Destaque, Tecnologia

Entenda a importância de um backup seguro para sua empresa

Para começar esse artigo, vou contar uma história que aconteceu com uma amiga minha: um dia, ela perdeu a bolsa em algum lugar no Centro da cidade e, junto, perdeu várias informações pessoais e profissionais: carteira de identidade, carteira de trabalho e agenda de contatos.

Se para ela já foi um enorme prejuízo, imagine para uma empresa que trabalha com milhares de dados diariamente? Por esse motivo, resolvi escrever sobre a importância de um backup seguro para a sua empresa. Veja alguns motivos abaixo:

Precaução em relação a problemas técnicos

Quem acompanha meus artigos sabe que sou um defensor incansável da implantação da tecnologia para otimizar os processos gerenciais. Mas, da mesma forma que a tecnologia é uma excelente ferramenta, também sabemos que nada é perfeito e podemos lidar com problemas técnicos que podem trazer alguns prejuízos.

Por isso, sempre oriento que seja feito um backup seguro dos dados da empresa (especialmente o backup automático), pois é fundamental para se precaver quanto a problemas técnicos e diminuir a possibilidade de ter danos irreparáveis.

Segurança contra possíveis acidentes

Assim como eu, tenho certeza de que você conhece alguma empresa que perdeu muita coisa do seu acervo por causa de acidentes como enchentes, incêndios e roubos.

Infelizmente, essas são situações que não podemos prever, mas podemos, sim, nos precaver. Visto que o backup é feito para lidar com situações emergenciais, esse são exemplos de casos em que ele é fundamental para evitar mais prejuízos e, assim, ser um mecanismo eficiente de segurança.

Ir além dos backups tradicionais

Backups de arquivos, documentos e de softwares (especialmente softwares relacionados à gestão da empresa) são costumeiros e extremamente importantes. Mas como sempre recomendo ir além do comum, oriento a realizar também backups de hardwares: especialmente computadores e peças fundamentais para o seu funcionamento (cabos, placas), ou seja, sempre ter esses equipamentos em estoque para situações de emergência.

Dessa forma, é possível garantir o funcionamento da empresa sempre a pleno vapor, evitando perdas e paradas por não ter como repor equipamentos que estão apresentando problemas e facilitando para que todas as ações norteadas no planejamento estratégico possam ser executadas corretamente.

Obter um melhor custo-benefício no gerenciamento de processos

Costumo bater muito na tecla de sempre valorizar a relação custo-benefício para evitar a típica situação do barato sair caro.

É evidente que quantos mais ferramentas necessitarem de um backup seguro, maior tende a ser o custo dessa ação, visto que pode ser necessário ter recursos avançados para que isso seja possível.

Mesmo assim, custear essa ação é muito mais barato do que arcar com possíveis prejuízos que podem comprometer não só a empresa, mas também os clientes, como perda de dados referentes a pedidos, informações pessoais e outras demandas, o que acredito ser um dos piores problemas que podem ocorrer dentro de qualquer organização.

Realizando um planejamento financeiro adequado é possível avaliar os melhores indicadores e as melhores formas de investir em um backup seguro para a sua empresa.

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Destaque, Empreendedorismo

Dicas de leitura: conheça 7 livros que todo bom gestor deve ler

A gestão é uma profissão que exige o hábito da leitura. Os constantes avanços e mudanças pelos quais passam a teoria e o mercado fazem com que os profissionais tenham que se atualizar para construir uma carreira e uma empresa bem-sucedidas. Neste post, listamos 7 dicas de leitura que são obrigatórias de todo bom gestor. Confira a nossa seleção:

O Gestor Eficaz, de Peter Drucker

Peter Drucker é considerado por muitos teóricos como um dos pais das teorias da administração empresarial. Em O Gestor Eficaz, ele foca na prática, deixando de lado as densas explicações teóricas. O livro possui área para anotações e serve como uma ferramenta de desenvolvimento para os leitores.

The Essencial Drucker, de Peter Drucker

Para completar a leitura acima, vale dar uma conferida nesse livro, que é uma coletânea das melhores teorias feitas pelo autor em seus mais de 30 livros. A escolha de cada página foi feita pelo próprio Drucker.

