Empreendedorismo

4 indicadores de produtividade importantes para o seu negócio

Vou começar o assunto com uma pergunta: você trabalha bem? Não sabe responder?

Sim, essa é de fato uma questão bem complicada, especialmente se você ainda não usa indicadores de produtividade em sua empresa. Eles são a chave para medir e, consequentemente, melhorar o seu desempenho nos negócios.

No começo, eu mesmo não usava muito esses indicadores, pois estava muito ocupado tentando produzir mais. E, claro, todos têm medo de parar pra analisar a situação e deixar a peteca cair. Mas acredite, vale a pena.

Quando comecei a dedicar uma pequena porção do meu tempo a analisar meus indicadores de produtividade, encontrei vários problemas ao longo do caminho, mas aos poucos consegui melhorar a rentabilidade de todas as equipes. Ou seja, eu não precisei mais queimar neurônios pra fechar o mês no positivo.

Aqui estão 4 dos indicadores que mais usei ao longo do tempo e que acredito que estejam entre os mais importantes para qualquer negócio. Dê uma olhada:

1. Ticket médio

Esse aqui é bem simples. Um “ticket” é o quanto seu cliente gastou em uma compra ou contratação. Chamamos de “médio” o valor que costuma sair na maioria desses pedidos ou serviços prestados. Em resumo, é o quanto em média você ganha por cliente atendido.

Esse é um dos principais indicadores de produtividade, especialmente para ver se o seu serviço está dando lucro ou prejuízo. Digamos que, antes de considerar esses números, meu ticket médio era de R$ 100.

Parece bom, não é? Mas e se eu disser que esse era também o custo de todo o serviço prestado, sem contar o trabalho de publicidade e atendimento? Quando descobri que estava tomando esse prejuízo, corri para aumentar meu ticket médio.

2. Taxa de vendas bem-sucedidas

Enquanto o primeiro indicador diz respeito apenas aos clientes que você conseguiu atender, este aqui leva todos em conta, incluindo os que não fecharam negócio. Foi um dos primeiros indicadores de produtividade que comecei a usar, já que, como todo novo empreendedor, eu botava a culpa dos prejuízos no número de vendas.

Basicamente, aqui está a proporção entre pessoas atendidas e clientes adquiridos. Uma taxa de 10% quer dizer que, a cada 10 contatos, apenas 1 traz dinheiro. E, dependendo do custo de cada conversa sem sucesso, isso pode ser um grande problema. Então tive que buscar uma taxa de vendas melhor, procurando pelos clientes mais interessados de antemão.

3. Número de reclamações

Esse é o famoso indicador de insatisfação. Sempre temido, mas que nunca deve ser ignorado. Eu já fui novo e estava acostumado a abafar críticas, já que elas são comuns quando um negócio está engatinhando.

Mas, logo eu percebi que valia a pena ouvir esses clientes e aprender com eles. Com o tempo, comecei a fazer uma análise melhor dessas críticas e tive até bons resultados na minha reputação.

4. Rotatividade de funcionários

Este é um indicador de produtividade que nem sempre recebe a devida atenção, mas que reflete bem o funcionamento das equipes e do trabalho de RH.

Já parou pra olhar quantos colaboradores são contratados e demitidos a cada mês? Já pensou que cada profissional que sai também está levando o seu tempo de experiência na casa e suas habilidades específicas? Bem, já era hora de pensar!

Áreas com muita rotatividade tendem a gerar bastante custo, especialmente em pequenas empresas, com poucos membros. Menor rotatividade também significa que a equipe terá mais tempo para se conhecer e trabalhar melhor junta. Enfim, todos ganham se você não precisar demitir funcionários frequentemente.

E isso é o mais importante que eu poderia passar agora sobre indicadores de produtividade. Se gostou e quiser continuar recebendo minhas dicas, assine a nossa newsletter! Você receberá uma mensagem sempre que eu tiver algo interessante a dizer!

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Tecnologia

Os 4 maiores benefícios do uso de um ERP para suas vendas

Você já pensou em como um ERP para vendas pode beneficiar seus negócios? Se não pensou, vou começar contando um fato que ocorreu comigo.

Outro dia, um amigo meu, dono de um pet shop, estava me contando como é estressante cuidar dos negócios sozinho. Chateado, ele me disse que tinha perdido uma ótima venda no dia anterior, simplesmente porque não sabia que o produto não estava disponível no estoque!

Quando eu perguntei se ele sabia o que era ERP, meu amigo pensou que eu estava falando de uma nova marca de ração para filhotes, então achei melhor escrever este artigo para explicar. Para saber, é só continuar lendo!

