inovação? Por você mesmo! Sabe aquela frase “o olho do dono engorda o boi”? Ela vale para o mundo dos negócios também. Todo empreendedor precisa encarar a inovação como uma vantagem competitiva que vai fazer com que sua empresa se destaque no mercado.

 

Como implementar a cultura de inovação no seu negócio?

 

Acho que agora você conseguiu entender a importância de aderir à cultura de inovação, não é mesmo? Deixa eu te dar algumas dicas de como desenvolver essa prática no seu negócio.

 

Uma característica fundamental para quem vai aderir à cultura da inovação é não ter o medo de errar e assumir riscos. Você é um empreendedor! Recupere aquela ousadia que transformou você em dono do próprio negócio e busque novos caminhos para sua empresa!

 

Procure ouvir quem tem novas ideias, mesmo que elas pareçam estranhas, e troque o “não”, dito de prontidão pelo “por que não?”. Muitas vezes, é a partindo de um ponto de vista totalmente inusitado que surge uma mudança gigantesca, que trará benefícios enormes para a sua organização.

 

O segundo passo é usar seu exemplo como inspiração para toda a empresa. Crie em seu negócio um ambiente que permita a troca de ideias e a liberdade, para que todos possam propor soluções para os desafios da empresa.

 

Explore as individualidades! Lembre-se de que cada profissional tem uma habilidade e conhecimento diferenciado e que será bastante útil no momento de encontrar soluções de inovação. E claro, não se esqueça de incentivar aqueles talentos que se destacam. Assim, você acaba fazendo com que outras pessoas também se sintam estimuladas a pensar em novas formas de inovação.

 

Como aplicar os resultados da inovação?

 

Ambiente pronto para ideias inovadoras, as soluções aparecendo. Tudo perfeito? Quase lá! O sucesso da cultura de inovação não depende apenas de um empreendedor aberto a propor e ouvir as propostas de inovação, mesmo que ele tenha conquistado a adesão de toda a equipe. Nada disso adianta se não existir planejamento.

 

Por isso, você precisa criar um plano estratégico para colocar a proposta inovadora em prática. É nessa hora que você vai definir se os recursos financeiros serão suficientes, se existe uma equipe que vai conseguir colocar esse processo em prática e o tempo de ação.

 

Quer uma dica? Já ouviu falar do método 5W2H? Trata-se de uma ferramenta de gestão criada pelos japoneses e utilizada nos processos de inovação de muitas empresas. Não importa o tamanho ou o tipo do seu negócio, basta responder a estas 7 perguntas e você terá em mãos um plano prático para tirar as ideias do papel:

 

What: O que fazer?

Where: Onde a ação será feita e qual sua abrangência?

Why: Por que fazer? Quais serão os benefícios dessa inovação em curto e longo prazo para o seu negócio?

When: Quando a inovação será colocada em prática?

Who: Quem será o responsável pelo desenvolvimento de cada etapa?

How: Como esse processo será realizado e implementado?

How Much: Qual o recurso necessário para investir nessa ação?

E os resultados?

 

Por último, você precisa pensar também sobre quais são as métricas que podem avaliar como a inovação afeta o seu negócio. Se você não fizer uma análise direta do processo de inovação, não vai conseguir mensurar o grau de sucesso desse processo. Como a cultura da inovação está diretamente relacionada à realidade de cada negócio, a métrica ideal será aquela baseada nos indicadores da sua empresa.

 

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#ClicoResponde

Gestão de Riscos: por que ela é importante e por que usar um software para isso?

No atual cenário econômico e social, nenhuma empresa pode falar em autonomia completa. São diversos os fatores de influência, como mercado, concorrência, clientes etc. Com essa perspectiva, a gestão de riscos torna-se essencial para mitigar problemas e aumentar a lucratividade de um negócio.

Ainda que pequenos empresários atribuam essas necessidades apenas para grandes negócios, o gerenciamento de riscos permite que empresas menores possam consolidar-se e obter um melhor ROI (Retorno Sobre Investimento).

Hoje eu vou explicar para vocês qual é a importância da gestão de riscos e por que usar sistemas de gestão especializados no seu negócio.

Qual a importância da gestão de riscos para a empresa?