O Dilema da Inovação, de Clayton M. Christensen

Inovar é preciso? Segundo Christensen, empresas fracassam por não assumirem riscos e fazerem tudo exatamente como o previsto. O livro fala sobre as dificuldades vividas por empresas líderes de mercado que não souberam acompanhar as mudanças disruptivas.

Durante a leitura, os executivos refletem sobre quando é preciso ouvir o consumidor e investir no desenvolvimento de novas ideias e como esse procedimento deve ser efetuado sem colocar a empresa em risco.

Meus Anos com a General Motors, de Alfred Sloan

Um dos mais autênticos CEOs do século passado, Alfred Sloan compartilha as suas memórias dos seus anos a frente da GM, entre 1923 e 1937. Durante esse período, Sloan enfrentou mudanças profundas na economia americana e reorganizou a empresa, fazendo dela um modelo de gestão.

Paixão por Vencer, de Jack Whelch

Ex-presidente da GE, Jack Whelch já foi até assunto de um estudo de caso promovido pela Harvard Business School. Nessa obra, ele traz ensinamentos para leitores de todas as posições hierárquicas. Com uma linguagem simples, o livro reúne as experiências de Whelch em um guia para todo executivo de sucesso.

Aventuras Empresariais, de John Brooks

O que dizer de um livro que se tornou o favorito de Bill Gates após ser indicado por Warren Buffet? Só o fato de ser querido por 2 dos maiores businessmen da história já demonstra que o conteúdo é certeiro. John Brooks reúne 12 histórias que abordam diferentes temas que tangenciam o universo corporativo.

The Checklist Manifesto — How to Do the Things Right, de Atul Gawande

Citado diversas vezes pelo fundador do Twitter, Jack Dorsey, o livro é considerado leitura obrigatória, e o seu tema é simples: as checklists. A obra fala sobre a importância e a eficácia do hábito de listagem. Sua rotina nunca mais será a mesma após a leitura desse livro.

Essas são algumas das nossas dicas de leitura. Lembre-se de que todo bom gestor deve procurar atualização constante dos seus conhecimentos por causa da volatilidade do mercado.

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Destaque, Empreendedorismo

Saiba o que fazer para aprimorar as técnicas de vendas da sua empresa

Tenho ouvido muitos gestores reclamando da queda das vendas nas suas empresas. Isso tem a sua razão de ser, já que estamos passando por um período difícil na economia nacional — o poder de compra do consumidor anda muito limitado, enquanto o nível de competitividade parece cada vez maior.

Mas como diz um antigo provérbio que eu gosto muito: “É melhor acender uma vela que praguejar contra a escuridão”. Por isso, neste post, vou dar algumas dicas de como aprimorar as técnicas de vendas da sua empresa e, consequentemente, otimizá-las. Vamos lá?

Capacite os seus vendedores

Todas profissões têm seus segredos. Com o vendedor, não é diferente. Ele precisa se capacitar para conseguir um número satisfatório de vendas mesmo que existam muitas empresas competindo no mercado. Para obter sucesso, ele terá que aplicar estratégias e técnicas valiosas, atualizadas e avançadas — ele precisa acompanhar a evolução, os recursos tecnológicos, as inovações, conhecer bem o mercado e o seu cliente-alvo.

Por essa razão, o gestor deve investir em treinamentos e capacitação para a sua equipe de vendas, a fim de torná-la apta para vender dentro e fora da empresa, aproveitando todas oportunidades. O setor de vendas precisa estar bem provido com ferramentas apropriadas de trabalho e conhecimentos suficientes na área para executar as tarefas com eficiência.

A seguir, listo algumas dicas de boas técnicas de vendas que a sua empresa poderá aplicar para crescer.

Características de um bom vendedor

Para começar, o bom vendedor precisa ser simpático, saber conversar com o consumidor, passar uma boa impressão. A verdade é que o vendedor é a ponte de ligação entre o consumidor e o produto. Isso significa que ele é fundamental para que o outro compre a sua mercadoria.