O que é ERP

A sigla vem do inglês Enterprise Resource Planning. Em bom português, significa Planejamento de Recursos da Empresa. É um software de gestão corporativa, ou seja, uma solução tecnológica que vai facilitar muito o seu dia a dia no pet shop e eliminar muitas fontes de estresse.

Veja abaixo algumas das vantagens do ERP que eu mais aprecio.

1. Eficiência no atendimento

Ao escolher uma boa ferramenta tecnológica de gestão, você garante que todos os dados dos animais cadastrados estejam ao alcance de um clique. E como já deve saber, contar com informações seguras é fundamental para traçar estratégias de marketing e vendas.

Com o uso de um ERP para vendas, você poderá, por exemplo:

  • otimizar e integrar processos internos, poupando tempo para dedicar ao atendimento;
  • divulgar serviços e produtos;
  • enviar mensagens com ofertas para os aniversariantes ou em outras datas especiais;
  • mandar convites para incentivar a volta dos clientes que não aparecem há algum tempo;
  • lembrar seu cliente das datas de consultas, vacinas e exames laboratoriais dos animais;
  • organizar a agenda com eficiência, para evitar duplicidade de marcação de atendimentos e situações de estresse;
  • ter acesso imediato ao histórico do animal, a fim de sugerir os melhores tratamentos e produtos;
  • atender com mais rapidez para garantir a satisfação do cliente;
  • fazer a divulgação de novos produtos e serviços do pet shop.

2. Gestão eficaz de estoque

Como o amigo que citei lá em cima aprendeu da pior maneira, confiar em processos manuais de controle de estoque é arriscar a levar prejuízo.

Este é mais um benefício do uso de um ERP para suas vendas: você sabe a quantidade exata dos produtos disponíveis no depósito, o que é preciso comprar com antecedência, quais itens têm a melhor saída, quais estão encalhados etc.

Mantendo o estoque sob controle, você não corre o risco de perder vendas pela falta de algum produto e garante a satisfação do cliente. E cliente satisfeito volta e compra mais!

3. Acesso a distância

Você não precisa estar no computador da loja para ter acesso ao sistema, pois o ERP funciona na nuvem. Assim, é possível acessar de qualquer computador ou dispositivo móvel, como celulares ou tablets, desde que haja uma conexão com a internet. Você poderá gerenciar suas vendas de onde estiver.

O acesso a distância também permite ao cliente acompanhar o atendimento ao bichinho de estimação que deixou no pet shop, que horário ele estará liberado, qual será o valor das despesas etc. Ao oferecer mais comodidade ao seu cliente, você garante a satisfação e a tranquilidade dele, e abre espaço para mais vendas.

4. Segurança de dados na nuvem

A tecnologia permite que o ERP funcione “na nuvem”, isto é, diretamente no site do servidor. Isso significa que você não precisa instalar nenhum programa nos computadores da loja e nem comprar licenças caras. Basta contratar e pagar pela ferramenta tecnológica como uma assinatura mensal.

Assim, seus dados estarão sempre seguros, mesmo em casos de imprevistos como falta de energia elétrica ou vírus no seu computador, que podem colocar seus arquivos em risco. Com os dados guardados na nuvem, você fica tranquilo para manter o foco no atendimento e nas vendas.

Viu como a escolha de um ERP para vendas pode contribuir para o sucesso de seu pet shop? Para estar sempre por dentro de assuntos importantes para o seu negócio, é só assinar a newsletter!

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Destaque, Tecnologia

A importância da tecnologia para uma equipe de alta performance

Talvez você, assim como eu, já tenha lido uma infinidade de artigos, livros, textos e biscoitos da sorte falando sobre alta performance profissional e tecnologia. Espero que não esteja cansado do tema, pois ele é importante 100% do tempo! Ainda mais dentro de uma pequena equipe que funciona quase como uma família.

Recursos tecnológicos existem aos montes. E eu já sabia disso (mais ou menos) quando comecei minha carreira de empreendedor. E o primeiro choque que tive ao começar a contratar foi a forma como esses recursos afetavam a produtividade geral. Para mais e para menos. Hoje eu posso garantir, tecnologia bem utilizada traz alta performance em qualquer setor.

E como já é de costume, aqui está mais uma lista de dicas do CLICO pra vocês. Hoje, vou falar sobre como o uso da tecnologia pode ser importante para melhorar o desempenho da sua pequena equipe. Confira:

1. Coordenação eficiente de esforços

Em empresas menores, há uma crença geral de que o bom gestor é capaz de observar todo o negócio de uma só vez e disparar suas ordens facilmente. Isso não é uma total mentira, mas também não é uma total verdade.