Todo empreendimento, assim como todo projeto desenvolvido, tem diversas influências. A análise SWOT, por exemplo, permite identificar fatores internos (forças e fraquezas) e externos (oportunidades e ameaças).

Dessa forma, as fraquezas e as ameaças consistem nos riscos aos quais uma empresa ou projeto estão sujeitos. Esses riscos têm probabilidades diferentes de acontecer, e podem ter impactos variados.

Ao realizar a gestão de riscos, a empresa se torna capaz de identificar, analisar, avaliar e desenvolver estratégias de contingenciamento para tais situações. Ao promover tais ações, o negócio pode se beneficiar de diferentes formas, como:

  • Evitar perdas financeiras:as perdas financeiras relacionadas aos riscos são as mais frequentes. É muito comum perder documentos importantes pela ausência de um backup, por exemplo. A capacidade de mitigar esses problemas faz com que a empresa tenha mais segurança fiscal;
  • Otimizar os recursos operacionais:quando os riscos são identificados e gerenciados, abre-se uma oportunidade para otimizar os recursos operacionais disponíveis, uma vez que é possível identificar quais perdas estavam ocorrendo;
  • Aumentar a eficiência: um aspecto determinante de uma ameaça é que ela gasta tempo da equipe para ser contornada. Ao prever tais riscos e minimizá-los, o seu negócio ganha em produtividade e eficiência;
  • Melhorar a margem de lucro: quando uma empresa não identifica uma ameaça, ela precisa resolvê-la quando já se trata de um problema, aumentando o custo financeiro para reverter a situação e ocasionando perdas na margem de lucro. Com o gerenciamento de riscos, as chances de isso acontecer diminuem muito.

Entendeu por que a gestão de riscos vai melhorar o funcionamento da sua empresa e te dar mais segurança para o crescimento do negócio? Mas calma, ainda tenho mais uma etapa importante para te mostrar!

Por que usar softwares para realizar a gestão de riscos?

Agora que já contei sobre a importância de gerenciar riscos, a pergunta que fica é: como?

É fato que realizar essas análises manualmente pode demandar tempo e recursos que a empresa não possui. Para isso, a melhor solução que tenho para indicar são os softwares de gestão.

Em vez de fazer tudo manualmente, perdendo tempo e ocupando pessoal que poderia estar fazendo coisas mais importantes, você pode utilizar essas ferramentas. Veja alguns dos benefícios que eu considero essenciais:

Melhora a análise de riscos

Os softwares têm uma alta capacidade analítica, o que faz com que eles melhorem as análises de risco realizadas. Eles são capazes de identificar pequenas nuances nos aspectos internos e externos da empresa, que passariam despercebidos em uma análise manual.

Otimiza o monitoramento

Por trabalhar em tempo real, esse recurso permite otimizar o monitoramento, considerando algumas tendências e indícios que podem ameaçar o negócio — como um novo concorrente, mudanças na legislação, vencimento de licenças etc.

Integra os dados da empresa

Se cada área atuar de maneira isolada, dificilmente será possível identificar o contexto de ameaças e fraquezas. Dessa forma, ao possibilitar a integração dos dados da empresa, o software de gestão de risco oferece uma visão mais completa ao gestor, avaliando impactos e probabilidades de eventos indesejados.

Aumenta a transparência

Realizar o gerenciamento de riscos utilizando um software permite aumentar a transparência dos processos internos, ajudando na alocação de recursos e otimização de procedimentos que atualmente geram prejuízos para a companhia.

Auxilia a tomada de decisão

Um gestor que conhece melhor os processos internos — e que consegue identificar as ameaças relacionadas ao mercado e à concorrência — também tem mais base para identificar as oportunidades e tomar decisões mais estratégicas e eficientes para a empresa.

O uso de um software de gestão de riscos oferece várias vantagens para empresas de diferentes portes, mas é comum que o empreendedor tenha dúvidas e receios. Se esse é o seu caso, entre em contato comigo, ficarei feliz em ajudá-lo!

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#ClicoResponde, Empreendedorismo

4 indicadores de produtividade importantes para o seu negócio

Vou começar o assunto com uma pergunta: você trabalha bem? Não sabe responder?