Para facilitar, vou fazer uma pequena comparação. Imagine uma ponte que liga um ponto a outro — ela é a única via de acesso entre dois extremos. Se essa ponte estiver em condições precárias, o que acontece? Ela se torna um meio de ligação não confiável e ninguém vai querer passar por ela. Com o tempo, ela pode até cair, rompendo definitivamente qualquer ligação entre os dois pontos. Pois essa ponte é o vendedor! E os pontos extremos são o consumidor, de um lado, e o produto, do outro.

O vendedor precisa ser agradável, oferecer uma boa imagem de si mesmo e estar apresentável na hora de vender. Quando o consumidor simpatiza com o vendedor, as possibilidades de comprar o produto aumentam.

Outra característica-chave do vendedor é ser atencioso com os consumidores. É preciso ter paciência para escutar o que ele fala, as suas dúvidas e histórias, envolver-se com ele a ponto de manter uma relação mais estreita e duradoura, que vá além do simples processo de vendas. Todas as 1pessoas gostam de ser ouvidas, e o vendedor precisa agir, em certas ocasiões, como uma espécie de psicólogo, que vai escutar histórias diferentes sobre compras que não deram certo e até sobre assuntos mais pessoais. Dentro do possível, responda a todas questões do consumidor e oriente-o da melhor forma possível, e não pensando somente em levar vantagem.

Também é necessário que o vendedor seja autoconfiante — ou seja, ele precisa saber detalhes, vantagens e desvantagens do seu produto para poder abordar o consumidor com um conteúdo embasado e sólido. A falta de autoconfiança gera dúvidas no consumidor e, mesmo que o produto seja de excelente qualidade, a insegurança do vendedor vai acabar impedindo que a venda se concretize — a não ser o que a pessoa já conheça bem o produto e esteja realmente interessada em comprá-lo.

Alerte os seus vendedores para a importância do atendimento personalizado

Esse é um dos pontos em que o homem se diferencia da máquina. Ele não pode estar “programado” para vender — precisa estar capacitado para realizar essa atividade. Ainda que existam características gerais entre os compradores, o vendedor sempre terá que se ajustar ao perfil único de cada consumidor com o qual entrar em contato.

Por esse motivo, os responsáveis pelo setor de vendas devem registrar todas informações importantes do cliente em um banco de dados: nome, endereço, e-mail, telefone, preferências, histórico de compras, pontualidade no pagamento, etc.

Pesquise formas de penetrar mais fundo no mercado

Quanto mais fundo a sua empresa penetrar no mercado, mais você terá chances de vender. Essa penetração pode acontecer de diversas formas. Você pode, por exemplo, oferecer outros produtos, adicionando inovação ao segmento em que já está inserido. As novidades costumam ser atrativas para os consumidores — o importante é que, passado o primeiro momento, o encanto não se perca e as pessoas continuem interessadas no produto.

Você também poderá investir em campanhas arrojadas, oferecendo descontos realmente relevantes e fazendo promoções que diferenciem a sua empresa das outras atuantes no mercado. Mesmo que isso implique em reduzir a sua margem de lucro, poderá ser vantajoso se obtiver mais vendas e conseguir captar e fidelizar mais clientes.

Ofereça bônus especiais, brindes para os compradores, serviços gratuitos, faça sorteios de produtos que são muito procurados pelos clientes, etc. Dessa forma, você estará conseguindo uma boa penetração de mercado, trazendo bons resultados para o setor de vendas.

Use a tecnologia a seu favor

A tecnologia é outro ponto fundamental sobre o qual eu não poderia deixar de falar. Existem muitos aplicativos úteis para otimizar o fluxo de vendas. São aplicativos que podem ser instalados no computador, no tablet, no celular, etc. Eles permitem a comunicação e integração entre o setor de vendas, o gestor e os vendedores. Permitem também o monitoramento do desempenho das vendas em tempo real, dando ao gestor e ao seu time a oportunidade de resolver conflitos de última hora, evitando a perda de vendas e de clientes.

É preciso, ainda, considerar as redes sociais, blogs, sites, plataformas, grupos digitais. Invista neles para divulgar a sua marca e estabelecer vínculos com o público consumidor. Caso seja viável, crie a sua loja virtual para dar suporte à sua loja física — o e-commerce é responsável por boa parte das vendas realizadas pelos consumidores.