Quando eu estava liderando minha primeira equipe como chefe, logo vi que perdia uns 5 a 10 minutos de trabalho para cada ordem que eu precisava transmitir. No fim do dia, eu era um garoto de recado em meio período com um salário superfaturado.

Quando comecei a usar um simples aplicativo de agenda, nada muito sofisticado, comecei a poupar em média 1 ou 2 horas por dia. Quando migrei para um sistema de gestão mais robusto, consegui gerenciar toda a minha equipe de uma só vez.

2. Redução de tarefas repetitivas

Repetição é chato, muito chato. Mesmo que uma pessoa apresente alta performance em uma tarefa mecânica, logo ela vai ficar entediada e cair de nível.

Felizmente, máquinas não se importam com isso. Elas podem continuar indefinidamente, trocando números em planilhas, fazendo contas e disparando e-mails automáticos.

O resultado disso? Mais espaço para o que o cérebro humano precisa: criatividade, pensamento estratégico e desafios.

Enquanto seu computador é muito bom em processar mais rapidamente tudo o que você já sabe, seu cérebro pode criar novas informações e ir além dos padrões já estabelecidos.

3. Menor tempo de adaptação e rotatividade

Outro problema sério com essas tarefas mais chatas é que um novo colaborador sempre demora a aprendê-las. Pense em quantos anos você levou para começar a fazer coisas simples com alta performance, como amarrar sapatos e digitar.

O princípio é o mesmo: quanto menos coisas for necessário aprender logo de cara, menos tempo um novo colega levará para se integrar ao trabalho da equipe.

E não vamos nos esquecer dos vários funcionários que acabam saindo logo depois que chegam apenas por não se adaptarem a certos serviços e ferramentas. Você pode ter demitido o próximo Bill Gates sem nem saber, só porque ele não consegue copiar sua agenda para uma planilha em menos de 10 minutos.

Essa maior rotatividade, além de “demitir o Bill Gates”, também gera maiores custos para a empresa, que precisa selecionar currículos, anunciar vagas, fazer ligações, realizar treinamentos e toda aquela dor de cabeça inicial de integração do novato na equipe. Resumindo: rotatividade é ruim, mas a tecnologia reduz a rotatividade!

E então, gostou das minhas dicas? Se quiser continuar recebendo os conteúdos, assine a newsletter do blog!

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Destaque, Empreendedorismo

Conheça as 7 melhores dicas de gestão para empreendedores inciantes

Começar o próprio negócio é o sonho de muita gente. Hoje vemos tantas histórias de empreendedores que começaram do nada e tiveram muito sucesso, não é? Até parece que empreender é fácil! Mas para cada negócio que dá certo, inúmeros outros fecham as portas antes de completar o primeiro ano de atividade.

Ainda que não exista uma receita de bolo para o sucesso de novos negócios, uma coisa é certa: uma boa gestão faz toda a diferença. Neste post, selecionei para você algumas dicas de gestão de empresas e pessoas bem-sucedidas. Acompanhe!

1. Valide o modelo de negócio

Você está pensando em abrir um comércio ou virar um prestador de serviços? Antes de tudo, procure entender se existe um mercado para a sua oferta.

Antes de alugar um imóvel, montar um escritório e contratar funcionários, por que não fazer um teste com o seu produto ou serviço? Ofereça a amigos, conhecidos, vizinhos e veja se faz sentido para eles.

Validar as hipóteses do seu modelo de negócio é uma excelente forma de minimizar riscos. Essa é uma das melhores dicas de gestão que eu poderia dar!

2. Conheça profundamente os clientes

Se você está pensando em abrir um negócio para se livrar do chefe, é melhor pensar duas vezes. Você terá inúmeros chefes quando começar a empreender: os seus clientes.

São eles que vão determinar o seu sucesso ou fracasso. Portanto você deve buscar empatizar com seu cliente, se colocar no lugar dele, pensar como ele, colher críticas e feedbacks. E o mais importante: aprender com tudo isso, para descobrir como você pode entregar mais valor e ser mais relevante para ele.

3. Analise a concorrência

Hoje em dia, você pode até ter uma ideia que considere genial, mas eu devo dizer: muito provavelmente alguém já pensou na mesma coisa.

Portanto, é preciso fazer uma análise de mercado. Pesquisando, você consegue entender o que os seus concorrentes — diretos ou indiretos — estão fazendo. Assim, é possível deixar claro para você e para seus clientes qual é o seu diferencial.