Sim, essa é de fato uma questão bem complicada, especialmente se você ainda não usa indicadores de produtividade em sua empresa. Eles são a chave para medir e, consequentemente, melhorar o seu desempenho nos negócios.

No começo, eu mesmo não usava muito esses indicadores, pois estava muito ocupado tentando produzir mais. E, claro, todos têm medo de parar para analisar a situação. Mas acredite, vale a pena.

Quando comecei a dedicar uma pequena porção do meu tempo a analisar meus indicadores de produtividade, encontrei vários problemas ao longo do caminho, mas aos poucos consegui melhorar a rentabilidade de todas as equipes. Ou seja, eu não precisei mais queimar neurônios para fechar o mês no positivo.

Aqui estão 4 dos indicadores que mais usei ao longo do tempo e que acredito que estejam entre os mais importantes para qualquer negócio. Dê uma olhada:

1. Ticket médio

Esse aqui é bem simples. Um “ticket” é o quanto seu cliente gastou em uma compra ou contratação. Chamamos de “médio” o valor que costuma sair na maioria desses pedidos ou serviços prestados. Em resumo, é o quanto em média você ganha por cliente atendido.

Esse é um dos principais indicadores de produtividade, especialmente para ver se o seu serviço está dando lucro ou prejuízo. Digamos que, antes de considerar esses números, meu ticket médio era de R$ 100.

Parece bom, não é? Mas e se eu disser que esse era também o custo de todo o serviço prestado, sem contar o trabalho de publicidade e atendimento? Quando descobri que estava tomando esse prejuízo, corri para aumentar meu ticket médio.

2. Taxa de vendas bem-sucedidas

Enquanto o primeiro indicador diz respeito apenas aos clientes que você conseguiu atender, este aqui leva todos em conta, incluindo os que não fecharam negócio. Foi um dos primeiros indicadores de produtividade que comecei a usar, já que, como todo novo empreendedor, eu botava a culpa dos prejuízos no número de vendas.

Basicamente, aqui está a proporção entre pessoas atendidas e clientes adquiridos. Uma taxa de 10% quer dizer que, a cada 10 contatos, apenas 1 traz dinheiro. E, dependendo do custo de cada conversa sem sucesso, isso pode ser um grande problema. Então tive que buscar uma taxa de vendas melhor, procurando pelos clientes mais interessados de antemão.

3. Número de reclamações

Esse é o famoso indicador de insatisfação. Sempre temido, mas que nunca deve ser ignorado. Eu já fui novo e estava acostumado a abafar críticas, já que elas são comuns quando um negócio está engatinhando.

Mas, logo eu percebi que valia a pena ouvir esses clientes e aprender com eles. Com o tempo, comecei a fazer uma análise melhor dessas críticas e tive até bons resultados na minha reputação.

4. Rotatividade de funcionários

Este é um indicador de produtividade que nem sempre recebe a devida atenção, mas que reflete bem o funcionamento das equipes e do trabalho de RH.

Já parou pra olhar quantos colaboradores são contratados e demitidos a cada mês? Já pensou que cada profissional que sai também está levando o seu tempo de experiência na casa e suas habilidades específicas? Bem, já era hora de pensar!

Áreas com muita rotatividade tendem a gerar bastante custo, especialmente em pequenas empresas, com poucos membros. Menor rotatividade também significa que a equipe terá mais tempo para se conhecer e trabalhar melhor junta. Enfim, todos ganham se você não precisar demitir funcionários frequentemente.

E isso é o mais importante que eu poderia passar agora sobre indicadores de produtividade. Se gostou e quiser continuar recebendo minhas dicas, assine a nossa newsletter! Você receberá uma mensagem sempre que eu tiver algo interessante a dizer!

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Destaque, Tecnologia

Tron leva ensino de Robótica para escolas

Empresa de educação tecnológica desenvolveu metodologia que impacta diretamente no rendimento escolar, conforme a faixa etária. Mais do que TI, os robôs ensinam empreendedorismo e liderança.