Já usa algumas dessas técnicas para aumentar as vendas da sua empresa? Já usa recursos tecnológicos eficientes? Faça um teste gratuito do software do “Vouclicar.com” e depois diga o que achou!

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Desenvolvimento Humano, Destaque

Entenda os principais erros de liderança que não devem ser repetidos

Sempre recebo inúmeros pedidos de dicas sobre como ser um bom líder e hoje resolvi falar sobre esse tema, porém, escolhi fazer isso sob um prisma diferente: em vez de listar novas ações a serem realizadas, resolvi listar erros que, ao serem eliminados, favorecerão para a formação de um líder mais capacitado. Abaixo, coloquei os principais erros de liderança e os motivos para não repeti-los:

1. Não buscar uma comunicação adequada com os seus colaboradores

Bom, resolvi colocar esse tópico porque além de ser bastante rotineiro, ele engloba várias ações que realmente são bastante prejudiciais para o bom andamento da empresa. Sempre ressalto a importância de se ter uma boa comunicação interna.

Líderes que são inacessíveis, que não escutam os seus colaboradores, que explicam tarefas para sua equipe de forma superficial, que não dão feedback sobre o que está bom e o que precisa ser melhorado, são exemplos de uma comunicação inadequada que pode gerar muitos problemas para a empresa como: desmotivação dos funcionários, erros na execução de tarefas e estratégias falhas.

2. Confundir autoridade com autoritarismo

Essa é uma confusão que vejo ocorrer na prática com muita frequência, pois liderar uma equipe exige delegar tarefas e cobrar resultados, o que faz com que muitos gestores se percam e acabem se excedendo.

Para mim, um bom líder deve ser uma autoridade, naturalmente, ao demonstrar conhecimento sobre o assunto, ao ter resiliência para superar os desafios diários e o que eu considero mais importante: ser fonte de inspiração para a sua equipe, afinal liderar pelo medo só afasta os seus colaboradores, acarreta em queda de produtividade, o que certamente refletirá nos lucros da empresa.

3. Não buscar atualização para si e para a sua equipe

Tem uma frase que ouvi uma vez de um amigo e sempre repito quando se fala em alcançar resultados cada vez melhores: o treinamento nunca acaba!

Vejo que muitos líderes, ao chegarem nessa posição, acabam esquecendo de buscar aperfeiçoamento profissional, visto que já estão em uma boa colocação no mercado. Há também aqueles que acabam não compreendendo a importância de manter sua equipe atualizada com as novas tendências da sua área de atuação, o que pode trazer a perigosa sensação de estar parado no tempo e o pior: ver a concorrência atingir resultados melhores.

4. Não manter a sua equipe motivada

É claro que trabalhar em uma empresa legal já é motivador por si só, mas sempre digo que o ser humano tem uma forte tendência ao comodismo, o que faz a rotina muitas vezes ser perigosa e levar à desmotivação.

Cabe ao líder estar atento a isso e encontrar formas de motivar a sua equipe. Com base na minha experiência, posso dizer que uma equipe motivada pode ultrapassar barreiras até então impensáveis,contribuindo de forma significativa para o crescimento da empresa.

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Destaque, Empreendedorismo

Veja como a análise de mercado impacta na tomada de decisões de um negócio

Diariamente, eu recebo muitas dúvidas sobre como lidar com a concorrência e encontrar a forma correta de prospectar clientes. Bom, eu sempre digo que a concorrência é como aquela pessoa da família que não gostaríamos de ter por perto, porém, precisamos conviver com esse fato e nos adaptar à situação. Como fazemos isso? Simples: analisamos o que está ocorrendo e buscamos criar o menor impacto negativo possível.

Para tomar decisões acertadas em seu negócio, recomendo que use a mesma estratégia fazendo uma análise de mercado e vendo quais são as medidas mais adequadas a serem tomadas. Para te ajudar nesse processo, vou te dar algumas dicas muito bacanas:

1. Vá além de simplesmente conhecer o seu público

Direcionar o seu produto ou serviço para um determinado público e tentar compreender teoricamente o que ele procura não é o suficiente para se alcançar grandes resultados.