4. Priorize, priorize, priorize

Quando você abre um negócio, o que não falta são problemas. Mas existem os que podem ser resolvidos depois e os que precisam ser resolvidos agora.

Existem contratempos que terão impacto maior ou menor. Uma boa gestão passa necessariamente por saber priorizar. De acordo com o Princípio de Pareto, 80% dos seus resultados vêm de 20% dos seus esforços. Portanto foque onde haverá o maior resultado!

5. Aprenda a delegar

Dependendo do tamanho e da complexidade do seu negócio, pode ser possível tocá-lo sozinho. Mas à medida que ele cresce, você certamente vai precisar de ajuda.

Com colaboradores à sua disposição no negócio, você deve aprender a delegar. Para isso, tenha em mente o que você quer que seja feito, o modo como você quer que a tarefa seja executada, o prazo de entrega e o resultado que vai definir se a tarefa foi bem ou mal executada.

Mas não basta ter isso em mente, é preciso que o colaborador também compreenda cada um desses aspectos. Na gestão de pessoas, uma boa comunicação é imprescindível.

6. Monitore constantemente as finanças

Com toda a tecnologia existente hoje e programas cada vez mais fáceis de usar, você não tem desculpa para não fazer um acompanhamento minucioso do fluxo de caixa da empresa.

Assim, você terá total controle de entradas e saídas, bem como a demonstração de resultado e balanço. Esses números também podem ser úteis para ajudar você a tomar as melhores decisões.

7. Nunca pare de aprender

Talvez isso valha para todos os campos do conhecimento, mas um empreendedor não pode parar nunca de aprender. Seja conversando com outras pessoas, indo a eventos, voltando para a escola, ou simplesmente lendo. Aqui você pode conferir minhas recomendações de livros que podem te ajudar a ser um melhor gestor.

Se você gostou das minhas dicas de gestão, compartilhe este conteúdo com os amigos nas redes sociais. Eles também podem estar precisando de ajuda!

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Destaque, Tecnologia

4 passos para sua empresa implementar a gestão na nuvem

Já ficou para trás o tempo em que os arquivos com documentos das empresas ocupavam pastas e armários do escritório. Mas a tecnologia não resolveu apenas esse problema de espaço físico.

Já pensou na praticidade de poder acessar os arquivos do seu negócio a partir de qualquer computador e, além disso, otimizar os processos, com um acesso ainda melhor aos arquivos, mais segurança, menos custos?

Neste post, vou apresentar a gestão na nuvem. Continue a leitura, vou contar quais são as vantagens de adotar esse sistema. Além disso, elaborei um passo a passo de como implementá-lo no seu negócio!

Por que implementar a gestão na nuvem no seu negócio?

Uma das principais características desse tipo de armazenamento é que todos os sistemas e dados da sua empresa ficam armazenados na rede, ou melhor, na nuvem. E o que isso quer dizer?

Sabe aquele computador que estraga de uma hora para a outra, ou um momento em que você está em uma reunião fora da empresa e precisa checar um dado para um cliente? Basta uma conexão com a internet e você pode ter à disposição todos os dados necessários, sem danos e de onde você estiver.

Quer outra vantagem do uso da gestão na nuvem? Com todas as informações disponíveis, é possível acompanhar de perto os investimentos e melhorar a gestão do fluxo de caixa, do estoque e de outros processos da sua empresa.

Sem falar que é possível fazer as cópias de segurança, o famoso backup em nuvem, de um modo muito mais simples e rápido do que com os sistemas tradicionais.

Gestão na Nuvem: passo a passo

Acompanhe abaixo as dicas que eu separei para você implementar agora mesmo a gestão de nuvem na sua empresa!

1. Defina as necessidades do seu negócio

Antes de escolher o tipo de armazenamento para o seu negócio, avalie a estrutura que você  já possui e o que espera do serviço. Por exemplo, existem três tipos de tecnologia do sistema: público, privado e híbrido.

No tipo público, o provedor fornece toda a estrutura para você a um custo menor. Em contrapartida, ele te oferece pouco controle sobre o sistema.

No caso do tipo privado, a estrutura utilizada é terceirizada e há um maior controle. Já a tecnologia híbrida é, como o nome diz, uma combinação dos dois sistemas anteriores e oferece um serviço mais específico para otimizar os processos gerenciais de cada negócio.