A empresa Tron Ensino de Robótica Educativa está inovando a forma de ensinar a crianças e adolescentes conceitos como matemática, física, lógica, empreendedorismo e liderança. Por meio da metodologia Tron Educação, que já é desenvolvida em Colégios particulares do estado do Piauí, a empresa introduz o mundo dos robôs dentro da sala de aula. O pacote pode ser comprado por meio do telefone 11 3304-3200 e ao ser implantado, oferece desde a metodologia de ensino até as peças para a montagem dos robôs e mesmo o projeto do laboratório que as escolar podem montar.

De acordo com um dos fundadores da empresa e idealizador da metodologia, professor Gildário Lima, a metodologia impacta diretamente no desenvolvimento do aluno, conforme a sua faixa etária. Por isso, foram desenvolvidas duas modalidades: a robótica passiva e a ativa. “No modo passivo, indicado para crianças de dois a sete anos, a tecnologia é utilizada como instrumento de mediação para o ensino. Isto quer dizer que o robô passa a ser um catalisador do aprendizado e se adere às disciplinas existentes, o que gera a maximização da concentração, torna lúdico o processo de ensino, promove a inserção tecnológica e a socialização do aluno”, explica.

Na Robótica Ativa, destinada a estudantes entre sete e vinte e um anos, Gildário explica que os alunos são desenvolvedores que resolvem problemas e desafios cotidianos, com foco em aplicações. “Eles aprendem a criar robôs e soluções tecnológicas”, explica. O fundador também ressalta que os impactos advindos, além daqueles alcançados na robótica passiva, são o auxílio ao ensino de outras áreas de conhecimento, potencialização das aptidões e reconhecimento das habilidades cognitivas superiores.

A metodologia

O método Tron é baseado em um sistema de ensino transversal que correlaciona a inserção tecnológica com outras áreas do conhecimento e prevê o uso da motivação, problematização, teoria e prática, todas no mesmo cenário temporal, o que gera uma relação que amplia os níveis de concentração, absorção, compreensão e materialização do ensino.

A metodologia se destaca e diferencia de qualquer outra solução no mercado por ter fundamentação psicopedagógica (fruto de pesquisas acadêmicas realizadas em Universidade), por utilizar tecnologia open source (arduino), por se alinhar ao movimento maker (que tem como base o compartilhamento de experiências) e, especialmente, por produzir uma robótica profissional, onde os jovens podem desenvolver soluções capazes de desaguar na criação de produtos e na formatação de startups.

 

Franquias

Além de vender os cursos, o professor Gildário Lima explica que a Tron também atuará com modelo de franquias, que podem gerar resultados positivos, uma vez que a Tron Educação oferece solução de Robótica para crianças e adultos com idade entre dois e vinte e um anos. “Trata-se de um amplo público que pode ser alcançado. Isso amplia as possibilidades de negócio para o franqueado”, explica. O executivo ressalta, ainda, que na implantação do projeto, a Tron Educação dá todo o suporte técnico, com treinamento dos professores e pedagogos e também na montagem dos laboratórios, o que proporciona maior garantia de sucesso do empreendimento.

No que se refere a equipamentos, a empresa entrega os seguintes materiais para a escola conveniada: roteiros e apostilas para alunos e professores, laboratório com mobília, computadores, ferramentas, impressora 3D, insumos eletrônicos e kits de robôs destinados às aulas práticas. Além disso, a Franquia fornece treinamento para docentes, plataforma de auxílio com vídeos, materiais de leitura e apoio para a preparação das aulas, além de um repositório de experimentos.

 

 

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A nova companhia da empresária que atraiu Bill Gates

A empresária que atraiu a atenção de Bill Gates e, mais tarde, trouxe ao país o braço de tecnologia do influente grupo Tata, da Índia, agora quer vender hambúrguer. Não, Cristina Boner não vai abrir uma rede de fast-food, mas o tradicional sanduíche é um símbolo adequado para o que ela quer vender com sua nova empresa, batizada de Globalweb Cloud.

A companhia, que é a mais nova unidade da Globalweb Corp, fundada por Cristina, segue o conceito identificado por uma sigla ainda pouco conhecida – CSB, de “cloud service brokerage” ou gestão multinuvem. Muitas empresas e governos estão migrando para o modelo da nuvem, pelo qual softwares e dados não precisam ficar nos computadores dos usuários. Em vez disso, são armazenados em centros de dados e acessados via internet. O cliente paga pelo que usa e pode consumir mais ou menos capacidade de processamento sem ter de gastar com equipamentos e softwares adicionais.