Digo isso porque eu como cliente sou um pouco chato e vivo mudando de ideia. Isso me faz ver que é necessário dar importância a esse fato, pois compreender os motivos do cliente ficar em dúvida, ir e voltar diversas vezes até comprar, perceber se ele prefere adquirir o produto de forma parcelada ou buscar um desconto à vista, é dar um passo além do comum e verificar os reais motivos que cercam uma venda, evitando assim cometer erros que possam melar o negócio.

2. Busque equilíbrio entre análises internas e externas

Tudo bem o que o Clico aqui não é um senhor de idade, mas já vi muitas vezes empresas se preocuparem mais com que as outras estão fazendo do que buscar compreender os seus processos internos.

Sei que toda análise interna tende a ser complexa, mas para isso existem muitos elementos facilitadores como sistemas de gestão que permitem apresentar indicadores de qualidade de forma muito mais eficiente e contribuem para um resultado final mais favorável.

3. Verifique o custo-benefício da otimização de processos

Eu sou suspeito para falar sobre a importância da tecnologia em nossas vidas, afinal sou vidrado nesse assunto. E acredito que toda empresa deve adotar uma postura similar e estar atenta a todas as novidades que o mercado oferece nesse nicho.

Uma empresa que investe em tecnologia é tida como descolada pelos clientes e tende a ultrapassar a concorrência com mais facilidade. Por isso, é importante analisar a melhor forma e momento de otimizar processos, investir em tecnologia e poder atender as demandas do público de forma mais qualificada (inclusive as minhas demandas, hehe).

Confie em mim, aplique essas dicas e verá o quanto isso contribui para uma análise de mercado mais funcional, o que consequentemente vai gerar uma tomada de decisões mais acertadas no cotidiano da sua empresa.

Já que o Clico te ajudou, agora é a hora de agradecer, não acha? Mas não diga um simples obrigado, em vez disso assine a nossa newsletter (nesse caso você sai ganhando de novo, afinal vai ficar por dentro de todas as novidades e receber artigos superinteressantes diretamente no seu e-mail)!

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Empreendedorismo

Veja o que fazer para aprimorar as técnicas de vendas da sua empresa

Tenho ouvido muitos gestores reclamando da queda das vendas nas suas empresas. Isso tem a sua razão de ser, já que estamos passando por um período difícil na economia nacional — o poder de compra do consumidor anda muito limitado, enquanto o nível de competitividade parece cada vez maior.

Mas como diz um antigo provérbio que eu gosto muito: “É melhor acender uma vela que praguejar contra a escuridão”. Por isso, neste post, vou dar algumas dicas de como aprimorar as técnicas de vendas da sua empresa e, consequentemente, otimizá-las. Vamos lá?

Capacite os seus vendedores

Todas profissões têm seus segredos. Com o vendedor, não é diferente. Ele precisa se capacitar para conseguir um número satisfatório de vendas mesmo que existam muitas empresas competindo no mercado. Para obter sucesso, ele terá que aplicar estratégias e técnicas valiosas, atualizadas e avançadas — ele precisa acompanhar a evolução, os recursos tecnológicos, as inovações, conhecer bem o mercado e o seu cliente-alvo.

Por essa razão, o gestor deve investir em treinamentos e capacitação para a sua equipe de vendas, a fim de torná-la apta para vender dentro e fora da empresa, aproveitando todas oportunidades. O setor de vendas precisa estar bem provido com ferramentas apropriadas de trabalho e conhecimentos suficientes na área para executar as tarefas com eficiência.

A seguir, listo algumas dicas de boas técnicas de vendas que a sua empresa poderá aplicar para crescer.

Características de um bom vendedor

Para começar, o bom vendedor precisa ser simpático, saber conversar com o consumidor, passar uma boa impressão. A verdade é que o vendedor é a ponte de ligação entre o consumidor e o produto. Isso significa que ele é fundamental para que o outro compre a sua mercadoria.