2. Pesquise sobre os provedores dos serviços na nuvem

Já sabe o tipo de gestão na nuvem que você precisa? Então é hora de pesquisar sobre as empresas que oferecem esse serviço. Converse com colegas que já aderiram ao sistema e pergunte sobre a qualidade do serviço, o suporte e atendimento. Além disso, sempre que estou procurando um novo prestador de serviço, eu pesquiso as avaliações dos consumidores na internet!

Quando conseguir reunir informações de pelo menos 3 fornecedores, eu sugiro que você crie uma lista de prós e contras de acordo com as suas necessidades. Esse é o momento ideal também para você avaliar o orçamento disponível para a implementação do serviço.

3. Fique atento ao SLA

O famoso SLA (Service Level Agreement ou acordo de nível de serviço) é o acordo que vai definir em detalhes os direitos e deveres entre o contratante o contratado.

É importante que você conheça o nível de serviço porque ele vai trazer todos os pormenores da sua relação com o contratante, como: os critérios e o tempo para oferta de suporte técnico, os níveis de segurança e desempenhos garantidos. Assim, você vai conseguir negociar melhor e tornar sua gestão na nuvem ainda mais eficiente.

4. Não se esqueça de qualificar sua equipe

Quer fechar o passo a passo com chave de ouro? Não se esqueça de preparar sua equipe para o uso desse novo recurso. E isso não envolve apenas a equipe de TI!

Todos precisam saber como utilizar a ferramenta para otimizar as funcionalidades da gestão na nuvem e a produtividade. Reúna a equipe, apresente as informações sobre o serviço e deixe sempre opções de contatos para que eles recorram em caso de dúvida.

Curtiu minhas dicas para sua empresa aderir e implementar a gestão na nuvem? Assine nossa newsletter e fique por dentro de outras novidades para o seu negócio!

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Destaque, Tecnologia

3 pontos a considerar na hora de escolher um software para PME

Você já parou para se perguntar quais são os pontos que devem ser considerados na hora de escolher um software de gestão para PME? Será que você sabe o que é importante e o que vai fazer a diferença para a sua pequena ou média empresa?

Neste post eu vou ajudá-lo a responder essa pergunta, mostrando algumas características que você deve observar para escolher um bom software. Vamos lá?

1. Entenda a sua empresa

Antes de mais nada, é preciso que você entenda o seu negócio, ou seja, conheça a fundo o setor em que você atua, saiba qual é o tamanho exato da sua empresa e o volume de suas atividades.

Além disso, é necessário também que você compreenda o momento em que você está e aonde pretende chegar. Com base nesses dados, você poderá começar a definir qual é o melhor sistema para a sua organização.

Eu posso afirmar que, com essas informações em mãos, você já tem meio caminho andado, pois elas representam boa parte das características da sua organização.

Assim, será possível definir quais módulos serão necessários e escolher entre as diferentes formas de integração, relatórios e demonstrações que precisarão ser geradas e enviadas ao governo e outros órgãos.

2. Conheça as suas necessidades

Além de conhecer a sua empresa, recomendo que você entenda exatamente quais são as suas necessidades como gestor.

De nada adianta ter em mãos um excelente software com múltiplas funções se você não utilizar esses dados para nada. Portanto, é preciso compreender como funciona o seu cotidiano gerencial.

Comece analisando, por exemplo, se você precisa acompanhar de perto o fluxo de caixa (que é uma ótima ferramenta financeira e de gestão) e de que maneira quer observar os custos da empresa.

Com base nessas informações, fica mais fácil definir qual o tipo de sistema mais adequado e útil às necessidades do seu negócio e às suas demandas como gestor.

3. Saiba mais sobre o software para PME

Uma boa dica que posso dar é pesquisar diferentes softwares e tentar entender o que eles oferecem como diferencial.

Lembre-se de considerar o custo-benefício, mas também leve em conta a praticidade, o suporte e a usabilidade do sistema. É muito importante que ele tenha uma linguagem acessível a todos os seus colaboradores e que seja fácil de operar.

Outro ponto que eu recomendo verificar é o atendimento da empresa desenvolvedora. Essa questão é essencial no caso de alguma dúvida ou se você precisar de suporte.

A segurança dos dados também é uma questão a considerar na escolha do software para PME, já que você quer garantir que os dados de sua empresa estejam sempre seguros e acessíveis.

Neste post, eu mostrei que é preciso conhecer várias características da sua empresa e da sua gestão para optar por um software para PME. Essa é uma decisão muito importante para o futuro da sua organização, portanto siga minhas dicas e escolha com sabedoria!

Se ficou alguma dúvida ou se você quer conhecer soluções tecnológicas para a gestão do seu negócio, que tal entrar em contato conosco?

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