O problema, diz Cristina, é que o número de fornecedores na nuvem cresceu tanto que ficou difícil para os clientes saber de quem comprar ou prever quanto será gasto, tamanha a pulverização do mercado. “Os provedores, agora, vão ter de se encontrar ao redor do ‘broker’, que reúne todos eles em um ponto único”, afirma.

A Globalweb Cloud fechou acordos com quase uma dezena de fornecedores das diversas camadas da nuvem, desde infraestrutura até requisitos de segurança. A lista inclui marcas como Amazon, Jam Cracker, Huawei, Panda e IBM. Como quem vai à lanchonete, o cliente escolhe o que quer. Pode pedir um hambúrguer com todos os ingredientes disponíveis ou versões mais leves, escolhendo o que vai levar. “É como adicionar queijo ou tirar o pão”, compara Cristina. Para facilitar, a empresa adotou outra abordagem típica do fast-food – os “combos”. São três combinações prontas: a mais barata custa R$ 6,6 mil por mês; a mais cara, R$ 42,3 mil.

“O mercado adora comprar, mas odeia comprar de maneira errada”, diz a empresária. No portal da Globalweb Cloud, os clientes vão poder comparar preços dos fornecedores e obter orçamentos automáticos, acrescentando e retirando itens até chegar à proposta que considerarem ideal.

A expectativa é que, em dois anos, a Globalweb Cloud atinja um faturamento de R$ 200 milhões. É uma receita expressiva para a Globalweb Corp, que reúne mais cinco empresas de software, serviços e nuvem. Em abril, o grupo encerrou o ano fiscal com faturamento de R$ 280 milhões. No exercício anterior, a receita chegou a R$ 490 milhões. A diferença, segundo a empresa, se deve à venda da Compusoftware, subsidiária de software que foi comprada em janeiro de 2016 pela russa Softline.

A Globalweb Cloud vai contar com um centro de dados localizado em um condomínio erguido em Santana do Parnaíba (SP) pela Odata, controlada pelo grupo Pátria Investimentos. O complexo conta com 12 salas de tecnologia, uma das quais será usada pela Globalweb Cloud. Enquanto a Odata fornece a infraestrutura, como energia e ar-condicionado, cada “condômino” cuida dos serviços a seus próprios clientes. “É como se tivéssemos alugado apartamento em um prédio”, diz a empresária.

Cristina ficou conhecida em 1996, quando mandou um avião sobrevoar Brasília, onde morava à época, com a faixa “Welcome, Bill Gates”. A frase era assinada em nome da TBA, a revendedora de softwares que ela criara quatro anos antes. Foi o estratagema escolhido para chamar a atenção do cofundador da Microsoft, depois que os pedidos para um encontro foram negados. Deu certo. Do prédio do Banco do Brasil, onde participava de uma reunião, Gates viu a faixa e mandou chamar a empresária. Tempos depois, a TBA chegou a ser premiada como a maior revenda de produtos da Microsoft fora dos Estados Unidos.

Em 2002, Cristina formou uma joint venture com o grupo Tata, um dos maiores da Índia, para criar softwares sob medida para empresas no Brasil. A aliança durou cinco anos até a participação da empresária brasileira ser comprada pelos indianos.

A ideia de criar um “shopping” virtual de fornecedores de tecnologia não é nova na Globalweb. Em 2013, a companhia pôs no ar o site Vouclicar.com, com abordagem parecida e foco em empresas de pequeno porte. Em setembro do ano passado, no entanto, Cristina chegou à conclusão de que era hora de mudar. “A conta não fechava”, diz, sobre o descompasso entre investimento e receita. O diagnóstico foi que o valor médio das compras era pequeno demais para sustentar o negócio em longo prazo. “Erramos onde muito outros erraram, em acreditar que a maior parte dos recursos viria da base da pirâmide”, afirma a empresária.