Para facilitar, vou fazer uma pequena comparação. Imagine uma ponte que liga um ponto a outro — ela é a única via de acesso entre dois extremos. Se essa ponte estiver em condições precárias, o que acontece? Ela se torna um meio de ligação não confiável e ninguém vai querer passar por ela. Com o tempo, ela pode até cair, rompendo definitivamente qualquer ligação entre os dois pontos. Pois essa ponte é o vendedor! E os pontos extremos são o consumidor, de um lado, e o produto, do outro.

O vendedor precisa ser agradável, oferecer uma boa imagem de si mesmo e estar apresentável na hora de vender. Quando o consumidor simpatiza com o vendedor, as possibilidades de comprar o produto aumentam.

Outra característica-chave do vendedor é ser atencioso com os consumidores. É preciso ter paciência para escutar o que ele fala, as suas dúvidas e histórias, envolver-se com ele a ponto de manter uma relação mais estreita e duradoura, que vá além do simples processo de vendas. Todas as 1pessoas gostam de ser ouvidas, e o vendedor precisa agir, em certas ocasiões, como uma espécie de psicólogo, que vai escutar histórias diferentes sobre compras que não deram certo e até sobre assuntos mais pessoais. Dentro do possível, responda a todas questões do consumidor e oriente-o da melhor forma possível, e não pensando somente em levar vantagem.

Também é necessário que o vendedor seja autoconfiante — ou seja, ele precisa saber detalhes, vantagens e desvantagens do seu produto para poder abordar o consumidor com um conteúdo embasado e sólido. A falta de autoconfiança gera dúvidas no consumidor e, mesmo que o produto seja de excelente qualidade, a insegurança do vendedor vai acabar impedindo que a venda se concretize — a não ser o que a pessoa já conheça bem o produto e esteja realmente interessada em comprá-lo.

Alerte os seus vendedores para a importância do atendimento personalizado

Esse é um dos pontos em que o homem se diferencia da máquina. Ele não pode estar “programado” para vender — precisa estar capacitado para realizar essa atividade. Ainda que existam características gerais entre os compradores, o vendedor sempre terá que se ajustar ao perfil único de cada consumidor com o qual entrar em contato.

Por esse motivo, os responsáveis pelo setor de vendas devem registrar todas informações importantes do cliente em um banco de dados: nome, endereço, e-mail, telefone, preferências, histórico de compras, pontualidade no pagamento, etc.

Pesquise formas de penetrar mais fundo no mercado

Quanto mais fundo a sua empresa penetrar no mercado, mais você terá chances de vender. Essa penetração pode acontecer de diversas formas. Você pode, por exemplo, oferecer outros produtos, adicionando inovação ao segmento em que já está inserido. As novidades costumam ser atrativas para os consumidores — o importante é que, passado o primeiro momento, o encanto não se perca e as pessoas continuem interessadas no produto.

Você também poderá investir em campanhas arrojadas, oferecendo descontos realmente relevantes e fazendo promoções que diferenciem a sua empresa das outras atuantes no mercado. Mesmo que isso implique em reduzir a sua margem de lucro, poderá ser vantajoso se obtiver mais vendas e conseguir captar e fidelizar mais clientes.

Ofereça bônus especiais, brindes para os compradores, serviços gratuitos, faça sorteios de produtos que são muito procurados pelos clientes, etc. Dessa forma, você estará conseguindo uma boa penetração de mercado, trazendo bons resultados para o setor de vendas.

Use a tecnologia a seu favor

A tecnologia é outro ponto fundamental sobre o qual eu não poderia deixar de falar. Existem muitos aplicativos úteis para otimizar o fluxo de vendas. São aplicativos que podem ser instalados no computador, no tablet, no celular, etc. Eles permitem a comunicação e integração entre o setor de vendas, o gestor e os vendedores. Permitem também o monitoramento do desempenho das vendas em tempo real, dando ao gestor e ao seu time a oportunidade de resolver conflitos de última hora, evitando a perda de vendas e de clientes.

É preciso, ainda, considerar as redes sociais, blogs, sites, plataformas, grupos digitais. Invista neles para divulgar a sua marca e estabelecer vínculos com o público consumidor. Caso seja viável, crie a sua loja virtual para dar suporte à sua loja física — o e-commerce é responsável por boa parte das vendas realizadas pelos consumidores.

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