Com a Globalweb Cloud, o plano é expandir a atuação para companhias maiores, com mais capacidade de investimento. A ideia é aproveitar as transformações que essas empresas estão tendo de fazer para reduzir custos, como automatizar processos e investir em robôs de atendimento aos clientes. O site Vouclicar.com continuará em funcionamento. “Sistemas muito novos estão surgindo e vão tomar a dianteira”, diz Cristina. “O mercado já está procurando antecipar qual será a demanda no futuro.”


Matéria Publicada originalmente no Valor Econômico 21 de Setembro de 2017 – Por João Luiz Rosa | De São Paulo – Silvia Zamboni/Valor

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Globalweb e ServiceNow fecham parceria estratégica para serviços de Cloud

Acordo visa o gerenciamento de ambientes multicloud, formação e capacitação de técnicos para suporte nos processos de pré e pós-vendas para clientes públicos e privados

A Globalweb, grupo empresarial de Tecnologia da Informação, anuncia a parceria estratégica com a ServiceNow, empresa que oferece soluções em nuvem usando o modelo de software como serviço. O acordo, que acaba de ser firmado, faz parte da estratégia da Globalweb na criação de uma nova área: a Globalweb Cloud. Além de levar aos clientes soluções únicas para gerenciamento de ambientes multicloud, a parceria entre ServiceNow e Globalweb terá um importante papel na formação e capacitação de técnicos para força de pré e pós-vendas com clientes públicos e privados. A estratégia da Globalweb é oferecer todos os pilares necessários para garantir que as empresas possam adotar a nuvem com segurança e agilidade.

A ServiceNow será um dos nossos principais e mais importantes parceiros em Cloud. A parceria reforça a nossa estratégia de migração para nuvem e será providencial para o crescimento dos nossos negócios no Brasil. Atualmente, temos mais de 3 mil clientes no segmento de cloud e diversos do mercado corporate que já iniciaram a migração para a nuvem. A Globalweb quer se tornar referência seja em nuvens públicas, privadas e híbridas e, para isso, conta com toda a expertise de ITSM que a Service Now acumula em todo o mundo”, afirma Marco Zanini, Diretor Comercial da Globalweb Corp. Para viabilizar a parceria, a Globalweb investiu este ano cerca de R$ 2 milhões no acordo , incluindo marketing, treinamento de equipes, construção de laboratórios e certificações.

Para Marcus Santos, Diretor de Canais da ServiceNow no Brasil, essa parceria vai ao encontro da estratégia da empresa, fortalecendo seu ecossistema de canais e buscando expandir o alcance, sobretudo no setor público. “Ao nos aliarmos a empresas como a Globalweb, ficamos mais aptos a ampliar nossa base de clientes e levar nossas soluções para novos segmentos”, enfatiza.

 

Sobre a Globalweb Corp: grupo empresarial de Tecnologia da Informação, com expertise em fábrica de software, criptografia e segurança de dados, outsourcing, infraestrutura de TI e Cloud Computing. A Globalweb Corp tem parceria com os maiores fabricantes mundiais de tecnologia, além de uma equipe de P&D responsável pela criação de softwares e hardwares inovadores, como o HSM Dinamo. A companhia tem sede em São Paulo e possui escritórios no Rio de Janeiro (RJ), Brasília (DF) e Belo Horizonte (MG): www.globalweb.com.br/globalweb.

 

Sobre a ServiceNow:

As empresas atualmente precisam se mover cada vez mais rápido, mas a falta de processos e ferramentas legadas ainda são os grandes obstáculos. Diariamente, milhares de pedidos de clientes, incidentes de TI e solicitações de RH circulam entre pessoas, dispositivos e departamentos de maneira desestruturada. Com as soluções da ServiceNow, as empresas podem substituir esses padrões ultrapassados de trabalho por fluxos mais ágeis e inteligentes. Assim, solicitações podem ser feitas por meio de uma única plataforma na nuvem. Cada departamento que recebe essas requisições pode atribuir, priorizar, colaborar, encontrar a causa raiz dos problemas e obter insights em tempo real para determinar a solução. Os funcionários passam a trabalhar melhor e a empresa percebe os benefícios ao adotar essas mudanças.

Presente no Brasil desde 2012, a empresa tem mais de 4 mil clientes ao redor do mundo. Para saber mais, acesse: www.servicenow.com/br.

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